Lucro da PT sobe 46,2% e superara estimativas dos analistas
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Lucro da PT sobe 46,2% e superara estimativas dos analistas
Lucro da PT sobe 46,2% e superara estimativas dos analistas
09/11/2006
A Portugal Telecom lucrou 527 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, valor que comprara com as estimativas que apontavam para 507,6 milhões. A operadora justifica a melhoria das contas com uma alteração fiscal e com menores custos associados com a redução de trabalhadores. As receitas subiram marginalmente e o EBITDA recuou.
A Portugal Telecom (PT) [PTC] terminou os primeiros nove meses de 2006 com lucros de 527 milhões de euros, o que representou um crescimento de 46,2% face aos resultados conseguidos em idêntico período do ano anterior.
Para justificar a melhoria das contas, a maior operadora de telecomunicações nacional cita um contributo, não recorrente, de uma reestruturação fiscal ocorrida no período, bem como custos relacionados com a dispensa de trabalhadores que denotaram uma quebra no período.
No intervalo de 12 meses, o número total de trabalhadores da PT baixou dos 31.865 para os 31.671.
Uma sondagem da agência Reuters junto de 13 analistas apontava para um consenso em relação aos lucros de 507,6 milhões de euros, com as estimativas dos analistas a oscilarem entre os 474 e 527 milhões de euros, sendo que a previsão mais optimista iguala os lucros efectivamente reportados pela PT.
Receitas do Brasil igualam negócio doméstico fixo
Os analistas contavam com vendas entre 4,6 e 4,7 mil milhões de euros, com ponto médio a situar-se nos 4,67 mil milhões de euros. A empresa liderada por Henrique Granadeiro veio hoje anunciar receitas de 4.708 milhões de euros, valor que representa uma melhoria marginal de 0,8% face à facturação conseguida nos primeiros nove meses de 2005.
A PT Comunicações (com 1,566.7 milhões de euros), a TMN (com 1,115.7 milhões de euros) e o Brasil (com 1,569.5 milhões de euros) foram as unidades que mais contribuiriam para as vendas do grupo.
A Vivo foi a única a conseguir aumentar as receitas face ao período homólogo do ano anterior e já tem um peso idêntico ao do negócio das comunicações fixas da PT, o segmento mais tradicional do grupo.
Também as receitas da PT Multimédia cresceram 3,9% para os 489 milhões de euros.
Já o EBITDA (resultados antes dos juros, impostos, amortizações / depreciações) evidenciou uma quebra de 5,6% para os 1.685 milhões de euros, o que resultou numa margem do EBITDA de 35,8%. Os analistas contavam com receitas de 1,6 mil milhões a 1,68 mil milhões de euros, com ponto médio nos 1,66 mil milhões de euros, ligeiramente abaixo dos valores apresentados pela PT.
Dívida sobe mas défice das pensões baixa
A dívida líquida da empresa, no final de Setembro de 2006, situava-se nos 4,108 mil milhões de euros, enquanto o défice do fundo de pensões, líquido de impostos, caiu para os 1,471 milhões de euros.
Para justificar a subida de 4,7% registada na dívida, a PT cita a contribuição extraordinária de 300 milhões de euros feita no segundo trimestre do ano para financiar as obrigações com a saúde dos reformados da companhia. No terceiro trimestre, graças à geração de "cash flow" pela empresa, a dívida registou uma descida de 272 milhões de euros.
No período em análise, o Capex (despesas em capital) registou uma descida ténue de 0,8% para os 577,2 milhões de euros.
09/11/2006
A Portugal Telecom lucrou 527 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, valor que comprara com as estimativas que apontavam para 507,6 milhões. A operadora justifica a melhoria das contas com uma alteração fiscal e com menores custos associados com a redução de trabalhadores. As receitas subiram marginalmente e o EBITDA recuou.
A Portugal Telecom (PT) [PTC] terminou os primeiros nove meses de 2006 com lucros de 527 milhões de euros, o que representou um crescimento de 46,2% face aos resultados conseguidos em idêntico período do ano anterior.
Para justificar a melhoria das contas, a maior operadora de telecomunicações nacional cita um contributo, não recorrente, de uma reestruturação fiscal ocorrida no período, bem como custos relacionados com a dispensa de trabalhadores que denotaram uma quebra no período.
No intervalo de 12 meses, o número total de trabalhadores da PT baixou dos 31.865 para os 31.671.
Uma sondagem da agência Reuters junto de 13 analistas apontava para um consenso em relação aos lucros de 507,6 milhões de euros, com as estimativas dos analistas a oscilarem entre os 474 e 527 milhões de euros, sendo que a previsão mais optimista iguala os lucros efectivamente reportados pela PT.
Receitas do Brasil igualam negócio doméstico fixo
Os analistas contavam com vendas entre 4,6 e 4,7 mil milhões de euros, com ponto médio a situar-se nos 4,67 mil milhões de euros. A empresa liderada por Henrique Granadeiro veio hoje anunciar receitas de 4.708 milhões de euros, valor que representa uma melhoria marginal de 0,8% face à facturação conseguida nos primeiros nove meses de 2005.
A PT Comunicações (com 1,566.7 milhões de euros), a TMN (com 1,115.7 milhões de euros) e o Brasil (com 1,569.5 milhões de euros) foram as unidades que mais contribuiriam para as vendas do grupo.
A Vivo foi a única a conseguir aumentar as receitas face ao período homólogo do ano anterior e já tem um peso idêntico ao do negócio das comunicações fixas da PT, o segmento mais tradicional do grupo.
Também as receitas da PT Multimédia cresceram 3,9% para os 489 milhões de euros.
Já o EBITDA (resultados antes dos juros, impostos, amortizações / depreciações) evidenciou uma quebra de 5,6% para os 1.685 milhões de euros, o que resultou numa margem do EBITDA de 35,8%. Os analistas contavam com receitas de 1,6 mil milhões a 1,68 mil milhões de euros, com ponto médio nos 1,66 mil milhões de euros, ligeiramente abaixo dos valores apresentados pela PT.
Dívida sobe mas défice das pensões baixa
A dívida líquida da empresa, no final de Setembro de 2006, situava-se nos 4,108 mil milhões de euros, enquanto o défice do fundo de pensões, líquido de impostos, caiu para os 1,471 milhões de euros.
Para justificar a subida de 4,7% registada na dívida, a PT cita a contribuição extraordinária de 300 milhões de euros feita no segundo trimestre do ano para financiar as obrigações com a saúde dos reformados da companhia. No terceiro trimestre, graças à geração de "cash flow" pela empresa, a dívida registou uma descida de 272 milhões de euros.
No período em análise, o Capex (despesas em capital) registou uma descida ténue de 0,8% para os 577,2 milhões de euros.
As decisões fáceis podem fazer-nos parecer bons,mas tomar decisões difíceis e assumi-las faz-nos melhores.
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