Não concordo com a teoria de que vamos assistir a uma recessão global brevemente.*
Os EUA continuam bem agasalhados e as más noticias não se reflectem com tanto negativismo nos restantes países do que outrora.
Porquê? Temos novidades a aparecer dos BRIC e vamos ficar numa situação de diversos mercados com economias totalmente distintas: A China com um país vastíssimo por estender e uma bolsa que enriquece milhares de pessoas em poucos meses. A Índia que, com o seu potencial tecnológico, não tarda a liderar o mercado nessa área em alguns anos. Lembrem-se que a Índia investiu muito em educação e a tecnologia é uma consequência dessa aplicação a novo prazo.
Em relação ao Brasil e à Rússia, não digo que tenham potencial, mas o principal entrave ao desenvolvimento desses países é mesmo o factor político e problemas sociais muito profundos. No caso do Brasil, se fossem para lá jovens portugueses decentes com mentes fresquinhas limpar a corrupção total em que vive aquele país, era uma questão de poucas décadas até estar no topo dos países mundiais em termos de importância económica. Assim como está, não tenho muita fé. Talvez melhore para o Portugal de agora: Há boas ideias e são postas em prática, mas dá para fazer muito melhor.
Temos também a Europa, para mim o continente mais "moderno" e que acaba por ser a plateia de toda a economia mundial.
*No entanto também há o lado mau a analisar, e que na minha opinião é um monstro no qual dormimos em cima dele todos os dias à espera de que este não acorde: O Petróleo.
A China e a Índia estão a registar aumentos brutais a médio-longo prazo de compra e utilização do carro. Ora estes dois países são responsáveis por mais de 30% da população mundial, o que vai reflectir-se no aumento brutal do consumo de combustíveis.
Tenham em nota isto: 90% dos carros mundiais estão concentrados na América do Norte e na Europa, sabem qual é a população desses países todos juntos? Nem chega a 1 bilião. China e Índia juntas são mais de 2. Façam as contas ao aumento do consumo.
Se os empresários de lá não começam a investir de base em energias renováveis, o abismo espera por nós. E os EUA acabarão por ser uma migalha no meio do bolo.
Os EUA continuam bem agasalhados e as más noticias não se reflectem com tanto negativismo nos restantes países do que outrora.
Porquê? Temos novidades a aparecer dos BRIC e vamos ficar numa situação de diversos mercados com economias totalmente distintas: A China com um país vastíssimo por estender e uma bolsa que enriquece milhares de pessoas em poucos meses. A Índia que, com o seu potencial tecnológico, não tarda a liderar o mercado nessa área em alguns anos. Lembrem-se que a Índia investiu muito em educação e a tecnologia é uma consequência dessa aplicação a novo prazo.
Em relação ao Brasil e à Rússia, não digo que tenham potencial, mas o principal entrave ao desenvolvimento desses países é mesmo o factor político e problemas sociais muito profundos. No caso do Brasil, se fossem para lá jovens portugueses decentes com mentes fresquinhas limpar a corrupção total em que vive aquele país, era uma questão de poucas décadas até estar no topo dos países mundiais em termos de importância económica. Assim como está, não tenho muita fé. Talvez melhore para o Portugal de agora: Há boas ideias e são postas em prática, mas dá para fazer muito melhor.
Temos também a Europa, para mim o continente mais "moderno" e que acaba por ser a plateia de toda a economia mundial.
*No entanto também há o lado mau a analisar, e que na minha opinião é um monstro no qual dormimos em cima dele todos os dias à espera de que este não acorde: O Petróleo.
A China e a Índia estão a registar aumentos brutais a médio-longo prazo de compra e utilização do carro. Ora estes dois países são responsáveis por mais de 30% da população mundial, o que vai reflectir-se no aumento brutal do consumo de combustíveis.
Tenham em nota isto: 90% dos carros mundiais estão concentrados na América do Norte e na Europa, sabem qual é a população desses países todos juntos? Nem chega a 1 bilião. China e Índia juntas são mais de 2. Façam as contas ao aumento do consumo.
Se os empresários de lá não começam a investir de base em energias renováveis, o abismo espera por nós. E os EUA acabarão por ser uma migalha no meio do bolo.