Bolha no imobiliaria espanhol
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Bolha no imobiliaria espanhol
IBEX afunda quase 3% e lidera perdas na Europa
"Bolha" no imobiliário espanhol assusta investidores
O "boom" imobiliário do mercado espanhol poderá estar perto do fim. Depois de oito anos de forte crescimento, a "bolha" neste importante sector ameaça rebentar. A Astroc Mediterraneo assustou o mercado e arrastou consigo todas as outras cotadas do ramo. A praça espanhola, o IBEX, depois dos máximos, caiu quase 3% e liderou as perdas entre as congéneres europeias. As construtoras e a banca ajudaram à queda.
Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
O "boom" imobiliário do mercado espanhol poderá estar perto do fim. Depois de oito anos de forte crescimento, a "bolha" neste importante sector ameaça rebentar. A Astroc Mediterraneo assustou o mercado e arrastou consigo todas as outras cotadas do ramo. A praça espanhola, o IBEX, depois dos máximos, caiu quase 3% e liderou as perdas entre as congéneres europeias. As construtoras e a banca ajudaram à queda.
O IBEX-35, o principal índice da bolsa espanhola, afundou 2,73% na sessão de hoje, a segunda maior queda diária deste ano, corrigindo assim dos máximos históricos fixados nas últimas sessões. A bolsa madrilena chegou a perder um máximo de 3,14%, arrastada pelas empresas ligadas ao ramo imobiliário, numa altura em que se volta a falar na "bolha" no mercado espanhol.
Os preços das habitações em Espanha têm crescido à taxa anual de 15% desde 1999 até 2005. Nos doze meses terminados no mês de Março, o aumento nos preços dos imóveis foi de 7,2%, o menor desde 1998.
A forte queda dos títulos da Astroc Mediterraneo despertou os investidores para a possibilidade do fim da "bolha". Os títulos da imobiliária afundaram mais de 37% na sessão de ontem e voltaram a cair na sessão de hoje. As acções da Astroc chegaram a ceder 25%, mas terminaram com uma quebra menos acentuada, de 9,48% para 15,95 euros. Na quinta-feira passada, cada acção da Astroc valia 45,51 euros.
"Toda a gente sabe que há uma ‘bolha’ no mercado imobiliário espanhol", afirmou Christophe Ochsner, da Venture Finanzas, à Bloomberg, acrescentando que "a queda iniciou-se com a Astroc e contaminou o resto do sector". Na sessão de hoje, a Montebalito e o Grupo Inmocaral, a segunda maior imobiliária de Espanha, seguiram a tendência e recuaram mais de 11%.
As construtoras seguiram a tendência, com a FCC a perder 6,7% para 70,35 euros e a Acciona a recuar 5,07% para 163,75 euros. A Sacyr chegou a recuar quase 10%. O sector da banca também contribuiu para a forte queda do índice espanhol. O BBVA e o Banco Sabadell encabeçaram as descidas, com quedas de quase 3% e 5%, respectivamente, na perspectiva de um forte aumento no crédito malparado.
"Bolha" no imobiliário espanhol assusta investidores
O "boom" imobiliário do mercado espanhol poderá estar perto do fim. Depois de oito anos de forte crescimento, a "bolha" neste importante sector ameaça rebentar. A Astroc Mediterraneo assustou o mercado e arrastou consigo todas as outras cotadas do ramo. A praça espanhola, o IBEX, depois dos máximos, caiu quase 3% e liderou as perdas entre as congéneres europeias. As construtoras e a banca ajudaram à queda.
Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
O "boom" imobiliário do mercado espanhol poderá estar perto do fim. Depois de oito anos de forte crescimento, a "bolha" neste importante sector ameaça rebentar. A Astroc Mediterraneo assustou o mercado e arrastou consigo todas as outras cotadas do ramo. A praça espanhola, o IBEX, depois dos máximos, caiu quase 3% e liderou as perdas entre as congéneres europeias. As construtoras e a banca ajudaram à queda.
O IBEX-35, o principal índice da bolsa espanhola, afundou 2,73% na sessão de hoje, a segunda maior queda diária deste ano, corrigindo assim dos máximos históricos fixados nas últimas sessões. A bolsa madrilena chegou a perder um máximo de 3,14%, arrastada pelas empresas ligadas ao ramo imobiliário, numa altura em que se volta a falar na "bolha" no mercado espanhol.
Os preços das habitações em Espanha têm crescido à taxa anual de 15% desde 1999 até 2005. Nos doze meses terminados no mês de Março, o aumento nos preços dos imóveis foi de 7,2%, o menor desde 1998.
A forte queda dos títulos da Astroc Mediterraneo despertou os investidores para a possibilidade do fim da "bolha". Os títulos da imobiliária afundaram mais de 37% na sessão de ontem e voltaram a cair na sessão de hoje. As acções da Astroc chegaram a ceder 25%, mas terminaram com uma quebra menos acentuada, de 9,48% para 15,95 euros. Na quinta-feira passada, cada acção da Astroc valia 45,51 euros.
"Toda a gente sabe que há uma ‘bolha’ no mercado imobiliário espanhol", afirmou Christophe Ochsner, da Venture Finanzas, à Bloomberg, acrescentando que "a queda iniciou-se com a Astroc e contaminou o resto do sector". Na sessão de hoje, a Montebalito e o Grupo Inmocaral, a segunda maior imobiliária de Espanha, seguiram a tendência e recuaram mais de 11%.
As construtoras seguiram a tendência, com a FCC a perder 6,7% para 70,35 euros e a Acciona a recuar 5,07% para 163,75 euros. A Sacyr chegou a recuar quase 10%. O sector da banca também contribuiu para a forte queda do índice espanhol. O BBVA e o Banco Sabadell encabeçaram as descidas, com quedas de quase 3% e 5%, respectivamente, na perspectiva de um forte aumento no crédito malparado.
Se não podes vencê-los, o melhor mesmo é juntares-te a eles!
Porquê ir contra o mercado? Perdemos sempre!
És fraco, junta-te aos fortes!
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