É sempre bom que estas notícias saiam lá fora
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Obviamente! O ridículo salta à vista... mesmo de um cego!!!
Já outro dia tinhas postado aqui a tua opinião numa altura em que eu ia escrevinhar qualquer coisa muito parecida e resolvi não postar nada (apesar de a tua opinião estar a ser contrariada).
Que estamos num país que vive à tripaforra, gasta demais, produz pouquíssimo, endivida-se cada vez mais, com autoridades da treta (autoridades, institutos, administrações de empresas públicas, etc...) nada disto surpreende, mas ontem a notícia que saiu no Financial Times (apareceu por momentos no bpionline) a ser totalmente branqueada em Portugal fiquei a perceber que há "Sistemas" para todos os gostos e só espero que o ENG Sócrates não se ausente para o Quénia na hora da verdade pois a responsabilidade final é do Governo a não ser que fique a assobiar para o lado.
Uma coisa é certa, o consumidor só ganha se não houver OPA, se houver ninguém sabe o que se vai passar mas os sorrisos vão terminar em breve e depois rebenta a bomba.
Resta saber em que mãos.
Nota:
Para mim a iniciativa Sonae merece 20 valores (tinha uma carrada de PT a 8,18 quando saiu a notícia) a resposta da PT tbém é de louvar.
Agora os reguladores são uma treta e o estado tbém se está a portar muito mal. Isto começou a 6 de fevereiro e ainda não deve estar a meio o que é incrível (10 meses para dar um parecer é demais)
Que estamos num país que vive à tripaforra, gasta demais, produz pouquíssimo, endivida-se cada vez mais, com autoridades da treta (autoridades, institutos, administrações de empresas públicas, etc...) nada disto surpreende, mas ontem a notícia que saiu no Financial Times (apareceu por momentos no bpionline) a ser totalmente branqueada em Portugal fiquei a perceber que há "Sistemas" para todos os gostos e só espero que o ENG Sócrates não se ausente para o Quénia na hora da verdade pois a responsabilidade final é do Governo a não ser que fique a assobiar para o lado.
Uma coisa é certa, o consumidor só ganha se não houver OPA, se houver ninguém sabe o que se vai passar mas os sorrisos vão terminar em breve e depois rebenta a bomba.
Resta saber em que mãos.
Nota:
Para mim a iniciativa Sonae merece 20 valores (tinha uma carrada de PT a 8,18 quando saiu a notícia) a resposta da PT tbém é de louvar.
Agora os reguladores são uma treta e o estado tbém se está a portar muito mal. Isto começou a 6 de fevereiro e ainda não deve estar a meio o que é incrível (10 meses para dar um parecer é demais)
Obviamente! O ridículo salta à vista... mesmo de um cego!!!
Bem, ó Veiga, eu sou um perfeito leigo em economia e finanças, mas das poucas vezes que tenho deixado alguns comentários sobre este tema, manifestei-me abismado não só pelo lançamento da própria OPA - ridícula, potencialmente ruinosa e contra-natura - mas ainda mais por a AdC não considerar que a fusão TMN-Optimus representa um claríssimo e insustentável cenário monopolista nas comunicações móveis. Parece-me incompreensível que tal não seja patente aos olhos de qualquer pessoa, muito menos de um chamado regulador!!!
Quanto ao resto dos remédios e afins, não me pronuncio. Mas sem doença nem há necessidade de "remendos" e o exemplo da World.com / MCI devia ainda estar bem presente! A ambição excessiva pode matar e, neste caso, a oferente seria a destruída... com o qual até nem seria perdia grande coisa, em minha opinião!
E mais não digo, que isto é um fórum público, logo convém mesmo ser moderado em certos aspectos. Obviamente, as minhas referências à ética - ou falta dela! - trazem "água no bico", e muitos por aqui haverá que por certo sabem ao que me refiro. Logo, é só esperar pelo (mau) fim desta novela, já que a sabedoria popular do "Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita", também se aplica aqui perfeitamente.
Isto é para mim evidente...
Rui leprechaun
(...e a OPA
NÃO segue em frente!
)
Quanto ao resto dos remédios e afins, não me pronuncio. Mas sem doença nem há necessidade de "remendos" e o exemplo da World.com / MCI devia ainda estar bem presente! A ambição excessiva pode matar e, neste caso, a oferente seria a destruída... com o qual até nem seria perdia grande coisa, em minha opinião!
E mais não digo, que isto é um fórum público, logo convém mesmo ser moderado em certos aspectos. Obviamente, as minhas referências à ética - ou falta dela! - trazem "água no bico", e muitos por aqui haverá que por certo sabem ao que me refiro. Logo, é só esperar pelo (mau) fim desta novela, já que a sabedoria popular do "Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita", também se aplica aqui perfeitamente.
Isto é para mim evidente...
Rui leprechaun
(...e a OPA
- Mensagens: 1769
- Registado: 24/11/2002 14:36
Não era razão para desatarem a comprar
Era apenas um aviso para a forma como a ADC é neste momento encarada lá fora, perderam a credibilidade com a estória da 3ª rede.
Num país com a mais alta taxa de penetração (esta da taxa de penetração tem muito que se lhe diga) da Europa. 10 milhões de telemóveis.
Uma hipotética nova rede não tem clientes alvo e vai deparar-se com uma rede com 65% e outra 35%. e Zero tugas sem telemóvel.
Para cúmulo ainda vai ter que comprar as antenas que o Belmiro se dispuser a ceder (rede TMN que é de mais fraca qualidade).
Mas agora com esta chacota adivinham-se remédios mais duros ou a ANACOM é uma palhaçada pegada...
Cuidado com os próximos dias. Fica o aviso
Num país com a mais alta taxa de penetração (esta da taxa de penetração tem muito que se lhe diga) da Europa. 10 milhões de telemóveis.
Uma hipotética nova rede não tem clientes alvo e vai deparar-se com uma rede com 65% e outra 35%. e Zero tugas sem telemóvel.
Para cúmulo ainda vai ter que comprar as antenas que o Belmiro se dispuser a ceder (rede TMN que é de mais fraca qualidade).
Mas agora com esta chacota adivinham-se remédios mais duros ou a ANACOM é uma palhaçada pegada...
Cuidado com os próximos dias. Fica o aviso
É sempre bom que estas notícias saiam lá fora
AdC entra na -galeria das decisões regulatórias mais aterradoras-
04/10/2006
Na edição de hoje, o "Financial Times" considera "perversa" a decisão tomada pela Autoridade da Concorrência (AdC) , por obrigar a empresa resultante da junção entre a Sonaecom e a PT a suportar os custos de entrada no mercado de um novo operador móvel.
Na coluna "The Lex Column", o jornal refere-se à AdC como o novo membro da "galeria das decisões regulatórias mais aterradoras" e chama a atenção para o facto da "AdC ter dado luz verde a uma entidade que vai controlar 60% do mercado móvel e de banda larga".
"Os accionistas devem estar felizes com a criação de um monopolista regulado de forma inadequada, numa indústria de capital intensivo e com altas barreiras à entrada", ironiza o jornal.
Segundo este artigo, a dívida líquida da futura entidade deverá atingir seis vezes o EBITDA de 2006 ou 80% do valor da empresa. "A Sonaecom tem garantido o financiamento para a operação e alavancar uma empresa monopolista ao ponto em que uma queda nos lucros fosse catastrófica, tem o benefício de deixar o regulador impotente", acrescenta.
O FT considera que a Sonaecom vai tentar vender alguns activos da PT no estrangeiro para ajudar ao seu refinanciamento, "o que pode explicar o facto do mexicano Carlos Slim ter entrado no capital da PT" .
O jornal acredita que Slim, detentor de uma operadora móvel no Brasil, poderá querer adquirir a participação de 50% da PT na Vivo. "Semelhante negócio poderá fazer com que seja o regulador brasileiro a impedir a operação, mas tendo em conta o exemplo português, tudo pode acontecer", conclui o artigo.
Esta coluna é publicada um dia depois do "Wall Street Journal" (WSJ) ter qualificado a fusão entre a TMN e a Optimus como "escandalosa". Na coluna "Breaking views", o jornal dizia que "agora a Sonaecom tem de persuadir os donos da PT do seu plano".
"Apesar de a decisão [da AdC] ser largamente esperada, ela é de qualquer forma um passo importante. Afinal, fundir as redes [TMN e Optimus] p arece escandaloso do ponto de vista do consumidor", escrevia o WSJ, acrescentando que a quota de mercado somada (64%) é "uma das maiores que qualquer operador tem no seu país na Europa Ocidental. E fará de Portugal o único mercado da região com dois operadores".
04/10/2006
Na edição de hoje, o "Financial Times" considera "perversa" a decisão tomada pela Autoridade da Concorrência (AdC) , por obrigar a empresa resultante da junção entre a Sonaecom e a PT a suportar os custos de entrada no mercado de um novo operador móvel.
Na coluna "The Lex Column", o jornal refere-se à AdC como o novo membro da "galeria das decisões regulatórias mais aterradoras" e chama a atenção para o facto da "AdC ter dado luz verde a uma entidade que vai controlar 60% do mercado móvel e de banda larga".
"Os accionistas devem estar felizes com a criação de um monopolista regulado de forma inadequada, numa indústria de capital intensivo e com altas barreiras à entrada", ironiza o jornal.
Segundo este artigo, a dívida líquida da futura entidade deverá atingir seis vezes o EBITDA de 2006 ou 80% do valor da empresa. "A Sonaecom tem garantido o financiamento para a operação e alavancar uma empresa monopolista ao ponto em que uma queda nos lucros fosse catastrófica, tem o benefício de deixar o regulador impotente", acrescenta.
O FT considera que a Sonaecom vai tentar vender alguns activos da PT no estrangeiro para ajudar ao seu refinanciamento, "o que pode explicar o facto do mexicano Carlos Slim ter entrado no capital da PT" .
O jornal acredita que Slim, detentor de uma operadora móvel no Brasil, poderá querer adquirir a participação de 50% da PT na Vivo. "Semelhante negócio poderá fazer com que seja o regulador brasileiro a impedir a operação, mas tendo em conta o exemplo português, tudo pode acontecer", conclui o artigo.
Esta coluna é publicada um dia depois do "Wall Street Journal" (WSJ) ter qualificado a fusão entre a TMN e a Optimus como "escandalosa". Na coluna "Breaking views", o jornal dizia que "agora a Sonaecom tem de persuadir os donos da PT do seu plano".
"Apesar de a decisão [da AdC] ser largamente esperada, ela é de qualquer forma um passo importante. Afinal, fundir as redes [TMN e Optimus] p arece escandaloso do ponto de vista do consumidor", escrevia o WSJ, acrescentando que a quota de mercado somada (64%) é "uma das maiores que qualquer operador tem no seu país na Europa Ocidental. E fará de Portugal o único mercado da região com dois operadores".
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