Mensagem directamente da tumba do 'Velho do Restelo'...
Chamo a atenção para o ultimo paragrafo...
"As praças europeias voltam a ser as preferidas das casas de investimento para 2007, quando se compara o seu comportamento com o de outros mercados desenvolvidos, como os EUA ou o Japão.
Depois dos fortes ganhos registados este ano, os analistas apontam para uma continuação da tendência positiva, prevendo que os principais índices das praças europeias possam valorizar até 20% no próximo ano.
A Standard&Poor's é a mais conservadora nas estimativas, ao apontar para ganhos de 12% nas bolsas do Velho Continente. A Lehman Brothers vai um pouco mais longe e perspectiva subidas de 14%.
O Citigroup é o mais optimista, ao apontar para uma valorização entre 15% e 20% dos mercados europeus. Os analistas acreditam que o apetite dos investidores pelo risco irá continuar a aumentar e deverá mesmo atingir em 2007 o valor mais elevado desde finais dos anos noventa.
A sustentar a preferência dos especialistas pela Europa está a expectativa de uma continuação da onda de fusões e aquisições, que deverá ser ainda mais acentuada que a de 2006, juros mais baixos na Europa que nos EUA, menos penalizadores da capacidade de endividamento das empresas e um maior apetite dos investidores pelo risco.
Emergentes deverão registar mais longa série de ganhos
A "performance" dos mercados emergentes em 2006 é assinalável. O índice de acções MSCI Emerging Market atingiu máximos históricos e está a subir cerca de 26%. E os analistas acreditam que o mesmo poderá acontecer em 2007.
As estrelas nos mercados emergentes são o Brasil, Rússia, Índia e China (BRIC). Se os retornos gerados por estes mercados em 2006 se repetirem no próximo ano, como prevêem os analistas, 2007 marcará o ciclo de ganhos mais extenso de sempre para os mercados emergentes, que nunca tinham valorizado durante cinco anos consecutivos.
Wall Street deverá subir mais de 1.500 pontos.
O abrandamento esperado para a economia norte-americana não deverá impedir as acções da maior economia do mundo de registarem um ano positivo em 2007, a avaliar pelo optimismo dos analistas.
Para 2007, os especialistas estão agora a contar com uma valorização do índice S&P-500 até aos 1.539 pontos, o que representa um ganho de cerca de 9% face à cotação de ontem.
Doze das mais importantes casas de investimento de Wall Street são unânimes na perspectiva de que as bolsas norte-americanas vão subir no próximo ano. Contudo, este pode ser um sinal de alerta, pois da última vez que tal aconteceu, os mercados desceram no ano seguinte."
"As praças europeias voltam a ser as preferidas das casas de investimento para 2007, quando se compara o seu comportamento com o de outros mercados desenvolvidos, como os EUA ou o Japão.
Depois dos fortes ganhos registados este ano, os analistas apontam para uma continuação da tendência positiva, prevendo que os principais índices das praças europeias possam valorizar até 20% no próximo ano.
A Standard&Poor's é a mais conservadora nas estimativas, ao apontar para ganhos de 12% nas bolsas do Velho Continente. A Lehman Brothers vai um pouco mais longe e perspectiva subidas de 14%.
O Citigroup é o mais optimista, ao apontar para uma valorização entre 15% e 20% dos mercados europeus. Os analistas acreditam que o apetite dos investidores pelo risco irá continuar a aumentar e deverá mesmo atingir em 2007 o valor mais elevado desde finais dos anos noventa.
A sustentar a preferência dos especialistas pela Europa está a expectativa de uma continuação da onda de fusões e aquisições, que deverá ser ainda mais acentuada que a de 2006, juros mais baixos na Europa que nos EUA, menos penalizadores da capacidade de endividamento das empresas e um maior apetite dos investidores pelo risco.
Emergentes deverão registar mais longa série de ganhos
A "performance" dos mercados emergentes em 2006 é assinalável. O índice de acções MSCI Emerging Market atingiu máximos históricos e está a subir cerca de 26%. E os analistas acreditam que o mesmo poderá acontecer em 2007.
As estrelas nos mercados emergentes são o Brasil, Rússia, Índia e China (BRIC). Se os retornos gerados por estes mercados em 2006 se repetirem no próximo ano, como prevêem os analistas, 2007 marcará o ciclo de ganhos mais extenso de sempre para os mercados emergentes, que nunca tinham valorizado durante cinco anos consecutivos.
Wall Street deverá subir mais de 1.500 pontos.
O abrandamento esperado para a economia norte-americana não deverá impedir as acções da maior economia do mundo de registarem um ano positivo em 2007, a avaliar pelo optimismo dos analistas.
Para 2007, os especialistas estão agora a contar com uma valorização do índice S&P-500 até aos 1.539 pontos, o que representa um ganho de cerca de 9% face à cotação de ontem.
Doze das mais importantes casas de investimento de Wall Street são unânimes na perspectiva de que as bolsas norte-americanas vão subir no próximo ano. Contudo, este pode ser um sinal de alerta, pois da última vez que tal aconteceu, os mercados desceram no ano seguinte."