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MensagemEnviado: 10/4/2007 11:52
por Ulisses Pereira
Tal como já referi dezenas de vezes ao longo dos anos de vida do Caldeirão, nunca acredito neste género de declarações prévias de compra. Nenhum comprador astuto tem qualquer interesse em afirmar que vai comprar algo antes de o fazer. Porquê? Porque isso vai valorizar os activos em questão e aumentar a especulação em torno deles, tornando mais cara a sua futura compra.

É por isso que desconfio sempre que declarações destas surgem. Desconfio não apenas porque duvido delas como também, principalmente, porque elas parecem ter sempre outras intenções...

Um abraço,
Ulisses

MensagemEnviado: 9/4/2007 19:04
por ccarvalho
sugeria :mrgreen: Galp, Sonaecom
cc

MensagemEnviado: 9/4/2007 18:37
por Broker_Invest
Amigos podem estar na ALTRI (valor Bolsista 597.13 M€),Portucel, Sonae-SGPS, GALP etc. Acho que estas cotadas são as mais atractivas para esta private equity. Preparam-se dias emocionantes no nosso PSI20. :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:

Empresas portuguesas na mira da Blackstone

MensagemEnviado: 9/4/2007 10:44
por Midas

EMPRESAS Publicado 9 Abril 2007 6:15
Hoje no Jornal de Negócios
Empresas portuguesas na mira da Blackstone
Qual elefante numa loja de loiças, as bilionárias sociedades de "private equity" estão a mudar o retrato dos mercados onde entram. Na mira destes "predadores" do século XXI está agora Portugal, com a Blackstone a analisar potenciais alvos entre as empresas portuguesas. De fora só ficam as pequeninas.
José Pedro Luís
jpluis@mediafin.pt


Qual elefante numa loja de loiças, as bilionárias sociedades de "private equity" estão a mudar o retrato dos mercados onde entram. Na mira destes "predadores" do século XXI está agora Portugal, com a Blackstone a analisar potenciais alvos entre as empresas portuguesas. De fora só ficam as pequeninas.

"Estamos a olhar para oportunidades no mercado europeu e estamos a considerar Portugal", afirmou uma fonte da "private equity" norte-americana ao Jornal de Negócios, salvaguardando que, no entanto, "ainda não há operações em curso".

"Quando as houver nunca serão inferiores a 500, 600 milhões de euros", adianta, explicando de seguida que "esse valor é abrir uma excepção, porque geralmente não olhamos para empresas avaliadas em menos de mil milhões". Apesar da excepção, esta exigência exclui à partida grande parte das empresas nacionais cotadas, sendo apenas 17 as que alcançam os mínimos.