A fonte é o JN e é um a excelente notícia.
Amanhã veremos o k por ai vem, mas já pareço um sportinguista a esfregar as mãos e a dizer, desta é k é ...
Boas curvas - SLB
Guzziman
Euronext Lisbon realiza emissão recorde de “warrants”
A bolsa nacional está a preparar uma mega emissão de “warrants”, a maior de sempre do mercado português. Mais de metade das empresas do PSI-20 vão servir de subjacente aos novos produtos que a partir de amanhã estão disponíveis para negociação.
Pedro Carvalho
pc@mediafin.pt
A bolsa nacional está a preparar uma mega emissão de "warrants", a maior de sempre do mercado português. Mais de metade das empresas do PSI-20 vão servir de subjacente aos novos produtos que a partir de amanhã estão disponíveis para negociação.
A partir de amanhã, vão estar disponíveis mais 170 "warrants" no mercado português e a emissão será da responsabilidade do Commerbank.
O banco de investimento alemão vai emitir 138 "warrants" sobre acções de empresas cotadas e outros 32 "warrants" que terão índices a servir de subjacente.
EDP [Cot], Portugal Telecom [Cot], BCP [Cot], Brisa [Cot], Cimpor [Cot], Galp Energia [Cot], PT Multimédia [Cot], Altri [Cot], Cofina [Cot], Sonae SGPS [Cot], Sonaecom [Cot], Sonae Indústria [Cot], Mota-Engil [Cot], Portucel [Cot] e Semapa [Cot] são a empresas do PSI-20 [Cot] que vão servir de subjacente.
Este grupo de empresas representa 83% da capitalização bolsista do índice.
Os índice para o lançamento dos "warrants" serão o CAC [Cot], o IBEX [Cot], o Nasdaq [Cot] e o Nikkei [Cot].
Com a emissão de amanhã, o segmento Easynext Warrants da bolsa nacional passará a ter um total de 591 "warrants" disponíveis para negociação.
A bolsa tem ainda 29 certificados cotados, o que eleva para 620 o número de produtos estruturados disponíveis para negociação na plataforma nacional.
Os "warrants" são produtos financeiros cotados em bolsa, indexados a activos negociados em mercados organizados, cuja evolução e comportamento depende da evolução desses mesmos activos.
Conferem ao seu detentor o direito, não a obrigação, de comprar ("call warrant") ou de vender ("put warrant") o activo subjacente ao qual estão indexados ao preço inicialmente contratado (preço de exercício) e numa data futura igualmente pré-fixada (data de maturidade).
O último dia de negociação dos "warrants" é o quarto dia útil antes da data de maturidade e pode ser consultado nas respectivas fichas técnicas.