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MensagemEnviado: 8/11/2006 15:35
por TraderT
Esse cérebro reptiliano é um conceito antigo.
Algo mesmo muito interessante, porque de alguma forma condiciona o comportamento dos indivíduos.
Na verdade desde os répteis (e salvo erro localizado no hipotálamo) essa é a única parte do cérebro que se manteve inalterada.
Tão boa é a resposta que este dava ao perigo.

Claro que nos dias de hoje, sendo despoletado em reação a situações de perigo, anularia comportamentos racionais que será essencial precaver a sua "permanência" de modo a ser um tarefa possível a sobrevivermos no mercado de capitais.

Fica um artigo diverso, transversal ao assunto,(porque não tem a ver) mas que mostra a relevância deste cérebro reptíliano, numa outra questão também interessante.
http://www.golfinho.com.br/artigos/arti ... 200103.htm

MensagemEnviado: 8/11/2006 14:12
por Ertai
O Carpatos deve ter lido um artigo recente no Wallstreet que falava disso mesmo.

O artigo estava mais completo e tocava noutros pontos sobre o tema da evolução vs finanças.

Talvez o encontre algures na net...

off topic- Têm que ler isto

MensagemEnviado: 8/11/2006 14:08
por Jabba_Hut
Es útil pensar en nuestros cerebros como si tuvieran dos partes, dice Terry Burnham, un gestor de fondos de Boston y autor de Mean Markets and Lizard Brains (algo así como Mercados mezquinos y cerebros de lagartija). Está la parte analítica que, por ejemplo, calcula que un estadounidense promedio necesita ahorrar US$542 al mes para su jubilación. Por otro lado, está lo que Burnham llama el "cerebro de lagartija", que incluye los instintos que ayudaron a nuestros antepasados en la lucha por la supervivencia. Y esta parte del cerebro nos dice que es mejor consumir y que deberíamos tomar esos US$542 e irnos de compras

retirado do Carpatos 8/112006