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MensagemEnviado: 8/12/2006 17:19
por empirico
Fui ver o gráfico e entrei agora a 2,66. Técnicamente está pronta para disparar!

Vasco Pessanha anuncia partida

MensagemEnviado: 8/12/2006 13:27
por Smallover
hoje no expresso.Será bom ou mau para a Inapa?

Há um grande lote de Inapas

MensagemEnviado: 7/12/2006 15:10
por Smallover
para venda a estes niveis.Enquanto essa venda não se concretizar a cotação seguramente não vai subir.

Esta entrega de 15.000 no fecho

MensagemEnviado: 6/12/2006 17:50
por Smallover
é mesmo para forçar a baixa da cotação sem margem para dúvidas.Então durante o dia que podiam ter vendido as 15 mil a 2,65 ou por lá perto não quiseram vender e agora no fecho vendem-nas a 2,58!!!!Se isto não é manipular a cotação o que será?Era bom que em casos como este a CMVM averiguasse quem faz este tipo de vendas e porque razão as faz.

preços do papel continuam...

MensagemEnviado: 5/12/2006 12:14
por INEPIA
Num período aparentemente complicado, com o euro a alcançar máximos, os preços de papel PIX A4 e CWF continuam a portar-se em bom nível. principalmente os formatos A4.

A recuperaç~so de preços poderá estar a ficar sustentada e com os cortes de produ´~ao previstos para o próximo ano, poderemos assistir a uma recuperação interessante.


Fonte www.FOEX.fi

Para INEPIA

MensagemEnviado: 5/12/2006 0:43
por LPP
Deixo aqui uma amostra daquilo que me dá mais prazer nas acções.
Como pressuponho que segue esta acção, deixo aqui a visão do meu modelo: Downtrend com força acentuada e de fraca qualidade, o que quer dizer que "the crowd" pode alterar o actual sentido.

Atenção, que este modelo aplica-se a qualquer stock sem ligar a AF, a linhas, figuras, gaps... É so aplicar e pimba!

Não venham malhar que é assim mesmo.

Cumpts.

Prender activos

MensagemEnviado: 5/12/2006 0:33
por LPP
Nesta situação parece-me que o objectivo é manter os activos (colaboradores) "presos" à empresa e portanto não para pôr a mão na massa. Não ficaria preocupado, pelo contrário considero um factor positivo, porque se aposta no que é mais importante para o futuro da empresa, os activos (pessoas).

Provavelmente outros forenses tem opiniões mais documentadas do que a minha.

Cumpts

MensagemEnviado: 5/12/2006 0:25
por Shimazaki
estava a pensar em opções especias de venda para colaboradores, quem incluem algum desconto relativo á cotação, e que impedem a venda automática das mesmas, por x periodo de tempo!

venda a colaboradores

MensagemEnviado: 5/12/2006 0:19
por LPP
A venda deverá ser entendida como distribuição com autofinanciamento. Mas quem compra (colaboradores ou estranhos à sociedade) guardam as acções no cofre do banco e não no cofre da própria empresa e tem direitos.
Não sei se compreendi bem a sua questão?!

Estado, BCP e Inapa

MensagemEnviado: 5/12/2006 0:16
por Smallover
detêm em conjunto 19.007.945 acções dum total de 30.000.000 assim repartidas:
ESTADO: 8.912.811
INAPA: 2.875.871
BCP: 7.219.263 (Fundo de Pensões BCP 3 000 000,Banco Comercial Português,SA 1 748 187, AF Investimentos - Fundos Mobiliários,SA 1 525 330 e Seguros e Pensões Gere 945 746)

Estado e BCP já anunciaram estarem vendedores destas posições.
Toca a arranjar comprador a contento de ambos e demais accionistas é o que se deseja.

LPP

MensagemEnviado: 5/12/2006 0:11
por Shimazaki
Boa noite a todos!
sem duvida um ponto de vista diferente!
-mas por exemplo no caso em que as empresas vendem acções aos colaboradores, na genaralidade estas tambem "vão direitinhas para o cofre"? prá além de se "autofinanciarem"!

Contabilisticamente falando.

MensagemEnviado: 5/12/2006 0:01
por LPP
Contabilisticamente é verdade que as acções próprias sao abatidas ao capital próprio, mas o capital social não se altera (os número de acções não se altera).

O art. 316 e seg. do código das sociedades comerciais regula estas coisas.

Quando a empresa compra acções próprias estas não dão qualquer direito, direito aos dividendos, votação em assembleia-geral, etc.
Por outras palavras,os próprios e actuais accionistas ficam com mais direitos, porque as acções que ficam guardadas no cofre não valem para a administração da sociedade.

De qualquer modo eu não queria ir pelo lado escuro da coisa, que é uma remuneração encaputada aos actuais accionistas, remunerando os acionistas através da compra de acções próprias. Estes vendem à empresa X % de acções e recebem a massa e ficam com os mesmos poderes... mas eu não quero ir por aí!

Cumpts.

atenção LPP

MensagemEnviado: 4/12/2006 23:39
por INEPIA
contabilisticamente ,


as acções proprias são deduzidas aos capitais proprios


cptos

MensagemEnviado: 4/12/2006 23:20
por LPP
Atenção ao erro:

- adquirir acções próprias não aumenta nem diminui o capital próprio da empresa, apenas se altera a titularidade desse capital.

A compra de acções próprias pode ser feito à custa das disponibilidades da empresa (reduzindo a liquidez), originadas, normalmente, pelo autofinanciamento ou por utilização de resultados extraordinários;

Ou

recorrendo ao crédito bancário aumentando o passivo de médio/longo prazo.

Pode ter interesse ... acho eu... se a empresa "souber" que o book value (valor contabilistico) é superior ao preço de mercado, entre outros aspectos.

Cumpts.

nem mais !

MensagemEnviado: 4/12/2006 22:54
por INEPIA
Porque claramente lhes disse que a operação de compra não fazia qualquer sentido e que das anteriores conversas a perspectiva era mais de reduzir do que de comprar!

E não fazia sentido porque, a comprar de acções próprias para alem de tirar cash à empresa reduz os capitais próprios.

Faz sentido uma empresa que tentar aumentar os capitais próprios, comprar acções ?

INEPIA

MensagemEnviado: 4/12/2006 18:48
por Smallover
foi a Inapa que te respondeu isto?:

"Foi referido, se o fazemos é porque temos algo mais para fazer... e até ao final do ano pode haver novidades! "

aceito a critica ......

MensagemEnviado: 4/12/2006 13:50
por INEPIA
quanto ao timing 4 euros final do ano ...

Contudo, não me tenho por hábito escrever sobre aquilo que não acredito!

A questão final do ano, vem no seguimento da compra do lote de 600.000 acções. Nessa altura, questionada a empresa sobre a irracionalidade daquela compra, uma vez que reduz os C.Próprios já limitados, quando que a empresa precisava era o inverso, vender o que tem em carteira.

Foi referido, se o fazemos é porque temos algo mais para fazer... e até ao final do ano pode haver novidades!

O Final do ano está à porta, logo eu aguardo!

Nada mais do que isso para suportar aquilo que defendo.

Quanto aos 4 euros, é simple e vem do pensamento dos técnicos.

Se a empresa falhar mínimos vai direitinha fazer novos máximos!


Quant ao último post escrito, na mesma noticia indicava governo aponta 2007 e no título governo aponta 2008. (alguma data está grafada e então eu acredo na data correcta de 2007!

Mais nada do que isto.

Todos os cenarios que venho traçando, são possíveis e encaixam-se no modelo que supostamente irá ser aplicado^`a inapa.

Bons negócios.

INEPIA se existe alguem interessado que a Inapa

MensagemEnviado: 3/12/2006 18:53
por Smallover
dê o salto, eu sou um deles e de que maneira.Mas isso não é razão bastante para que eu defenda o que aparentemente não é defensável.Vem na revista EXAME de dezembro um artigo de 4 páginas sobre a Inapa onde Vasco Pessanha realça a dificuldade que a empresa está a ter em melhorar a rentabilidade,etc,etc.O certo é que a cotação da Inapa anda pelas ruas da amargura e nem o facto do Estado querer vender a sua posição é razão para que o titulo suba, infelizmente para mim, e muito pelo contrário tenha vindo a caír desde os 3,49 euros.Não podes é afirmar coisas do tipo:
"Novembro vai ser o mês do Papel!
E porque ?
-- venda do lote de acções prórios a um parceiro estratégico até final do ano!
4 euros final de ano !"
Vamos com calma, o que me faz acreditar na Inapa é mesmo saber que o Estado se quer desfazer dela por preços, julgo eu, acima dos actuais e bem perto dos 4 euros.
Entretanto já me chegou um rumor, e claro que não passa disso mesmo, de que a Fundação Ernesto Lourenço Estrada está para entrar na Inapa (e lembro que já detêm 27,5% da Papelaria Fernandes)o que, a ser verdade, é um belo sinal(esta Fundação já acertou na entrada na Efacec e na Soares da Costa).
De toda a maneira quando o negocio estiver para acontecer, e se vier a acontecer, a cotação ajustará em conformidade e todos nos iremos aperceber disso certamente.No curto prazo a coisa está negra.

não me parece - privatização em 2007!

MensagemEnviado: 3/12/2006 13:53
por INEPIA
Esta subito interesse pelos comen´rios sobre a inapa, resultam da edissão do expresso de sexta Feira.

Em minha opinião, e com a mesma informsçõ do forum, isto é, analise expresso.

E referido em titulo governo aponta 2008 e no desenrolar da análise "governo aponta 2007".


Em minha opinião trata-se de uma gralha , uma vez que o orcamento foi aprovado sexta feira com o plano 2006 -2007.


Mais, até ao momento não me parece existir qualquer problema com o movimento da Inapa.

continuo a pensar que os 2.52 estão mais longe do que os 3.5

Realmente o Ulisses tem toda a razão

MensagemEnviado: 2/12/2006 13:12
por Smallover
Quando a cotação não sobe, frustando a nossa expectativa, temos a tendência de encontrar "culpados" para que tal aconteça.Algo de grave se passa com a Inapa e a Administração deve ter muita "tralha" para limpar por forma a que o Estado encontre comprador para a posição que lá detém, a qual estava para ser vendida em 2006 ou 2007 e pelos vistos só será em 2008.Independentemente de tudo isso há movimentos de compra e venda de acções próprias um pouco esquesitas.Então compram 600.000 acções em Setembro a 2,86 e vendem em Novembro 22.000 a 2,75!!!! E se calhar um dia destes vem novo comunicado a informar que venderam mais e mais barato ainda.Todo o cuidado é pouco com esta menina, sem dúvida nenhuma.

MensagemEnviado: 1/12/2006 13:39
por Ulisses Pereira
Escrevo neste tópico não porque acompanhe a Inapa nem sequer porque queira discutir as análises que aqui têm sido feitas mas hoje, ao ler este tópico, resolvi espreitar o gráfico de longo prazo da Inapa.

Como não acompanho este género de acções, há anos que não olhava para ela. recordo-me que auge do "Bull Market" em 2000, a Inapa era das poucas acções que não conseguiam subir enquanto todas as outras voavam literalmente. Na altura, recordo-me bem que os fóruns tinham inúmeros posts que afirmavam que a Inapa estava a ser claramente manipulada e que, mais cedo ou mais tarde, a manipulação acabaria e ela subiria. Tantas vezes isto foi repetido que parecia quase uma "verdade absoluta".

Hoje, deixo-vos o gráfico de Longo prazo da Inapa para verem o que aconteceu.... Se calhar, a manipulação é sempre a desculpa mais fácil para justificarmos o erro das nossas análises.

Um abraço,
Ulisses

alguma coisa tem de estar mal com a Inapa

MensagemEnviado: 1/12/2006 13:20
por Smallover
pois os vendedores parecem ser cada vez mais e com boas quantidades.Está lá um vendedor a 2,71 cuja venda é aparente.E o certo é que contra factos não há argumentos e no curto prazo a "coisa" está preta para os investidores na Inapa (o je incluido).Vamos lá a ver se o Estado encontra comprador para a sua posição para a "coisa" arrebitar.

MensagemEnviado: 1/12/2006 8:38
por Keyser Soze
Inapa diversifica à espera da privatização

Governo aponta venda da empresa para 2008. Receita para sair da crise inclui internacionalização, reestruturação e diversificação de negócios

Quando o negócio da distribuição de papel teima em estar mal, com os preços a cair de ano para ano, o que fazer para dar a volta por cima? Segundo a Inapa, primeiro diversifica-se a fonte de receitas a nível geográfico. Depois corta-se custos. Se isso não bastar, tenta-se desenvolver novos negócios.

O primeiro passo já foi dado, ao avançar em força para países europeus, estratégia intensificada a partir de 2000. Hoje, contando com Portugal, a Inapa está em 10 países e 96% do seu volume de negócios já vêm do exterior. Só a Alemanha e a França juntas representam 76%.

O corte de custos também é tarefa praticamente concluída. Aliás, as reestruturações concretizadas em Espanha e França foram precisamente responsáveis pelos maus resultados nos primeiros nove meses do ano - prejuízos de 4,6 milhões de euros, contra lucros de 1,6 milhões de euros em igual período de 2005.

Em Espanha houve uma reorganização comercial e logística com a centralização de armazéns e escritórios de venda e houve a redução de 15% do quadro de pessoal. Em França - que representa 25% da facturação - a reestruturação envolveu uma redução da força de trabalho de 25% dos efectivos e a concentração de escritórios e pontos de venda.

Por fim, há que diversificar negócios para reduzir a excessiva dependência face ao papel. E isso é também algo que já começa a ser feito. Uma das apostas tem sido os serviços financeiros, através do financiamento a clientes, via aquisição de facturas dos clientes destes («factoring»). Este negócio tem estado a ser posto em prática na Alemanha mas deverá também ir para outros países - em Portugal está vedado à Inapa na medida em que para exercer esta actividade é necessário ser uma instituição financeira. O volume de negócios nesta área ascende a 17 milhões, prevendo-se que atinja os 40 milhões em 2008.

Outra das apostas do grupo é a comercialização de materiais de embalagem, nomeadamente esferovite, plástico e cartão. No final do ano a facturação neste negócio deverá atingir os 16 milhões de euros e a previsão é que em 2008 este valor tenha duplicado. Há ainda a comercialização de suportes publicitários, com um volume de vendas estimado de 30 milhões de euros para o final deste ano.

A Inapa tem também estado a aproveitar as suas instalações para oferecer serviços de logística, através do aluguer de espaço, gestão de «stocks», entrega e recepção de produtos e transporte de mercadorias. Algo que tem estado a ser feito com sucesso nas suas instalações em Portugal e Espanha (Madrid) e que começará também a ser feito na Alemanha.

Há ainda o negócio da venda de consumíveis de escritório, uma oferta integrada que, não sendo de hoje, deverá ser intensificada. Na Bélgica, representa 40% da facturação.

A ideia é que dentro de três anos os novos produtos e serviços, que hoje têm um peso marginal, passem a representar entre 10% e 15% da facturação.

Nos primeiros nove meses do ano a procura de papel manteve-se estável na Europa, apesar do crescimento económico. As vendas da Inapa caíram 0,75%, para 798,8 milhões de euros.

Nos custos operacionais, a única rubrica que sofreu aumento foram os custos de transporte, por efeito do aumento do preço dos combustíveis, enquanto os custos com pessoal e fornecimentos e serviços externos se mantiveram ao nível do ano anterior. Já os custos financeiros cresceram 2,4 milhões de euros, para 16 milhões, reflectindo a subida das taxas de juro. O endividamento caiu 43 milhões de euros, para 436 milhões, reflectindo a venda de investimentos financeiros e a redução dos capitais circulantes.

O grupo deverá voltar aos lucros no quarto trimestre, aguardando que se confirme a tendência de estabilização ou mesmo uma ligeira subida do preço médio de venda do papel.

Pedro Lima



TUDO OU NADA
Acções em derrocada


O Governo continua a apontar a venda da participação na Inapa para 2007. Prevista para ter acontecido há alguns anos, esta operação foi sendo sucessivamente adiada, a que não terá sido alheio o facto de as acções terem descido significativamente - estando mesmo abaixo do valor nominal de cinco euros. Resultados em queda e dívida em crescendo explicam a derrocada das acções, mas a Inapa sofre também da reduzida dispersão accionista, que deverá aumentar com a venda dos 30% que o Estado tem na empresa. Este ano, apesar de tudo, tem sido alvo de elevadas transacções - 4,5 vezes mais do que em 2005, para o que estará a contribuir o facto de ter assinado contratos de garantia de liquidez. Os analistas consideram que a empresa está no bom caminho, mas alertam para o fraco consumo de papel e o crónico excesso de fornecimento, assim como para um aumento da competição entre distribuidores. A tendência dos produtores para venderem directamente aos seus clientes, sem passarem por empresas de distribuição, é outro dos desafios que se colocam à empresa.


Fonte: Expresso 01 DEZ 06

Estas compras e vendas de acções próprias

MensagemEnviado: 27/11/2006 21:18
por Smallover
é que não dá para entender:
http://web3.cmvm.pt/sdi2004/emitentes/docs/ACPR11
em que vai beneficiar a Inapa na venda daquelas acções?
Vai encaixar o quê e para quê?
è por estas e por outras que se calhar a cotação está como está.

Inepia alguma coisa vai ter de acontecer com a Inapa

MensagemEnviado: 27/11/2006 18:35
por Smallover
Se for avante a intenção do Estado vender a sua participação a cotação terá de mexer forçosamente, e a meu ver, o caminho apenas pode ser para cima.Agora também se tem notado um forte interesse em que a cotação se mantenha por estes niveis e o mercado parece não se importar muito com isso.Talvez que daqui a uns dias/meses o Estado diga algo de mais interessante relativo a esta operação e aí o pessoal vai todo a correr comprar.Entretanto vai vendo como param as modas, é normal.
Apesar destes resultados péssimos no 3º Trimestre é bom lembrar que àquela data o VC da Inapa é de 3,47 euros um bocado acima da cotação actual.
Capitais próprios: 94.122.000,00
Nº acções: 30.000.000
Nº acções próprias: 2.896.972
Julgo ser, até prova em contrário, um bom investimento por isso lá estou bem "montado", apenas esperando que a venda do Estado se venha a efectivar, para aí sim tentar vender pelo mesmo preço a que o Estado o fizer e que entendo ser um bocado acima da cotação actual.
Certezas só no fim do jogo.