A "Evening doji star" no NDX referida na semana passada foi certeira, a reacção à zona do máximo de Maio/2001 foi uma correcção forte até à última linha de suporte (por final fraca) do movimento iniciado em Abril.
Em termos semanais o NDX encontra-se em back-test à última linha de resistência.
Tenho vindo a alertar para a evolução do YEN. Esta semana foi de fecho de posições por parte dos carry-traders e foi bem evidente em todos os índices que o fecho de posições foi massivo na quinta-feira. Quinta-feira a única moeda que valorizou foi o yen, tendo o Euro sido literalmente massacrado (o que acabou por salvar o dólar...por enquanto)
O SPX confirmou a possibilidade referida na semana passada de o Break-out ocorrido à 15 dias ter sido um "bull-trap". Tal como o DAX, fez um novo máximo histórico e depois veio por aí abaixo, encontrando-se agora junto a alguns pontos de suporte referidos no gráfico (uma nota para o DAX que atingiu na sexta-feira o preço objectivo de duplo topo 7370).
O INDU fechou também em cima do suporte e poderá estar em desenvolvimento um H&S (ainda muito cedo para ser confirmado).
*****
Atendendo a que os índices americanos fecharam em mínimos (sinal de panic sell) e atendendo a que fecharam em cima de suportes com algum significado espero um pequeno rebound esta semana que abrirá lugar a novas quedas.
Dada a amplitude da valorização do Yen e o facto de se encontrar junto à resistência de longo prazo poderá advir algum "descanso" deste lado que também será de pouca dura.
*****
Pessoalmente acredito que o states vão entrar em recessão no final deste ano inicio do próximo.
Os desiquilibrios orçamentais são enormes, a valorização das bolsas que era a única tábua de salvação da confiança dos consumidores parece ter sido tirada. Uma situação de pleno emprego significa que a evolução do emprego não pode melhorar (bem pelo contrário) pelo que não haverá acréscimo de consumo por esta via. A queda do mercado imobiliário está para durar e tem efeitos muito mais abrangentes sobre a economia do que o rebentar de uma bolha bolsista. O petróleo continua a subir colocando pressão no lado da inflação e a China (até agora salvaguarda dos preços baixos) parece estar a "exportar" inflação já que a melhoria da produtividade reflete-se nos salários e logo nos preços dos produtos exportados.
O consumidor americano (que representa 70% da economia) está a ser esmagado contra a parede e não será o facto de algumas empresas estarem a beneficiar da desvalorização do dólar que vai salvar os postos de trabalho.
O consumo interno americano é a fatia de leão do crescimento do PIB.
Em termos semanais o NDX encontra-se em back-test à última linha de resistência.
Tenho vindo a alertar para a evolução do YEN. Esta semana foi de fecho de posições por parte dos carry-traders e foi bem evidente em todos os índices que o fecho de posições foi massivo na quinta-feira. Quinta-feira a única moeda que valorizou foi o yen, tendo o Euro sido literalmente massacrado (o que acabou por salvar o dólar...por enquanto)
O SPX confirmou a possibilidade referida na semana passada de o Break-out ocorrido à 15 dias ter sido um "bull-trap". Tal como o DAX, fez um novo máximo histórico e depois veio por aí abaixo, encontrando-se agora junto a alguns pontos de suporte referidos no gráfico (uma nota para o DAX que atingiu na sexta-feira o preço objectivo de duplo topo 7370).
O INDU fechou também em cima do suporte e poderá estar em desenvolvimento um H&S (ainda muito cedo para ser confirmado).
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Atendendo a que os índices americanos fecharam em mínimos (sinal de panic sell) e atendendo a que fecharam em cima de suportes com algum significado espero um pequeno rebound esta semana que abrirá lugar a novas quedas.
Dada a amplitude da valorização do Yen e o facto de se encontrar junto à resistência de longo prazo poderá advir algum "descanso" deste lado que também será de pouca dura.
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Pessoalmente acredito que o states vão entrar em recessão no final deste ano inicio do próximo.
Os desiquilibrios orçamentais são enormes, a valorização das bolsas que era a única tábua de salvação da confiança dos consumidores parece ter sido tirada. Uma situação de pleno emprego significa que a evolução do emprego não pode melhorar (bem pelo contrário) pelo que não haverá acréscimo de consumo por esta via. A queda do mercado imobiliário está para durar e tem efeitos muito mais abrangentes sobre a economia do que o rebentar de uma bolha bolsista. O petróleo continua a subir colocando pressão no lado da inflação e a China (até agora salvaguarda dos preços baixos) parece estar a "exportar" inflação já que a melhoria da produtividade reflete-se nos salários e logo nos preços dos produtos exportados.
O consumidor americano (que representa 70% da economia) está a ser esmagado contra a parede e não será o facto de algumas empresas estarem a beneficiar da desvalorização do dólar que vai salvar os postos de trabalho.
O consumo interno americano é a fatia de leão do crescimento do PIB.