e os amercados americanos continuam a mostrar uma força que por exemplo não se ve no PSI 20 com o indice engasgado em torno dos 9900 e os 10000 pts Setembro até pode ser bom mas não os primeiros 11 dias do mes que sem terem estado maus tambem nao estão bons relembro que SNC BPI PT estão a inchar o indice em 1000 pts pelo que até agora se não fossem as OPAS o PSI estaria nos 8900 pts mais ou menos ...
Nos Estados Unidos irão ser proferidos uma série de discursos hoje por responsáveis da Reserva Federal Norte Americana (FED) que poderão dar algumas dicas para as perspectivas da inflação e das políticas monetárias nos Estados Unidos. Hoje irão discursar os presidentes Federais Sra. Cathy Minehan, o sr. William Poole e o sr. Donald Kohn.
Outros dados relevantes a serem divulgados esta semana nos Estados Unidos são as Vendas a Retalho na quinta-feira e o Índice de Preços ao Consumidor na sexta-feira.
Os ataques terroristas de 11 de Setembro terão alterado a economia Americana de um modo que ninguém estava á espera há cinco anos atrás. Em vez de cair numa recessão económica, os ataques desencadearam uma série de acontecimentos que causaram uma recuperação económica baseada no poder de compra dos Americanos. A Reserva Federal Norte Americana (FED) cortou as taxas de juro ao máximo e o governo aumentou os gastos e cortou os impostos. Desde o dia da tragédia a economia Americana tem crescido a uma taxa anual de 3.1%, perto do ritmo estabelecido nos anos noventa.
A resistência da economia Americana proveio de um aumento dos gastos do governo Americano com a segurança interna na ordem de meio trilião de Dólares e com as guerras no Iraque e no Afeganistão. Houve um aumento de $4 triliões na dívida hipotecaria para a habitação e um aumento de 50% no valor das casas.
Neste momento o déficit do governo Americano encontra-se na ordem dos $318 biliões no ano fiscal que termina a 30 de Setembro, descendo de um excedente de $128 biliões registado em 2001. A dívida dos cidadãos Americanos terá aumentado em muito ao atingir os $12.2 triliões, subindo de $7.9 triliões, com os Americanos a aproveitarem as taxas de juro mais baixas para financiarem uma corrida ás compras.
Os Americanos poderão estar melhor preparados no caso de acontecer outra tragédia destas. O FED poderá não ter tanta margem agora por causa do aumento dos preços dos combustíveis, sendo que a inflação está a percorrer uma taxa de 4.1% agora contra os 2.75% que eram registados em Agosto de 2001.
Na Europa o Euro terá recuperado de mínimos das últimas seis semanas contra o Dólar hoje depois de um dos responsáveis do Banco Central Europeu (BCE), o sr. Jurgen Stark ter assinalado que os mercados estariam certos ao esperar que houvesse outro aumento ás taxas de juro na Zona Euro para o mês que vem.
O sr. Stark terá dito também que espera que a inflação na Zona Euro se mantenha acima do alvo deste ano e para o próximo e que ele não vê qualquer risco em como o aumento das taxas de juro irão afectar a recuperação económica na Zona Euro.
No Reino Unido a Libra terá descido ligeiramente entre indicações de que as pressões inflacionárias no Reino Unido poderiam estar a abrandar, o que pesa sobra as decisões de mais aumentos ás taxas de juro. Em dados divulgados hoje viu-se que os preços aos produtores baixaram substancialmente em Agosto.
O Índice de Preços de Entrada terá caído um valor ajustado de 1.2% em Agosto, descendo em relação ao valor registado em Julho de 0.9% de aumento. Os analistas estavam á espera de um valor de queda de 0.1%.
Esta queda nos preços de entrada terá sido a mais acentuada desde a registada em Dezembro de 2004 de 2.3%. De ano a ano os preços de entrada terão subido 7.5%, bem abaixo dos 9.1% de aumento esperado pelos analistas. Esta queda de preços está relacionado com a queda dos preços do crude, das peças importadas e dos alimentos produzidos no país.
Os fabricantes estão a ter dificuldades em passar os aumentos dos preços ao consumidor final. Os preços da saída, ou seja de venda, estão inalterados, sendo que desceram em relação ao aumento de 0.3% registado em Julho. Este valor terá sido o mais baixo desde Dezembro de 2005 quando os preços de saída desceram 0.3%. Os preços centrais ao ano terão descido 0.2% em relação ao mês anterior, este terá sido a primeira queda desde Outubro de 2005.
Com a Balança Comercial do Reino Unido, viu-se que a diferença com o resto do mundo ficou inalterada durante o mês de Julho á medida que um melhoramento com a União Europeia ajudou a colmatar a quebra registada com os países fora da União Europeia. O valor para o mês de Julho ficou assim inalterado em 6.3 biliões de Libras, sendo que os analistas esperavam um melhoramento para os 6.0 biliões de Libras desta vez.
Entre o mês de Junho e Julho as importações terão caído em 10.0% para 26.0 biliões de Libras, enquanto que as exportações terão descido 13% para 19.7 biliões de Libras.
No relatório dos preços das casas Inglesas, vimos que estes terão diminuído em 6.0% em relação ao ano anterior em Julho, subindo de 5.3% do mês anterior. Isto vem indicar que o mercado imobiliário continua robusto.
Londres liderou os ganhos, com um aumento de 7.1% durante este período. Entre Junho e Julho existiu um aumento de 1.8% na média dos preços das habitações, subindo para 194.454 Libras sendo que anteriormente eram de 191.016 Libras.
A Inglaterra e a Escócia viram aumentos á inflação, enquanto que esta terá caído na Irlanda do Norte. A taxa de inflação na Inglaterra terá subido para 5.5% em Julho, subindo de 4.6% registada em Junho, enquanto que na Escócia os preços terão subido em 9.3% subindo do anterior aumento de 8.9%. Na Irlanda do Norte a taxa terá caído para 18.3%, descendo de 19.1%.
No Japão as encomendas de maquinaria do sector privado caíram um valor ajustado de 16.7% em Julho, descendo do mês de Junho, sendo que o mercado esperava uma queda de 5.5%. As encomendas Centrais, que excluem os artigos voláteis das utilidades eléctricas e para navios, são vistos como um indicador líder no que se refere aos gastos capitais.
As encomendas de ano a ano caíram 1.2% em Julho. As encomendas colocadas pelo sector fabril subiram 18.7% ao mês mas subiram 4.7% em relação ao mesmo período do ano passado.
O produto interno bruto no Japão para o segundo período terá sido revisto em alta ligeira, tendo apresentado um valor de 1.0%.
O crude terá caído abaixo de $65 o barril em Londres, aumentando as percas registadas na semana passada, sendo que para isso tem ajudado os relatos de que existem conversações de última hora entre os responsáveis Iranianos e das Nações Unidas para que sejam adiadas possíveis sanções económicas contra o Irão por causa do seu programa de enriquecimento de urânio. O crude Brent para Outubro terá caído 42 cêntimos para se cotar a $64.91 o barril, sendo que é o valor mais baixo desde o dia 29 de Março.
Nos Estados Unidos o crude para entrega em Outubro terá descido em 43 cêntimos para se cotar a $65.79 o barril.
O ouro terá descido abaixo de $600 a onça á medida que as compras desta matéria como refúgio abrandaram. Terá feito o preço de $592.40 a onça hoje.
Tecnicamente o EUR/USD tem suporte inicial a 1.2638. Está com suporte chave a 1.2614. Tem suporte forte a 1.2589 e mais á frente a 1.2562. Hoje o Euro está com uma tendência positiva.
Tinha resistência inicial a 1.2705. Tinha a resistência chave a 1.2732 que já foram quebradas tendo efectuado 1.2738 de máximo hoje. Tem resistência mais forte a 1.2758 e mais forte a 1.2785. A sessão terá aberto com a cotação a 1.2669. Está a esta hora a cotar-se a 1.2710 a subir 0.32%.
O GBP/USD tinha resistência inicial a 1.8687 que já foi quebrado tendo efectuado 1.8705 de máximo hoje. Tem resistência chave a 1.8713 hoje. Tem ainda resistência mais forte a 1.8738 e mais forte a 1.8765 e a 1.8793. A Libra Inglesa tem estado a negociar com uma tendência negativa hoje.
O suporte inicial é de 1.8625. Tem suporte chave a 1.8600 e tem suporte mais forte á frente a 1.8572 e mais á frente a 1.8545. Terá aberto a sessão a cotar-se a 1.8672. A esta hora verifica-se que a sua cotação se cifra a 1.8653 a descer 0.10%.
O USD/JPY tem suporte inicial a 116.51 hoje. Tem a seguir suporte chave a 116.25. Tem suporte mais forte a 116.00 e á frente a 115.72.
A tendência que se verifica hoje do Iene é de queda. Tem a sua resistência inicial a 117.41. Tem a sua resistência chave a 117.67, com resistência mais forte a 117.93 e a 118.18. Terá aberto a sessão a cotar-se a 116.76. Neste momento encontra-se a transaccionar a 117.36 a subir 0.52%.
O USD/CHF está com uma tendência de queda hoje. Tem a sua resistência inicial a 1.2507. A sua resistência chave é de 1.2534 com resistência mais forte a 1.2561 e á frente a 1.2588.
Tinha suporte inicial a 1.2442. Tinha o suporte chave a 1.2417 que já forma quebrados tendo efectuado 1.2394 de mínimo hoje. Tem suporte mais forte a 1.2392 e á frente a 1.2365 e mais á frente a 1.2339. Abriu a sessão a cotar-se a 1.2478. Está neste momento a cotar-se a 1.2426 a descer 0.41%.
Só com a informação certa como têm no nosso site é que conseguem ter uma ideia correcta das movimentações das várias moedas em tempo real.
Hoje não vamos ter dados dos Estados Unidos, sendo que os mercados ainda poderão registar alguns movimentos de tarde devido a outras questões ou com os discursos dos responsáveis do FED.
Não percam as oportunidades que possam surgir para retirarem lucros nas vossas transações. As oportunidades não nos devem passar despercebidas.
Esperamos que tenham um resto de um bom dia.
Até amanhã.
ADVANCED CURRENCY MARKETS, S.A
Genebra (Suíça)