
Enviado:
31/1/2007 15:06
por eulid
Para variar existem enormes incoerências. Alguns dos price-targets são para finais de 2008, e aqui de repente dizem que é para 2007.

Enviado:
31/1/2007 14:40
por Dialmedia
Midas Escreveu:destaque ainda para a selecção da Jerónimo Martins, Novabase, Semapa e Sonae Indústria, que o banco suíço acredita que terão um significativo crescimentos dos resultados.
E a Portucel nao ira ter um crescimento ainda maior dos resultados?

Sabem mt.
Não te esqueças que eles estão a referir-se a crescimento e resultados na Bolsa. A Portucel depois da privatização já não deve crescer muito em termos de cotações na bolsa, mesmo que chegue aos 3€ ainda é abaixo da média de outros títulos cotados. Já em resultados da empresa em si, esses sim podem ser bons, mas como te disse, sem reflexo na cotação.
Penso que tenha sido esse raciocínio que optaram para eleger essas empresas.

Enviado:
31/1/2007 12:57
por Midas
destaque ainda para a selecção da Jerónimo Martins, Novabase, Semapa e Sonae Indústria, que o banco suíço acredita que terão um significativo crescimentos dos resultados.
E a Portucel nao ira ter um crescimento ainda maior dos resultados?

Sabem mt.
Dez empresas portuguesas entre as -top-picks- ibéricas da UB

Enviado:
31/1/2007 12:54
por mcarvalho
in bpi
Dez empresas portuguesas entre as -top-picks- ibéricas da UBS
31/01/2007
A recuperação da economia portuguesa leva a UBS a eleger dez empresas nacionais como "top picks" na Península Ibérica, nos sectores na construção, banca, "utilities", retalho, indústria e tecnologia.
Numa análise à conjuntura económica de Portugal e Espanha, o banco de investimento suíço mostra-se mais optimista para a evolução da economia nacional, o que suporta as suas escolhas para os próximos 12 meses.
No sector da construção, a UBS elege a Mota-Engil e a Teixeira Duarte, atribuindo-lhes recomendações de "buy 2" e preços-alvo de 6,2 e 2,55 euros, respectivamente, por acreditar que estas empresas vão beneficiar do aumento dos investimentos públicos em infraestruturas, previsto pelo Governo.
A aceleração da economia nacional também sustenta a escolha da Brisa, embora com uma recomendação de "neutral 2" e um preço-alvo de 9,9 euros. Os analistas afirma que as novas concessões e o aumento do tráfego são mais-valias da empresas portuguesas em relação às congéneres espanholas.
Banif e Espírito Santo Financial Group são os preferidos na banca, com "targets" de 6,3 euros e 30,6 euros cada um. A UBS prevê um crescimento do crédito no País e considera que estes dois títulos de média capitalização bolsista têm maior margem de progressão neste segmento.
A EDP é a preferida no sector da electricidade, embora com uma recomendação de "neutral 2", voltando a ser considerada a "utility" ibérica mais barata. Entre os preferidos, destaque ainda para a selecção da Jerónimo Martins, Novabase, Semapa e Sonae Indústria, que o banco suíço acredita que terão um significativo crescimentos dos resultados.