Granadas de mão
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Mea Culpa...
Ruffios Escreveu:O Ganardeiro não era presidente quando as acções andavam nos 6€.
Tens de ter um pouco mais de cuidado com o que dizes, já que estas a dar mas informações (aos_pouquinhos).
Peço desculpa por esse erro. Granadeiro não foi homem dos 6. Granadeiro é o homem dos 8 que promete 11.50 e afins.
Granadeiro e outros, chamam-se conselho de administração da PT, eleitos para tal.
Senhores administradores.... não brinquem com os pequenos investidores.
Cumps
Vai onde te leva o sonho, mas cuidado, não vá ele tornar-se um pesadelo....
Isto só vem provar uma coisa:
Belmiro de Azevedo é sem dúvida um homem arrojado. Mas querer comprar o céu, quando não se tem a parte toda na terra é complivado.
Aqui peso que Belmiro encontrou um adversário duro de roer. Granadeiro quer ganhar em tempo. Lembremos que as opas são processos morosos. Esta já leva um ano.
A PT aqui à uns belos tempos andou pelos 6 €. Belmiro disso que não valia mais de 9.50 aquando do lançamento da oferta... hoje já vai para 10.50.
Granadeiro enquanto ela andou a 6 € não se preocupou com resultados para os accionistas... hoje prometem 11.50 e mundos e fundoas de dividendos aos accionistas.
Grandes estrategias e interesses estão em cima da mesa. Felizes aqueles que no mundo da informação, captam aquilo que se passa no futuro.
Este negócio é bom é para os bruxos...
Quando tudo isto terminar para um lado ou para o outro, a PT concerteza virá por aí abaixo, chame-se PT ou SONPT, ou PTSON, o que lhes vá na alma.
Cumps
Aqui peso que Belmiro encontrou um adversário duro de roer. Granadeiro quer ganhar em tempo. Lembremos que as opas são processos morosos. Esta já leva um ano.
A PT aqui à uns belos tempos andou pelos 6 €. Belmiro disso que não valia mais de 9.50 aquando do lançamento da oferta... hoje já vai para 10.50.
Granadeiro enquanto ela andou a 6 € não se preocupou com resultados para os accionistas... hoje prometem 11.50 e mundos e fundoas de dividendos aos accionistas.
Grandes estrategias e interesses estão em cima da mesa. Felizes aqueles que no mundo da informação, captam aquilo que se passa no futuro.
Este negócio é bom é para os bruxos...
Quando tudo isto terminar para um lado ou para o outro, a PT concerteza virá por aí abaixo, chame-se PT ou SONPT, ou PTSON, o que lhes vá na alma.
Cumps
Vai onde te leva o sonho, mas cuidado, não vá ele tornar-se um pesadelo....
Granadas de mão
Granadas de mão
21/02/2007
A administração de Henrique Granadeiro lançou ontem uma OPA concorrente sobre a Portugal Telecom, a 11,5 euros por acção. É esse o conteúdo essencial da resposta oficial ontem aprovada pelo conselho de administração, a quarta desde que a oferta foi lançada.
De todas as respostas, esta era a mais importante. Porque é a derradeira. É por isso que se esperava para ontem a mais vigorosa das atitudes, o ataque final, o destrunfar de todo o baralho, a táctica do quadrado e a Cava de Viriato, golpes de asa e coelhos na cartola, o Super-Homem quando inverte a rotação da Terra, os cinco golos do Sporting nos últimos 15 minutos de jogo.
Sobretudo porque houve tempo e houve gente, mais de um ano para preparar isto e uma fartura de assessores que engendrasse um plano extremo. Granadeiro tinha, passe a figura de estilo, várias granadas de mão. Pois bem, os administradores nomeados pelos grandes accionistas da PT escolheram usá-las. E sobem a parada, pagando o suficiente para retirar os especuladores do caminho e baralhando o que desde sexta-feira parecia certo: os accionistas iam vender a 10,5 euros.
Era isso o que a cotação estava a dizer. As acções estavam a negociar nas bandas da racionalidade (ligeiramente abaixo da oferta) e já não nos territórios da especulação, como até aí. Se nada mudasse, a OPA venceria. E o que poderia mudar? Uma OPA concorrente? Não há tempo, só se houver uma nova OPA depois desta morrer - e de outro candidato. Subida de preço? Não, a Sonaecom abdicou desse direito e a CMVM não toleraria esse "volte-face".
Vamos ver hoje de manhã como o mercado vai reagir a esta "oferta concorrente". Se, como diz Paulo Azevedo a páginas 5 desta edição, eles "vão ficar zangados" ou se, como disse Granadeiro, vão reter as suas acções. Porque é perante esta compra de acções próprias até 11,5 euros e uma oferta de 10,5 euros pela Sonae que os accionistas de curto prazo vão decidir se vendem ou se não vendem; os de longo prazo farão ai nda contas aos dividendos prometidos até 2009. Pelo caminho, há uma assembleia geral para "desblindar" estatutos e, depois, uma outra assembleia geral para validar a proposta que Granadeiro aprovou ontem.
A próxima será a Assembleia Geral da década. Pela multidão de accionistas com interesses divergentes, pelo enxame de advogados que querem justificar os honorários - e porque a certeza de que o que está em jogo é o maior negócio de sempre em Portugal vai extremar posições, entre os que desejam matar a aventura da Sonae com a minoria de bloqueio e os que querem fazê-la chegar ao mercado.
O presidente da CMVM já disse que assim deve ser, que a OPA deve passar a fase da assembleia geral. Este jornal secunda Carlos Tavares e pelas mesmas razões: se uma OPA como estas for decidida por cinco accionistas em vez de 100 mil, é porque a nossa economia está doente; se, pior do que isso, for decidida apenas por um, é porque isto não é sequer economia, é política. É por isso que o Jornal de Negócios já disse (e Carlos Tavares não disse mas pensou) que o Governo não pode activar a sua "golden share", matar unilateralmente a operação e estragar a aquilo que tão bem fez até aqui: não fazer nada.
A Sonaecom não vai alterar nada na sua proposta e diz que a resposta da PT é "uma brincadeira". Não somos nós quem vai dizer se têm ou não razão. Esperemos que sejam mais de 100 mil pessoas a decidi-lo.
Bpionline
21/02/2007
A administração de Henrique Granadeiro lançou ontem uma OPA concorrente sobre a Portugal Telecom, a 11,5 euros por acção. É esse o conteúdo essencial da resposta oficial ontem aprovada pelo conselho de administração, a quarta desde que a oferta foi lançada.
De todas as respostas, esta era a mais importante. Porque é a derradeira. É por isso que se esperava para ontem a mais vigorosa das atitudes, o ataque final, o destrunfar de todo o baralho, a táctica do quadrado e a Cava de Viriato, golpes de asa e coelhos na cartola, o Super-Homem quando inverte a rotação da Terra, os cinco golos do Sporting nos últimos 15 minutos de jogo.
Sobretudo porque houve tempo e houve gente, mais de um ano para preparar isto e uma fartura de assessores que engendrasse um plano extremo. Granadeiro tinha, passe a figura de estilo, várias granadas de mão. Pois bem, os administradores nomeados pelos grandes accionistas da PT escolheram usá-las. E sobem a parada, pagando o suficiente para retirar os especuladores do caminho e baralhando o que desde sexta-feira parecia certo: os accionistas iam vender a 10,5 euros.
Era isso o que a cotação estava a dizer. As acções estavam a negociar nas bandas da racionalidade (ligeiramente abaixo da oferta) e já não nos territórios da especulação, como até aí. Se nada mudasse, a OPA venceria. E o que poderia mudar? Uma OPA concorrente? Não há tempo, só se houver uma nova OPA depois desta morrer - e de outro candidato. Subida de preço? Não, a Sonaecom abdicou desse direito e a CMVM não toleraria esse "volte-face".
Vamos ver hoje de manhã como o mercado vai reagir a esta "oferta concorrente". Se, como diz Paulo Azevedo a páginas 5 desta edição, eles "vão ficar zangados" ou se, como disse Granadeiro, vão reter as suas acções. Porque é perante esta compra de acções próprias até 11,5 euros e uma oferta de 10,5 euros pela Sonae que os accionistas de curto prazo vão decidir se vendem ou se não vendem; os de longo prazo farão ai nda contas aos dividendos prometidos até 2009. Pelo caminho, há uma assembleia geral para "desblindar" estatutos e, depois, uma outra assembleia geral para validar a proposta que Granadeiro aprovou ontem.
A próxima será a Assembleia Geral da década. Pela multidão de accionistas com interesses divergentes, pelo enxame de advogados que querem justificar os honorários - e porque a certeza de que o que está em jogo é o maior negócio de sempre em Portugal vai extremar posições, entre os que desejam matar a aventura da Sonae com a minoria de bloqueio e os que querem fazê-la chegar ao mercado.
O presidente da CMVM já disse que assim deve ser, que a OPA deve passar a fase da assembleia geral. Este jornal secunda Carlos Tavares e pelas mesmas razões: se uma OPA como estas for decidida por cinco accionistas em vez de 100 mil, é porque a nossa economia está doente; se, pior do que isso, for decidida apenas por um, é porque isto não é sequer economia, é política. É por isso que o Jornal de Negócios já disse (e Carlos Tavares não disse mas pensou) que o Governo não pode activar a sua "golden share", matar unilateralmente a operação e estragar a aquilo que tão bem fez até aqui: não fazer nada.
A Sonaecom não vai alterar nada na sua proposta e diz que a resposta da PT é "uma brincadeira". Não somos nós quem vai dizer se têm ou não razão. Esperemos que sejam mais de 100 mil pessoas a decidi-lo.
Bpionline
As decisões fáceis podem fazer-nos parecer bons,mas tomar decisões difíceis e assumi-las faz-nos melhores.
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