Prespectivas para 2007
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Stock Strategists Raise Alarms With Unanimous Call for Rally
By Daniel Hauck
Dec. 18 (Bloomberg) -- Strategists at 12 of the biggest Wall Street firms agree that U.S. stocks will rally next year. The last year that happened was for 2001, when the Standard & Poor's 500 Index dropped 13 percent.
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The last time Wall Street unanimously predicted an advance for the S&P 500, in 2001, preceded a 33 percent slump over the next two years.
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid= ... refer=home
Prespectivas para 2007
Gestores de activos mantêm forte aposta nas acções em 2007
As principais sociedades gestoras de activos mundiais acreditam que 2007 continuará a ser um ano de fortes valorizações no mercado accionista, a julgar pelos resultados de um inquérito realizado pela Reuters.
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Susana Domingos
sdomingos@mediafin.pt
As principais sociedades gestoras de activos mundiais acreditam que 2007 continuará a ser um ano de fortes valorizações no mercado accionista, a julgar pelos resultados de um inquérito realizado pela Reuters.
Uma "poll" realizada em Dezembro a 46 gestoras de fundos localizadas nos EUA, Europa e Japão mostra que irão manter uma forte exposição às acções, com uma alocação média de 61% do capital disponível, e que o apetite em relação às obrigações permanecerá relativamente reduzido.
A alocação de capital a títulos de dívida não vai além dos 32,5%. A aposta em "cash" permanece nos 3,8%. Os resultados deste inquérito são apenas ligeiramente menos optimistas do que os realizados ao longo dos últimos 12 meses.
De acordo com as respostas recebidas, são poucos os gestores de fundos que esperam que se verifique no próximo ano um desempenho do mercado accionista tão positivo como o de 2006, ano em que as bolsas superaram, em muitos casos, os níveis registados no pico da "bolha especulativa" formada no segmento tecnológico em 2000. No entanto, continuam a antecipar que os retornos irão permanecer robustos.
"Os mercados financeiros permanecem estáveis, suportados por uma economia mundial saudável", afirmou à Reuters Yoshinori Nagano, responsável estratégico da japonesa Daiwa Asset Management. E acrescentou: "este é o momento para assumir riscos".
Por outro lado, os gestores justificam a fraca aposta nas obrigações por considerarem que estão relativamente caras.
Em termos regionais, o inquérito mostrou que os 12 gestores de fundos dos Estados Unidos, vão alocar 66,5% do seu portfólio às acções, o que representa uma redução face à intenção de aplicar 66,7% no inquérito realizado no mês passado. Nas obrigações registou-se uma ligeira subida, ao passar a alocação para 27,2%, contra os 27% do inquérito de Novembro.
Entre os 11 gestores de fundos europeus, observou-se um aumento da alocação em "cash", que passou dos anteriores 3,2% para os 3,6% e uma redução da aposta em acções que desceu dos anteriores 51,3% do total da carteira de activos para 50,7%.
Nas obrigações não se registaram alterações, com a alocação de 40,9% do capital. Os gestores japoneses são os mais confiantes na subida do mercado accionista.
em www.negocios.pt
As principais sociedades gestoras de activos mundiais acreditam que 2007 continuará a ser um ano de fortes valorizações no mercado accionista, a julgar pelos resultados de um inquérito realizado pela Reuters.
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Susana Domingos
sdomingos@mediafin.pt
As principais sociedades gestoras de activos mundiais acreditam que 2007 continuará a ser um ano de fortes valorizações no mercado accionista, a julgar pelos resultados de um inquérito realizado pela Reuters.
Uma "poll" realizada em Dezembro a 46 gestoras de fundos localizadas nos EUA, Europa e Japão mostra que irão manter uma forte exposição às acções, com uma alocação média de 61% do capital disponível, e que o apetite em relação às obrigações permanecerá relativamente reduzido.
A alocação de capital a títulos de dívida não vai além dos 32,5%. A aposta em "cash" permanece nos 3,8%. Os resultados deste inquérito são apenas ligeiramente menos optimistas do que os realizados ao longo dos últimos 12 meses.
De acordo com as respostas recebidas, são poucos os gestores de fundos que esperam que se verifique no próximo ano um desempenho do mercado accionista tão positivo como o de 2006, ano em que as bolsas superaram, em muitos casos, os níveis registados no pico da "bolha especulativa" formada no segmento tecnológico em 2000. No entanto, continuam a antecipar que os retornos irão permanecer robustos.
"Os mercados financeiros permanecem estáveis, suportados por uma economia mundial saudável", afirmou à Reuters Yoshinori Nagano, responsável estratégico da japonesa Daiwa Asset Management. E acrescentou: "este é o momento para assumir riscos".
Por outro lado, os gestores justificam a fraca aposta nas obrigações por considerarem que estão relativamente caras.
Em termos regionais, o inquérito mostrou que os 12 gestores de fundos dos Estados Unidos, vão alocar 66,5% do seu portfólio às acções, o que representa uma redução face à intenção de aplicar 66,7% no inquérito realizado no mês passado. Nas obrigações registou-se uma ligeira subida, ao passar a alocação para 27,2%, contra os 27% do inquérito de Novembro.
Entre os 11 gestores de fundos europeus, observou-se um aumento da alocação em "cash", que passou dos anteriores 3,2% para os 3,6% e uma redução da aposta em acções que desceu dos anteriores 51,3% do total da carteira de activos para 50,7%.
Nas obrigações não se registaram alterações, com a alocação de 40,9% do capital. Os gestores japoneses são os mais confiantes na subida do mercado accionista.
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