Mota Engil - Tópico Geral
Re: Mota Engil - Tópico Geral
Está em causa um processo de difamação da Muddy contra a Mota-Engil??
Não consigo perceber…se há uma entidade a difamar outra é a Muddy a difamar a Mota-Engil!!!
Em que tribunal e em que data foi instaurado esse processo?
Não consigo perceber…se há uma entidade a difamar outra é a Muddy a difamar a Mota-Engil!!!
Em que tribunal e em que data foi instaurado esse processo?
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
Obtive o texto do processo da Muddy Waters contra a Mota-Engil. Eis a parte relevante referente aos motivos da posição curta na empresa:
"Em primeiro lugar, a Muddy Waters determinou que a geração de cash-flow da Mota-Engil é estruturalmente fraca, apesar de a Mota-Engil ter reportado um aumento expressivo do seu cash flow operacional em 2022. A equipa de investigação da Muddy Waters reconstruiu os cash-flows da Mota-Engil e descobriu que a geração de cash-flow reportada em 2022 foi inflacionada por um aumento expressivo dos passivos contratuais e das contas a pagar comerciais, que contribuíram com mais de 900 milhões de euros para o seu cash flow operacional. A Muddy Waters concluiu que, com exceção deste ano atípico, a geração de cash-flow da Mota-Engil tem sido fraca e os dividendos da empresa têm sido financiados com dívida.
Em segundo lugar, a Muddy Waters determinou que, desde 2018, aproximadamente 60% do resultado líquido da Mota-Engil foi alocado a participações não controladoras ("PNCs") e mais de metade dos dividendos foram pagos a parceiros locais nos mercados da Mota-Engil em todo o mundo, e não aos acionistas da Mota-Engil. Como resultado, os lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização (“EBITDA”) foram partilhados com as participações não controladoras, enquanto a dívida foi concentrada na empresa-mãe — Mota-Engil — e nas suas subsidiárias integrais.
Em terceiro lugar, a Muddy Waters constatou que as demonstrações financeiras da Mota-Engil indicam que a empresa tem mais dívida (e dívidas mais caras) do que as divulgadas publicamente. Nas suas demonstrações financeiras de 2023, a Mota-Engil divulgou um “custo médio da dívida bruta mais” para comunicar o seu custo da dívida aos acionistas. De acordo com a Mota-Engil, o seu “custo médio da dívida bruta mais” atingiu os 7,6% a 31 de dezembro de 2023. A Muddy Waters determinou que o valor do “custo médio da dívida bruta mais” da Mota-Engil subestima o verdadeiro custo de capital da empresa e não é um indicador útil. Por exemplo, depois de a Muddy Waters ter comparado os passivos reportados da Mota-Engil com os seus lucros e prejuízos e gastos com juros em caixa, determinou que a taxa efetiva de endividamento da Mota-Engil em 2024 era de 10,5% a 14,1% — o que era significativamente superior às médias reportadas pela Mota-Engil e sugeria um endividamento intra-período mais elevado, preços mais elevados ou passivos não divulgados ou incorretos no balanço. Da mesma forma, quando a Muddy Waters calculou uma taxa de juro ponderada a partir da informação divulgada pela Mota-Engil, chegou a um custo médio ponderado da dívida mais elevado e ainda assim apresentou uma discrepância inexplicável de aproximadamente 50 milhões de euros em juros implícitos em comparação com o que a Mota-Engil tinha reportado. Esta análise levou a Muddy Waters a concluir que a Mota-Engil tinha dívidas não reportadas e/ou um balanço impreciso ou enganador no final do ano. A Muddy Waters analisou também os registos locais das subsidiárias da Mota-Engil para construir um conjunto de dados das dívidas da Mota-Engil por subsidiária. A partir dos registos locais, a Muddy Waters acedeu às demonstrações financeiras de 2023 de 81 das 230 subsidiárias da Mota-Engil e às demonstrações financeiras de 2024 de 61 dessas subsidiárias. A Muddy Waters encontrou cerca de 160 milhões de euros a mais em dívida do que a Mota-Engil tinha reportado nas suas demonstrações financeiras consolidadas. Por exemplo, a Muddy Waters descobriu que a Mota-Engil não divulgou ou caracterizou erradamente dívidas enormes detidas pela sua principal entidade operacional no México, a Mota-Engil México (“ME México”), da qual a Mota-Engil detém 51% e que está totalmente consolidada. A Muddy Waters analisou documentos de garantia apresentados publicamente pela ME México, que demonstram que, em julho de 2023, a ME México obteve uma linha de crédito inicialmente com uma capacidade de 3 mil milhões de MXN, mas que foi aumentada em outubro de 2023 para 5 mil milhões de MXN (aproximadamente € 280 milhões) e, em março de 2024, para 7 mil milhões de MXN (aproximadamente € 390 milhões). Esta linha de crédito garantida não foi divulgada pela Mota-Engil aos investidores. Em vez disso, a Mota-Engil divulgou uma linha de crédito de 33 milhões de euros em 2023, que subiria para 93 milhões de euros até ao final de 2024.
Em quarto lugar, a Muddy Waters concluiu que a família Mota tem um historial de utilização do seu controlo acionista para extrair dinheiro da Mota-Engil em detrimento de outros acionistas. Por exemplo, a Muddy Waters identificou dois negócios alarmantes em que a família Mota extraiu dinheiro da Mota-Engil à custa dos acionistas. Ambos os negócios ocorreram em 2020, altura em que o preço das ações da Mota-Engil estava em baixa e a empresa tinha, pelo terceiro ano consecutivo, violado cláusulas contratuais de dívida. O primeiro negócio envolveu a construtora estatal chinesa China Communications Construction Company, Ltd. (“CCCC”). Em 2020, a CCCC procurava adquirir uma participação na Mota-Engil e estava disposta a pagar um prémio pelo controlo acionista. A família Mota usou o seu controlo para negociar um acordo que resultou numa taxa de "pagamento por influência" no valor de mais de 80 milhões de euros em dinheiro para a família Mota. Em concreto, o veículo de investimento da família Mota, Mota Gestão e Participações (“MGP”), vendeu 55 milhões de ações existentes da Mota-Engil à CCCC a 3,08 euros por ação (totalizando 169 milhões de euros), o que representou um prémio considerável face ao preço de mercado de aproximadamente 1,50 euros à data, e que não foi oferecido aos acionistas minoritários. A Mota-Engil realizou então uma emissão de ações com direito de preferência a € 1,50 por ação, emitindo 69.270.809 novas ações (com autorização para até 100 milhões de ações). A MGP transferiu ainda 47,8 milhões de direitos para a CCCC, que os utilizou para subscrever 44,4 milhões de novas ações.
Como resultado, a família Mota monetizou 55 milhões de ações a 3,08 euros por ação, obtendo um prémio de aproximadamente 85 milhões de euros sobre o preço de mercado em vigor, e manteve a posição dominante (aproximadamente 38%) na tabela de capitalização, após a emissão de direitos. O segundo negócio envolveu a família Mota a utilizar o seu veículo de investimento, MGP, para revender um activo — um terreno em Angola — à Mota-Engil por um lucro em dinheiro de aproximadamente 22 milhões de euros. Em 2019, a MGP pagou 50.000€ para comprar um terreno em Cabinda, um problemático enclave costeiro de Angola. Em 2020, a intenção era desenvolver uma plantação de castanha de caju no terreno, mas o plano agora é cultivar cacau. Em 2020, a Mota-Engil pagou à MGP mais de 22 milhões de euros pelo controlo deste ativo e, como resultado, a MGP multiplicou o seu investimento por mais de 400 num ano. Hoje, a plantação de cacau planeada ainda está numa fase inicial, sem produção prevista antes de 2026."
"Em primeiro lugar, a Muddy Waters determinou que a geração de cash-flow da Mota-Engil é estruturalmente fraca, apesar de a Mota-Engil ter reportado um aumento expressivo do seu cash flow operacional em 2022. A equipa de investigação da Muddy Waters reconstruiu os cash-flows da Mota-Engil e descobriu que a geração de cash-flow reportada em 2022 foi inflacionada por um aumento expressivo dos passivos contratuais e das contas a pagar comerciais, que contribuíram com mais de 900 milhões de euros para o seu cash flow operacional. A Muddy Waters concluiu que, com exceção deste ano atípico, a geração de cash-flow da Mota-Engil tem sido fraca e os dividendos da empresa têm sido financiados com dívida.
Em segundo lugar, a Muddy Waters determinou que, desde 2018, aproximadamente 60% do resultado líquido da Mota-Engil foi alocado a participações não controladoras ("PNCs") e mais de metade dos dividendos foram pagos a parceiros locais nos mercados da Mota-Engil em todo o mundo, e não aos acionistas da Mota-Engil. Como resultado, os lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização (“EBITDA”) foram partilhados com as participações não controladoras, enquanto a dívida foi concentrada na empresa-mãe — Mota-Engil — e nas suas subsidiárias integrais.
Em terceiro lugar, a Muddy Waters constatou que as demonstrações financeiras da Mota-Engil indicam que a empresa tem mais dívida (e dívidas mais caras) do que as divulgadas publicamente. Nas suas demonstrações financeiras de 2023, a Mota-Engil divulgou um “custo médio da dívida bruta mais” para comunicar o seu custo da dívida aos acionistas. De acordo com a Mota-Engil, o seu “custo médio da dívida bruta mais” atingiu os 7,6% a 31 de dezembro de 2023. A Muddy Waters determinou que o valor do “custo médio da dívida bruta mais” da Mota-Engil subestima o verdadeiro custo de capital da empresa e não é um indicador útil. Por exemplo, depois de a Muddy Waters ter comparado os passivos reportados da Mota-Engil com os seus lucros e prejuízos e gastos com juros em caixa, determinou que a taxa efetiva de endividamento da Mota-Engil em 2024 era de 10,5% a 14,1% — o que era significativamente superior às médias reportadas pela Mota-Engil e sugeria um endividamento intra-período mais elevado, preços mais elevados ou passivos não divulgados ou incorretos no balanço. Da mesma forma, quando a Muddy Waters calculou uma taxa de juro ponderada a partir da informação divulgada pela Mota-Engil, chegou a um custo médio ponderado da dívida mais elevado e ainda assim apresentou uma discrepância inexplicável de aproximadamente 50 milhões de euros em juros implícitos em comparação com o que a Mota-Engil tinha reportado. Esta análise levou a Muddy Waters a concluir que a Mota-Engil tinha dívidas não reportadas e/ou um balanço impreciso ou enganador no final do ano. A Muddy Waters analisou também os registos locais das subsidiárias da Mota-Engil para construir um conjunto de dados das dívidas da Mota-Engil por subsidiária. A partir dos registos locais, a Muddy Waters acedeu às demonstrações financeiras de 2023 de 81 das 230 subsidiárias da Mota-Engil e às demonstrações financeiras de 2024 de 61 dessas subsidiárias. A Muddy Waters encontrou cerca de 160 milhões de euros a mais em dívida do que a Mota-Engil tinha reportado nas suas demonstrações financeiras consolidadas. Por exemplo, a Muddy Waters descobriu que a Mota-Engil não divulgou ou caracterizou erradamente dívidas enormes detidas pela sua principal entidade operacional no México, a Mota-Engil México (“ME México”), da qual a Mota-Engil detém 51% e que está totalmente consolidada. A Muddy Waters analisou documentos de garantia apresentados publicamente pela ME México, que demonstram que, em julho de 2023, a ME México obteve uma linha de crédito inicialmente com uma capacidade de 3 mil milhões de MXN, mas que foi aumentada em outubro de 2023 para 5 mil milhões de MXN (aproximadamente € 280 milhões) e, em março de 2024, para 7 mil milhões de MXN (aproximadamente € 390 milhões). Esta linha de crédito garantida não foi divulgada pela Mota-Engil aos investidores. Em vez disso, a Mota-Engil divulgou uma linha de crédito de 33 milhões de euros em 2023, que subiria para 93 milhões de euros até ao final de 2024.
Em quarto lugar, a Muddy Waters concluiu que a família Mota tem um historial de utilização do seu controlo acionista para extrair dinheiro da Mota-Engil em detrimento de outros acionistas. Por exemplo, a Muddy Waters identificou dois negócios alarmantes em que a família Mota extraiu dinheiro da Mota-Engil à custa dos acionistas. Ambos os negócios ocorreram em 2020, altura em que o preço das ações da Mota-Engil estava em baixa e a empresa tinha, pelo terceiro ano consecutivo, violado cláusulas contratuais de dívida. O primeiro negócio envolveu a construtora estatal chinesa China Communications Construction Company, Ltd. (“CCCC”). Em 2020, a CCCC procurava adquirir uma participação na Mota-Engil e estava disposta a pagar um prémio pelo controlo acionista. A família Mota usou o seu controlo para negociar um acordo que resultou numa taxa de "pagamento por influência" no valor de mais de 80 milhões de euros em dinheiro para a família Mota. Em concreto, o veículo de investimento da família Mota, Mota Gestão e Participações (“MGP”), vendeu 55 milhões de ações existentes da Mota-Engil à CCCC a 3,08 euros por ação (totalizando 169 milhões de euros), o que representou um prémio considerável face ao preço de mercado de aproximadamente 1,50 euros à data, e que não foi oferecido aos acionistas minoritários. A Mota-Engil realizou então uma emissão de ações com direito de preferência a € 1,50 por ação, emitindo 69.270.809 novas ações (com autorização para até 100 milhões de ações). A MGP transferiu ainda 47,8 milhões de direitos para a CCCC, que os utilizou para subscrever 44,4 milhões de novas ações.
Como resultado, a família Mota monetizou 55 milhões de ações a 3,08 euros por ação, obtendo um prémio de aproximadamente 85 milhões de euros sobre o preço de mercado em vigor, e manteve a posição dominante (aproximadamente 38%) na tabela de capitalização, após a emissão de direitos. O segundo negócio envolveu a família Mota a utilizar o seu veículo de investimento, MGP, para revender um activo — um terreno em Angola — à Mota-Engil por um lucro em dinheiro de aproximadamente 22 milhões de euros. Em 2019, a MGP pagou 50.000€ para comprar um terreno em Cabinda, um problemático enclave costeiro de Angola. Em 2020, a intenção era desenvolver uma plantação de castanha de caju no terreno, mas o plano agora é cultivar cacau. Em 2020, a Mota-Engil pagou à MGP mais de 22 milhões de euros pelo controlo deste ativo e, como resultado, a MGP multiplicou o seu investimento por mais de 400 num ano. Hoje, a plantação de cacau planeada ainda está numa fase inicial, sem produção prevista antes de 2026."
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
Novos negócios em África na área das concessões.
https://www.google.com/amp/s/www.jornal ... -no-malawi
E no Brasil
https://dinheirovivo.dn.pt/empresas/mot ... s-de-euros
https://www.google.com/amp/s/www.jornal ... -no-malawi
E no Brasil
https://dinheirovivo.dn.pt/empresas/mot ... s-de-euros
Re: Mota Engil - Muddy Waters
Alguém viu o processo da Muddy Waters contra a Mota-Engil? Parece que foi aberto um processo por difamação no Texas contra a empresa, e há um resumo dos motivos para apostar na queda das ações no processo. Vou procurar no sistema PACER, mas se alguém já viu agradecia. O processo menciona dívida subestimada, problemas de liquidez e de fluxo de caixa, bem como algumas negociações questionáveis com partes relacionadas. Penso que existe um tópico no Substack sobre o assunto algures. Se conseguir o processo, publico aqui as partes relevantes.
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
previsor Escreveu:previsor Escreveu:
A média móvel de 50 no gráfico semanal já serviu de suporte pelo menos três vezes no passado. Agora está próximo dela, acho que há possibilidade de subir na próxima semana, mas é apenas uma possibilidade, porque também não é algo que aconteceu muitas vezes
Mesmo que não suba esta semana, se descer pouco e se fechar a semana próximo do nível atual, ainda acho que pode subir na próxima
É precisamente por isto que estou de olho na Mota novamente... Está apetecível de reentrar.
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
previsor Escreveu:
A média móvel de 50 no gráfico semanal já serviu de suporte pelo menos três vezes no passado. Agora está próximo dela, acho que há possibilidade de subir na próxima semana, mas é apenas uma possibilidade, porque também não é algo que aconteceu muitas vezes
Mesmo que não suba esta semana, se descer pouco e se fechar a semana próximo do nível atual, ainda acho que pode subir na próxima
Re: Mota Engil - Tópico Geral "uma Opinião"
[quote="Kiko_463"]Simply WallStreet avalia a ação em 10,19€[/quote
Independentemente do valor atribuído a uma empresa cotada em Bolsa, por qualquer casa da especialidade, e cálculos demonstrativos apresentados aqui, pelos fundamentalistas, o real valor é determinado pela cotação a qualquer momento.
Neste caso, a MOTA vale tanto quanto 4,80, no futuro poderá valer os 10,19 mas o futuro é incerto, e não vale a pena fazer grande contas.
Amanhã poderá valer mais ou menos, ou a mesma coisa. Não vale por isso a pena estar a "fazer contas com o ovo no cu da galinha"
Só por curiosidade, continuo de fora e com os meus objetivos bem mais para sul, entretanto vou fazendo pequenas viajens.
CumPrim/
ValeAquilino
Independentemente do valor atribuído a uma empresa cotada em Bolsa, por qualquer casa da especialidade, e cálculos demonstrativos apresentados aqui, pelos fundamentalistas, o real valor é determinado pela cotação a qualquer momento.
Neste caso, a MOTA vale tanto quanto 4,80, no futuro poderá valer os 10,19 mas o futuro é incerto, e não vale a pena fazer grande contas.
Amanhã poderá valer mais ou menos, ou a mesma coisa. Não vale por isso a pena estar a "fazer contas com o ovo no cu da galinha"
Só por curiosidade, continuo de fora e com os meus objetivos bem mais para sul, entretanto vou fazendo pequenas viajens.
CumPrim/
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Eu não sonho, faço planos. (A. S. V.)
"Se ensinares, ensina ao mesmo tempo a duvidar daquilo que estás a ensinar."
José Ortega Y Gasset
Re: Mota Engil - Tópico Geral
Acho que todas, ou praticamente todas, as avaliações do Simply Wall Street são positivas, independentemente do que aconteça. Talvez funcione de forma semelhante às casas de investimento.
Exemplo ao acaso: perguntei ao ChatGPT por uma ação que tivesse descido muito e disse a Ubisoft (UBI), da Euronext.
O preço justo que apresentam é 15,97 Desde que esse preço foi publicado, a ação já desceu cerca de 35%. E é uma ação que já desce ha 6 anos seguidos contando com o atual
Exemplo ao acaso: perguntei ao ChatGPT por uma ação que tivesse descido muito e disse a Ubisoft (UBI), da Euronext.
O preço justo que apresentam é 15,97 Desde que esse preço foi publicado, a ação já desceu cerca de 35%. E é uma ação que já desce ha 6 anos seguidos contando com o atual
Re: Mota Engil - Tópico Geral
Kiko_463 Escreveu:Simply WallStreet avalia a ação em 10,19€
Qual é a data da avaliaçao da Simply Wall Street ?
Obrigado
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Re: Mota Engil - Tópico Geral "uma opinião"
O Boneco, fala por si.
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
Outras empresas de construção também desceram, pelo menos esta semana, em Espanha. Não foi por causa dos shorts, mas vocês vão sempre insistir nisso…
A média móvel de 50 no gráfico semanal já serviu de suporte pelo menos três vezes no passado. Agora está próximo dela, acho que há possibilidade de subir na próxima semana, mas é apenas uma possibilidade, porque também não é algo que aconteceu muitas vezes
A média móvel de 50 no gráfico semanal já serviu de suporte pelo menos três vezes no passado. Agora está próximo dela, acho que há possibilidade de subir na próxima semana, mas é apenas uma possibilidade, porque também não é algo que aconteceu muitas vezes
Re: Mota Engil - Tópico Geral
Investor Tuga Escreveu:Outra curiosidade é a Mota e a Teixeira Duarte andarem agora sempre de "mãos dadas" nas quedas e nas subidas.
A Teixeira Duarte contudo não tem posições curtas abertas, pelo menos conhecidas (superiores a 0,50%).
Na verdade a TD nao tem posicoes curtas conhecidas superiores a 0,50, presumo que estas quedas estarao relacionadas com o conhecimento dos resultados 2025 por parte dos insiders.... e leva por arrastamento a ME já muito castigada pelos shorters....
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
Outra curiosidade é a Mota e a Teixeira Duarte andarem agora sempre de "mãos dadas" nas quedas e nas subidas.
A Teixeira Duarte contudo não tem posições curtas abertas, pelo menos conhecidas (superiores a 0,50%).
A Teixeira Duarte contudo não tem posições curtas abertas, pelo menos conhecidas (superiores a 0,50%).
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
tami Escreveu:Investor Tuga Escreveu:Boa tarde,
Mais um dia à "Mota", com volume e queda substancial.
Na segunda sairá mais um anúncio de reforço da posição dos curtos!
Impressionante a percentagem que, no total das posições, já têm do capital da empresa.
Até haver alguma notícia relevante que inverta este rumo, reforce a força compradora e obrigue os curtos a fechar posições não vamos ter outro cenário...
Precisa-se de uma grande obra, do novo plano estratégico...tem a palavra a Administração da empresa!!!
Concordo que foi um mau dia, tinha sido bom sustentar a recuperação de ontem...mas onde é que viste volume hoje? 1,9M é o volume habitual e perfeitamente normal na Mota.
Tami, eu disse "com volume", não disse que era um volume excecionalmente elevado...esteve dentro da média habitual e normal, concordo.
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
Investor Tuga Escreveu:Boa tarde,
Mais um dia à "Mota", com volume e queda substancial.
Na segunda sairá mais um anúncio de reforço da posição dos curtos!
Impressionante a percentagem que, no total das posições, já têm do capital da empresa.
Até haver alguma notícia relevante que inverta este rumo, reforce a força compradora e obrigue os curtos a fechar posições não vamos ter outro cenário...
Precisa-se de uma grande obra, do novo plano estratégico...tem a palavra a Administração da empresa!!!
Concordo que foi um mau dia, tinha sido bom sustentar a recuperação de ontem...mas onde é que viste volume hoje? 1,9M é o volume habitual e perfeitamente normal na Mota.
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
Boa tarde,
Mais um dia à "Mota", com volume e queda substancial.
Na segunda sairá mais um anúncio de reforço da posição dos curtos!
Impressionante a percentagem que, no total das posições, já têm do capital da empresa: 3,56% !!!!!!!
Até haver alguma notícia relevante que inverta este rumo, reforce a força compradora e obrigue os curtos a fechar posições não vamos ter outro cenário...
Precisa-se de uma grande obra, do novo plano estratégico...tem a palavra a Administração da empresa!!!
Mais um dia à "Mota", com volume e queda substancial.
Na segunda sairá mais um anúncio de reforço da posição dos curtos!
Impressionante a percentagem que, no total das posições, já têm do capital da empresa: 3,56% !!!!!!!
Até haver alguma notícia relevante que inverta este rumo, reforce a força compradora e obrigue os curtos a fechar posições não vamos ter outro cenário...
Precisa-se de uma grande obra, do novo plano estratégico...tem a palavra a Administração da empresa!!!

Editado pela última vez por Investor Tuga em 23/1/2026 17:50, num total de 1 vez.
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
.
Também começa a ser relevante !
Também começa a ser relevante !
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
Não esquecer que os Sauditas querem uma fatia do bolo, andam á caça de grandes projectos publicos, o TGV parece ficar na mão de empresas Portuguesas, o Aeroporto... vamos ver.
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
O Conselho de Ministros aprovou esta quarta-feira a despesa para o novo concurso público internacional para a segunda parceria público-privada (PPP) da linha de alta velocidade Porto – Lisboa, depois do primeiro ter sido anulado pelo júri.
Em conferência de imprensa, o ministro da Presidência afirmou que foram aprovadas “novas fases” da linha Porto – Lisboa, sem detalhar o que foi aprovado em relação ao terceiro troço. Foi também aprovada a ligação entre Coimbra e Viseu com perfil de autoestrada em todo o trajeto do IP3, revelou António Leitão Amaro. Os pormenores serão revelados pelo ministro das Infraestruturas na sexta-feira.
O segundo troço da Alta Velocidade irá ligar Oiã (Oliveira do Bairro, distrito de Aveiro) a Taveiro (concelho de Coimbra) e terá uma extensão de 60 quilómetros. Isto é, menos 11 quilómetros em relação ao primeiro concurso lançado no ano passado.
O concurso original, que estendia a linha até Soure, ficou sem efeito depois de o júri ter considerado que a única proposta apresentada, submetida pelo consórcio Lusolav, não respeitava o desenho técnico definido pela Infraestruturas de Portugal. O consórcio português, liderado pela Mota-Engil, propunha a construção de uma nova estação em Coimbra junto ao traçado da linha.
Alta velocidade. “Faz sentido” consórcio português ganhar concurso do 2.º troço
Ler Mais
O novo processo mantém a adaptação da estação de Coimbra B, incluindo a “reformulação geral do ‘layout’ e adaptação à alta velocidade” e um “novo edifício de passageiros dotado de estacionamento e interface”, pondo-se de parte a possibilidade de alteração de localização da estação, segundo o anúncio de pré-informação publicado no suplemento do Jornal Oficial da União Europeia, noticiado pela Lusa. O concurso inclui ainda a “quadruplicação da Linha do Norte entre Taveiro e a entrada sul da Estação de Coimbra B”.
A fase de desenvolvimento da PPP passa a ser de cinco anos e seis meses, em vez de apenas cinco anos, enquanto a de disponibilidade é encurtada de 25 anos para 24 anos e seis meses. Segundo a Infraestruturas de Portugal, construção encontra-se prevista entre 2027 e 2032.
A segunda PPP foi originalmente lançada com um preço-base, em valor atual líquido, de 1.604 milhões de euros, com a Infraestruturas de Portugal (IP) a estimar um investimento total de 1.918 milhões. A preços correntes, a IP pagará 4.207 milhões, ao longo dos 30 anos de concessão, a que acrescem 395 milhões em despesas inerentes aos projetos, expropriações e obras. O projeto tem um financiamento de 366 milhões de euros aprovado no âmbito do Mecanismo Interligar a Europa.
Estação em Vilar do Paraíso terá que ter ligação ao Metro
Ler Mais
O relançamento do concurso chegou a estar previsto para maio, mas a queda do Governo atrasou o processo, com o novo Executivo de Luís Montenegro a tomar posse apenas em junho. Passou-se o verão e o concurso não foi aprovado. No final de outubro, o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, afirmou no Parlamento que da parte do seu Ministério estava “tudo pronto para arrancar”, acrescentando que o processo estava do lado das Finanças.
O consórcio português, entretanto redenominado AVAN Norte, foi selecionado para a construção do primeiro troço, entre a estação portuense da Campanhã e Oiã, tendo apresentado a única proposta aceite. Em julho, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) deu parecer favorável condicionado ao terceiro troço da linha Porto-Lisboa, entre Soure e Carregado. O lançamento do concurso está previsto para o segundo trimestre do próximo ano.
Quando estiver concluída, a linha ferroviária de Alta Velocidade vai permitir viajar entre o Porto e Lisboa em 1h15, menos de metade das atuais 2h49.
Em conferência de imprensa, o ministro da Presidência afirmou que foram aprovadas “novas fases” da linha Porto – Lisboa, sem detalhar o que foi aprovado em relação ao terceiro troço. Foi também aprovada a ligação entre Coimbra e Viseu com perfil de autoestrada em todo o trajeto do IP3, revelou António Leitão Amaro. Os pormenores serão revelados pelo ministro das Infraestruturas na sexta-feira.
O segundo troço da Alta Velocidade irá ligar Oiã (Oliveira do Bairro, distrito de Aveiro) a Taveiro (concelho de Coimbra) e terá uma extensão de 60 quilómetros. Isto é, menos 11 quilómetros em relação ao primeiro concurso lançado no ano passado.
O concurso original, que estendia a linha até Soure, ficou sem efeito depois de o júri ter considerado que a única proposta apresentada, submetida pelo consórcio Lusolav, não respeitava o desenho técnico definido pela Infraestruturas de Portugal. O consórcio português, liderado pela Mota-Engil, propunha a construção de uma nova estação em Coimbra junto ao traçado da linha.
Alta velocidade. “Faz sentido” consórcio português ganhar concurso do 2.º troço
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O novo processo mantém a adaptação da estação de Coimbra B, incluindo a “reformulação geral do ‘layout’ e adaptação à alta velocidade” e um “novo edifício de passageiros dotado de estacionamento e interface”, pondo-se de parte a possibilidade de alteração de localização da estação, segundo o anúncio de pré-informação publicado no suplemento do Jornal Oficial da União Europeia, noticiado pela Lusa. O concurso inclui ainda a “quadruplicação da Linha do Norte entre Taveiro e a entrada sul da Estação de Coimbra B”.
A fase de desenvolvimento da PPP passa a ser de cinco anos e seis meses, em vez de apenas cinco anos, enquanto a de disponibilidade é encurtada de 25 anos para 24 anos e seis meses. Segundo a Infraestruturas de Portugal, construção encontra-se prevista entre 2027 e 2032.
A segunda PPP foi originalmente lançada com um preço-base, em valor atual líquido, de 1.604 milhões de euros, com a Infraestruturas de Portugal (IP) a estimar um investimento total de 1.918 milhões. A preços correntes, a IP pagará 4.207 milhões, ao longo dos 30 anos de concessão, a que acrescem 395 milhões em despesas inerentes aos projetos, expropriações e obras. O projeto tem um financiamento de 366 milhões de euros aprovado no âmbito do Mecanismo Interligar a Europa.
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O relançamento do concurso chegou a estar previsto para maio, mas a queda do Governo atrasou o processo, com o novo Executivo de Luís Montenegro a tomar posse apenas em junho. Passou-se o verão e o concurso não foi aprovado. No final de outubro, o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, afirmou no Parlamento que da parte do seu Ministério estava “tudo pronto para arrancar”, acrescentando que o processo estava do lado das Finanças.
O consórcio português, entretanto redenominado AVAN Norte, foi selecionado para a construção do primeiro troço, entre a estação portuense da Campanhã e Oiã, tendo apresentado a única proposta aceite. Em julho, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) deu parecer favorável condicionado ao terceiro troço da linha Porto-Lisboa, entre Soure e Carregado. O lançamento do concurso está previsto para o segundo trimestre do próximo ano.
Quando estiver concluída, a linha ferroviária de Alta Velocidade vai permitir viajar entre o Porto e Lisboa em 1h15, menos de metade das atuais 2h49.
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
O vice-presidente da Infraestruturas de Portugal (IP) revelou esta quinta-feira que a proposta do modelo de gestão das três travessias do Tejo será entregue ao Governo “nos próximos dias”. Após a aprovação, avança a proposta para o concurso da concessão, que deverá integrar as duas pontes já existentes e a Terceira Travessia do Tejo (TTT).
A IP foi mandatada em 2024 para desenvolver os estudos da TTT, no âmbito da ligação ferroviária de alta velocidade entre Lisboa e Madrid. Tendo em conta que a concessão da Ponte 25 de Abril e da Ponte Vasco da Gama à Lusoponte termina em 2030, está em cima da mesa a possibilidade de lançar uma nova concessão que inclua além destas duas, a construção e exploração da nova travessia rodoferroviária.
“Vamos entregar nos próximos dias a proposta do modelo de gestão das três travessias”, afirmou o vice-presidente da IP, Carlos Fernandes, durante o lançamento do concurso para o segundo troço da linha de alta velocidade Porto – Lisboa. “Assim que essa proposta for aprovada, vamos avançar para uma proposta de concurso fundamentada destes lotes da linha de Alta Velocidade entre Lisboa e Évora”, acrescentou.
A IP foi mandatada em 2024 para desenvolver os estudos da TTT, no âmbito da ligação ferroviária de alta velocidade entre Lisboa e Madrid. Tendo em conta que a concessão da Ponte 25 de Abril e da Ponte Vasco da Gama à Lusoponte termina em 2030, está em cima da mesa a possibilidade de lançar uma nova concessão que inclua além destas duas, a construção e exploração da nova travessia rodoferroviária.
“Vamos entregar nos próximos dias a proposta do modelo de gestão das três travessias”, afirmou o vice-presidente da IP, Carlos Fernandes, durante o lançamento do concurso para o segundo troço da linha de alta velocidade Porto – Lisboa. “Assim que essa proposta for aprovada, vamos avançar para uma proposta de concurso fundamentada destes lotes da linha de Alta Velocidade entre Lisboa e Évora”, acrescentou.
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
Entrei agora mesmo nos 4,62. Foi pena não ter sido ontem. O duplo fundo pode dar um impulso à coisa. O meu target anda pelos 5,30 a confirmar com um fecho acima de 4,80
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
Amanhã é capaz de haver apetite. O ideal era apanhar o comboio dos 4,80 rapidamente.
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
Trump descreveu a recente correção no mercado como “peanuts” sugerindo que não é algo significativo.
Disse que espera que os mercados de ações “dobrem” com o tempo, mostrando um tom muito otimista.
Embora não se possa saber exatamente quanto dinheiro Trump, familiares e amigos têm investido nos mercados, sabemos que possuem participações em centenas de empresas cotadas, hotelaria, tecnologia, cripto's e média. Como homem de negócios quer ver a riqueza aumentar.
Disse que espera que os mercados de ações “dobrem” com o tempo, mostrando um tom muito otimista.
Embora não se possa saber exatamente quanto dinheiro Trump, familiares e amigos têm investido nos mercados, sabemos que possuem participações em centenas de empresas cotadas, hotelaria, tecnologia, cripto's e média. Como homem de negócios quer ver a riqueza aumentar.
Editado pela última vez por Kiko_463 em 22/1/2026 8:47, num total de 2 vezes.
Re: Mota Engil - Tópico Geral
Dragon56 Escreveu:Até ao fim do mes, recupera os 5 €, com 2 troço TGV e resultados até aos dividendos 6€
Curiosamente, também interpreto da mesma forma e não descarto a possibilidade de
chegar aos 5,5
Digamos que ficaria no ponto intermedio entre os 5 e os 6
Ou seja 3 vezes mais do que os mínimos da Pandemia !!
10 vezes mais do que os minimos de 2007!!
Que vá rapidamente para cima dos 7, porque a coisa está manhosa !!!!!
Perdão, pensava que estavas a Falar do S&P 500
Editado pela última vez por Lisboa_Casino em 21/1/2026 23:02, num total de 1 vez.
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