pelo que parece
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pelo que parece
o mercado não assimilou bem a noticia:
"Os accionistas da Martifer, a sub-holding"do grupo Mota-Engil para as áreas da indústria e energia, estão a considerar a possibilidade de admissão à cotação em bolsa no próximo ano, referiu hoje Eduardo Rocha, administrador financeiro da Mota-Engil.
O "free float" será no mínimo de 20% porque "à Mota-Engil não nos interessa diluir muito a nossa posição", sublinhou o mesmo responsável. Esta operação está dependente de alguns requisitos, "se todos forem preenchidos, haverá operação, caso contrário não", acrescentou.
Entre os principais requisitos está a necessidade do mercado reconhecer o valor da Martifer, a empresa "precisa de ser vista como um "player" importante na área das energias renováveis", sublinhou.
A admissão à cotação é uma forma de potenciar o crescimento da empresa sendo que à Mota-Engil e ao conselho de administração não interessa vender a sua posição.
Eduardo Rocha adiantou também que, relativamente à Mota-Engil esperam um crescimento de dois dígitos (10%) nos próximos anos através de projectos importantes como o aeroporto da OTA, concessões rodoviárias e TGV."
JN
"Os accionistas da Martifer, a sub-holding"do grupo Mota-Engil para as áreas da indústria e energia, estão a considerar a possibilidade de admissão à cotação em bolsa no próximo ano, referiu hoje Eduardo Rocha, administrador financeiro da Mota-Engil.
O "free float" será no mínimo de 20% porque "à Mota-Engil não nos interessa diluir muito a nossa posição", sublinhou o mesmo responsável. Esta operação está dependente de alguns requisitos, "se todos forem preenchidos, haverá operação, caso contrário não", acrescentou.
Entre os principais requisitos está a necessidade do mercado reconhecer o valor da Martifer, a empresa "precisa de ser vista como um "player" importante na área das energias renováveis", sublinhou.
A admissão à cotação é uma forma de potenciar o crescimento da empresa sendo que à Mota-Engil e ao conselho de administração não interessa vender a sua posição.
Eduardo Rocha adiantou também que, relativamente à Mota-Engil esperam um crescimento de dois dígitos (10%) nos próximos anos através de projectos importantes como o aeroporto da OTA, concessões rodoviárias e TGV."
JN
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