Sul da Europa pode avançar com criação de -gigante- energéti
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Sul da Europa pode avançar com criação de -gigante- energéti
Sul da Europa pode avançar com criação de -gigante- energético
19/10/2006
O governo liderado por José Luis Zapatero vê com bons olhos a criação de um grande grupo energético no Sul da Europa, com base num eixo hipano-italiano que contraponha à hegemonia franco-alemã, noticia hoje o "Cinco Días", que não menciona o papel de Portugal.
Segundo o jornal espanhol o governo de Zapatero veria com bons olhos a formação de um grande grupo energético no Sul da Europa, que garantisse a segurança do abastecimento em condições mais favoráveis, citando o chefe do gabinete económico da presidência do governo espanhol, Miguel Sebastián.
Um ideia apoiada por Romano Prodi, primeiro-ministro italiano, adianta o matutino económico, e que terá sido alvo das conversas que ontem os representantes da Economia e Indústria do governo de Zapatero mantiveram com a administração da italiana Enel, em Madrid.
Prodi está interessado em articular o eixo empresarial hispano-italiano de forma a equilibras as forças no panorama europeu face a países como a França e a Alemanha e que previna o eixo russo-argelino. Terá sido o próprio primeiro-ministro italiano que, em encontro realizado na passada segunda-feira, terá explanado ao homólogo espanhol a utilidade que teria criar uma grande multinacional europeia com capital de diversos países para que o mercado não se mova só ao ritmo das companhia alemães e francesas como a E.On, a Rwe ou a EDF.
Embora menciona a possibilidade do "gigante" energético a criar ter o capital disperso por várias nações, o artigo não menciona a eventualidade de Portugal participar. A EDP, que é detida em 9,5% pela espanhola Iberdrola foi recentemente alvo de rumores de fusão com a gás Natural, pelo jornal "El Mundo", que foram prontamente desmentidos pelo Governo português.
19/10/2006
O governo liderado por José Luis Zapatero vê com bons olhos a criação de um grande grupo energético no Sul da Europa, com base num eixo hipano-italiano que contraponha à hegemonia franco-alemã, noticia hoje o "Cinco Días", que não menciona o papel de Portugal.
Segundo o jornal espanhol o governo de Zapatero veria com bons olhos a formação de um grande grupo energético no Sul da Europa, que garantisse a segurança do abastecimento em condições mais favoráveis, citando o chefe do gabinete económico da presidência do governo espanhol, Miguel Sebastián.
Um ideia apoiada por Romano Prodi, primeiro-ministro italiano, adianta o matutino económico, e que terá sido alvo das conversas que ontem os representantes da Economia e Indústria do governo de Zapatero mantiveram com a administração da italiana Enel, em Madrid.
Prodi está interessado em articular o eixo empresarial hispano-italiano de forma a equilibras as forças no panorama europeu face a países como a França e a Alemanha e que previna o eixo russo-argelino. Terá sido o próprio primeiro-ministro italiano que, em encontro realizado na passada segunda-feira, terá explanado ao homólogo espanhol a utilidade que teria criar uma grande multinacional europeia com capital de diversos países para que o mercado não se mova só ao ritmo das companhia alemães e francesas como a E.On, a Rwe ou a EDF.
Embora menciona a possibilidade do "gigante" energético a criar ter o capital disperso por várias nações, o artigo não menciona a eventualidade de Portugal participar. A EDP, que é detida em 9,5% pela espanhola Iberdrola foi recentemente alvo de rumores de fusão com a gás Natural, pelo jornal "El Mundo", que foram prontamente desmentidos pelo Governo português.
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