duvido que ela ganhe
o próximo Presidente de França deve ser este tipo, Nicolas Sarkozy

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Ségonèle Royal promete aumentar salário mínimo e dificultar despedimentos
, candidata socialista às presidenciais de Maio, apresentou ontem o seu programa eleitoral onde promete aos franceses aumentar o salário mínimo de 1.250 para 1.500 euros e dificultar os despedimentos caso seja escolhida para suceder a Jacques Chirac.
Eva Gaspar
egaspar@mediafin.pt
Ségonèle Royal, candidata socialista às presidenciais de Maio, apresentou ontem o seu programa eleitoral onde promete aos franceses aumentar o salário mínimo de 1.250 para 1.500 euros e dificultar os despedimentos caso seja escolhida para suceder a Jacques Chirac.
Numa altura em que as sondagens ainda a dão como favorita, mas a perder terreno para o seu mais directo concorrente, o conservador e actual ministro do Interior , Royal optou por defender abertamente uma "agenda de esquerda" propondo um "pacto presidencial" de 100 medidas, mediante as quais promete fazer da França um país "mais justo e mais forte".
Embora não tenha dado grandes detalhes sobre como financiará as suas medidas, Royal anunciou que aumentará a carga fiscal sobre os dividendos pagos pelas empresas.
Anunciou ainda planos para renacionalizar e fundir a EDF e a Gaz de France, já hoje maioritariamente detidas pelo Estado francês, e para condicionar futuras ajudas de Estado à garantia de que não haverá nem despedimentos nem deslocalizações.
Seguindo um trilho também desbravado pelo seu rival de direita, Royal defendeu ainda a necessidade de a Zona Euro ser gerida por um "governo" que faça o contraponto ao Banco Central Europeu, que, por seu turno, deverá integrar o crescimento económico e o emprego como objectivos, e não apenas a luta contra a inflação.
No plano europeu, a candidata socialista mostrou-se ainda favorável à realização de um segundo referendo em França sobre um Tratado constitucional revisto.