Japão tenta disfarçar
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Japão tenta disfarçar
As moedas principais estão pouco alteradas em negociação matinal sendo no entanto de referir que a luz está a incidir no Iene por causa do aumento da especulação de que a sua recente fraqueza irá estar na agenda da próxima reunião do G7 na Singapura. O Euro terá conseguido uma série de máximos contra a moeda Nipónica nas últimas semanas, tendo levado a que tenham sido feitos comentários do ministro das Finanças Alemãs, o sr. Thomas Mirrow, no sentido de apontar para essa mesma discussão nas reuniões do G7.
Tem-se seguido uma avalanche de comentários por parte dos responsáveis Japoneses, tanto do governo como do Banco Central Japonês a retirar importância aos comentários. Esta manhã o ministro das finanças Japonesas, o sr. Sadakazu Tanigaki, terá dito que o principal tema de discussão nas reuniões serão do crude e da economia global.
O Banco Central Japonês terá votado com todos os votos a favor da manutenção das taxas de juro no seu actual valor de 0.25%, sendo que as terão aumentado em Julho pela primeira vez nos últimos seis anos, subindo de praticamente 0% á medida que começaram a existir sinais de que a economia estava a recuperar e a deflação estava a abrandar.
Embora não tivesse existido um aumento ás taxas no Japão, o governador do Banco Central, o sr. Toshihiko Fukui terá sugerido que o Banco Central se mantém com a tendência de mais aumentos embora a inflação esteja controlada neste momento. A mudança dos produtos utilizados para calcular a inflação e o ano base utilizado para o mesmo cálculo terão sido alterados, sendo que o ano base passou de 2000 para 2005. Isto terá ajudado á manutenção de uma taxa de inflação baixa em Julho.
A maior parte da fraqueza sentida pelo Iene ultimamente terá sido pelo facto de as expectativas de mais aumentos ás taxas de juro terem sido reduzidas, sendo que a moeda Nipónica deverá recuperar de uma revisão a essas perspectivas á medida que começam a aumentar as possibilidades de serem efectuados mais aumentos ás taxas de juro de referência no Japão ainda este ano.
Na Europa e mais especificamente no Reino Unido a Libra continua a enfraquecer com a confirmação por parte do primeiro ministro, o sr. Tony Blair, de que se irá retirar num momento que seja oportuno para ele, sendo que terá referido o prazo máximo de um ano para efectuar tal retirada.
Na Alemanha as exportações terão crescido mais que o esperado em Julho á medida que o crescimento económico aumentou o pedido para bens como maquinaria para fábricas e para automóveis. As exportações terão subido em 13.4% em relação ao ano anterior para um total de 73.1 biliões de Euros. As importações terão subido 2.8% ao mês e em 19.9% ao ano.
O Excedente Comercial terá caído em Julho para 13.1 biliões de Euros. O Excedente da Conta Corrente terá caído em Julho para 7.3 biliões de Euros.
Na Suíça a taxa de desemprego ter-se-á mantido a 3.1% em Agosto, inalterada do valor registado no mês de Julho. Este valor era esperado pelos analistas. O número de pessoas sem emprego na Suíça terá subido ligeiramente, tendo subido 1.349 lugares para um total de 123.074. O número de pessoas á procura de emprego terá descido em 282 para um total de 186.654, enquanto que o número de vagas aumentou em 253 para um total de 11,782.
A União Europeia irá pedir o equilíbrio global nas conversações do Fundo Monetário Internacional, sendo que irão pedir que os Americanos poupem mais, haja mais flexibilidade das taxas cambiais e mais crescimento interno nos países Asiáticos. Os países exportadores de crude irão ser chamados a investirem mais também.
Os custos em constante aumento dos preços energéticos constituem um risco á estabilidade a médio prazo dos preços, embora não existam neste momento provas em como os preços se estejam a reflectir nos preços finais aos consumidores.
Nos Estados Unidos o mercado imobiliário em abrandamento poderá ser um fardo maior do que se esperava no crescimento da economia, o que poderá levar a que as taxas de juro nos Estados Unidos se mantenham no valor actual o resto deste ano. As quedas nas vendas de habitações resultante do aumento ás taxas de juro irão retirar uma fonte de dinheiro vivo que terá ajudado ao aumento do consumo e terá sido a causa do “boom” no mercado imobiliário dos últimos cinco anos.
Prevê-se que o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos deverá expandir a uma média de 2.8% neste período e abrandar para 2.6% no último período do ano de 2006. Na primeira metade do ano o crescimento do PIB terá sido de 4.3% em média. A economia deverá expandir em 2.7% na primeira metade do ano que vem.
O aumento dos preços dos combustíveis têm prejudicado os consumidores Americanos já que estão habituados a gastar dinheiro sem grandes restrições e agora têm que começar a fazer contas. Os preços aos consumidores deverão aumentar em 3.6% este ano. O aumento da concorrência e o abrandamento no pedido deverá fazer com que muitas empresas se abstenham de aumentar os preços para recuperar os gastos com as energias.
O “Livro Bege” divulgado esta semana terá mostrado que as empresas têm dificuldade em passar os aumentos dos preços aos consumidores, sendo que as preocupações de uma aumento generalizado da inflação acalmaram um pouco depois da divulgação deste relatório.
Os dados do Crédito ao Consumo mais logo poderão dar uma indicação da direcção das taxas de juro nos Estados Unidos.
O crude terá descido para um mínimo dos últimos cinco meses depois de os inventários de gasolina e gasóleo terem subido inesperadamente nos Estados Unidos, o maior consumidor do mundo de combustíveis. Os inventários de gasolina terão avançado pela terceira semana. O preço para o crude a entregar em Outubro terá caído em 63 cêntimos para $66.69 o barril em negociação electrónica fora de horas no mercado mercantil de Nova Iorque. Em Londres o crude para entrega em Outubro terá descido 42 cêntimos para se cotar a $66.11 o barril.
O crude poderá aumentar ainda mais a sua queda a semana que vem visto os inventários Americanos estarem repletos.
O ouro ter-se-á encaminhado para sua primeira queda da semana das últimas três em Londres á medida que o valor do crude retirou o apelo deste metal precioso como uma segurança contra a inflação. O ouro para entrega imediata terá perdido $2.40 para se cifrar a $619.47 a onça. O seu valor já desceu em 1.7% esta semana. O ouro poderá perder ainda mais valor com a especulação de que alguns Bancos Centrais Europeus irão vender mais das suas reservas até á data limite de 26 de Setembro.
Sendo que esta data terá sido acordada num pacto conhecido como a Concordata de Washington, em que os Bancos Centrais Europeus concordam em não vender mais do que 500 toneladas de ouro por ano, sendo que este ano ainda não preencheram esta quota.
Tecnicamente o EUR/USD tem suporte inicial a 1.2688. Está com suporte chave a 1.2663. Tem suporte forte a 1.2637 e mais á frente a 1.2612. Hoje o Euro está com uma tendência negativa.
Tem resistência inicial a 1.2741. Tem a resistência chave a 1.2767, com resistência mais forte a 1.2795 e mais forte a 1.2822. A sessão terá aberto com a cotação a 1.2727. Está a esta hora a cotar-se a 1.2703 a descer 0.19%.
O GBP/USD tem resistência inicial a 1.8765. Tem resistência chave a 1.8791 hoje. Tem ainda resistência mais forte a 1.8817 e mais forte a 1.8842 e a 1.8868. A Libra Inglesa tem estado a negociar com uma tendência negativa hoje.
O suporte inicial era de 1.8700 que já foi quebrado tendo efectuado 1.8687 de mínimo hoje. Tem suporte chave a 1.8674 e tem suporte mais forte á frente a 1.8649 e mais á frente a 1.8621. Terá aberto a sessão a cotar-se a 1.8751. A esta hora verifica-se que a sua cotação se cifra a 1.8787 a descer 0.35%.
O USD/JPY tem suporte inicial a 115.98 hoje. Tem a seguir suporte chave a 115.73. Tem suporte mais forte a 115.47 e á frente a 115.22.
A tendência que se verifica hoje do Iene é mista. Tem a sua resistência inicial a 116.60. Tem a sua resistência chave a 116.84, com resistência mais forte a 117.10 e a 117.37. Terá aberto a sessão a cotar-se a 116.30. Neste momento encontra-se a transaccionar a 116.41 a subir 0.07%.
O USD/CHF está com uma tendência de subida hoje. Tem a sua resistência inicial a 1.2463. A sua resistência chave é de 1.2487 com resistência mais forte a 1.2510 e á frente a 1.2535.
Tem suporte inicial a 1.2413. Tem o suporte chave a 1.2387, com suporte mais forte a 1.2362 e á frente a 1.2337 e mais á frente a 1.2310. Abriu a sessão a cotar-se a 1.2428. Está neste momento a cotar-se a 1.2444 a subir 0.12%.
Hoje não vamos ter dados muito importantes dos Estados Unidos, sendo que os mercados ainda poderão registar fortes movimentos de tarde com outros comentários.
Só com a informação certa como têm no nosso site é que conseguem ter uma ideia correcta das movimentações das várias moedas em tempo real.
Não percam as oportunidades que possam surgir para retirarem lucros nas vossas transações. Não deixem as oportunidades passarem despercebidas.
Espero que tenham um resto de um bom dia e um excelente fim de semana.
Até segunda.
ADVANCED CURRENCY MARKETS, S.A
Genebra (Suíça)
Tem-se seguido uma avalanche de comentários por parte dos responsáveis Japoneses, tanto do governo como do Banco Central Japonês a retirar importância aos comentários. Esta manhã o ministro das finanças Japonesas, o sr. Sadakazu Tanigaki, terá dito que o principal tema de discussão nas reuniões serão do crude e da economia global.
O Banco Central Japonês terá votado com todos os votos a favor da manutenção das taxas de juro no seu actual valor de 0.25%, sendo que as terão aumentado em Julho pela primeira vez nos últimos seis anos, subindo de praticamente 0% á medida que começaram a existir sinais de que a economia estava a recuperar e a deflação estava a abrandar.
Embora não tivesse existido um aumento ás taxas no Japão, o governador do Banco Central, o sr. Toshihiko Fukui terá sugerido que o Banco Central se mantém com a tendência de mais aumentos embora a inflação esteja controlada neste momento. A mudança dos produtos utilizados para calcular a inflação e o ano base utilizado para o mesmo cálculo terão sido alterados, sendo que o ano base passou de 2000 para 2005. Isto terá ajudado á manutenção de uma taxa de inflação baixa em Julho.
A maior parte da fraqueza sentida pelo Iene ultimamente terá sido pelo facto de as expectativas de mais aumentos ás taxas de juro terem sido reduzidas, sendo que a moeda Nipónica deverá recuperar de uma revisão a essas perspectivas á medida que começam a aumentar as possibilidades de serem efectuados mais aumentos ás taxas de juro de referência no Japão ainda este ano.
Na Europa e mais especificamente no Reino Unido a Libra continua a enfraquecer com a confirmação por parte do primeiro ministro, o sr. Tony Blair, de que se irá retirar num momento que seja oportuno para ele, sendo que terá referido o prazo máximo de um ano para efectuar tal retirada.
Na Alemanha as exportações terão crescido mais que o esperado em Julho á medida que o crescimento económico aumentou o pedido para bens como maquinaria para fábricas e para automóveis. As exportações terão subido em 13.4% em relação ao ano anterior para um total de 73.1 biliões de Euros. As importações terão subido 2.8% ao mês e em 19.9% ao ano.
O Excedente Comercial terá caído em Julho para 13.1 biliões de Euros. O Excedente da Conta Corrente terá caído em Julho para 7.3 biliões de Euros.
Na Suíça a taxa de desemprego ter-se-á mantido a 3.1% em Agosto, inalterada do valor registado no mês de Julho. Este valor era esperado pelos analistas. O número de pessoas sem emprego na Suíça terá subido ligeiramente, tendo subido 1.349 lugares para um total de 123.074. O número de pessoas á procura de emprego terá descido em 282 para um total de 186.654, enquanto que o número de vagas aumentou em 253 para um total de 11,782.
A União Europeia irá pedir o equilíbrio global nas conversações do Fundo Monetário Internacional, sendo que irão pedir que os Americanos poupem mais, haja mais flexibilidade das taxas cambiais e mais crescimento interno nos países Asiáticos. Os países exportadores de crude irão ser chamados a investirem mais também.
Os custos em constante aumento dos preços energéticos constituem um risco á estabilidade a médio prazo dos preços, embora não existam neste momento provas em como os preços se estejam a reflectir nos preços finais aos consumidores.
Nos Estados Unidos o mercado imobiliário em abrandamento poderá ser um fardo maior do que se esperava no crescimento da economia, o que poderá levar a que as taxas de juro nos Estados Unidos se mantenham no valor actual o resto deste ano. As quedas nas vendas de habitações resultante do aumento ás taxas de juro irão retirar uma fonte de dinheiro vivo que terá ajudado ao aumento do consumo e terá sido a causa do “boom” no mercado imobiliário dos últimos cinco anos.
Prevê-se que o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos deverá expandir a uma média de 2.8% neste período e abrandar para 2.6% no último período do ano de 2006. Na primeira metade do ano o crescimento do PIB terá sido de 4.3% em média. A economia deverá expandir em 2.7% na primeira metade do ano que vem.
O aumento dos preços dos combustíveis têm prejudicado os consumidores Americanos já que estão habituados a gastar dinheiro sem grandes restrições e agora têm que começar a fazer contas. Os preços aos consumidores deverão aumentar em 3.6% este ano. O aumento da concorrência e o abrandamento no pedido deverá fazer com que muitas empresas se abstenham de aumentar os preços para recuperar os gastos com as energias.
O “Livro Bege” divulgado esta semana terá mostrado que as empresas têm dificuldade em passar os aumentos dos preços aos consumidores, sendo que as preocupações de uma aumento generalizado da inflação acalmaram um pouco depois da divulgação deste relatório.
Os dados do Crédito ao Consumo mais logo poderão dar uma indicação da direcção das taxas de juro nos Estados Unidos.
O crude terá descido para um mínimo dos últimos cinco meses depois de os inventários de gasolina e gasóleo terem subido inesperadamente nos Estados Unidos, o maior consumidor do mundo de combustíveis. Os inventários de gasolina terão avançado pela terceira semana. O preço para o crude a entregar em Outubro terá caído em 63 cêntimos para $66.69 o barril em negociação electrónica fora de horas no mercado mercantil de Nova Iorque. Em Londres o crude para entrega em Outubro terá descido 42 cêntimos para se cotar a $66.11 o barril.
O crude poderá aumentar ainda mais a sua queda a semana que vem visto os inventários Americanos estarem repletos.
O ouro ter-se-á encaminhado para sua primeira queda da semana das últimas três em Londres á medida que o valor do crude retirou o apelo deste metal precioso como uma segurança contra a inflação. O ouro para entrega imediata terá perdido $2.40 para se cifrar a $619.47 a onça. O seu valor já desceu em 1.7% esta semana. O ouro poderá perder ainda mais valor com a especulação de que alguns Bancos Centrais Europeus irão vender mais das suas reservas até á data limite de 26 de Setembro.
Sendo que esta data terá sido acordada num pacto conhecido como a Concordata de Washington, em que os Bancos Centrais Europeus concordam em não vender mais do que 500 toneladas de ouro por ano, sendo que este ano ainda não preencheram esta quota.
Tecnicamente o EUR/USD tem suporte inicial a 1.2688. Está com suporte chave a 1.2663. Tem suporte forte a 1.2637 e mais á frente a 1.2612. Hoje o Euro está com uma tendência negativa.
Tem resistência inicial a 1.2741. Tem a resistência chave a 1.2767, com resistência mais forte a 1.2795 e mais forte a 1.2822. A sessão terá aberto com a cotação a 1.2727. Está a esta hora a cotar-se a 1.2703 a descer 0.19%.
O GBP/USD tem resistência inicial a 1.8765. Tem resistência chave a 1.8791 hoje. Tem ainda resistência mais forte a 1.8817 e mais forte a 1.8842 e a 1.8868. A Libra Inglesa tem estado a negociar com uma tendência negativa hoje.
O suporte inicial era de 1.8700 que já foi quebrado tendo efectuado 1.8687 de mínimo hoje. Tem suporte chave a 1.8674 e tem suporte mais forte á frente a 1.8649 e mais á frente a 1.8621. Terá aberto a sessão a cotar-se a 1.8751. A esta hora verifica-se que a sua cotação se cifra a 1.8787 a descer 0.35%.
O USD/JPY tem suporte inicial a 115.98 hoje. Tem a seguir suporte chave a 115.73. Tem suporte mais forte a 115.47 e á frente a 115.22.
A tendência que se verifica hoje do Iene é mista. Tem a sua resistência inicial a 116.60. Tem a sua resistência chave a 116.84, com resistência mais forte a 117.10 e a 117.37. Terá aberto a sessão a cotar-se a 116.30. Neste momento encontra-se a transaccionar a 116.41 a subir 0.07%.
O USD/CHF está com uma tendência de subida hoje. Tem a sua resistência inicial a 1.2463. A sua resistência chave é de 1.2487 com resistência mais forte a 1.2510 e á frente a 1.2535.
Tem suporte inicial a 1.2413. Tem o suporte chave a 1.2387, com suporte mais forte a 1.2362 e á frente a 1.2337 e mais á frente a 1.2310. Abriu a sessão a cotar-se a 1.2428. Está neste momento a cotar-se a 1.2444 a subir 0.12%.
Hoje não vamos ter dados muito importantes dos Estados Unidos, sendo que os mercados ainda poderão registar fortes movimentos de tarde com outros comentários.
Só com a informação certa como têm no nosso site é que conseguem ter uma ideia correcta das movimentações das várias moedas em tempo real.
Não percam as oportunidades que possam surgir para retirarem lucros nas vossas transações. Não deixem as oportunidades passarem despercebidas.
Espero que tenham um resto de um bom dia e um excelente fim de semana.
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