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presumo

Enviado:
20/12/2006 16:00
por macumba
que estes downgrades sejam muito maus para as empresas ,não?
devem ficar a pagar mais juros e com acesso dificultado ao crédito,tal como acontece com os paises!
então porque não pagam eles uma parte das dividas,ficando com um melhor roe(li algures que as empresas estão quase no menor nivel de sempre de lucros versus capitais próprios),em vez de desbaratarem o capital em recompras de ações?é que assim nem têm desculpa que se endividam para expandir o negócio
saudações e b.negócios

Enviado:
20/12/2006 15:49
por heterocedastico
Normalmente, as agências de rating funcionam por arrasto. Quando já todo o mercado descontou efeitos de deterioração de outlook ou aumento de dívida é que as agências vêm reduzir ratings...

Enviado:
20/12/2006 13:25
por Ulisses Pereira
Essa é a verdadeira questão e este um debate interessante. Creio que a importância do "rating" de uma empresa tem vindo a perder alguma importância. Não se interprete as minhas palavras como estar a ignorar a sua importância pois é óbvio que, a vários níveis, o "rating" de uma empresa influencia as suas relações económicas com diversos agentes do mercado. Contudo, há umas décadas atrás a obsessão com o "rating" fazia com que, muita svezes, os gestores não optassem por alternativas estratégicas de maior eficiência para não colocar em causa esse mesmo "rating".
Um abraço,
Ulisses

Enviado:
20/12/2006 10:59
por heterocedastico
Num contexto de taxas de juro mais baixas há incentivo a maior alavancagem...
Já agora...

Enviado:
20/12/2006 0:59
por vmrs
1. American International Group
2. Berkshire Hathaway
3. Bristol-Myers Squibb
4. Exxon Mobil
5. General Electric
6. Johnson & Johnson
7. Merck
8. Pfizer
9. United Parcel Service

Enviado:
19/12/2006 20:02
por krat3r
NEW YORK, Dec 19 (Reuters) - Moody's Investors Service on Tuesday cut its top-notch rating for Pfizer Inc. (PFE.N: Quote, Profile , Research), citing the failure of its most important experimental drug.
Pfizer, the world's largest drugmaker, was one of only a handful of U.S. companies still holding an "Aaa" rating from the major credit rating agencies.
Moody's lowered Pfizer's long term debt rating one notch to "Aa1," its second highest investment grade rating.
The downgrade "reflects a significant deterioration in Moody's assessment of Pfizer's late stage pipeline following Pfizer's recent suspension of the clinical development of torcetrapib."
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Pfizer's shares fell almost 11 percent on Dec. 4 after the company halted development of the drug, which was meant to raise "good" cholesterol, due to deaths in clinical trials. Pfizer on Monday boosted its quarterly dividend 21 percent after the drug failure caused a sell-off in its shares. For details, see [ID:nN18205599].
However, Moody's outlook for the company is stable, which means no rating actions are expected in the next 12 to 18 months.
Pfizer's bonds did not trade after the rating action, according to MarketAxess.
© Reuters 2006. All Rights Reserved.
Fonte

Enviado:
19/12/2006 19:59
por valves
Curioso é que mesmo antes da revisão do rating ela já tinha caído mais de 10% numa só sessão ... ou seja a queda precedeu a revisão ...
Cumpts

Enviado:
19/12/2006 19:50
por empirico
As perspectivas de forte diminuição de vendas por caducação de patentes e a falta de um planeamento realista para receitas alternativas parece-me ter sido a causa do downgrade.

Enviado:
19/12/2006 19:48
por zé povinho
Ulisses
depende do que se entender por "sólidas".
hoje o nível de endividamento das empresas é seguramente muito maior que em 1979.
esse é capaz de ser um dos factores que influencia esta alteração
um abraço

Enviado:
19/12/2006 19:39
por Ulisses Pereira
Pessoalmente, não creio que tenha a ver com o ciclo económico, mas sim com o facto de - por cada escândalo em termos de contas (As "stock options" são um caso flagrante disso) - cada vez haver maior rigor em termos de atribuição dos "ratings". Porque não creio que em 1979 as empresas fossem mais sólidas do que o são hoje.
Um abraço,
Ulisses

Enviado:
19/12/2006 19:35
por empirico
Pois é Ulisses,
são mesmo muito poucas as empresas de confiança...
Existem muitos sinais de que este ciclo económico é robusto mas não é sólido.
Já nem a Pfizer...

Enviado:
19/12/2006 19:27
por Ulisses Pereira
A Pfizer viu o seu "rating" AAA sofrer um "downgrade", o que deixa apenas 7 empresas com o "rating" de AAA. Em 1979 existiam 61 e há 10 anos atrás 21.
Será que já não há empresas de confiança?
Um abraço,
Ulisses