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O Zé diz...

MensagemEnviado: 21/10/2006 0:53
por devastador
O estado tem razzzão... Os que pescam no rio não pagam? :mrgreen: :mrgreen:

Venda do mar

MensagemEnviado: 21/10/2006 0:51
por devastador
RElativamente á minha última intervenção, só quero dizer que me esqueci da "venda do mar". Este governo só não vende a mãe porque não pode...

Nunca pensei que poderiam vender o mar às fatias!!!
Quem quer pescar com a sua caninha, seja fina e curta ou longa e grossa, tem que PAGAR primeiro.
O pescador com a sua nova licença tem direito a não ter um colega chato ao seu lado a estragar a pescaria (a distância entre dois pescadores já está regulamentada; nada de intimidades).

O secretário de estado deve ter dito: " Se os profissionais do mar pagam impostos sobre o que pescam, temos que MORALIZAR o sistema. Quem põe a isca de molho também tem que pagar!!!"

MensagemEnviado: 20/10/2006 21:29
por mcarvalho
muito Bender
um abraço
mcarvalho

Ps . Ps ..esquerda direita esquerda direita

MensagemEnviado: 20/10/2006 18:15
por Bender
Sérgio Figueiredo

A espiral da mentira

Nos Estados Unidos, o Estado ajuda a economia a funcionar. Na Europa, o Estado atrapalha a maioria das economias. Em países mais atrasados, o Estado é a economia. Em Portugal ainda é pior, porque o Estado é o Governo.

O Estado, através do legislador, tinha fixado um modelo para o sector da electricidade nacional: liberalização. Dar liberdade às empresas e aos consumidores é a melhor forma até hoje conhecida, em toda a História da Humanidade, para uma sociedade atingir o progresso.

O Estado português, através do Governo, assumiu pois um compromisso com o mercado, na presença de toda a gente: a monopolista EDP, os seus accionistas, os seus clientes e as eléctricas estrangeiras que se preparavam para os conquistar.

Não foi há muito tempo. Um mês e meio. Antes, em Fevereiro, o mesmo Estado, através do mesmo Governo, tinha decretado o modelo tarifário que viabilizava esse passo, de enorme alcance, da liberalização do mercado eléctrico para cinco milhões de consumidores.

Tudo certo, portanto. O Governo é soberano em matéria legislativa, como recordou ontem o seu ministro da Economia, e foi na legitimidade que obteve nas urnas de voto que decidiu o que bem entendeu e legislou da forma que quis.

E é por não podermos permitir que o sistema capitalismo se transforme numa selva que, depois de o poder político fazer o seu trabalho, oEstado deve continuar a exercer uma vigilância apertada e rigorosa dos mercados.

É por isso que, em defesa dessa mesma soberania, se criaram entidades reguladoras com poder e independentes. É por isso que, para garantir que as regras são mesmo para cumprir e, por conseguinte, para ter a certeza de que os infractores são severamente punidos, se exige um sistema de justiça eficaz.

E quando pensávamos que estava finalmente Portugal nos trilhos da normalidade, quando o Estado regulador fixou as tarifas eléctricas para o próximo ano, somos novamente confrontados com o nosso subdesenvolvimento.

O Governo socialista destacou o seu ministro da tutela para fazer mais uma figura triste. Manuel Pinho, com a mesma convicção que em Setembro se afirmou liberal na abertura do mercado, apareceu ontem a fazer de soviético a anunciar a morte do mercado que nem tempo teve para nascer.

A intervenção deste Governo socialista vergonhosa na forma e uma calamidade no conteúdo. Verdade seja dita, não é inédita. Outro Governo, também socialista, adoptou prática idêntica na política dos combustíveis, com os resultados que sabemos.

É uma vergonha ver um ministro da República dizer que foi na véspera surpreendido com um aumento de quase 16%, conhecendo ele todos os pressupostos em que essa subida assenta. É uma vergonha que tenha levado mais de um ano para legislar sobre a política tarifária eléctrica e agora desfazê-la em menos de um mês.

E é um vergonhoso descaramento argumentar que na Europa os aumentos não serão tão drásticos, sabendo ele que é precisamente pelo facto de nunca ter adoptado estas práticas de avestruz que a Europa não tem um défice tarifário como só nós e os espanhóis têm para corrigir.

Porque são os efeitos uma calamidade pública? Porque a electricidade, como o petróleo, é um bem escasso e, pior, é caro. A intervenção do Governo é grave porque cria ilusões. Ou seja, incentiva comportamentos irracionais no país que já é destacado recordista europeu na ineficiência energética e na dependência do exterior. Se os preços são administrativamente contidos, as pessoas não reduzem o consumo – como estão, aliás, a fazer na gasolina.

O secretário de Estado-adjunto confessou o "mau momento" ao culpar os consumidores pela subida da electricidade. De facto, um grande disparate. Deveria ter presente que, neste país, as leis não funcionam. Nem a da oferta e da procura.

Por isso, o preço nunca é o ponto em que as duas linhas se cruzam e fixam o equilíbrio. Aqui o preço define-se num gráfico tridimensional. No eixo do ‘x’ o Governo manipula, no ‘y’ o produtor é subsidiado e no ‘z’ ao consumidor tudo acontece: gasta desalmadamente energia, não paga na factura da EDP mas depois ajusta contas na declaração do IRS.

Nunca foi caso para um ministro demitir-se. Mas o regulador que fica lá a fazer?

http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=284407

MensagemEnviado: 20/10/2006 12:45
por mcarvalho
para ser ele a aprovar os seus dossiers... é o máximo

Poque será que

MensagemEnviado: 20/10/2006 12:09
por mcarvalho
O ministro do ambiente quer sair?
e, Porque será que o ministro dos combóios que vão desaparecer, dos Tgv, dos Ota, Das Auto Estradas e das Megabarragens vai para o ambiente??

tá bom de ver na tá

MensagemEnviado: 20/10/2006 10:52
por Camisa Roxa
http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/ ... 00883.html

"O actual modelo orçamental está esgotado. Porque é pouco eficaz no objectivo de cortar na despesa pública e quase inglório nas tentativas para minimizar o peso do Estado na actividade económica, garantem os economistas. Os números não são de hoje nem de ontem, mas espelham uma hipótese que se tornou um lugar comum nas últimas duas décadas: só com muito menos sector público será possível reduzir a despesa pública, que hoje absorve cerca de 46% da riqueza produzida pela economia, a um nível aceitável. Que nível? As soluções variam mas são todas politicamente impopulares e de difícil execução. Mas o actual modelo está esgotado"

"Incisiva, Teodora Cardoso lembrou o famoso caso da Irlanda, que antes de dar um salto no crescimento económico, durante os anos 90, redefiniu de forma abrupta as funções do Estado, optando por passar de prestador a regulador do mercado."

"o défice das contas pública sem receitas extraordinárias desceu três décimas nos últimos dois anos”. Por isso, “só o rigor e o combate ao desperdício já não dá, não chega”, assegura a antiga ministra. Conclusão? “Muito esforço para resultados pouco significativos”."

"um estudo da Inspecção-Geral de Finanças, em 2003, que defende que mais de metade do trabalho dos funcionários públicos tem como destinatário o próprio Estado."

"Outro dos problemas deste debate, concluiu, é que “defender que o Estado deve ser o garante da prestação, e não o prestador, pressupõe um conjunto de estruturas que não existem hoje, porque se o privado faz melhor que o Estado, pois que faça”."

O ministro das estradas e barragens passa para ministro do

MensagemEnviado: 20/10/2006 10:28
por mcarvalho
Ambiente!!!

tem de dar para todos

MensagemEnviado: 20/10/2006 10:25
por mcarvalho
Grande remodelação no Governo até ao final do ano


20/10/2006


O primeiro-ministro, José Sócrates, está a preparar a primeira grande remodelação do seu Governo, apurou o "Semanário Económico", citando fontes próximas do governante.

As mudanças, de acordo com aquele semanário, deverão ocorrer em Dezembro, ou o mais tardar em Janeiro e será uma operação "cirúrgica". Os ministérios alvo serão a Economia, Ambiente, Obras Públicas e Justiça.

Estas alterações apenas estão à espera das negociações para o novo quadro comunitário de apoio (QREN) processo que está a ser liderado pelo ministério do Ambiente.

O SE diz que o ministro das Obras Públicas, Mário Lino, deverá transitar para o Ambiente, uma vez que o ministro Nunes Correia deu conta que pretendia abandonar o cargo.

Para substituir Lino, o mesmo jornal, refere que poderá ser Ana Paula Vitorino, actual Secretária de Estado dos Transportes.

Quanto ao ministério da Economia ainda não são conhecidos nomes, no entanto Carlos Zorrinho, actual coordenador do Plano Tecnológico e da Estratégia Lisboa poderá ser premiável. Já na Justiça, Alberto Costa poderá ser substituído pelo secretário de Estado Adjunto, Conde Rodrigues.

MensagemEnviado: 20/10/2006 9:38
por Camisa Roxa
o problema é mesmo o peso sufocante do Estado na economia, as despesas públicas não param de aumentar e para cobrir o défice há que aumentar impostos

Entretanto os portugueses definham sob uma carga fiscal cada vez mais asfixiante.

O ideal seria a privatização da Segurança Social, Saúde e Ensino, deixar a eficiência da concorrência privada eliminar os desperdícios vergonhosos a que assistimos actualmente. Com a baixa de impostos resultante podiam todos fazer 1 seguro de saúde privado, ter expectativas reais sobre a futura reforma, e fazer uso do cheque ensino por exemplo e escolher a escola onde colocar os miúdos

Agora há algum partido que tenha no seu programa uma REAL revolução (não simples reforma para tapar buracos que cada vez são maiores) na diminuição da despesa pública? Não há...

Enfim, é ler o artigo de Medina Carreira sobre o cenário para 2015 para ficarmos a saber +/- para onde caminhamos...

Socras para a RUA...

MensagemEnviado: 20/10/2006 1:36
por devastador
Jaor, estou contigo. Só um pontapé é pouco!!!

Sócrates deve ser jogador de xadrez e deve ter sido bom aluno a história. Hitler reinou na Alemanha porque fez crer que os culpados por todos os problemas que os alemães estavam a passar eram da responsabilidade dos judeus e não de políticas militaristas, ou seja, criou um bode expiatório. Infelizmente todos nós sabemos como resolveu o problema!!!
Sócrates fez crer a uma grande maioria da população portuguesa de que os grandes responsáveis pelos problemas da nação são os funcionários públicos!!!
Para além de sermos maltratados, ficámos 2 anos sem aumentos (na época do Durão) e agora vou ficar a ver a minha progressão na carreira congelada durante 2,5 anos. SE somos muitos de quem é a culpa?
Há medidas, reformas, que têm de ser tomadas, mas estas devem ser tomadas não de uma forma arrogante, criticando tudo e todos e indo contra promessas eleitorais. Não contem comigo quando estivermos a um ano das eleições e eles diminuírem o IVA!!! Não ouviram o ministro das finanças na RTP1?

Este governo mentiu!!! Não cumpre as promessas eleitorais.
Promessas:
* Não há aumentos de impostos. Será para rir? :mrgreen: No poleiro aumentou o IVA de 19% para 21% (nós pagamos o IVA todos os dias, ricos e POBRES).
* Nenhuma SCUT terá portagem!!! :mrgreen: Agora ALGUMAS SCUT irão ter portagens. Não estou aqui preocupado em analisar se a medida é justa!!! Esta medida é injusta e intolerável porque vai contra as suas promessas eleitorais (contra o programa político apresentado antes das eleições ao portugueses). Eu não entendo quem se preocupa a ver se tal medida é aceitável!!!
* Outros tipos de "impostos": ouvi que no próximo ano iria ser aumentado 2% o imposto automóvel; na função pública o funcionário público vai pagar mais 0,5% para ADSE; os jovens solteiros e os deficientes vão pagar mais IRS; os reformados vão pagar mais IRS; pensei que o dinheiro dos meus impostos iam também para o ministério da saúde, mas agora descobri que não, pois se ficar doente vou ter que pagar o internamento!!!
Afinal
Agora querem que eu pague mais 16% de electricidade!!! Peço desculpas, agora é só unicamente um aumento de 6% a 8%. Como são nossos amigos!!! Estão a utilizar a técnica utilizada para o défice!!! O défice é de 6,8%, mas como somos muito bons vamos já diminuir o défice para os 4,...%. Mas isso porque somos muito bons.

O meu sogro morreu há 3 meses atrás e a minha sogra tem andado este tempo todo a fazer a actualização do património. Teve que entregar nas finanças as plantas das casas que tem. Para isso teve que pagar na câmara municipal as fotocópias das plantas. Tem andado a tratar de um cem números de papeladas, tendo já gasto umas boas centenas de contas em papeladas!!! Parece que a burocracia ainda não acabou, continuando a ser uma boa receita para o estado!!!

Só posso concluir que quem trabalhou uma vida toda e que poupou e investiu o seu dinheiro, vai ter que pagar bem e muito bem por tudo isso!!! Quem gastou, viveu a vida e nada tem, não é obrigado a pagar nada ao estado!!! É triste ouvir um chefe das finanças dizer que conhece cada vez mais pessoas que dizem que vão começar a desfazer-se dos seus bens porque o que terão de pagar todos os anos é proibitivo!!!

MensagemEnviado: 19/10/2006 23:30
por zguibz
bem..bem, oh superpikas nem tanto ao mar nem tanto à terra, eu sou do Norte e não alinho em independencias.
Estou mais de acordo com o Alemao, independencia do país em relação a esta cambada de amostras de políticos!!!

Penso eu de que... :x

MensagemEnviado: 19/10/2006 23:19
por Alemao
Independencia do Norte???

Eu proponho é a independencia do país inteiro!!!

ISSO SIM

MensagemEnviado: 19/10/2006 23:13
por SuperPikas
Scuts - Uma vergonha.

1) Socrates e companhia são uma cambada de mentirosos.

2) Alternativa Porto-Viana EN13 - Será que algum governante já efectuou esse percurso alternativo ? Ou será que o fez com um batalhão de policias ? Já imaginaram ter de atravessar Vila do Conde/Povoa/Fão sem contar com estradas piores para circular que 20 Anos atrás Ex: Mindelo com uma faixa estreitissima e paragens de autocarros. Para fazer esses 70Km 1:30H não vão chegar, e imaginem o que vai acontecer às frágeis Empresas que vão arcar com mais essas despesas de portagens

3) Alternativa Porto-Espinho - Igual ao ponto anterior, com a diferênça que a antiga estrada N109 já não está la toda. Isto só pode ser piada, imaginar que para poupar 5 € diários em portagens teria de demorar uma hora para fazer 17Km.

4) O ministro dos transportes não um gajo sério quando compara a rede viária de Lisboa com a do Porto, só pode estar a brincar. Já teve a lata de dizer que o Porto é priveligiado com o metro porque construi mais km de via do que Lisboa em 30 anos, esquecendo-se que a maior parte desses km já existia sobre a forma de via férrea. PALHACO...


Estes ROUBOS vergonhosos já me metem nojo, e eu gostaria que a partir deste momento se fizesse uma revolução no Norte do País. Eu alinho em participar num movimento que lute pela independência do Norte. Tenho falado com bastantes pessoas que me têm transmitido a mesma ideia, e basta estar um bocado atento para se perceber isso.


http://diarioeconomico.com/edicion/diar ... 00065.html

Este país não existe...

MensagemEnviado: 19/10/2006 22:21
por Alemao
Não digam mal do governo porque, afinal... este governo também não existe!
O que existe mesmo é meia duzia de individuos que mandam no país, na economia, nas finanças, na banca, na industria, etc... que financiam os partidos, que fazem dos nossos governantes uns fantoches porque se forem contra eles são corridos imediatamente...e que nunca mais são ninguém na vida.
já que falaram no 25 de Abril, penso que esse dia só serviu para arranjar um grande tacho a um clã (ou vários) que se estão a servir do povo para se encherem à grande e à francesa.
Um país tão pequenino tem muitos exemplos de miséria e vergonha do que andam a fazer e até nos calamos porque a pouca vergonha é tanta que até já nos habituámos a viver com ela.
Querem alguns exemplos (poucos entre tantos)???
-Caso Felgueiras (a menina foi...veio...e continua na maior, e melhor...já tá tudo esquecido).
- Casa Pia (só serve pra gastar $ aos contribuintes porque isso também não vai a lado nenhum). já agora... acusem mais alguns para que depois eles possam pedir indemnizações ao estado "que o povo paga".
- Apito dourado (pra mim todo o futebol é dourado)
o pintainho também já pediu uma indemnização por ter sido acusado "que o povo paga" (se calhar somos todos nós que ainda vamos ter que lhe pagar a viagem que fez ao estrangeiro quando a policia foi lá a casa.
Outras:
Acho que todos sabem qual o salário minimo em Portugal e comparem com Espanha, França, etc.
No entanto os administradores Portugueses ganham mais que os administradores Espanhóis de empresas congéneres.
O governador do banco de Portugal ganha mais que o governador do banco de etc etc etc (inclui EUA).
As reformas dos senhores politicos e afins e de outras situações que a malta conheçe é de invejar qualquer um.
No entanto:
Os professores e educadores saõ obrigados a fazer diáriamente dezenas e centenas de quilometros por dia para irem trabalhar, sem terem qualquer chance de reivindicarem, com consequencia para estes que aumentam o risco de sinistralidade automovel, desgaste fisico e mental constante, menor poder de compra devido ao desgaste do automovel e combustiveis, menor qualidade do ensino mas para o governo isso não é importante (o povo é para ser burro, estupido e pobre).
Isto só acontece porque o "lobbie" não quer prescindir da sua quota com a venda de combustiveis.
O IVA, o IA, etc etc etc (tou cansado de escrever...)
ufffffffff
O meu voto é só para partidos pequenos, de oposição, e se estes algum dia ganharem... talvez baralhem isto tudo porque os lobbies estão completamente instalados.

bem....

MensagemEnviado: 19/10/2006 19:16
por aos_pouquinhos
MarcoAntonio Escreveu:Vá lá...

Fez mea culpa e reconheceu que tinha dito uma alarvidade. Nem todos têm essa honestidade e frontalidade.


permita-me descordar... existem certas declarações que num cargo como aqueles nunca jamais devem ser ditas. Não estamos a falar de uma declaração que não tem qulaquer significado.... Estamos a falar em 10 milhões de consumidores de energia.

Quando assim acontece só existe uma actitude. Demissão ou demitido... É como nas empresas públicas.... onde começa a responsabilidade dos gestores? Já sei. Não esta legislado, logo podem fazer o que entenderem.

Cumps

MensagemEnviado: 19/10/2006 16:08
por MarcoAntonio
Vá lá...

Fez mea culpa e reconheceu que tinha dito uma alarvidade. Nem todos têm essa honestidade e frontalidade.

vao dar mais droga para viciar

MensagemEnviado: 19/10/2006 13:28
por mcarvalho
in Agencia financeira
Pinho quer negociar impacto do aumento da luz
[ 2006/10/18 | 19:56 ] EditorialLusa/SAS

electricidadeArtigos relacionados
Secretário de Estado culpa consumidores pelo aumento da Luz
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Fórum: Conta da luz sobe para financiar RTP e RDP. Concorda?
ERSE propõe aumento de 12,4% das tarifas da electricidade O ministro da Economia afirmou, em Guimarães, que o Governo vai estudar, em conjunto com a autoridade do sector eléctrico (ERSE), medidas legais que minimizem o impacto do aumento de 16% nos preços da electricidade.
Em declarações aos jornalistas, Manuel Pinho disse que o Governo apenas tomou conhecimento há 48 horas da proposta da entidade reguladora do sector, tendo já convocado uma reunião para debater o assunto.

«Estudaremos o quadro legal vigente», acentuou, frisando que a Entidade Reguladora do Sector Energético (ERSE) é um organismo independente, tal como o é o Banco de Portugal pelo que é a ele quem compete decidir sobre o aumento das tarifas.

O governante reconheceu que o aumento proposto pela ERSE é elevado, mas sublinhou que a energia reflecte o aumento dos preços do petróleo nos mercados mundiais pelo que tem de ser repercutido no consumidor.

Manuel Pinho falava aos jornalistas à margem da cerimónia de apresentação da rede de gabinetes de inovação, o primeiro dos quais fica no pólo de Guimarães da Universidade do Minho.

A apresentação do primeiro gabinete contou com a presença do ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, do secretário de Estado adjunto da Indústria Castro Guerra, do coordenador do Plano Tecnológico, Carlos Zorrinho, e dos presidentes do IAPMEI, Jaime Andrez, e da Agência da Inovação, Lino Fernandes.

Na ocasião, Manuel Pinho encontrava-se ladeado pelo secretário de Estado Adjunto da Indústria e da Inovação, que hoje declarou que «a culpa» do aumento de 15,7% da electricidade para os consumidores domésticos em 2007 é do consumidor, porque esteve vários anos a pagar menos do que devia.

Confrontado com esta posição, nenhum dos dois governantes quis responder directamente, dizendo o ministro que o Governo não tem autoridade para decidir sobre os preços da energia eléctrica.

Re: Secretario de Estado diz que teve um «mau momento» ontem

MensagemEnviado: 19/10/2006 13:26
por aos_pouquinhos
mcarvalho Escreveu:comentário
Ontem?
Não terá sido hoje?


in Agencia financeira

Secretario de Estado diz que teve um «mau momento» ontem
[ 2006/10/19 | 13:07 ] Editorial
O secretário de Estado Adjunto, da Indústria e da Inovação, António Castro Guerra, admitiu esta quinta-feira que teve um «mau momento» ontem, quando acusou os consumidores pela culpa da subida da luz.
Esta quinta-feira, Castro Guerra não quis fazer mais comentários sobre as tarifas de electricidade, mas considerou que, ontem, teve «um mau momento».

«Não vou fazer mais comentários. A vida das pessoas é feita de bons e maus momentos. Ontem, não foi seguramente um bom momento para mim. O que está em causa é uma mera apresentação da tarifa para o próximo ano. Esperem pela versão final das tarifas», disse por ocasião do V Fórum da Energia, organizado pelo «Diário Económico».

Na quarta-feira passada, o secretário de Estado, em declarações «à TSF» afirmou que «a culpa» do aumento de 15,7 por cento da electricidade para os consumidores domésticos em 2007 era do consumidor, porque esteve vários anos a pagar menos do que devia.


Sim tens razão
Cumps

Secretario de Estado diz que teve um «mau momento» ontem

MensagemEnviado: 19/10/2006 13:18
por mcarvalho
comentário
Ontem?
Não terá sido hoje?


in Agencia financeira

Secretario de Estado diz que teve um «mau momento» ontem
[ 2006/10/19 | 13:07 ] Editorial
O secretário de Estado Adjunto, da Indústria e da Inovação, António Castro Guerra, admitiu esta quinta-feira que teve um «mau momento» ontem, quando acusou os consumidores pela culpa da subida da luz.
Esta quinta-feira, Castro Guerra não quis fazer mais comentários sobre as tarifas de electricidade, mas considerou que, ontem, teve «um mau momento».

«Não vou fazer mais comentários. A vida das pessoas é feita de bons e maus momentos. Ontem, não foi seguramente um bom momento para mim. O que está em causa é uma mera apresentação da tarifa para o próximo ano. Esperem pela versão final das tarifas», disse por ocasião do V Fórum da Energia, organizado pelo «Diário Económico».

Na quarta-feira passada, o secretário de Estado, em declarações «à TSF» afirmou que «a culpa» do aumento de 15,7 por cento da electricidade para os consumidores domésticos em 2007 era do consumidor, porque esteve vários anos a pagar menos do que devia.

Que estado o deste Estado

MensagemEnviado: 19/10/2006 13:12
por aos_pouquinhos
realmente, pensei que estavamos a caminho do primeiro mundo.... mas enganei-me. O nosso país, não passa de um qualquer desses países Africanos de 3º mundo, (sem desprimor pelas suas gentes).

Ontem, um membro governamental, disse-nos que o aumento da energia era exclusivamente culpa dos consumidores. Estão todos enganados meus amigos. Ninguem percebeu o que esse Sr. quis dizer. Ele tem razão.

O que ele disse, e o que eu interpretei foi o seguinte:
" Temos de recuperar o défice energético da EDP, por isso, há que aumentar tarifas em só... 15,7%. Houve demasiado consumo, por isso temos de fazer o seguinte:
- Eles vão ganir, gemer, chorar, tossir e migir, mas esses gajos que se f.... todos; que pagam o que consumiram ao longo deste tempo. Eles que se f......."

Foi isto que eu ouvi ontem.

Hoje estamos todos contentes. Vamos pagar o pato, e temos a desculpa do Sr secretário de estado a desculpar as suas primeiras declarações. "Disse que teve um dia mau".

Enganam-se: o que eu ouvi foi: vou pedir desculpas aos burros pagantes do país, senão o Socrates lixa-me o tacho.... e vamos ver se chega. Olha, olha, ainda se dignam de pedir a demissão estes grandes burros.....então não sabem que tem de pagar que nada é de borla?!

Moral da história.
A dignidade e seriedade política encontra-se neste caso. Fica com o tacho e manda os burros pagar a factura. Eles que a paguem.

Cumps

MensagemEnviado: 19/10/2006 12:42
por mcarvalho
Os portugueses vão ver agravada a contribuição que pagam para o audiovisual público, em 2007.
No próximo ano, a taxa que pagamos mensalmente na factura da electricidade, vai subir em 4 cêntimos. Um aumento de 2,4 por cento, que atira a o valor mensal da contribuição em 1,71 euros, segundo a proposta do Governo para o Orçamento do Estado para 2007.

Esta taxa, recorde-se, serve para ajudar a financiar a RTP e a RDP.

MensagemEnviado: 19/10/2006 11:49
por Bender
Artigo publicado pelo prog. Medina Carreira, há uns dias no Público, e que estranhamente (ou não) acabou por ser ignorado nos media ...


http://grandelojadoqueijolimiano.blogsp ... -2015.html

Abraço,
Bender

MensagemEnviado: 19/10/2006 11:46
por rmachado
Eu venho por este meio assumir a culpa de pagar a electricidade com preço baixo... ao que parece é mais baixo que na Espanha... ou não, espera... mas fui eu que fiz o preço... e podia ter pago ainda menos, pois eu é que taxava a mesma... ai que estou baralhado...

Quanto as SCUT, aqui... tenho de dar razão ao governo... e embora o post do ricardo aponte as não alternativas... se vamos por ai... então deviamos ter muito mais AE's grátis...

Diga-me uma alternativa credivel a A1, a A5, a A8, a A9, a A2 ou A12, a ponte 25 de Abril e a muitas outras...

Tenho ideia que as únicas A's com uma alternativa "decente" são a A6 com a N6 e a A2 a partir de Alcácer até São Marcos...

Penso que em Po

um forte abraço e felicidades JAOR

MensagemEnviado: 19/10/2006 11:45
por mcarvalho
mcarvalho

e para um idoso jóvem? :!: :(