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MensagemEnviado: 1/3/2007 14:32
por MSM
No curto prazo economia fraca. Claro que se tivermos a falar em médio prazo ou longo a história pode ser outra. Estava apenas a falar no curto prazo. :wink:

MensagemEnviado: 1/3/2007 14:25
por Ulisses Pereira
Já agora... o que são para ti dados maus? São dados que mostram a economia forte ou dados que mostram a economia fraca?

Um abraço,
Ulisses

MensagemEnviado: 1/3/2007 14:21
por MSM
A ideia será ver como vão ser os dados económicos nos states. A partir daí veremos qual a direção do mercado. Apenas uma coisa, penso que se forem maus a queda continua por vários dias. :|

MensagemEnviado: 1/3/2007 14:07
por Ulisses Pereira
Greenspan nunca disse que a recessão era provável mas sim que era possível, mas a forma como a notícia foi evoluindo de hora para a hora transformou as declarações de greenspan a tal ponto que o obrigou a vir a clarificar a situação. Mas, na verdade, ele não corrigiu nada do que tinha dito.

Quem conta um ponto... :)

Um abraço,
Ulisses

MensagemEnviado: 1/3/2007 12:30
por Green October
tipatinhas:

tb acho que a parte da tarde irá trazer maiores subidas ou a consolidação das actuais.

por ex. eu acho que a JMT só ainda não subiu mais pq os investidores ainda estão um pco receosos...

penso que a JMT pode fechar a ganhar cerca de 5% e não 3% como está...vamos aguardar pela abertura dos mercados norte-americanos

MensagemEnviado: 1/3/2007 12:23
por tiopatinhas
Será por isso que os futuros do Nas e Dow estão positivos :roll: :?: o que augura coisa boa para a tarde no Psi (aqui saliento a Altri que pode assim fechar em máximos...)
Se assim abrirem e fecharem o problema China estará para já colocado de lado... :roll: :?: Alguém comenta?

Greenspan corrige...

MensagemEnviado: 1/3/2007 11:55
por MSM
Greenspan corrige e diz que recessão nos EUA “é possível, mas não provável”O ex-presidente da Reserva Federal norte-americana (Fed) corrigiu hoje o sentido das controversas declarações que havia proferido esta semana, precisando que considera possível, mas não provável, que os EUA entrem em recessão já este ano.

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Eva Gaspar
egaspar@mediafin.pt


Alan Greenspan, ex-presidente da Reserva Federal norte-americana (Fed) corrigiu hoje o sentido das controversas declarações que havia proferido esta semana, precisando que considera possível, mas não provável, que os Estados Unidos entrem em recessão já este ano.

De acordo com a agência Bloomberg, que teve acesso a transcrições da intervenção que Greenspan fez esta manhã por vídeo-conferência num Fórum que está a decorrer em Tóquio, o antigo responsável máximo pela política monetária norte-americana não chega a contradizer-se, mas as suas palavras têm claramente o intuito de por agua na fervura.

"No fim do ano, existe a possibilidade, mas não a probabilidade, de os Estados Unidos entrarem em recessão", terá dito esta manhã.

Há três dias, Greenspan fez soar as campainhas de alarme depois de ter afirmado que "após tanto tempo sem recessão, há invariavelmente uma série de factores que se voltam a ‘reunir’ e que podem provocar uma nova recessão. Isso está a começar a acontecer. É possível termos uma recessão no final de 2007".

A economia norte-americana voltou a acelerar na recta final do ano passado, mas a progressão (em ritmo anualizado) de 2,2% observada no quarto trimestre ficou ligeiramente abaixo do antecipado pelos analistas, e consideravelmente aquém dos 3,5% previstos pelo Governo, o que fez com que, no conjunto de 2006, a maior economia mundial tenha crescido 3,3% - menos uma décima do que no ano anterior.

Os dados ontem divulgados – e que pressupõem um crescimento trimestral de apenas 0,5% contra os 0,9% observados na Zona Euro durante o mesmo período - confirmam o abrandamento dos EUA, que, segundo todas as projecções internacionais, se deverá prolongar em 2007.

As últimas previsões do FMI apontam para uma taxa de crescimento de 2,9%, mas as da Comissão Europeia, actualizadas há duas semanas, são ainda mais pessimistas: 2,5%, contra 2,4% na Zona Euro e 2,7% no conjunto da União Europeia. Por outras palavras, a Europa poderá estar prestes a renovar este ano a "proeza" de crescer mais do que os Estados Unidos - algo que, desde 1971, só aconteceu nove vezes.