Ora, está na hora de recuperar este tópico pois estamos a encerrar o 1º trimestre de 2007 !!
Quem quiser ler ou reler o que deu azo ao mesmo, basta passar pela secção "olho clínico" aqui do nosso Caldeirão.
Recordo apenas que logo em Janeiro afirmei que os mercados deveriam revisitar algo chamado volatilidade em 2007, uma vez que era um factor arredado dos mercados (excepto algumas commodities) nos últimos tempos.
Até o sempre influente Forex andava morno.
Disse também que isso não significava um ano negativo, já que após passarmos pela montanha russa, poderíamos acabar em terreno firme. O que é preciso é cuidado acrescido ao negociar.
De facto, já vimos coisas importantes nestes primeiros 3 meses do ano:
Forte queda do crude, seguida da actual recuperação, tudo com enorme volatilidade.
A retoma da tendência descendente do USD vai-se fazendo nas calmas, portanto aqui, temos um mercado que até parece ser menos "perigoso".
A renda fixa aos altos e baixos, espelho da total indefinição dos dados económicos nos EUA, já que maus dados estão completamente de mãos dadas com o bom desempenho de outros sectores.
E o mercado accionista mais nervoso depois do susto do fim de Fevereiro, situação ainda por esclarecer na sua plenitude e que deverá ter dados aos "ursos" o alento que necessitavam para a temporada 2007, ou seja, os touros não levam tudo, a exemplo dos anos anteriores. Já não havia sustos daqueles há algum tempo, embora as quedas tenham amplitudes que não são sequer espantosas.
Agora, aproveito para relembrar que estas tendências de 2007 ainda estão para durar. A qualquer momento o mercado pode causar surpresas para qualquer dos lados, até que no último trimestre haverá mais definição sobre o estado das Economias, das taxas de juro, portanto, um vencedor sairá da guerra ursos / touros.
Isto é válido para a maioria dos mercados, ressalvando aqui a possibilidade de termos amplitudes espantosas entre mínimos e máximos do crude, com o apoio do nervosismo no Golfo Pérsico - esse assunto ainda está para durar.
Abraço
djovarius
Quem quiser ler ou reler o que deu azo ao mesmo, basta passar pela secção "olho clínico" aqui do nosso Caldeirão.
Recordo apenas que logo em Janeiro afirmei que os mercados deveriam revisitar algo chamado volatilidade em 2007, uma vez que era um factor arredado dos mercados (excepto algumas commodities) nos últimos tempos.
Até o sempre influente Forex andava morno.
Disse também que isso não significava um ano negativo, já que após passarmos pela montanha russa, poderíamos acabar em terreno firme. O que é preciso é cuidado acrescido ao negociar.
De facto, já vimos coisas importantes nestes primeiros 3 meses do ano:
Forte queda do crude, seguida da actual recuperação, tudo com enorme volatilidade.
A retoma da tendência descendente do USD vai-se fazendo nas calmas, portanto aqui, temos um mercado que até parece ser menos "perigoso".
A renda fixa aos altos e baixos, espelho da total indefinição dos dados económicos nos EUA, já que maus dados estão completamente de mãos dadas com o bom desempenho de outros sectores.
E o mercado accionista mais nervoso depois do susto do fim de Fevereiro, situação ainda por esclarecer na sua plenitude e que deverá ter dados aos "ursos" o alento que necessitavam para a temporada 2007, ou seja, os touros não levam tudo, a exemplo dos anos anteriores. Já não havia sustos daqueles há algum tempo, embora as quedas tenham amplitudes que não são sequer espantosas.
Agora, aproveito para relembrar que estas tendências de 2007 ainda estão para durar. A qualquer momento o mercado pode causar surpresas para qualquer dos lados, até que no último trimestre haverá mais definição sobre o estado das Economias, das taxas de juro, portanto, um vencedor sairá da guerra ursos / touros.
Isto é válido para a maioria dos mercados, ressalvando aqui a possibilidade de termos amplitudes espantosas entre mínimos e máximos do crude, com o apoio do nervosismo no Golfo Pérsico - esse assunto ainda está para durar.
Abraço
djovarius