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MensagemEnviado: 11/1/2007 22:55
por @rmando
Até pode acontecer que o futuro lhes venha a dar razão... :mrgreen:

um abraço
armando

Re: França rejeita?

MensagemEnviado: 11/1/2007 22:37
por afonsinho
mcarvalho Escreveu:manda quem pode e obedece quem?



França rejeita planos da UE para aumentar concorrência no sector da energia
"A nossa política energética deveria ser um modelo para a Europa. Existem vários países que estão muito mais atrasados do que nós", concluiu.



Visto só terem privatizado a gdf e a edf no ano passado, realmente estão muito avançados. A EDP já saiu das mãos do estado ha quanto tempo?
Aproveitaram o facto de outros se privatizarem, especialmente em itália para extender os seus tentáculos, mas quando toca a eles... está quieto.

França rejeita?

MensagemEnviado: 11/1/2007 21:56
por mcarvalho
manda quem pode e obedece quem?

in Bpi

França rejeita planos da UE para aumentar concorrência no sector da energia


11/01/2007


O ministro da indústria francês, François Loos, rejeitou as propostas da União Europeia (UE) que visam aumentar o nível de concorrência no sector da energia, uma vez que a França não quer desmantelar a Eléctricité de France (EDF) e a Gaz de France.

A França opôs-se às recomendações apresentadas ontem pela UE para forçar as companhias eléctricas a separarem os negócios de distribuição e de produção de energia, e para proibir a regulação dos preços.

"Nós não queremos desmantelar a EDF e a GDF ao separá-las em pedaços", afirmou Loos em declarações citadas pela Bloomberg. "A nossa política energética deveria ser um modelo para a Europa. Existem vários países que estão muito mais atrasados do que nós", concluiu.

As recomendações da UE "não garantem a concorrência entre os produtores de energia", afirmou o ministro francês, para quem a regulação nos preços "não irá evitar a entrada de novos produtores no mercado".

A França afirma que a sua rede de distribuição permite um acesso igualitário a todos os concorrentes, ainda que a totalidade da rede seja detida pela Eléctricité de France.

François Loos acrescentou ainda que os outros produtores de energia não se têm queixado da rede, o que na sua opinião prova que o sistema é justo.