Já nem a Pfizer...
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presumo
que estes downgrades sejam muito maus para as empresas ,não?
devem ficar a pagar mais juros e com acesso dificultado ao crédito,tal como acontece com os paises!
então porque não pagam eles uma parte das dividas,ficando com um melhor roe(li algures que as empresas estão quase no menor nivel de sempre de lucros versus capitais próprios),em vez de desbaratarem o capital em recompras de ações?é que assim nem têm desculpa que se endividam para expandir o negócio
saudações e b.negócios
devem ficar a pagar mais juros e com acesso dificultado ao crédito,tal como acontece com os paises!
então porque não pagam eles uma parte das dividas,ficando com um melhor roe(li algures que as empresas estão quase no menor nivel de sempre de lucros versus capitais próprios),em vez de desbaratarem o capital em recompras de ações?é que assim nem têm desculpa que se endividam para expandir o negócio
saudações e b.negócios
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Essa é a verdadeira questão e este um debate interessante. Creio que a importância do "rating" de uma empresa tem vindo a perder alguma importância. Não se interprete as minhas palavras como estar a ignorar a sua importância pois é óbvio que, a vários níveis, o "rating" de uma empresa influencia as suas relações económicas com diversos agentes do mercado. Contudo, há umas décadas atrás a obsessão com o "rating" fazia com que, muita svezes, os gestores não optassem por alternativas estratégicas de maior eficiência para não colocar em causa esse mesmo "rating".
Um abraço,
Ulisses
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Ulisses
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NEW YORK, Dec 19 (Reuters) - Moody's Investors Service on Tuesday cut its top-notch rating for Pfizer Inc. (PFE.N: Quote, Profile , Research), citing the failure of its most important experimental drug.
Pfizer, the world's largest drugmaker, was one of only a handful of U.S. companies still holding an "Aaa" rating from the major credit rating agencies.
Moody's lowered Pfizer's long term debt rating one notch to "Aa1," its second highest investment grade rating.
The downgrade "reflects a significant deterioration in Moody's assessment of Pfizer's late stage pipeline following Pfizer's recent suspension of the clinical development of torcetrapib."
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Pfizer's shares fell almost 11 percent on Dec. 4 after the company halted development of the drug, which was meant to raise "good" cholesterol, due to deaths in clinical trials. Pfizer on Monday boosted its quarterly dividend 21 percent after the drug failure caused a sell-off in its shares. For details, see [ID:nN18205599].
However, Moody's outlook for the company is stable, which means no rating actions are expected in the next 12 to 18 months.
Pfizer's bonds did not trade after the rating action, according to MarketAxess.
© Reuters 2006. All Rights Reserved.
Fonte
Pessoalmente, não creio que tenha a ver com o ciclo económico, mas sim com o facto de - por cada escândalo em termos de contas (As "stock options" são um caso flagrante disso) - cada vez haver maior rigor em termos de atribuição dos "ratings". Porque não creio que em 1979 as empresas fossem mais sólidas do que o são hoje.
Um abraço,
Ulisses
Um abraço,
Ulisses
Já nem a Pfizer...
A Pfizer viu o seu "rating" AAA sofrer um "downgrade", o que deixa apenas 7 empresas com o "rating" de AAA. Em 1979 existiam 61 e há 10 anos atrás 21.
Será que já não há empresas de confiança?
Um abraço,
Ulisses
Será que já não há empresas de confiança?
Um abraço,
Ulisses
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