Li os posts anteriores muiiiito na diagonal (e o que vou escrever até pode nem ter nada a ver com o assunto) mas aproveito só para dizer que acho que cada vez mais temos que apelar ao bom senso e à capacidade de encaixe e de análise de informação por parte da opinião pública. Obviamente à medida que os níveis de literacia forem subindo entre a população portuguesa, a coisa melhore cada vez mais.
Refiro-me a assuntos de interesse geral tais como:
a) energia nuclear: já foi uma tecnologia diabólica, letal, a banir da face da terra. Portugal era dos poucos países iluminados que recusava esta tecnologia, e mesmo na França ou na Alemanha se faziam manifestações contra o nuclear. Hoje, com outra forma de pensar, já se acha o nuclear como uma opção viável de todos os pontos de vista, que é de implementar sem rodeios.
b) Barragem em Foz Côa: na altura, as gravuras, foram suficientes para parar a contrução de uma barragem, que custou milhões em indemnizações aos empreiteiros. Não está em causa o interesse superior das gravuras. Mas hoje aquele grande potencial turístico que se esperava com as gravuras, diminuiu drasticamente. Se isso desse para cotar em bolsa, eu diria que foi uma acção que já valeu 100EUR, e que hoje vale 5 cêntimos. Apesar de todos acharem na altura que se ficou a ganhar, perdeu-se e muito. E Foz Côa foi quem perdeu mais.
c) Co-incineração: pela lógica anterior, parece-me que, daqui a vinte anos, vai ser a regra e não o motivo de discórdia como acontece hoje.
Obviamente também há exemplos ao contrário, como a utilização de amianto em edifícios, que se provou ser cancerígeno, e que hoje está totalmente banido.
Tudo faz parte da lógica do desenvolvimento contínuo que envolve a humanidade e das diferentes evoluções que as tecnologias tomam, e das diferentes visões que as sucessivas gerações têm do mundo que nos rodeia.
Refiro-me a assuntos de interesse geral tais como:
a) energia nuclear: já foi uma tecnologia diabólica, letal, a banir da face da terra. Portugal era dos poucos países iluminados que recusava esta tecnologia, e mesmo na França ou na Alemanha se faziam manifestações contra o nuclear. Hoje, com outra forma de pensar, já se acha o nuclear como uma opção viável de todos os pontos de vista, que é de implementar sem rodeios.
b) Barragem em Foz Côa: na altura, as gravuras, foram suficientes para parar a contrução de uma barragem, que custou milhões em indemnizações aos empreiteiros. Não está em causa o interesse superior das gravuras. Mas hoje aquele grande potencial turístico que se esperava com as gravuras, diminuiu drasticamente. Se isso desse para cotar em bolsa, eu diria que foi uma acção que já valeu 100EUR, e que hoje vale 5 cêntimos. Apesar de todos acharem na altura que se ficou a ganhar, perdeu-se e muito. E Foz Côa foi quem perdeu mais.
c) Co-incineração: pela lógica anterior, parece-me que, daqui a vinte anos, vai ser a regra e não o motivo de discórdia como acontece hoje.
Obviamente também há exemplos ao contrário, como a utilização de amianto em edifícios, que se provou ser cancerígeno, e que hoje está totalmente banido.
Tudo faz parte da lógica do desenvolvimento contínuo que envolve a humanidade e das diferentes evoluções que as tecnologias tomam, e das diferentes visões que as sucessivas gerações têm do mundo que nos rodeia.