Correcção dos mercados esperada para breve ...
14 mensagens
|Página 1 de 1
Obrigado vodka7, mas o gráfico que eu estou à procura é o do psi20 e não uma lista das acções deste.
Bons negócios. http://www.arturcarvalho.com
Viva,
Existe algum site onde consigam ver gráficos do psi20 e outros indices? Eu uso o buorsorama, mas não dou com o psi.
Obrigado.
Existe algum site onde consigam ver gráficos do psi20 e outros indices? Eu uso o buorsorama, mas não dou com o psi.
Obrigado.
Bons negócios. http://www.arturcarvalho.com
Portugal não deve sair afectado deste assunto, visto que o sector da construção civil já está no fundo, vejamos:
Oferta superior à procura
Taxas de juro proibitivas
Desinflação a progredir para deflação
Creio serem esses os factores principais. O máximo que essa notícia nos pode influenciar é uma curta queda nas empresas com uma participação minimamente relevante nesse mercado em Espanha.
Cumps.
Creio serem esses os factores principais. O máximo que essa notícia nos pode influenciar é uma curta queda nas empresas com uma participação minimamente relevante nesse mercado em Espanha.
Cumps.
- Mensagens: 515
- Registado: 26/1/2007 17:07
Ulisses Pereira Escreveu:Miguel_Albano, foste sistematicamente avisado da tua postura de ataque contínuo e chacota a outros utilizadores. Num curto período de tempo, vários posts teus foram apagados. Mas, pelos vistos, insistes em manter a tua linhda de comportamento aqui no Caldeirão. Hoje chegou ao fim.
Um abraço,
Ulisses
Ulisses, realmente concordo contigo...
Reparo que o user é um pouco agressivo, tendo sido cmg já algumas vezes...
Acho que não há necessidade disso no Caldeirão, estamos disponíveis para debater as nossas ideias "livremente", com respeito mesmo que as opiniões sejam divergentes!
Continua o bom trabalho!
Abraço
Se não podes vencê-los, o melhor mesmo é juntares-te a eles!
Porquê ir contra o mercado? Perdemos sempre!
És fraco, junta-te aos fortes!
Porquê ir contra o mercado? Perdemos sempre!
És fraco, junta-te aos fortes!
Re: Construtoras nacionais
Miguel_Albano Escreveu:
Enfim...sempre a tentar mover/influenciar o mercado no sentido que desejas...
Penso que é dificil "influenciar o mercado" de uma forma consistente a partir de um simples post.
Por outro lado estou longo em duas delas ... (por enquanto).
Um dos aspectos importantes de um forum é de partilhar opiniões sobre.. um tema que julgo pertinente (a razão do meu post)
... if you feel like doubling up a profitable position, slam your finger in a drawer until the feeling goes away !
Miguel_Albano, foste sistematicamente avisado da tua postura de ataque contínuo e chacota a outros utilizadores. Num curto período de tempo, vários posts teus foram apagados. Mas, pelos vistos, insistes em manter a tua linhda de comportamento aqui no Caldeirão. Hoje chegou ao fim.
Um abraço,
Ulisses
Um abraço,
Ulisses
Re: Construtoras nacionais
luka Escreveu:As nossas empresas :
Mota Engil / Teixeira Duarte / Soares da Costa ...
por enquanto foram poupadas.
Mas sendo esta crise uma crise relativamente geral (a subida dos preços foi também geral) ... vamos a ver durante quanto tempo mais aguentam em maximos.
Enfim...sempre a tentar mover/influenciar o mercado no sentido que desejas...
- Mensagens: 79
- Registado: 26/3/2007 11:19
Construtoras nacionais
As nossas empresas :
Mota Engil / Teixeira Duarte / Soares da Costa ...
por enquanto foram poupadas.
Mas sendo esta crise uma crise relativamente geral (a subida dos preços foi também geral) ... vamos a ver durante quanto tempo mais aguentam em maximos.

Mota Engil / Teixeira Duarte / Soares da Costa ...
por enquanto foram poupadas.
Mas sendo esta crise uma crise relativamente geral (a subida dos preços foi também geral) ... vamos a ver durante quanto tempo mais aguentam em maximos.
... if you feel like doubling up a profitable position, slam your finger in a drawer until the feeling goes away !
Bom dia,
De facto, este assunto pouco me diz respeito porque nada tenho de IBEX ou outras "equities", mas em conversa com um cliente espanhol, fiquei a saber que a situação do imobiliário em Espanha poderá passar por todo um processo semelhante ao que se passou em Portugal, onde, até a bolha aqui no Algarve já conheceu dias mais felizes.
Aparentemente a subida dos juros e a saturação da oferta em todos os segmentos está a causar um grande "stress" no mercado de habitação. Até as segundas habitações para estrangeiros estão a preços que afastam alguns investidores.
Este processo está a levar a quedas abruptas nas acções de empresas como os grupos Inmocaral SA e Montebalito SA, para além da Astroc.
O sector bancário deverá ressentir-se.
Em suma: a volatilidade dos mercados deverá afectar com alguma força um índice como o IBEX que parecia quase como imune aos receios que assolaram outros mercados.
É normal porque quando ocorrem valorizações a la mercado emergente, as correcções terão de ser claramente fortes.
Abraço
djovarius
De facto, este assunto pouco me diz respeito porque nada tenho de IBEX ou outras "equities", mas em conversa com um cliente espanhol, fiquei a saber que a situação do imobiliário em Espanha poderá passar por todo um processo semelhante ao que se passou em Portugal, onde, até a bolha aqui no Algarve já conheceu dias mais felizes.
Aparentemente a subida dos juros e a saturação da oferta em todos os segmentos está a causar um grande "stress" no mercado de habitação. Até as segundas habitações para estrangeiros estão a preços que afastam alguns investidores.
Este processo está a levar a quedas abruptas nas acções de empresas como os grupos Inmocaral SA e Montebalito SA, para além da Astroc.
O sector bancário deverá ressentir-se.
Em suma: a volatilidade dos mercados deverá afectar com alguma força um índice como o IBEX que parecia quase como imune aos receios que assolaram outros mercados.
É normal porque quando ocorrem valorizações a la mercado emergente, as correcções terão de ser claramente fortes.
Abraço
djovarius
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Convem lembrar que o IBEX subiu 1,97 na sexta, e ai ninguem disse nada.
As correcções no DAX e no IBEx estão dependentes do Jones, no momento que eles cairem, ai sim começa a correcção.
Relativamente a Astroc, está a ter uma queda de igual rapidez a sua subida.
Quando uma acção sobe de 7 euros para 70 sem que nada tenha acontecido o natural é que volte a sua cotação anterior.
Mas é algo que vemos todos os dias no Nasdaq.
BN
As correcções no DAX e no IBEx estão dependentes do Jones, no momento que eles cairem, ai sim começa a correcção.
Relativamente a Astroc, está a ter uma queda de igual rapidez a sua subida.
Quando uma acção sobe de 7 euros para 70 sem que nada tenha acontecido o natural é que volte a sua cotação anterior.
Mas é algo que vemos todos os dias no Nasdaq.
BN
passo a passo se constroi o futuro
Afinal não foi nos states que a bolha rebentou
La burbuja inmobiliaria estalla en la bolsa tras el brutal desplome de Astroc
Hora: 10:10 Fuente : Invertia
ALBERTO CAÑABATE/JUAN ESTÉBANEZ
Invertia.com
La imparable caída de Astroc en bolsa durante los últimos días -un 80% en dos meses- ha contagiado al resto del sector inmobiliario. Incluso a las compañías que cotizan en el selectivo. Inmocaral cede en este momento un 15% hasta los 4,15 euros por acción, por lo que acumula una minusvalía desde los máximos de diciembre del 31%. El resto del sector inmobiliario se desploma más del 20%. Según los analistas, la subida de tipos y el descabellado precio al que cotizaban son las principales causas del desplome. Además, no descartan que se contagie a otros sectores, como la banca. Popular pierde el 7%.
Este derrumbe de las inmobiliarias está llevando al Ibex, que comenzó con ligeros retrocesos, a hundirse en los números rojos (-3%).
Astroc, la inmobiliaria que preside Enrique Bañuelos, cae en este momento el 20% hasta los 14,1 euros por acción. Aunque es Urbas la más perjudicada. Tras pasar parte de la mañana suspendida por avalancha de papel, en este momento cotiza con una minusvalía respecto al precio de ayer del 21,7%. Cleop y Montebalito se dejan en torno al 24%, mientras que Inbesos cede el 21%. Inmocaral, empresa presidida por Luis Portillo y que se ha inflado a lo largo de los últimos meses de una manera descomunal, pierde el 17,2% hasta los 4,01 euros. “El futuro de los proyectos iba dentro de la subida” en bolsa, destaca Jesús Fernández.
Esta aciaga sesión ha hecho que en el mercado ya se hable de un adelanto en bolsa del pinchazo de la burbuja inmobiliaria. Para Jesús Fernández, analista de la casa Finantia, las compañías del ladrillo están pagando sus vertiginosas subidas con “brutales caídas”. Para el experto, el desplome de Astroc ha sido el pistoletazo de salida a una crisis del sector con insospechadas consecuencias para valores achicharrados por una especulación desmesurada. Fernández recuerda el caso de Terra, que llegó a valer más que BBVA. “Se ha pagado humo a precio de hecho”, resume.
Para Josep Monsó, experto de la casa Gaesco Bolsa, “no es ninguna sorpresa” el derrumbe de los valores inmobiliarios. “La mayoría cotiza por encima de su valor neto contable (NAV). Cuesta más comprarlas en bolsa que ir y adquirir directamente del parque inmobiliario”. Para Monsó, estamos en un ciclo de tipos al alza que está encareciendo mes a mes las hipotecas, lo que puede poner en aprietos al sector.
La desconfianza del inversor no se ciñe al sector inmobiliario. Todo lo que tiene que ver con el ladrillo cae a peso, a pesar de la diversificación que presentan en sus cuentas las constructoras. Sacyr Vallehermoso pierde el 10%, NH Hoteles –con negocio inmobiliario- se deja el 5,4%, mientras que FCC (-5%), Ferrovial (-7%), Acciona (-5,3%) y ACS (3,8%) no levantan cabeza. OHL, que ha duplicado su valor en bolsa desde octubre, pierde el 5,34%.
Según Josep Monsó, una cosa es el sector inmobiliario y otra el resto de la bolsa. Para el experto aún existen valores baratos, “se pueden comprar blue chips sin mirar”. Aunque en este caso hay que andar con pies de plomo, ya que el crecimiento de la economía española ha dependido de la construcción en una importante parte, por lo que el efecto arrastre no se puede descartar, según el experto de la firma Gaesco. “La disminución de la riqueza de la gente puede tener impacto en la economía”.
De momento, la vivienda subió de media un 7% en el primer trimestre, el menor repunte en siete años, mientras que alrededor del 20% de las viviendas que se construyeron aún siguen a la venta.
La banca también sufre el efecto Astroc. “Bankinter y el resto de la banca mediana, menos diversificadas”, con un negocio que se ciñe en gran parte a la concesión de hipotecas, pueden verse perjudicadas. Sabadell, Bankinter, Popular y Banesto pierden entre un 5 y el 7%. Santander y BBVA se dejan el 3%, lo mismo que Pastor y Valencia.
Este derrumbe de las inmobiliarias está llevando al Ibex, que comenzó con ligeros retrocesos, a hundirse en los números rojos. Así, en estos momentos cede un 3% y todo apunta a que esta tendencia se agudizará en las próximas horas.
Otro factor de fondo que intranquiliza al mercado son las declaraciones del todavía presidente de la CNMV, Manuel Conthe, que ha llegado a reconocer que "la CNMV perjudicó a E.ON en la puja por Endesa".
En cuanto a la bolsa europea, no termina de decantarse en la apertura. Mientras Londres gana un 0,16%, el resto de parqués registran leves pérdidas. París cede el 0,14%, Francfort el 0,07%, y Milán el 0,06%. En el Eurostoxx, Bayer se sitúa al frente de las ganancias con un repunte del 1,38%. Por el contrario, Alcatel-Lucent, que ha declarado hoy unas pérdidas de 260 millones de euros en el primer trimestre, cae un 2,26%.
En el mercado de divisas, el euro cede un leve 0,05% respecto al dólar y se cambia por 1,357 billetes verdes. El mercado de crudo sigue afectado por las sospechas de fraude en las elecciones de Nigeria, el primer productor africano. El barril del futuro de Brent, de referencia en Europa, se sitúa en 68,50 dólares, en tanto que el barril del futuro de WTI se compra a 66,12 dólares. En el mercado de renta fija, la rentabilidad del bono español a 10 años cede el 0,71% hasta el 4,201%. El bono alemán
Hora: 10:10 Fuente : Invertia
ALBERTO CAÑABATE/JUAN ESTÉBANEZ
Invertia.com
La imparable caída de Astroc en bolsa durante los últimos días -un 80% en dos meses- ha contagiado al resto del sector inmobiliario. Incluso a las compañías que cotizan en el selectivo. Inmocaral cede en este momento un 15% hasta los 4,15 euros por acción, por lo que acumula una minusvalía desde los máximos de diciembre del 31%. El resto del sector inmobiliario se desploma más del 20%. Según los analistas, la subida de tipos y el descabellado precio al que cotizaban son las principales causas del desplome. Además, no descartan que se contagie a otros sectores, como la banca. Popular pierde el 7%.
Este derrumbe de las inmobiliarias está llevando al Ibex, que comenzó con ligeros retrocesos, a hundirse en los números rojos (-3%).
Astroc, la inmobiliaria que preside Enrique Bañuelos, cae en este momento el 20% hasta los 14,1 euros por acción. Aunque es Urbas la más perjudicada. Tras pasar parte de la mañana suspendida por avalancha de papel, en este momento cotiza con una minusvalía respecto al precio de ayer del 21,7%. Cleop y Montebalito se dejan en torno al 24%, mientras que Inbesos cede el 21%. Inmocaral, empresa presidida por Luis Portillo y que se ha inflado a lo largo de los últimos meses de una manera descomunal, pierde el 17,2% hasta los 4,01 euros. “El futuro de los proyectos iba dentro de la subida” en bolsa, destaca Jesús Fernández.
Esta aciaga sesión ha hecho que en el mercado ya se hable de un adelanto en bolsa del pinchazo de la burbuja inmobiliaria. Para Jesús Fernández, analista de la casa Finantia, las compañías del ladrillo están pagando sus vertiginosas subidas con “brutales caídas”. Para el experto, el desplome de Astroc ha sido el pistoletazo de salida a una crisis del sector con insospechadas consecuencias para valores achicharrados por una especulación desmesurada. Fernández recuerda el caso de Terra, que llegó a valer más que BBVA. “Se ha pagado humo a precio de hecho”, resume.
Para Josep Monsó, experto de la casa Gaesco Bolsa, “no es ninguna sorpresa” el derrumbe de los valores inmobiliarios. “La mayoría cotiza por encima de su valor neto contable (NAV). Cuesta más comprarlas en bolsa que ir y adquirir directamente del parque inmobiliario”. Para Monsó, estamos en un ciclo de tipos al alza que está encareciendo mes a mes las hipotecas, lo que puede poner en aprietos al sector.
La desconfianza del inversor no se ciñe al sector inmobiliario. Todo lo que tiene que ver con el ladrillo cae a peso, a pesar de la diversificación que presentan en sus cuentas las constructoras. Sacyr Vallehermoso pierde el 10%, NH Hoteles –con negocio inmobiliario- se deja el 5,4%, mientras que FCC (-5%), Ferrovial (-7%), Acciona (-5,3%) y ACS (3,8%) no levantan cabeza. OHL, que ha duplicado su valor en bolsa desde octubre, pierde el 5,34%.
Según Josep Monsó, una cosa es el sector inmobiliario y otra el resto de la bolsa. Para el experto aún existen valores baratos, “se pueden comprar blue chips sin mirar”. Aunque en este caso hay que andar con pies de plomo, ya que el crecimiento de la economía española ha dependido de la construcción en una importante parte, por lo que el efecto arrastre no se puede descartar, según el experto de la firma Gaesco. “La disminución de la riqueza de la gente puede tener impacto en la economía”.
De momento, la vivienda subió de media un 7% en el primer trimestre, el menor repunte en siete años, mientras que alrededor del 20% de las viviendas que se construyeron aún siguen a la venta.
La banca también sufre el efecto Astroc. “Bankinter y el resto de la banca mediana, menos diversificadas”, con un negocio que se ciñe en gran parte a la concesión de hipotecas, pueden verse perjudicadas. Sabadell, Bankinter, Popular y Banesto pierden entre un 5 y el 7%. Santander y BBVA se dejan el 3%, lo mismo que Pastor y Valencia.
Este derrumbe de las inmobiliarias está llevando al Ibex, que comenzó con ligeros retrocesos, a hundirse en los números rojos. Así, en estos momentos cede un 3% y todo apunta a que esta tendencia se agudizará en las próximas horas.
Otro factor de fondo que intranquiliza al mercado son las declaraciones del todavía presidente de la CNMV, Manuel Conthe, que ha llegado a reconocer que "la CNMV perjudicó a E.ON en la puja por Endesa".
En cuanto a la bolsa europea, no termina de decantarse en la apertura. Mientras Londres gana un 0,16%, el resto de parqués registran leves pérdidas. París cede el 0,14%, Francfort el 0,07%, y Milán el 0,06%. En el Eurostoxx, Bayer se sitúa al frente de las ganancias con un repunte del 1,38%. Por el contrario, Alcatel-Lucent, que ha declarado hoy unas pérdidas de 260 millones de euros en el primer trimestre, cae un 2,26%.
En el mercado de divisas, el euro cede un leve 0,05% respecto al dólar y se cambia por 1,357 billetes verdes. El mercado de crudo sigue afectado por las sospechas de fraude en las elecciones de Nigeria, el primer productor africano. El barril del futuro de Brent, de referencia en Europa, se sitúa en 68,50 dólares, en tanto que el barril del futuro de WTI se compra a 66,12 dólares. En el mercado de renta fija, la rentabilidad del bono español a 10 años cede el 0,71% hasta el 4,201%. El bono alemán
Saudações Alentejanas
Correcção dos mercados esperada para breve ...
Artigo interessante
SHORT TERM CORRECTION EXPECTED
By Clifton DeSilva | Tuesday, April 24, 2007 10:33:6 IST
Three weeks ago when the Reserve Bank of India announced a hike in CRR and repo rate on a Friday after market hours, it took the markets by surprise and when the stock markets opened on Monday
--Select--NewsSportsDiaryEditorialsIn MumbaiOpinionsSpecial ReportLakme Fashion WeekThe Uppercrust ShowSpecial SectionBooksFilm ReviewBusiness22nd AnniversaryMelody SaloonHealth CheckBusiness ExtraWoman's ExtraBombay FirstShow BuzzCelebrity InterviewsArt AttackGuest ColumnStray ThoughtsRound and AboutBooksEating OutPoliticsInternet HumourTarotscopeAsit ChandmalDr.Shirin WadiaMehraboon Irani
for :
Three weeks ago when the Reserve Bank of India announced a hike in CRR and repo rate on a Friday after market hours, it took the markets by surprise and when the stock markets opened on Monday, there was all round nervousness with the result that the Sensex lost more than 600 points on that day. However thereafter the markets have regained their poise and over the next three weeks the markets have not only regained lost ground but have also scored substantial gains. The triggers to a large extent have been global cues. In fact over the last week most of the markets world over has recorded gains. To cite a few examples of major global indices- Dow Jones at 12,961.9 was up by 153.35 points over the last week. FTSE at 6486.8 was up by46.20 points. The Asian markets were also buoyant- Hang Seng up 266.88 at 20,566.8, Nikkei up 80.54 at 17452.6 Strait Times up 69.39 at 3360.71.
At home both the indices recorded substantial gains on the back of decent gains in the previous week. The Sensex closed the week at 13897.4 up 513.33, while the Nifty closed at 4083.6 up
166.20 points.
As said global cues were one of the major factors for the continued buoyancy in the markets, the other factor was the buoyancy in earnings released by some of the major companies.
Only a month back, there was pessimism that most IT companies would not deliver earnings as per expectations due to the rising rupee as well as possible slowing down of the US economy. Stock prices of leading IT companies remained subdued for a considerable period of time. However with the declaration of number by Infoys, the trend reversed and there appears to be a gradual change in the sentiment for IT companies. However there have been no runaway increases in the prices if IT companies except that the declines have been arrested. Major companies like Infoys, Satyam, and Wipro to name a few are still well below their highs of this year. In fact the stock of Infoys has not gained any decent rise after the promising guidance for FY08. The company’s guidance forecasts earnings per share of around Rs 81 and Infoys is always known to over deliver. The subdued stock price provides excellent opportunities for long term investors to acquire the stock at prices around 2000 levels.
The other major IT companies in the form of TCS, Wipro and Satyam also announced encouraging results.
What is encouraging is that the total turnover of the top four Indian IT service providers- Tata Consultancy Services, Inoys Wipro and Satyam computers crossed the $ 10 billion mark to $ 12 billion in FY07 despite fears that wage inflation, rupee appreciation, and a perceived US slowdown would affect the growth of these software firms. Estimates suggest that even factoring rupee appreciation and wage inflation, the total turnover of the IT quartets should surpass the $ 20 billion mark by 2009 assuming an annual growth rate of 30%.
Therefore investment in the stocks of these four companies at current prices as well declines
could ensure decent growth for investors with a 2 year horizon.
The other sector were fears were also expressed was the cement sector. The only difference between the IT sector and the cement sector was that in the case of the IT sector it was economics like appreciating rupee and a perceived US slowdown that affected the sentiment, whereas in the case of cement the outlook for the industry remained buoyant on the back of
rising demand for cement, bur what dampened the sentiment was the constant interference
by the government.
Like the IT sector the leading Cement companies have delivered a good set of numbers.
Ultra Tech fourth quarter net profit rose 76%, driven by higher sales, better realization and a bigger share of blended cement.
For FY 07, the net profit at Rs 782 crore was two and a half times higher, against 229.8 crore a year ago.Net sales at Rs 4910 crore (3299.5) grew 49%.
Ambuja Cements first quarter profit has risen by 43% due to higher realizations, lower costs and a one time profit from the sale of shares in an associate company.Net profit in the quarter March 07 was Rs 590.74 crores from Rs 412.77 crore in the corresponding previous period.Net sales grew 34%to Rs 1434 compared to Rs 1074 crore.
India cements reported a in net profits at Rs 449.5 crore for March 07 compared to Rs 45.3 crore in the previous period Net Sales soared to Rs 2367.3 crore compared to Rs 1829.44 crore.
In the fourth quarter the company posted a net profit or Rs 139.8 crore compared with Rs 27 crore a year ago, and net sales of Rs 672.90 crore as against Rs 499 crore.
The excellent results are due to cost control in power and other costs.
According to the company the gross realization for the whole year was Rs 3130 per tonne compared to Rs 2460 last year. The company has been working at 100%capacity utilization but expects all the brown field expansions to go through in the coming year and expects at least 10% additional growth.
ACC announced a 54. % rise in net profit at Rs 363.75 crore compared to Rs 289.96 crore in the quarter March 07. Net sales amounted to Rs 1674.83 crores compared to Rs 1342.43 crore.
Though the performance of the cement sector has been encouraging, the performance is not reflected in the stock prices as there are concerns that going forward the prices may not see any rise as in the previous year as the industry has promised to hold the price line for at least a year. At the same time costs would increase and in the next two years based on capacities being built up, excess supply could emerge.
However, these concerns may be short term in nature and over a longer period of time the sector would continue to do well in view of the growing economy and the thrust on infrastructure
Over the last three weeks the stock markets have witnessed substantial rise and though the long term outlook appears positive a short term correction appears round the corner.
Mr. Clifton DeSilva is Director, Altina Securities Pvt. Ltd., Mumbai.
... if you feel like doubling up a profitable position, slam your finger in a drawer until the feeling goes away !
14 mensagens
|Página 1 de 1
Quem está ligado:
Utilizadores a ver este Fórum: Google Adsense [Bot], Kiko_463, peterteam2, Phil2014 e 116 visitantes


