Este FED é muito engraçado!mas as bolsas ainda são mais!
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Na actual conjuntura o crescimento da inflação deve-se principalmente ao excesso de moeda na economia. No entanto, não creio que a principal preocupação da autoridade monetária dos EUA seja a inflação em si mesmo, mas sobretudo a formação de uma bolha no sector imobiliário (impulsionada por uma política de juros baixos nos EUA e no resto do mundo) que, caso não seja controlada, poderá conduzir a economia para uma crise sem precedentes, cujo impacto se estenderá a outros países, já que essa dívida está titularizada e nas mãos de investidores em todo o mundo.
Bons Negócios,
Marubozus
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«Everyone has their up's and down's. But not everyone can profit from them...»
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Ulisses, lembras-te quando o FED fez o famoso corte de Janeiro de 2001, corte entre reuniões, o primeiro de uma série espantosa que iria de 6.5 a 1% de juros??
Já os mercados estavam claramente "ursinos" e os EUA em plena recessão. O FED demorou a actuar e o pessoal andava mesmo nervoso. Na mesma semana, o Nasdaq perde 10% num dia para ganhar outro tanto no dia dessa descida inesperada.
A questão é esta: os juros nem sempre influenciam as Bolsas, como o fazem em relação ao mercado cambial e à renda fixa mais curta em termos de prazo.
Nos anos 70, tanto nos tempos de juro real negativo, como nos tempos de juro real positivo, o "bear market" parecia interminável porque a Economia estava em crise ou recessão e a inflação descontrolada (mau sinal para o longo prazo) para não falar de sucessivas crises políticas nacionais e internacionais ou a primeira grande crise mundial das "commodities".
Só em meados dos anos 80 é que a liquidez dos sistemas financeiros começou a ser abundante, atingindo hoje valores impressionantes.
Assim, no passado recente e nos dias de hoje, a elevação dos juros só pode ser claramente prejudicial para as Bolsas se provocar uma "secagem" da liquidez, o que só é possível com juros reais elevados, o que não é o caso, nem na Nova Zelândia, com os seus 7.5% de taxa de desconto do Banco Central.
Então porque se diz que há descida das Bolsas em épocas de queda de juros.
Na realidade não há grande coisa a dizer. As Bolsas já começam em queda porque há recessão ou crise. A descida dos juros é posterior a essas quedas da Bolsa, é uma reacção ao estado da Economia. Os mercados reagem antes das autoridades monetárias. Estas limitam-se a dar mais liquidez à Economia, algo que, passado um tempo, vai alimentar a recuperação dos mercados, a qual tende a ser mais rápida do que a recuperação real da Economia e das empresas.
Abraço
djovarius
Já os mercados estavam claramente "ursinos" e os EUA em plena recessão. O FED demorou a actuar e o pessoal andava mesmo nervoso. Na mesma semana, o Nasdaq perde 10% num dia para ganhar outro tanto no dia dessa descida inesperada.
A questão é esta: os juros nem sempre influenciam as Bolsas, como o fazem em relação ao mercado cambial e à renda fixa mais curta em termos de prazo.
Nos anos 70, tanto nos tempos de juro real negativo, como nos tempos de juro real positivo, o "bear market" parecia interminável porque a Economia estava em crise ou recessão e a inflação descontrolada (mau sinal para o longo prazo) para não falar de sucessivas crises políticas nacionais e internacionais ou a primeira grande crise mundial das "commodities".
Só em meados dos anos 80 é que a liquidez dos sistemas financeiros começou a ser abundante, atingindo hoje valores impressionantes.
Assim, no passado recente e nos dias de hoje, a elevação dos juros só pode ser claramente prejudicial para as Bolsas se provocar uma "secagem" da liquidez, o que só é possível com juros reais elevados, o que não é o caso, nem na Nova Zelândia, com os seus 7.5% de taxa de desconto do Banco Central.
Então porque se diz que há descida das Bolsas em épocas de queda de juros.
Na realidade não há grande coisa a dizer. As Bolsas já começam em queda porque há recessão ou crise. A descida dos juros é posterior a essas quedas da Bolsa, é uma reacção ao estado da Economia. Os mercados reagem antes das autoridades monetárias. Estas limitam-se a dar mais liquidez à Economia, algo que, passado um tempo, vai alimentar a recuperação dos mercados, a qual tende a ser mais rápida do que a recuperação real da Economia e das empresas.
Abraço
djovarius
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Exacto
esta conversa do fed é treta:
eles querem mesmo é baixar os juros,porque a economia está a enfraquecer!
então se a principal preocupação é a inflação,porque não usam a principal arma para a combater?
é a mesma coisa que os bombeiros irem apagar um fogo ,mas não poderem usar água
a verdade é que embora a inflação(core) esteja 30%!!
acima do previsto,eles não vão usar água!!
o verdadeiro problema deve ser muito GRAVE
saudações e b.n.
então se a principal preocupação é a inflação,porque não usam a principal arma para a combater?
é a mesma coisa que os bombeiros irem apagar um fogo ,mas não poderem usar água
a verdade é que embora a inflação(core) esteja 30%!!
acima do previsto,eles não vão usar água!!
o verdadeiro problema deve ser muito GRAVE
saudações e b.n.
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Alvo,
Confesso que já há alguns anos não pego nessas estatísticas mas se a memória não me atraiçoa, é a partir do segundo corte que as coisas se complicam (mas, se formos a compilar os dados de toda a história dos mercados ainda encontramos uma média de valorização positiva, algo fácil de entendermos se virmos onde estão hoje os índices e onde estavam há 60 ou 70 anos atrás...)
O primeiro corte de taxas ainda, por vezes, consegue gerar um entusiasmo, mas o segundo coloca muitas vezes os investidores a pensar no real estado da Economia.
Um abraço,
Ulisses
Confesso que já há alguns anos não pego nessas estatísticas mas se a memória não me atraiçoa, é a partir do segundo corte que as coisas se complicam (mas, se formos a compilar os dados de toda a história dos mercados ainda encontramos uma média de valorização positiva, algo fácil de entendermos se virmos onde estão hoje os índices e onde estavam há 60 ou 70 anos atrás...)
O primeiro corte de taxas ainda, por vezes, consegue gerar um entusiasmo, mas o segundo coloca muitas vezes os investidores a pensar no real estado da Economia.
Um abraço,
Ulisses
[quote="Pata-Hari...( O Marco é incontrolável, vê se consegues fazer qualquer coisa para os teus lados...!)[/quote]
Marquinho! Saldos! Liquidação de roupa de criança e material informático no Corte Inglês (isto é perto de casa dele, pode ser que pegue...) e também há o lançamento da PS3
(se funcionar, avisa, Pata, que a gente toma posse administrativa do Caldeirão)
Marquinho! Saldos! Liquidação de roupa de criança e material informático no Corte Inglês (isto é perto de casa dele, pode ser que pegue...) e também há o lançamento da PS3
(se funcionar, avisa, Pata, que a gente toma posse administrativa do Caldeirão)
Esta é a vantagem da ambição:
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
Pata-Hari Escreveu:(o ulisses vai estar fora até segunda-feira, não se admirem se não responder)
(foi pra batota do fim de semana? cartas, charutos, cervejolas, etc? na 2ª até vê o nas100 aí nos 3000 pontos)
Bijocas
P.S. Olha lá, se despacharaes o Marco, ficamos com isto por nossa conta. Achas que consegues?
Esta é a vantagem da ambição:
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
Ao Ulisses
Retirei este extracto da newsletter do AB7, e gostaria que comentasses.
" * O previsível início do ciclo de descida de taxas de juro nos EUA, em contraciclo com os restantes países desenvolvidos, será um estímulo adicional para o seu mercado accionista, que não reflectiu ainda por completo o crescimento dos resultados das empresas desde 2003 (o último trimestre de 2006 foi o 18º trimestre consecutivo de crescimento a dois dígitos). Segundo um estudo da S&P, nos 10 ciclos de descida de taxas de juro pela FED desde a 2ª Guerra Mundial, o índice S&P 500 registou uma evolução positiva nos 12 meses subsequentes ao primeiro corte efectuado, em 9 dos 10 períodos, com uma valorização média de 18,6% (a única excepção verificou-se em 2001, devido aos atentados do 11 de Setembro).
* Historicamente, o terceiro ano do mandato presidencial coincide com um desempenho positivo do mercado accionista norte-americano. Observando o comportamento do índice Dow Jones Industrial Average (DJIA) entre 1952 e 2003, verificamos que o DJIA regista uma valorização média de 18,8% nos terceiros anos do mandato presidencial, sempre com variações positivas, o que contrasta com os valores de 3,0%, 4,8% e 7,6% nos primeiros, segundos e quartos anos, respectivamente. Uma explicação possível será o ambiente pré-eleitoral vivido no terceiro ano do mandato, em que o presidente tenderá a tomar medidas populares que incrementam o emprego e a capacidade de crescimento da economia. "
Grato antecipadamente.
" * O previsível início do ciclo de descida de taxas de juro nos EUA, em contraciclo com os restantes países desenvolvidos, será um estímulo adicional para o seu mercado accionista, que não reflectiu ainda por completo o crescimento dos resultados das empresas desde 2003 (o último trimestre de 2006 foi o 18º trimestre consecutivo de crescimento a dois dígitos). Segundo um estudo da S&P, nos 10 ciclos de descida de taxas de juro pela FED desde a 2ª Guerra Mundial, o índice S&P 500 registou uma evolução positiva nos 12 meses subsequentes ao primeiro corte efectuado, em 9 dos 10 períodos, com uma valorização média de 18,6% (a única excepção verificou-se em 2001, devido aos atentados do 11 de Setembro).
* Historicamente, o terceiro ano do mandato presidencial coincide com um desempenho positivo do mercado accionista norte-americano. Observando o comportamento do índice Dow Jones Industrial Average (DJIA) entre 1952 e 2003, verificamos que o DJIA regista uma valorização média de 18,8% nos terceiros anos do mandato presidencial, sempre com variações positivas, o que contrasta com os valores de 3,0%, 4,8% e 7,6% nos primeiros, segundos e quartos anos, respectivamente. Uma explicação possível será o ambiente pré-eleitoral vivido no terceiro ano do mandato, em que o presidente tenderá a tomar medidas populares que incrementam o emprego e a capacidade de crescimento da economia. "
Grato antecipadamente.
Sim
isso da inflação foi um lapso de escrita,que não corresponde ao que estava a pensar(aliás,lendo todo o texto com atenção depreende-se fácilmente isso).
quanto ao resto mantenho tudo o que disse,com realce para a questão da liquidez actual!
saudações e b.n.
p.s.o caldeirão esteve em baixo todo o dia de ontem,ou fui só eu que não consegui entrar,apesar de milhentas tentativas
quanto ao resto mantenho tudo o que disse,com realce para a questão da liquidez actual!
saudações e b.n.
p.s.o caldeirão esteve em baixo todo o dia de ontem,ou fui só eu que não consegui entrar,apesar de milhentas tentativas
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- Registado: 7/2/2006 1:25
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Bom dia todos,
com a liquidez que existe nos mercados considero mais importante a relação entre moedas que propriamente as taxas de juro em si. No entanto é interesante observar a relação USD/Yen ou franco Suíço quando saem os dados micro/macro económicos. Tem relação directa ou quase instantânea em muitos papéis, mas o que não deixa de ser interessante também é que é sempre possível fazer hedging.
Um abraço.
com a liquidez que existe nos mercados considero mais importante a relação entre moedas que propriamente as taxas de juro em si. No entanto é interesante observar a relação USD/Yen ou franco Suíço quando saem os dados micro/macro económicos. Tem relação directa ou quase instantânea em muitos papéis, mas o que não deixa de ser interessante também é que é sempre possível fazer hedging.
Um abraço.
Não deixes adormecer os teus sonhos mas,
não te deixes adormecer por eles
Nuno Nascimento
não te deixes adormecer por eles
Nuno Nascimento
Só prova....
que as taxas de juro não são o "elo sacrosanto" de todos os movimento bolsistas, embora seja muitas vezes 2arremeçada" para o tentar fazer movimentar.
A subida dos mercados mundiais nos últimos anos só se deve unica e exclusivamente à globalização dos mercados mundiais. Os mercados emergentes são os grandes responsáveis pela subida das bolsas.
A Taxa de juro baixa e a impressão do dinheiro, veio ajudar a uma proliferação de investimentos pelos cantos do mundo, e consequentemente subida dos mercados mundiais accionistas.
Os grandes mundos chamados "ChinoIndia" são responsáveis na sua quota-parte enorme), pela subida destes mercados mundiais.
Quando se esgotar Asia..... só restará Africa. Será esta capaz?
Isto é a MHO
Cumps
A subida dos mercados mundiais nos últimos anos só se deve unica e exclusivamente à globalização dos mercados mundiais. Os mercados emergentes são os grandes responsáveis pela subida das bolsas.
A Taxa de juro baixa e a impressão do dinheiro, veio ajudar a uma proliferação de investimentos pelos cantos do mundo, e consequentemente subida dos mercados mundiais accionistas.
Os grandes mundos chamados "ChinoIndia" são responsáveis na sua quota-parte enorme), pela subida destes mercados mundiais.
Quando se esgotar Asia..... só restará Africa. Será esta capaz?
Isto é a MHO
Cumps
Vai onde te leva o sonho, mas cuidado, não vá ele tornar-se um pesadelo....
Mais... a ideia vendida pelos livros económicos (sim, tive que ouvir isso na faculdade) de que quando as taxas de juro caem as Bolsas sobem é uma utopia. Se efectuarem as correlações dos últimos 20 anos verão que a correlação é exactamente ao contrário...
O corte de taxas estimula a economia? Sem dúvida. O corte de taxas faz subir os mercados? Não é isso que a história dos mercados dos últimos 20 anos nos diz.
Há cerca de 2 anos, quando por cada subida de cortes a Imprensa ia prognosticando a queda das Bolsas, fui afirmando que apenas ia começar a ficar preocupado depois do primeiro corte de taxas nos States. E hoje não podia estar mais convicto daquilo que disse na altura.
Ulisses
O corte de taxas estimula a economia? Sem dúvida. O corte de taxas faz subir os mercados? Não é isso que a história dos mercados dos últimos 20 anos nos diz.
Há cerca de 2 anos, quando por cada subida de cortes a Imprensa ia prognosticando a queda das Bolsas, fui afirmando que apenas ia começar a ficar preocupado depois do primeiro corte de taxas nos States. E hoje não podia estar mais convicto daquilo que disse na altura.
Ulisses
Mustang, apesar de teres razão na base do teu raciocínio e na chamada de atenção que fazes, se os processos que originam as subidas e descidas fossem tão self-explanatory ou previsíveis, seriam fáceis de prever. E se assim fosse, nem eu nem tu estaríamos aqui. Aliás, tu e eu conhecemos períodos em que "as regras" foram quebradas. O período da bolha de 2000 foi um exemplo disso em que todas as regras foram quebradas. As taxas subiam, as bolsas subiam, as obrigações também subiam, etc, etc, etc. Como este exemplo, existem milhares.
O facto de termos alguns conhecimentos económicos não nos liberta do facto de não conseguirmos prever as coisas mais simples e certamente não conseguirmos prever a direcção dos mercados. Quem o afirma, mente. Ou seja, a arrogância fica-nos sempre muito mal mesmo quando baseada em algum maior conhecimento de alguma teoria financeira e económica.
O facto de termos alguns conhecimentos económicos não nos liberta do facto de não conseguirmos prever as coisas mais simples e certamente não conseguirmos prever a direcção dos mercados. Quem o afirma, mente. Ou seja, a arrogância fica-nos sempre muito mal mesmo quando baseada em algum maior conhecimento de alguma teoria financeira e económica.
engraçado acho o teu post.
Dizes: ''de facto só existem 2 modos minimamente crediveis de descer a inflação,ou baixando as taxas de juro..''
- É o contrario.. para descer a inflação tens de subir a taxa de juro.. juros mais caros, dinheiro mais caro, credito mais caro, menos consumo desenfreado, logo menos inflação.
Quanto a não perceberes o porquê de as bolsas subirem..so revela que nao entendes o sistema.. e de como tudo logicamente funciona.
Sem querer estar aqui a tentar explicar, com o dinheiro mais barato as empresas saem beneficiadas, ora com as exportaçoes ( dolar enfraquece com taxas de juro em declinio e vendem muito mais) ora com credito mais barato para investir e materias primas mais baratas.. ( nem sei como explicar pq e básico demais..)
Para não falar da divida das empresas que com a taxa de juro mais baixa obviamente cai. So aqui estamos a falar de um corte grande na divida.
Se depois de tudo isto ainda n percebes o porquê das bolsas subirem quando a taxa de juro baixa.. então ainda tens muito que ler
Dizes: ''de facto só existem 2 modos minimamente crediveis de descer a inflação,ou baixando as taxas de juro..''
- É o contrario.. para descer a inflação tens de subir a taxa de juro.. juros mais caros, dinheiro mais caro, credito mais caro, menos consumo desenfreado, logo menos inflação.
Quanto a não perceberes o porquê de as bolsas subirem..so revela que nao entendes o sistema.. e de como tudo logicamente funciona.
Sem querer estar aqui a tentar explicar, com o dinheiro mais barato as empresas saem beneficiadas, ora com as exportaçoes ( dolar enfraquece com taxas de juro em declinio e vendem muito mais) ora com credito mais barato para investir e materias primas mais baratas.. ( nem sei como explicar pq e básico demais..)
Para não falar da divida das empresas que com a taxa de juro mais baixa obviamente cai. So aqui estamos a falar de um corte grande na divida.
Se depois de tudo isto ainda n percebes o porquê das bolsas subirem quando a taxa de juro baixa.. então ainda tens muito que ler
Making tuning in a stock market
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- Registado: 2/3/2007 21:26
Se ele dissesse que não estava minimamente preocupado com a inflacção é que era de estranhar e seria uma afirmação algo desastrosa para uma pessoa com a responsabilidade dele.
Na minha opinião, o FED vai cortar as taxas de juro na próxima reunião, coincidindo com o normal início da época de compras de casas de verão, podendo estimular o mercado da habitação invertendo assim o seu declínio e ajudando um pouco a economia nos diversos sectores. E talvez o mercado esteja a contar com esse tal corte das taxas de juro.
Seja como for, com ou sem cortes, a mim parece-me que falta uma última onda e um teste aos máximos absolutos no SPX, e esta é que me parece a razão principal pela subida dos mercados. O resto é apenas ruído para entreter e fazer notícias.
Abraço e boa noite.
Na minha opinião, o FED vai cortar as taxas de juro na próxima reunião, coincidindo com o normal início da época de compras de casas de verão, podendo estimular o mercado da habitação invertendo assim o seu declínio e ajudando um pouco a economia nos diversos sectores. E talvez o mercado esteja a contar com esse tal corte das taxas de juro.
Seja como for, com ou sem cortes, a mim parece-me que falta uma última onda e um teste aos máximos absolutos no SPX, e esta é que me parece a razão principal pela subida dos mercados. O resto é apenas ruído para entreter e fazer notícias.
Abraço e boa noite.
Este FED é muito engraçado!mas as bolsas ainda são mais!
a fed reitera que a preocupação principal continua a ser a inflação,mas ao mesmo tempo diz que não vai subir as taxas de juro:tudo bem,pode combater a inflação diminuindo a liquidez no sistema,o que é possivel por outros mecanismos que não só a subida das taxas!
mas o que é facto é que tambêm não as pode descer,sobe pena de agravar o défice externo e a inflação(o inimigo principal);deste modo não têm margem de manobra.
agora a reacção das bolsas ainda é mais incrivel:
pois de facto só existem 2 modos minimamente crediveis de descer a inflação,ou baixando as taxas de juro,o que devido ao elevado défice é quase proibido,ou então a solução alternativa,que é diminuindo a liquidez no sistema,o que é altamente penalizador para as bolsas,e é exactamente o contrário do que as faz subir!
assim sendo,é um enigma o que fez subir os mercados,após as declarações do fed:
na minha opinião ao afirmar que a sua principal preocupação continua a ser a inflação,está a dizer às bolsas exactamente o contrário do que elas necessitam(injecções de liquidez,via baixa dos juros ou mecanismos alternativos)
penso que a liquidez no sistema precisava de uma desculpa qualquer para tornar a entrar,e a desculpa encontrada para isso foi tão parva como podia ser outra qualquer!
quando a liquidez se acabar(se acabar)qualquer desculpa parva vai servir para a descida dos mercados!
saudações e b.n.
mas o que é facto é que tambêm não as pode descer,sobe pena de agravar o défice externo e a inflação(o inimigo principal);deste modo não têm margem de manobra.
agora a reacção das bolsas ainda é mais incrivel:
assim sendo,é um enigma o que fez subir os mercados,após as declarações do fed:
na minha opinião ao afirmar que a sua principal preocupação continua a ser a inflação,está a dizer às bolsas exactamente o contrário do que elas necessitam(injecções de liquidez,via baixa dos juros ou mecanismos alternativos)
penso que a liquidez no sistema precisava de uma desculpa qualquer para tornar a entrar,e a desculpa encontrada para isso foi tão parva como podia ser outra qualquer!
quando a liquidez se acabar(se acabar)qualquer desculpa parva vai servir para a descida dos mercados!
saudações e b.n.
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