
Enviado:
29/9/2006 21:02
por valves
... em todo o caso podemos pensar de uma forma diferente com o decrescimo da natalidade serão precisos mais imigrantes. Ao serem precisos mais imigrantes está-se a dar uma oportunidade a centenas de milhares de pessoas que vivem em condições sub humanas por exemplo em Africa.
O que levará todos os dias milhares de pessoas do continente negro a empreenderem uma travessia arriscada para as canarias ... coisa boa não é de certeza. Na Europa desperdiça-se muito gasta-se muito e acima de tudo mta coisa que não é preciso. é evidente que isso também gera postos de trabalho mas a realidade é que se desperdiça muito ...
Off- isto da natalidade e os incentivos

Enviado:
29/9/2006 11:46
por Infoo
faz um par de meses andaram por aí umas notícias sobre como o governo tencionava combater o problema da fraca natalidade em Portugal....
---a intenção seria (será?!) pelo lado de penalizar nos impostos as famílias com menos de 2 filhos
clap, clap, clap
bem como os exemplos (dos outros) são no mínimo para serem analisados e estudades... cá fica o caso alemão:
in DE online
O Parlamento alemão (Bundestag) aprovou hoje um projecto-lei que instaura um salário familiar, a primeira lei social importante votada pela "grande coligação" entre democratas-cristãos e social-democratas que governa a Alemanha.
DE com AFP
O objectivo da medida é aumentar a taxa de natalidade do país.
As novas disposições entrarão em vigor no dia um de janeiro de 2007. De acordo com a lei, os pais das crianças nascidas a partir da data que se dedicaram a cuidar dos bebés receberão 67% do salário líquido (com um máximo de 1 800 euros mensais), durante um ano.
A medida também será aplicada se os pais optarem por trabalhar em período parcial de menos de 30 horas por mês.
A indemnização terá um aumento de 10% (pelo menos 75 euros) por cada filho adicional de menos de seis anos que viva na casa da família. Este subsídio somará-se aos 154 euros por filho pagos pelo governo por cada filho até aos 18 anos.
"É um momento histórico", afirmou a ministra federal da Família, Ursula van der Leyen, que é médica e tem sete filhos.
"Esta lei vai mudar fundamentalmente as coisas para os pais e seus filhos", acrescentou.
A ministra espera que 27% dos pais façam uma pausa nas suas carreiras para cuidar dos filhos a partir de 2007, contra os 5% actualmente.