É dificíl dizer se o investimento em Fundos é o mais apropriado ou não. Depende de cada pessoa. Mas considerando um caso em que seja aconselhável este tipo de investimento também será dificíl dizer se os 50% são ou não o correcto. Mais uma vez, depende do perfil do investidor.
Para quem tem poucos recursos ou pouca experiência, penso que será sempre uma forma de exorcizar as grandes perdas. Diversificando esse investimento pela enorme variedade de tipos de Fundos que existem (desde os «taxas fixas ou variáveis» até aos agressivos «mais de 35% em acções», e dentro destes os diversos mercados que possam abranger) pode-se criar uma base de sustentação que não nos leve à falência precoce.
É muito bonito ler aqui as valorizações de 60, 70 ou 100% de alguns forenses (reais, mas poucas), mas não são fáceis nem imediatas, não são sustentadas no tempo, e por isso, não estarão ao alcance de qualquer pessoa.
Os Fundos de Investimento podem ser um razoável alicerce de investimento no médio e longo prazo, e que requerem alguma dedicação, estudo e acção que mais tarde poderão ser transportados para um mercado mais agressivo e inconstante.
Costuma-se ouvir dizer que
"esta vida não está fácil" mas a grande verdade é que
"esta vida nunca foi nem nunca será fácil".
Boa sorte
