O "efeitoUBS"
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Re: O "efeitoUBS"
[quote="iurp
Realmente o artigo está bem escrito, mas parece-me algo tendencioso. E esquecem-se de dizer que quando sobe o PT e recomenda comprar a UBS compra sempre. Não faz como outras que recomendam mas não compram.
Abraço e BN[/quote]
E não poderá acontecer que qd a UBS dá a recomendação de compra já não tenha o papel comprado?
Cumprimentos
Realmente o artigo está bem escrito, mas parece-me algo tendencioso. E esquecem-se de dizer que quando sobe o PT e recomenda comprar a UBS compra sempre. Não faz como outras que recomendam mas não compram.
Abraço e BN[/quote]
E não poderá acontecer que qd a UBS dá a recomendação de compra já não tenha o papel comprado?
Cumprimentos
Não deixes adormecer os teus sonhos mas,
não te deixes adormecer por eles
Nuno Nascimento
não te deixes adormecer por eles
Nuno Nascimento
Re: O "efeitoUBS"
FRAGON Escreveu:(in DN,hoje)
"UBS lucra com investimento nas acções que recomenda
Pedro Ferreira Esteves
... Refira-se que, num balanço feito no início deste ano pelo DN, os preços-alvo definidos pela UBS nos primeiros meses de 2006 não foram atingidos em nenhum dos seis casos recolhidos na amostra...
"
A Altri não deve ter feito parte da amostra, pois sempre ultrapassou o PT da UBS. O Último é de 5,65 e a Altri já cotou a 6,27.
Coincidências.
Realmente o artigo está bem escrito, mas parece-me algo tendencioso. E esquecem-se de dizer que quando sobe o PT e recomenda comprar a UBS compra sempre. Não faz como outras que recomendam mas não compram.
Abraço e BN
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O "efeitoUBS"
(in DN,hoje)
"UBS lucra com investimento nas acções que recomenda
Pedro Ferreira Esteves
O "efeito UBS". Este é um termo que entrou recentemente no léxico de quem acompanha a actualidade da Bolsa de Lisboa. E traduz a influência positiva que as recomendações do banco suíço tem nas acções das empresas que analisa. Nalguns casos, a UBS também detém participações no capital dessas empresas. E o "efeito UBS" acaba por resultar em lucros obtidos com a valorização dessas participações.
Dois casos saltam à vista na actuação do banco suíço nos últimos meses. A compra e venda de acções da PT durante este mês, intervalada por uma recomendação positiva da UBS, resultou em ganhos na ordem dos 700 mil euros. E a colocação de 25 milhões de títulos do Banif, após as subidas provocadas pelas recomendações do banco suíço, rendeu mais 8,75 milhões de euros (ver caixas) para o banco de Horácio Roque. Noutros casos, a valorização das posições também se verifica, mas não é traduzida em ganhos reais, uma vez que a UBS mantém as participações inalteradas.
Actualmente, a UBS acompanha - através das suas análises - 14 cotadas portuguesas e tem participações em nove sociedades: Altri (mais de 10%), Cofina (mais de 5%), PT (4%), Media Capital (3,8%), EDP (2,3%), BCP ( 2%), Reditus (2%), Mota-Engil (1,9%), Teixeira Duarte (1,9%) e Sonae SGPS (0,08%). Em seis destas cotadas, a UBS acumula a análise (através de recomendações e preços-alvo) e o investimento (com participações no capital). E, na maior parte destes casos, as opiniões dos analistas do banco suíço têm tido um impacto positivo de relevo. Por exemplo, a Mota-Engil atingiu o máximo histórico depois de uma recomendação de "compra" pela UBS. O mesmo aconteceu com a Altri e com a Teixeira Duarte. "A estratégia da UBS está bem feita: pegaram num segmento de pequenas empresas, com pouca liquidez, onde o efeito das suas recomendações - muitas vezes, as únicas - se faz sentir. E, assim, ganha notoriedade", explicou um analista português que pediu para não ser identificado. Refira-se que, num balanço feito no início deste ano pelo DN, os preços-alvo definidos pela UBS nos primeiros meses de 2006 não foram atingidos em nenhum dos seis casos recolhidos na amostra.
Conflito de interesses à margem da lei?
Não necessariamente. Por princípio, as áreas de investimento e análise devem estar separadas dentro da mesma instituição. É aquilo a que se chama no mercado de chinese walls (muralhas chinesas). Existe um controlo rigoroso dentro de todos os bancos e a UBS não é excepção. Qualquer eventual transgressão a esta regra é imediatamente detectada pelos controlos internos da instituição ou pelas autoridades supervisoras. Fonte oficial da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários não quis fazer comentários sobre se está a investigar a actuação na UBS. Por outro lado, após várias tentativas, os responsáveis da UBS Portugal - que tem um escritório de representação em Lisboa - continuavam, até ao fecho desta edição, sem responder às solicitações do DN."
"UBS lucra com investimento nas acções que recomenda
Pedro Ferreira Esteves
O "efeito UBS". Este é um termo que entrou recentemente no léxico de quem acompanha a actualidade da Bolsa de Lisboa. E traduz a influência positiva que as recomendações do banco suíço tem nas acções das empresas que analisa. Nalguns casos, a UBS também detém participações no capital dessas empresas. E o "efeito UBS" acaba por resultar em lucros obtidos com a valorização dessas participações.
Dois casos saltam à vista na actuação do banco suíço nos últimos meses. A compra e venda de acções da PT durante este mês, intervalada por uma recomendação positiva da UBS, resultou em ganhos na ordem dos 700 mil euros. E a colocação de 25 milhões de títulos do Banif, após as subidas provocadas pelas recomendações do banco suíço, rendeu mais 8,75 milhões de euros (ver caixas) para o banco de Horácio Roque. Noutros casos, a valorização das posições também se verifica, mas não é traduzida em ganhos reais, uma vez que a UBS mantém as participações inalteradas.
Actualmente, a UBS acompanha - através das suas análises - 14 cotadas portuguesas e tem participações em nove sociedades: Altri (mais de 10%), Cofina (mais de 5%), PT (4%), Media Capital (3,8%), EDP (2,3%), BCP ( 2%), Reditus (2%), Mota-Engil (1,9%), Teixeira Duarte (1,9%) e Sonae SGPS (0,08%). Em seis destas cotadas, a UBS acumula a análise (através de recomendações e preços-alvo) e o investimento (com participações no capital). E, na maior parte destes casos, as opiniões dos analistas do banco suíço têm tido um impacto positivo de relevo. Por exemplo, a Mota-Engil atingiu o máximo histórico depois de uma recomendação de "compra" pela UBS. O mesmo aconteceu com a Altri e com a Teixeira Duarte. "A estratégia da UBS está bem feita: pegaram num segmento de pequenas empresas, com pouca liquidez, onde o efeito das suas recomendações - muitas vezes, as únicas - se faz sentir. E, assim, ganha notoriedade", explicou um analista português que pediu para não ser identificado. Refira-se que, num balanço feito no início deste ano pelo DN, os preços-alvo definidos pela UBS nos primeiros meses de 2006 não foram atingidos em nenhum dos seis casos recolhidos na amostra.
Conflito de interesses à margem da lei?
Não necessariamente. Por princípio, as áreas de investimento e análise devem estar separadas dentro da mesma instituição. É aquilo a que se chama no mercado de chinese walls (muralhas chinesas). Existe um controlo rigoroso dentro de todos os bancos e a UBS não é excepção. Qualquer eventual transgressão a esta regra é imediatamente detectada pelos controlos internos da instituição ou pelas autoridades supervisoras. Fonte oficial da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários não quis fazer comentários sobre se está a investigar a actuação na UBS. Por outro lado, após várias tentativas, os responsáveis da UBS Portugal - que tem um escritório de representação em Lisboa - continuavam, até ao fecho desta edição, sem responder às solicitações do DN."
Quem não sabe o que quer, obtém o que não deseja, OU MELHOR, para barco sem rumo não há vento favorável.
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