Downloads- de música e filmes não devem pagar taxa
Downloads- de música e filmes não devem pagar taxa de direitos de autor
30/10/2006
Os consumidores que pagam a comissão de "copyright" (direito de autor) quando adquirem computadores pessoais ou leitores de música portáteis não devem ser taxados uma segunda vez quando fazem "downloads" de músicas e filmes da Internet, refere uma recomendação da Comissão Europeia (CE).
Esta recomendação vem na sequência de diversos esforços realizados por empresas tecnológicas, como Intel, no sentido de limitar a taxa de direitos de autor, imposta por grupos de artistas.
Os produtores de equipamentos tecnológicos consideram que os consumidores são muitas vezes obrigados a pagar esta comissão duas vezes: quando compram computadores ou leitores de música portáteis e quando fazem "downloads" de serviços "online" como o iTunes ou o Napster.
Em 2005, diversos grupos de artistas ganharam 560 milhões de euros em nove países europeus com a venda de equipamentos de computador.
O grupo intitulado, Culture First, que representa compositores, cantores e realizadores de cinema, defende que as novas tecnologias não evitam as cópias ilegais. "É possível realizar um número ilimitado de -downloads- de músicas do iTunes", refere este grupo.
Os "downloads" ilegais custaram a indústria de música, em 2005, cerca de 4,6 mil milhões de dólares.
No entanto, os produtores de computadores queixam-se que a taxa de direitos de autor distorce o mercado já que o seu valor pode variar muito de país para país. "Existe uma distorção no mercado e na forma de fazer negócio", defende Mark MacGann, que dirige uma associação com mais de 70 membros, entre eles, a Philips Electronics e a Microsoft.
A recomendação da CE também se opõem às taxas impostas em discos virgens e em leitores de música digitais.
No caso de um iPod de 30 gigas, esta comissão de "copyright" pode representar um aumento de 90 euros ao preços base.
30/10/2006
Os consumidores que pagam a comissão de "copyright" (direito de autor) quando adquirem computadores pessoais ou leitores de música portáteis não devem ser taxados uma segunda vez quando fazem "downloads" de músicas e filmes da Internet, refere uma recomendação da Comissão Europeia (CE).
Esta recomendação vem na sequência de diversos esforços realizados por empresas tecnológicas, como Intel, no sentido de limitar a taxa de direitos de autor, imposta por grupos de artistas.
Os produtores de equipamentos tecnológicos consideram que os consumidores são muitas vezes obrigados a pagar esta comissão duas vezes: quando compram computadores ou leitores de música portáteis e quando fazem "downloads" de serviços "online" como o iTunes ou o Napster.
Em 2005, diversos grupos de artistas ganharam 560 milhões de euros em nove países europeus com a venda de equipamentos de computador.
O grupo intitulado, Culture First, que representa compositores, cantores e realizadores de cinema, defende que as novas tecnologias não evitam as cópias ilegais. "É possível realizar um número ilimitado de -downloads- de músicas do iTunes", refere este grupo.
Os "downloads" ilegais custaram a indústria de música, em 2005, cerca de 4,6 mil milhões de dólares.
No entanto, os produtores de computadores queixam-se que a taxa de direitos de autor distorce o mercado já que o seu valor pode variar muito de país para país. "Existe uma distorção no mercado e na forma de fazer negócio", defende Mark MacGann, que dirige uma associação com mais de 70 membros, entre eles, a Philips Electronics e a Microsoft.
A recomendação da CE também se opõem às taxas impostas em discos virgens e em leitores de música digitais.
No caso de um iPod de 30 gigas, esta comissão de "copyright" pode representar um aumento de 90 euros ao preços base.