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MensagemEnviado: 1/3/2007 17:06
por djovarius
Boas tardes,

É, Ulisses, outra coisa não poderia esperar-se da dita Bubblevision :lol:
Esqueceram-se de explicar o que é a capitulação !!

De facto, já é a volatilidade que esperava. Tanto no "intraday" como em períodos de várias semanas. Este ano poderemos ter períodos de fortes altas e quedas separadas por apenas um ou dois meses.

É que o mercado está muito dividido sobre as perspectivas económicas para o resto do ano. Os dados apontam para Economia desaquecida (ou recessão segundo Greenspan) e inflação ainda a pressionar (como se viu no core PCI e PCE).

Isso justifica bem uma forte correcção, algum esvaziamento dos "carry trades".
Mas a abundante liquidez tratará de resolver o problema do mercado, levando-a as altas tão fortes como as baixas.

Há ainda algum espaço para quedas, mas no fim do ano, balanço feito, tudo poderá parecer menos negro do que agora.

Abraço

dj

Re: Mercado ordeiro é bom?

MensagemEnviado: 1/3/2007 16:35
por scpnuno
Ulisses Pereira Escreveu:... a um mercado ordeiro, sem pânico, sem drama, tranquilo....


Isso é porque eles não estão a tentar entrar no Caldeirão...
Informa esses senhores que o mercado português, com a falta do "muro das lamentações" está desordeiro, em pânico, num drama e sem dranguilidade nehuma.


Ulisses Pereira Escreveu:...o ritmo se tornar frenético, com alguma desordem


Bem, o resto não sei... mas o site do citi está tão frenético que se fosse Natal punha o monitor na arvore a fazer de gambiarra. Aquilo é tanta luzinha e a tal velocidade que estou meia cegueta.

Haja Dranguilidade

Mercado ordeiro é bom?

MensagemEnviado: 1/3/2007 16:22
por Ulisses Pereira
Mark Haynes e o Joe Kerner, na CNBC, estão a referir-se a um mercado ordeiro, sem pânico, sem drama, tranquilo. Nada a opôr. O que discordo é quando referem esse factor como extremamete positivo e sinal que faltará pouco para o mercado recuperar. Pessoalmente considero exactamente o oposto, ou seja, quando o ritmo se tornar frenético, com alguma desordem e urgência em vender, aí sim poderemos estar mais optimistas quanto aos próximos tempos.

Um abraço,
Ulisses