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Entrada na MOTA

MensagemEnviado: 17/3/2008 9:40
por JUKIMSUNG
Achei que a estes valores a coisa é capaz de render qualquer coisa.

Os indicadores voltaram a over-sold mas nesta altura a coisa mantem-se perigosa em qualquer frente. Na Mota talvez um pouco menos pelo menos a médio prazo (e se o bernanke amanhã descer a taxa 0,75%)

BN

Comentário

MensagemEnviado: 15/3/2008 1:53
por Zroof
Acho que a tendência de subida no curto prazo que começou em 23 Jan ,foi quebrada em 25 de Fev. A media de 20,tentou ultrapassar a media de 50 nos 4,70 mas depois foi só quasi a descer. Pelos indicadores não me parece que vá entrar em contra ciclo com o PSI20, e se entrar será como as outras, por pouco tempo, entre os 4,26-4,70 !Para quem como eu não gosto do muito curto prazo e dos ursos o risco não compensa. Agora que é um titulo a seguir...(TGV,Aeroporto...),mas antes disso ainda vou até á praia.

A pedido no tópico "Um titulo a SEGUIR"

MensagemEnviado: 15/3/2008 1:51
por Zroof
Aqui está



Imagem

O luka saiu

MensagemEnviado: 11/3/2008 1:07
por JUKIMSUNG
djpirra Escreveu:O que se passou hoje no fecho??? :shock:


O luka bazou :mrgreen:

MensagemEnviado: 11/3/2008 0:44
por djpirra
O que se passou hoje no fecho??? :shock:

Longo

MensagemEnviado: 7/3/2008 22:12
por Luka!
filipe1970 Escreveu:luka, pensei que estivesses curto :lol:


Indices
SHORTEI o DAX quando sairam as estatisticas US, mas vendi metade dos PUTs pouco depois (não gosto de passar o fim de semana com warrants)...

Acções
com as quedas de final do dia aproveitei os saldos na MOTA ENGIL... (pela razão acima)...


:wink:

MensagemEnviado: 7/3/2008 17:07
por filipe1970
luka, pensei que estivesses curto :lol:

JORGE COELHO

MensagemEnviado: 7/3/2008 16:52
por Luka!
Recomenda "comprar"
Caixa BI retoma cobertura da Mota-Engil com "target" de 7,25 euros
O Caixa BI reiniciou a cobertura da Mota-Engil, recomendando aos seus clientes a compra das acções da empresa liderada por António Mota. O banco de investimento atribui um preço-alvo de 7,25 euros aos títulos da construtora, um "target" que confere um potencial de subida de 54,9%.

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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt


O Caixa BI reiniciou a cobertura da Mota-Engil, recomendando aos seus clientes a compra das acções da empresa liderada por António Mota. O banco de investimento atribui um preço-alvo de 7,25 euros aos títulos da construtora, um "target" que confere um potencial de subida de 54,9%.

"As áreas chave continuam a ser a construção e a engenharia, apesar das concessões se posicionarem para virem a ser um factor de crescimento determinante para os próximos anos", salienta a analista Teresa Caldeira, na nota de investimento emitida hoje, em que o Caixa BI actualizou as suas estimativas para a Mota-Engil.

Nas concessões, "o traçado definido pelo grupo ainda está em construção e a Mota-Engil irá continuar a participar em concursos para concessões em Portugal e noutros países, como a Europa de Leste, onde as oportunidades são significativas", salienta o banco, acrescentando que "maior dinamismo para garantir contratos de concessão são determinantes".

No que respeita à construção, o Caixa BI salienta que "Portugal é um dos mercados estratégicos definidos pela empresa e, apesar dos sector da construção estar a atravessar uma fase menos favorável, os elevados investimentos realizados em várias infra-estruturas poderão vir a ser bastante positivos para a Mota-Engil".

No geral, a analista Teresa Caldeira afirma que mantém uma perspectiva positiva sobre a empresa "apesar de haver um certo grau de risco incorporado, dadas as dificuldades no sector da construção e a exposição ao mercado internacional, que apesar de positivo para a empresa, tem um conjunto de riscos implícitos".

As acções da Mota-Engil [Cot] seguiam a ganhar 0,65%, a negociar nos 4,68 euros, sendo que o "target" de 7,25 euros, para o final de 2008, confere aos títulos da empresa liderada por António Mota um potencial de valorização de 54,9%, o que levou o banco de investimento a atribuir à construtora uma recomendação de "comprar".



Mota-Engil contrata Jorge Coelho
O socialista Jorge Coelho foi contratado pela Mota-Engil "para estudar e rever o plano estratégico do grupo para os próximos cinco anos", noticiou o semanário "Sol" este sábado.


Com o novo recrutamento do antigo ministro JORGE COELHO ... para o plano estratégico ... "certas obras" vão ser mais faceis de ganhar ...

Vamos esperar pelo NEWS FLOW ;;; EH EH

APENAS PARA DIZER QUE ESTOU A ACUMULAR E FIZ HOJE MAIS UMA PEQUENA ENTRADA... na ENGIL depois da euforia inicial


:wink: :wink:

MensagemEnviado: 26/2/2008 13:30
por jjoliveiramath
Obrigado rsacramento pela tentativa, mas para mim é um pouco difícil compreender a tua explicação :wink:
Não leves a mal.

Em todo o caso fiquei com a ideia de que tu olhas para elas como resistências.

Nota que a Mota-engil passou pela linha que mem manteiga. Ela reagiu sim foi quando chegou aos 5 euros, precisamente o preço a partir do qual a velocidade (derivada) da queda foi forte. É natural (penso eu) que quem ficou com elas na queda esteja à espera para as vender nos 5 euros.

um abraço
jjoliveira

MensagemEnviado: 26/2/2008 2:53
por djpirra
woooww que perspectiva :) A cada explicação... vai lá vai! 8-)

MensagemEnviado: 26/2/2008 2:26
por rsacramento
jjoliveiramath Escreveu:Obrigado The Mechanic,

mas gostaria de compreender se a recta descendente no gráfico da mota-engil indica apenas que os preços se encontram numa tendência de queda ou significa algo mais importante, como uma resistência para o preço (e porque)

desde já o meu obrigado pelo esclarecimento

imagina que tens roupa pendurada numa corda
normalmente, ao ver de longe, presumes que a corda está direita
se baixares um dos apoios, a roupa aparenta estar a cair
tendencialmente, encontrarás peças de roupa acima da corda, por efeito do vento, por exemplo, mas duma maneira geral a corda marca a direcção em que vês a roupa
assim as LTDs e o facto de se comportarem como resistência

MensagemEnviado: 26/2/2008 0:50
por djpirra
Que se passou hoje? La ia ela tao bem encaminhada de manha para dar um trambulhao a tarde... Nao percebi a razao deste movimento. Alguem tem uma explicacao? :P

MensagemEnviado: 25/2/2008 18:27
por gabrielfrmartins
A tal mão invisível, por Adam Smith

MensagemEnviado: 25/2/2008 18:23
por jjoliveiramath
Obrigado The Mechanic,

mas gostaria de compreender se a recta descendente no gráfico da mota-engil indica apenas que os preços se encontram numa tendência de queda ou significa algo mais importante, como uma resistência para o preço (e porque)

desde já o meu obrigado pelo esclarecimento

MensagemEnviado: 25/2/2008 14:47
por The Mechanic
jjoliveiramath ,

Gostei muito da tua primeira intervenção , pois trás uma observação muito importante .

Muitos falam de Resistências e Suportes e , alem de verem que são linhas imaginárias que tocam uma e outra vez , certos pontos , não vão mais alé disso. Às vezes , durante anos traçam linhas em Metastocks e afins e a unica razão é " atão ! as cotações tocam ali pelo menos 3 vezes , né !? " .

A AT é muito importante . Mas porquê ?! Para mim, pelo simples facto de possibilitarem uma tentativa de análise de "memórias colectivas" . Os Mercados são feitos por intervenientes como nós, que tem expectativas como nós e , às vezes, essas expectativas isoladas, coincidem num todo . E ISSO! , é muito importante , num Trade .Por uma série de razões como Pontos de entrada e Perspectivas de todo o trade . É uma das alturas em que eu acho a Bolsa tão parecida com o Xadrez ou o Poker .

Continua as boas intervenções .

Um abraço ,

The Mechanic

MensagemEnviado: 25/2/2008 14:34
por jjoliveiramath
Claro que, para o mercado, o que disse anteriormente só é válido se muita gente negociar a valores perto de 1 euro, isto porque o mercado é como uma multidão. O que uma multidão faz é o que a maioria dos elementos que a compõem faz.

MensagemEnviado: 25/2/2008 14:22
por jjoliveiramath
Esta é a minha primeira intervenção :oops: .

Não sou analista técnico, nem tão pouco investidor, mas ao observar o gráfico acima, não resisto a fazer uma pergunta aos experientes ou conhecedores deste assunto.

Percebi as noções de suporte e resistência, pois existe uma memória no preço.
Corrijam-se se estou errado.

Se alguém comprou acções a 1 euro e elas descem para 0,5 é natural que conclua que foi mau negócio e, caso elas subam, tentem vender a 1 euro para não ter prejuízo. (cria-se uma resistência ao valor de 1)

Ao inverso, se alguém vendeu acções a 1 euro e elas sobem, então pode concluir que não fez um óptimo negócio e crie uma apetência para as voltar a adquirir se elas voltarem a valerem 1 euro.

Conclusão. O factor memória é que cria estes suportes e resistências.

Aqui vai a pergunta.
Será que a linha de tendência decrescente que aparece no gráfico é uma resistência? Porquê, dado que não há aquele factor de memória que referi?

Desde já obrigado a quem tiver a paciência para responder.

MensagemEnviado: 25/2/2008 2:32
por djpirra
Boas,

Alguem ouviu a noticia de a Galp ter adquirido a participação da Mota numa empresa de produtos betominosos? Possiveis Impactos?

MensagemEnviado: 22/2/2008 13:57
por Ulisses Pereira
Caro RCF,

A Mota parece hoje estar a querer quebrar a sua Linha de tendência descendente de médio prazo que vinha marcando o ritmo de queda da acção nos últimos meses.

Se a acção conseguir quebrar a zona de resistência entre os 4,97 e os 5,12 euros, será um duplo sinal de que os touros conseguiram voltar ao comando da acção. Veremos se esse decisivo sinal será dado ou se os ursos defenderão essa resistência com unhas e dentes.

Um abraço,
Ulisses

MOTA-ENGIL

MensagemEnviado: 22/2/2008 13:10
por RCF
Caro Ulisses,
tendo em conta a evolução da cotação da Mota nas ultimas semanas há alguma modificação na visão que tens do comportamento deste titulo em relação à avaliação que publicaste no topico "o meu olhar sobre o PSI 20 E AS SUAS 20 EMPRESAS"?

Cumprimentos.

MensagemEnviado: 22/2/2008 12:44
por Elias
Gráfico da Mota-Engil actualizado às 11h40 de hoje.

As médias móveis são de 20, 50 e 150 dias.
Os indicadores são (de cima para baixo): RSI, CMF, MACD

Saudações,
Elias

MensagemEnviado: 20/2/2008 21:34
por Nyk
Construção e concessão
Mota-Engil pré-qualificada para autoestrada na Hungria
A Mota-Engil informou, em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), que o seu consórcio lidera o concurso para a construção e concessão de uma autoestrada na Hungria.

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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt



A Mota-Engil informou, em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), que o seu consórcio lidera o concurso para a construção e concessão de uma autoestrada na Hungria.

No concurso para a construção e concessão da autoestrada M6-Dunujvaros-Szekszard, na Hungria, o consórcio que a Mota-Engil lidera (com 45%) e que integra ainda a MacQuerie (45%) e a Betonút (10%), "encontra-se pré-qualificado para a fase final de apresentação de proposta financeira", salienta o documento da construtora.

A concessão compreende a construção de 65 quilómetros de autoestrada e um prazo de concessão de 30 anos com receitas no regime de disponibilidade.

Na edição de hoje, o jornal "Napi Gazdasag" - que não avançou onde obteve a informação - referia que a Mota-Engil tinha apresentado a oferta preliminar mais elevada deste concurso.

A Mota-Engil [Cot] encerrou a sessão de hoje a ganhar 0,21%, fixando-se nos 4,73 euros.

MensagemEnviado: 18/2/2008 15:01
por Mariachi
Boas

Não me parece que a Mota actualmente se mova por notícias. Vou mais longe, não me parece que alguma cotada no PSI20 se mova por notícias, excepto a GALP! :lol:

Amanhã veremos, mas eu não apostaria nem um centimo nisso.

Um abraço e bons negócios

MensagemEnviado: 18/2/2008 0:30
por HardPlayer
Atendendo à recente notícia relativa ao Mexico... deveremos ter esta empresa como uma das principais protagonistas positiva no dia de amanhã...

MensagemEnviado: 17/2/2008 12:52
por Titleist
in Diario Notícias

Reavaliação do aeroporto chega à travessia e ao TGV
Primeiro foi o aeroporto. Agora é a terceira travessia do Tejo (TTT) em Lisboa e mais tarde pode ser a rede de alta velocidade ferroviária (TGV). A contestação e o reequacionar dos grandes investimentos públicos terá como consequência o adiamento da execução dos três projectos emblemáticos, orçados em mais de 11 mil milhões de euros, para a próxima legislatura, ainda que existam concursos lançados e decididos até 2009.

Em Julho de 2005, o aeroporto e o TGV eram os grandes projectos públicos do PIIP (Plano de Investimentos em Infra-Estruturas Prioritárias), apresentado pelo primeiro- -ministro, José Sócrates, num pacote que procurava contrariar medidas mais duras decididas para controlar o défice público, como a subida de impostos.

Os investimentos públicos e privados, de 25 mil milhões de euros, eram para ser realizados até 2009. O aeroporto, então na Ota, e o TGV foram desde logo os polémicos, levando mesmo à saída do ministro das Finanças, Campos e Cunha. Apesar de a sua conclusão ultrapassar o horizonte da legislatura, previa-se que até 2009 fossem investidos 650 milhões de euros no aeroporto e 1500 milhões de euros na rede de TGV. Mas, para já e até ao final do ano, o investimento limita-se a estudos e projectos.

A derrapagem para depois das eleições legislativas do início da construção do novo aeroporto de Lisboa, agora no Campo de Tiro de Alcochete, é já uma certeza para o presidente da Associação das Empresas de Construção e Obras Públicas (Aecops). Sobretudo se se mantiver o modelo de negócio que associava um concurso internacional para a privatização da ANA - Aeroportos de Portugal, sublinha Ricardo Pedrosa Gomes. O calendário também já está apertado na travessia do Tejo. Mesmo que a escolha seja Chelas/Barreiro, a opção mais avançada, a renegociação com a Lusoponte, concessionária das pontes Vasco da Gama e 25 de Abril, pode arrastar este dossier.

A alta velocidade deveria estar no terreno este ano. O primeiro concurso está previsto para Julho. O presidente da Aecops diz que ainda é possível iniciar obra na actual legislatura no TGV e na ponte, se não houver mudança do corredor da travessia, o que atrasaria em três a quatro anos a ligação Lisboa/Madrid, inviabilizando a data de 2013. Apesar de já ter impacto ambiental aprovado, a linha Lisboa/Porto também levanta dúvidas. É que a transferência do aeroporto da Ota para sul implica a perda de um tráfego que era muito importante para esta ligação. "Tenho dúvidas de que haja um grande interesse dos privados nesta linha. É que o investimento é muito alto e o retorno será uma incógnita."