Umas ideias.
Dada a preferência na compra por parte do inclino, e a actual lei do arrendamento que conduziu a um possível aumento das rentas (até um pseudo-valor justo) os próprios inclinos passaram a ter outro interessem comprar dado que essas rendas baixissimas estão condenadas e não se materão indefinidamente.
E portanto os próprios senhorios passaram de algum modo a estar um pouco mais protegidos.
O conselho que lhe daria é ver o valor real, e ver se o inclino quereria comprar.
Antes talvez fosse boa ideia fazer a comunicação para o aumento das rendas. Assim adicionava um pouco de pressão.
Por outro lado há estratégias para que o inclino se canse da casa. As vistorias do senhorio de quando em quando... etc... a proibição de certas obras, etc...
Claro que com isto tudo o estado é o primeiro a ganhar.
Porque para aumentar as rendas é preciso um valor (real porque interessa o mais alto possível) e assim terá de ser feita primeiro a actualização do valor nas finanças o que implica que o estado vai ser o primeiro a arrecadar IMI todos os amos.
E portanto os próprios senhorios passaram de algum modo a estar um pouco mais protegidos.
O conselho que lhe daria é ver o valor real, e ver se o inclino quereria comprar.
Antes talvez fosse boa ideia fazer a comunicação para o aumento das rendas. Assim adicionava um pouco de pressão.
Por outro lado há estratégias para que o inclino se canse da casa. As vistorias do senhorio de quando em quando... etc... a proibição de certas obras, etc...
Claro que com isto tudo o estado é o primeiro a ganhar.
Porque para aumentar as rendas é preciso um valor (real porque interessa o mais alto possível) e assim terá de ser feita primeiro a actualização do valor nas finanças o que implica que o estado vai ser o primeiro a arrecadar IMI todos os amos.