PARAREDE e o futuro
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E continua a tanga... estes gajos ainda vão parar ao governo.
Em Fevereiro de 2005, esse mesmo Sr. dizia isto:
ParaRede prevê distribuir dividendos em 2006
A ParaRede poderá já distribuir dividendos em 2006, avançou o administrador financeiro, Pedro Rebelo Pinto, dizendo que este ano prevêem libertar «cash flow» positivo.
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Ana Torres Pereira
atp@mediafin.pt
A ParaRede poderá já distribuir dividendos em 2006, avançou o administrador financeiro, Pedro Rebelo Pinto, dizendo que este ano prevêem libertar «cash flow» positivo.
«Para 2005 prevemos libertar ‘cash flow’ positivo, com resultados líquidos também positivos», afirmou Pedro Rebelo Pinto, em conferência de imprensa. No entanto este ano será de consolidação das operações, prevendo só para o ano «ter uma estrutura de capitais para distribuir dividendos».
Paulo Ramos, presidente da ParaRede, não quis avançar previsões de resultados para o corrente ano, nem como fechou o ano transacto.
A ParaRede, nos primeiros nove meses de 2004, registou lucros de 870 mil euros, valor que compara com resultados líquidos negativos de 11,59 milhões de euros no período homólogo. O presidente da ParaRede já havia referido que previa crescimentos anuais de 30% até 2006.
Investe 500 mil euros em Angola
A expansão internacional da ParaRede vai ganhar um novo fôlego este ano com o inicio da operação directa em Angola. A tecnológica nacional «vai investir 500 mil euros nesta região», avançou Pedro Rebelo Pinto.
As aquisições realizadas pela empresa nos últimos meses «potenciarão a internacionalização da ParaRede» reiterou Paulo Ramos. A ParaRede quer focar a sua estratégia internacional nos PALOP.
No entanto, o mercado espanhol também requer a atenção da companhia. «Relançámos a tecnologia da Catálogo, mas para crescer mais temos que investir mais, mas não será a curto prazo», explica Paulo Ramos.
A área Internacional, que representa cerca de 8% das receitas, registou um crescimento de 147% face ao período homólogo.
As acções da ParaRede fecharam sem variação nos 0,38 euros.
Em Fevereiro de 2005, esse mesmo Sr. dizia isto:
ParaRede prevê distribuir dividendos em 2006
A ParaRede poderá já distribuir dividendos em 2006, avançou o administrador financeiro, Pedro Rebelo Pinto, dizendo que este ano prevêem libertar «cash flow» positivo.
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Ana Torres Pereira
atp@mediafin.pt
A ParaRede poderá já distribuir dividendos em 2006, avançou o administrador financeiro, Pedro Rebelo Pinto, dizendo que este ano prevêem libertar «cash flow» positivo.
«Para 2005 prevemos libertar ‘cash flow’ positivo, com resultados líquidos também positivos», afirmou Pedro Rebelo Pinto, em conferência de imprensa. No entanto este ano será de consolidação das operações, prevendo só para o ano «ter uma estrutura de capitais para distribuir dividendos».
Paulo Ramos, presidente da ParaRede, não quis avançar previsões de resultados para o corrente ano, nem como fechou o ano transacto.
A ParaRede, nos primeiros nove meses de 2004, registou lucros de 870 mil euros, valor que compara com resultados líquidos negativos de 11,59 milhões de euros no período homólogo. O presidente da ParaRede já havia referido que previa crescimentos anuais de 30% até 2006.
Investe 500 mil euros em Angola
A expansão internacional da ParaRede vai ganhar um novo fôlego este ano com o inicio da operação directa em Angola. A tecnológica nacional «vai investir 500 mil euros nesta região», avançou Pedro Rebelo Pinto.
As aquisições realizadas pela empresa nos últimos meses «potenciarão a internacionalização da ParaRede» reiterou Paulo Ramos. A ParaRede quer focar a sua estratégia internacional nos PALOP.
No entanto, o mercado espanhol também requer a atenção da companhia. «Relançámos a tecnologia da Catálogo, mas para crescer mais temos que investir mais, mas não será a curto prazo», explica Paulo Ramos.
A área Internacional, que representa cerca de 8% das receitas, registou um crescimento de 147% face ao período homólogo.
As acções da ParaRede fecharam sem variação nos 0,38 euros.
PARAREDE e o futuro
Tecnologia 2006-10-27 17:38
ParaRede admite efectuar aquisições para aumentar rentabilidade
A ParaRede admite efectuar aquisições nos próximos três anos para aumentar a sua rentabilidade, comprando empresas que tragam sinergias ou que complementem os negócios da empresa, disse hoje Pedro Rebelo Pinto, presidente e Chief Executive Officer (CEO) da ParaRede.
DE com Reuters
Pedro Rebelo Pinto adiantou que a meta da empresa fornecedora de serviços de tecnologias da informação é atingir, no prazo de 2-3 anos, "uma margem EBITDA de dois dígitos, além de resultados operacionais e resultados líquidos positivos".
Por isso, a empresa não deverá distribuir dividendos nos próximos 2-3 anos, reinvestindo na operação os lucros.
A ParaRede também vai concentrar-se em crescer organicamente, sobretudo nas áreas de consultadoria e desenvolvimento, tendo grande expectativa na unidade de terminais de pagamento automático (POS).
Em termos de internacionalização, pretende abrir um escritório em Angola em 2007 para ter presença local directa num mercado para o qual é fornecedora de POS.
"Com esta dimensão é difícil rentabilizar. Temos de crescer por via orgânica mas também por via de aquisições", afirmou.
Acrescentou que a empresa tem uma 'lista' de possíveis aquisições mas não está nada decidido.
Adiantou que, se optar por alguma aquisição, a ParaRede ainda tem capacidade para se endividar, pode aumentar o capital em espécie e pagar com acções da empresa já que tem autonomia financeira e uma estrutura de capitais equilibrada.
"O objectivo é atingir um certo nível de rentabilidade para os accionistas dentro de 2-3 anos e, no curto prazo, garantir a sustentabilidade da empresa", frisou o CEO da tecnológica.
Sobre os resultados este ano, reiterou que a empresa deve terminar 2006 com resultados operacionais e líquidos positivos e uma melhoria da margem, face a 2005.
A empresa reportou um lucro líquido de 154 mil euros, nos primeiros nove meses do ano, com as vendas a descerem para os 39,9 milhões de euros contra os 41,2 milhões de euros no período homólogo de 2005, enquanto o EBITDA melhorou para 1 milhão de euros de 1 milhão de euros negativo.
Sobre eventuais movimentos de fusão com outras empresas do sector, o CEO da ParaRede afastou ter algo em vista, lembrando: "temos um free float elevado e somos uma empresa perfeitamente opável".
ParaRede não precisa de se adaptar à nova directiva das OPA
A ParaRede não precisa de efectuar alterações societárias para se adaptar à nova directiva das Ofertas Públicas de Aquisição (OPA) por não ter qualquer acordo parassocial, disse o CEO da empresa.
"Não existe nenhum acordo parassocial na ParaRede. Não há que ajustar à nova directiva", afirmou Pedro Rebelo Pinto.
A empresa tem sido apontada como uma das que se teria de adaptar à nova directiva.
Quanto à performance da empresa em bolsa, sublinhou que é uma das mais movimentadas e afastou a existência de movimentos especulativos em redor do papel.
"O nosso título é muito negociado mas é puro trading", afirmou.
A Structured Investments (management) é o maior accionista da ParaRede com 13,03% do capital social, seguida do Banco Espírito Santo com 9,89%.
Quanto à evolução do mercado de TIs em Portugal e da economia, o CEO da ParaRede frisou que a empresa ainda não sentiu "a recuperação económica de que se fala" e também não beneficiou nada com o Plano Tecnológico do Governo.
"É algo que o Governo vai fazer
ParaRede admite efectuar aquisições para aumentar rentabilidade
A ParaRede admite efectuar aquisições nos próximos três anos para aumentar a sua rentabilidade, comprando empresas que tragam sinergias ou que complementem os negócios da empresa, disse hoje Pedro Rebelo Pinto, presidente e Chief Executive Officer (CEO) da ParaRede.
DE com Reuters
Pedro Rebelo Pinto adiantou que a meta da empresa fornecedora de serviços de tecnologias da informação é atingir, no prazo de 2-3 anos, "uma margem EBITDA de dois dígitos, além de resultados operacionais e resultados líquidos positivos".
Por isso, a empresa não deverá distribuir dividendos nos próximos 2-3 anos, reinvestindo na operação os lucros.
A ParaRede também vai concentrar-se em crescer organicamente, sobretudo nas áreas de consultadoria e desenvolvimento, tendo grande expectativa na unidade de terminais de pagamento automático (POS).
Em termos de internacionalização, pretende abrir um escritório em Angola em 2007 para ter presença local directa num mercado para o qual é fornecedora de POS.
"Com esta dimensão é difícil rentabilizar. Temos de crescer por via orgânica mas também por via de aquisições", afirmou.
Acrescentou que a empresa tem uma 'lista' de possíveis aquisições mas não está nada decidido.
Adiantou que, se optar por alguma aquisição, a ParaRede ainda tem capacidade para se endividar, pode aumentar o capital em espécie e pagar com acções da empresa já que tem autonomia financeira e uma estrutura de capitais equilibrada.
"O objectivo é atingir um certo nível de rentabilidade para os accionistas dentro de 2-3 anos e, no curto prazo, garantir a sustentabilidade da empresa", frisou o CEO da tecnológica.
Sobre os resultados este ano, reiterou que a empresa deve terminar 2006 com resultados operacionais e líquidos positivos e uma melhoria da margem, face a 2005.
A empresa reportou um lucro líquido de 154 mil euros, nos primeiros nove meses do ano, com as vendas a descerem para os 39,9 milhões de euros contra os 41,2 milhões de euros no período homólogo de 2005, enquanto o EBITDA melhorou para 1 milhão de euros de 1 milhão de euros negativo.
Sobre eventuais movimentos de fusão com outras empresas do sector, o CEO da ParaRede afastou ter algo em vista, lembrando: "temos um free float elevado e somos uma empresa perfeitamente opável".
ParaRede não precisa de se adaptar à nova directiva das OPA
A ParaRede não precisa de efectuar alterações societárias para se adaptar à nova directiva das Ofertas Públicas de Aquisição (OPA) por não ter qualquer acordo parassocial, disse o CEO da empresa.
"Não existe nenhum acordo parassocial na ParaRede. Não há que ajustar à nova directiva", afirmou Pedro Rebelo Pinto.
A empresa tem sido apontada como uma das que se teria de adaptar à nova directiva.
Quanto à performance da empresa em bolsa, sublinhou que é uma das mais movimentadas e afastou a existência de movimentos especulativos em redor do papel.
"O nosso título é muito negociado mas é puro trading", afirmou.
A Structured Investments (management) é o maior accionista da ParaRede com 13,03% do capital social, seguida do Banco Espírito Santo com 9,89%.
Quanto à evolução do mercado de TIs em Portugal e da economia, o CEO da ParaRede frisou que a empresa ainda não sentiu "a recuperação económica de que se fala" e também não beneficiou nada com o Plano Tecnológico do Governo.
"É algo que o Governo vai fazer
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