GALP
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Ulisses, olha que isso não é inteiramente verdade. A minha experiência (faço o planeamento do abastecimento de combustíveis para estações de serviço em Portugal e Espanha) é que, embora outros factores se possam sobrepôr (por exemplo asazonalidade), o preço do combustível tem influência no ritmo de consumo. Aliás, estas duas últimas semanas têm sido de loucos: não sei o que andam a fazer aí em Portugal, mas parece que andam a beber gasolina ao almoço!
A elasticidade preço da procura da gasolina é das mais baixas existentes e até é um dos exemplos clássicos dos manuais.
Para os menos familiarizados com os termos técnicos elasticidade preço da procura mede a variação na quantidade procurada quando ocorre uma variação no preço. Assim, a elasticidade é uma medida de sensibilidade dos consumidores a variações no preço dos produtos.
Ou seja, na procura da gasolina, nota-se pouco o efeito de uma variação do seu preço, ao contrário de outros produtos, pelo que discordo da essência do post anterior.
Um abraço,
Ulisses
Para os menos familiarizados com os termos técnicos elasticidade preço da procura mede a variação na quantidade procurada quando ocorre uma variação no preço. Assim, a elasticidade é uma medida de sensibilidade dos consumidores a variações no preço dos produtos.
Ou seja, na procura da gasolina, nota-se pouco o efeito de uma variação do seu preço, ao contrário de outros produtos, pelo que discordo da essência do post anterior.
Um abraço,
Ulisses
Esquecem-se da lei do preço, quanto mais caro o petróleo menos se vende, e quanto menos se vende menos se factura. Prova disso são as diminuições de consumo sucessivas com o aumento do preço.
Agora, com o petróleo mais barato, a Galp deve facturar mais simplesmente porque as pessoas voltam a fazer as pazes com o preço.
Não confundam isto com a Sonaecom, a Galp factura forte e feio, só falta saber se chega para justificar o preço que pedem por ela.
Agora, com o petróleo mais barato, a Galp deve facturar mais simplesmente porque as pessoas voltam a fazer as pazes com o preço.
Não confundam isto com a Sonaecom, a Galp factura forte e feio, só falta saber se chega para justificar o preço que pedem por ela.
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Maduro,
o prospecto vai estar em www.galpenergia.com e lá tens explicações detalhadas. Dirige-te ao teu banco para subscreveres as acções e eles também te dão informações.
o prospecto vai estar em www.galpenergia.com e lá tens explicações detalhadas. Dirige-te ao teu banco para subscreveres as acções e eles também te dão informações.
ora mais uma dúvidas quanto à GALP
ora bem, se possível gostaria que alguém me esclarecesse umas coisas:
- uma vez que as acções da GALP ainda não estão em Bolsa e querendo participar na OPV, como devo fazer para poder comprar um "quinhãozito" delas?
- como funciona o método do rateio?
grato desde já pelas ajudas!
BN
- uma vez que as acções da GALP ainda não estão em Bolsa e querendo participar na OPV, como devo fazer para poder comprar um "quinhãozito" delas?
- como funciona o método do rateio?
grato desde já pelas ajudas!
BN
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- Registado: 21/6/2005 12:32
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Exacto, o preço do petróleo não irá influenciar os lucros da galp. A galp não tem produção que justifique isso.
O que realmente me espanta um cado desta OPV é o ambiente que se tem formado à volta dela... é aquilo parecer uma feira da ladra e ha coisas pouco claras a pouco tempo da OPV... embora até pareca uma empresa com tudo no sítio e boas perspectivas a curto, médio e longo prazo.
O que realmente me espanta um cado desta OPV é o ambiente que se tem formado à volta dela... é aquilo parecer uma feira da ladra e ha coisas pouco claras a pouco tempo da OPV... embora até pareca uma empresa com tudo no sítio e boas perspectivas a curto, médio e longo prazo.
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- Registado: 3/9/2006 1:50
Avaliação
Boa noite,
Vou tentar resumir a situação de forma romanceada:
- A rede de retalho da GALP (vulgo bombas) é um negócio que não dá dinheiro (ou melhor: grande parte delas sobrevivem). Uma bomba ganha mais dinheiro a vender jornais do que a vender gasolina ou gasóleo...
- Os sectores que dão dinheiro são a produção e a refinação:
- Produção: Sector em crescendo mas ainda não com a projecção e peso que tem em outros grupos.
- Refinação: capacidade de produção limitada. Já não existem quotas de CO2 para outra grande refinaria em Portugal (fiasco da Vasco da Gama lembram-se?)
A GALP será no futuro uma empresa que apostará na produção e que terá a refinação e distribuição como sectores colaterais.
A nível de avaliação: 7.23? Está tudo doido! Com PER de 14, 15, querem que fundos entrem na GALP quando as Big ones estão estão com Per de 10? Claro que não vão. Mas não se "preocupem".. Os fundozitos portugueses que seguem o PSI como caniches vão entrar. Mas claro.. só na percentagem estimada em que a Galp vá pesar no PSI... Nem mais um cêntimo porque o chefe não quer nem pode...
Previsão: Efeito Sonae.com: Abre a subir, sobe durante uns tempos e depois quando acabarem os small buyers (e os caniches), cai até chegar à média do mercado. Aí entram os big ones (talvez por volta dos 5€). Este processo talvez demore um ano / 18 meses (os reformados californianos têm mais paciência que os day traders - é que eles já não trabalham
Cumprimentos,
Vou tentar resumir a situação de forma romanceada:
- A rede de retalho da GALP (vulgo bombas) é um negócio que não dá dinheiro (ou melhor: grande parte delas sobrevivem). Uma bomba ganha mais dinheiro a vender jornais do que a vender gasolina ou gasóleo...
- Os sectores que dão dinheiro são a produção e a refinação:
- Produção: Sector em crescendo mas ainda não com a projecção e peso que tem em outros grupos.
- Refinação: capacidade de produção limitada. Já não existem quotas de CO2 para outra grande refinaria em Portugal (fiasco da Vasco da Gama lembram-se?)
A GALP será no futuro uma empresa que apostará na produção e que terá a refinação e distribuição como sectores colaterais.
A nível de avaliação: 7.23? Está tudo doido! Com PER de 14, 15, querem que fundos entrem na GALP quando as Big ones estão estão com Per de 10? Claro que não vão. Mas não se "preocupem".. Os fundozitos portugueses que seguem o PSI como caniches vão entrar. Mas claro.. só na percentagem estimada em que a Galp vá pesar no PSI... Nem mais um cêntimo porque o chefe não quer nem pode...
Previsão: Efeito Sonae.com: Abre a subir, sobe durante uns tempos e depois quando acabarem os small buyers (e os caniches), cai até chegar à média do mercado. Aí entram os big ones (talvez por volta dos 5€). Este processo talvez demore um ano / 18 meses (os reformados californianos têm mais paciência que os day traders - é que eles já não trabalham
Cumprimentos,
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- Registado: 29/8/2006 22:32
No"Expresso",alguns analistas estao cépticoscom a confusao(dividendos,IMT,quem fica ou vai p presidente...),.Trabalhadores do grupo,pequenos subscritores e emigrantes têm direito a 5% desconto até máximo de 5000 acções e não podem vender nos próximos 3 meses.,.Público, em geral, 15000. Primeiras avaliações indicam 7,23 euros p acção.
Todos falam da queda dos preços do petróleo...
Tenho andado a ver o histórico dos gigantes do petróleo, nomeadamente da Shell, Hess e BP e não vejo essa relação entre o preço do petróleo e o valor das acções das empresas de que tanto falam. Até existe um bom exemplo para ser analisado: O conflito entre o Iraque e o Irão em que o preço (descontando a inflacção, claro) chegou a preços iguais aos de hoje, por volta dos 60 dollars, voltando a um preço normal (otra vez tendo em conta a inflacção) de 20 dollars.
Após a queda do preço do petróleo não houve uma consequente queda das acções como toda a gente diz, as empresas passaram ao lado disso.
No caso da Galp, ela não produz petróleo, comercializa-o, e com a descida do preço do barril o mais óbvio para mim é ver as margens de lucro sobre os produtos que a Galp vende aumentar. Isto porque como temos vindo a ver a Galp apressa-se a subir os preços na bomba quando o petróleo sobe, mas o contrário já não é bem assim. E a margem de lucro da Galp está sempre lá no mínimo.
Estarei assim tão errado?
Após a queda do preço do petróleo não houve uma consequente queda das acções como toda a gente diz, as empresas passaram ao lado disso.
No caso da Galp, ela não produz petróleo, comercializa-o, e com a descida do preço do barril o mais óbvio para mim é ver as margens de lucro sobre os produtos que a Galp vende aumentar. Isto porque como temos vindo a ver a Galp apressa-se a subir os preços na bomba quando o petróleo sobe, mas o contrário já não é bem assim. E a margem de lucro da Galp está sempre lá no mínimo.
Estarei assim tão errado?
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- Registado: 3/9/2006 1:50
Re: GALP
LR Escreveu:Bom dia
normalmente comprar acções em privatizações são trocos. Com a procura que vai haver, a distribuição será tal que a cada um dará aí uns 250 euros de acções. Se subir 20%, dará um lucro de 50 euros. Como entre a ordem de compra e de venda gastar-se-á cerca de 10 euros, ficam 40 de lucro. Digam lá se não é trocos.
Se calharem poucas acções a cada investidor na OPV, reforça-se em bolsa quando estiverem em negociação.
JCS
---Tudo o que for por mim escrito expressa apenas a minha opinião pessoal e não é uma recomendação de investimento de qualquer tipo---
https://twitter.com/JCSTrendTrading
"We can confidently predict yesterdays price. Everything else is unknown."
"Every trade is a test"
"Price is the aggregation of everyone's expectations"
"I don't define a good trade as a trade that makes money. I define a good trade as a trade where I did the right thing". (Trend Follower Kevin Bruce, $5000 to $100.000.000 in 25 years).
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GALP
Bom dia
normalmente comprar acções em privatizações são trocos. Com a procura que vai haver, a distribuição será tal que a cada um dará aí uns 250 euros de acções. Se subir 20%, dará um lucro de 50 euros. Como entre a ordem de compra e de venda gastar-se-á cerca de 10 euros, ficam 40 de lucro. Digam lá se não é trocos.
normalmente comprar acções em privatizações são trocos. Com a procura que vai haver, a distribuição será tal que a cada um dará aí uns 250 euros de acções. Se subir 20%, dará um lucro de 50 euros. Como entre a ordem de compra e de venda gastar-se-á cerca de 10 euros, ficam 40 de lucro. Digam lá se não é trocos.
A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original – Albert Einstein
Relativamente ao cuidado com que os Estado gere as suas privatizações, gostaria de falar ainda do caso da Portucel. Tenho ideia que a privatização da Portucel chegou a estar prevista para Julho, tendo sido atrasada, na prática, devido a questões de momento do mercado (o que reflete bem a intenção de "vender bem"). Além disso, tal como o petróleo está em valores record, é também sabido que o preço da pasta tem tido uma evolução muito favorável e, sendo a Portucel o maior productor deste matéria em Portugal, é certo que este aspecto se reflectirá positivamente no valor da venda da participação do Estado. Se calhar não é à toa que a privatização surge actualmente.
De qualquer das formas, acho mais segura a privatização da Portucel, uma vez que neste caso há acções em bolsa e, sendo assim, a avaliação que o vendedor faz do seu activo não pode ser totalmente alheia àquela que é feita pelo próprio mercado. No caso da Galp a situação é mais ambígua e esta esperança de ganhar 20% num mês pode levar o estado a vender 20% mais cara, sem que o pequeno investidor faça bem ideia do que está a comprar.
De qualquer das formas, acho mais segura a privatização da Portucel, uma vez que neste caso há acções em bolsa e, sendo assim, a avaliação que o vendedor faz do seu activo não pode ser totalmente alheia àquela que é feita pelo próprio mercado. No caso da Galp a situação é mais ambígua e esta esperança de ganhar 20% num mês pode levar o estado a vender 20% mais cara, sem que o pequeno investidor faça bem ideia do que está a comprar.
Os stop losses são a melhor forma de não nos afundarmos num mar de esperanças...
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Mulder a tua estratégia faz todo o sentido. Isso (subida forte no início) pode acontecer, e tu podes saír muito bem no momento certo. Eu queria com o meu post era, sobretudo, rebater a teoria que reina, segundo a qual a Galp só terá um caminho possível, quando na verdade, como todo o mercado, tem dois.
Ainda que a tua estratégia seja aliciante, envolve um risco que está longe de ser despresível - como tu dizes, é mesmo preciso não ser ganancioso. Voltemos ao gráfico da Sonae Com e olhemos para o primeiro ano. Claro que tu imaginaste a vender a 12€ com 20% de lucro, mas a probabilidade disso acontecer é pequena. Mas ainda que consideres verossímil essa possibilidade, o risco que correste foi de, num ano, perderes mais de 80% do capital.
Ou seja, voltando à Galp, pode ser o negócio da China mas também pode ser um desastre, e, se usarmos o exemplo da SNC, as probabilidades estão do lado do desastre.
Ainda que a tua estratégia seja aliciante, envolve um risco que está longe de ser despresível - como tu dizes, é mesmo preciso não ser ganancioso. Voltemos ao gráfico da Sonae Com e olhemos para o primeiro ano. Claro que tu imaginaste a vender a 12€ com 20% de lucro, mas a probabilidade disso acontecer é pequena. Mas ainda que consideres verossímil essa possibilidade, o risco que correste foi de, num ano, perderes mais de 80% do capital.
Ou seja, voltando à Galp, pode ser o negócio da China mas também pode ser um desastre, e, se usarmos o exemplo da SNC, as probabilidades estão do lado do desastre.
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Obrigado Principe da Bolsa, mas a aqui a minha questão são só os primeiros dias, e isso pode-se verificar pelo gráfico que mostras.A Sonae.com foi vendida a 10.00€ e se repararmos ela nos primeiros dias disparou até aos 12.00€,ou seja subiu +-20%, só entao dp comecou a cair.Quem entrar curto, e n for ganacioso, talvez consiga sacar uma boa margem em qualquer privatização(1ª fase).Concordas?
Para mim faz sentido ser a subirpq acho que deve de haver muito pessoal na expectativa, e interessado em comprar uma acção que aparece pela primeira vez na bolsa e por isso penso, que essencialmente no primeiro(s) dia(s) a cotação é mais provável dar um salto significativo, como aconteceu com a primeira fase de privatização da EDP.Por isso é que eu queria saber se houve alguma primeira fase de privatização em que a acção descesse e não subisse.
Mulder a história das privatizações não é assim tão agradável quanto isso...
Além disso, é sentimento geral que o estado é mal governado e, quem tem responsabilides governativas por norma atira o nosso dinheiro pelas janelas do Terreiro do Paço, voando as algumas contra a cara do S. José enquanto outras mergulham no Mar da Palha... Mas isto nem sempre é assim. O timing das OPVs foi sempre bem escolhido e o estado no geral saiu-se bem, muitas vezes à conta de investidores que acreditavam que ele estava a vender ouro a preço de carvão.
Caso também muito interessante é o da Sonae Com. Muitos, ainda hoje, consideram o Eng Belmiro de Azevedo o maior vendedor da banha da cobra em Portugal. Com essa perspectiva de que o que é novo vai subir, compraram Sonae Com no boom da "Nova Economia" a 10 euros - deu no que deu. O Eng colocou no mercado um activo num bom momento para esse sector e fez bem. O estado fará algo semelhante, colocando a Galp no mercado num boom dos preços de petróleo, que tem andado em níveis históricos - a partir daí passa o risco para os investidores. Não quero com isto dizer que a OPAV da Galp vai ser uma miséria, mas quando a euforia é muita o resultado nem sempre é o melhor...
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Os stop losses são a melhor forma de não nos afundarmos num mar de esperanças...
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Uma primeira fase de privatização não me recordo, honestamente. Se falarmos de OPV`s (que não privatizações, aí temos vários exemplos). Normalmente, a adesão à OPV faz logo ter uma ideia de como serão os primeiros dias em Bolsa, porque se tivermos uma procura muito superior à oferta, é expectável um bom primeiro dia. Mas, caso contrário, cautelas redobradas.
Um abraço,
Ulisses
Um abraço,
Ulisses
Em primeiro lugar quero agradecer as vossas respostas relativamente ao tópico que abri.Sou novato por aqui e por isso não estava à espera de tanta resposta.Obrigado.
[quote="Ulisses Pereira"]Mulder, porque razão para ti só faz sentido se for sempre a subir?
Para mim faz sentido ser a subirpq acho que deve de haver muito pessoal na expectativa, e interessado em comprar uma acção que aparece pela primeira vez na bolsa e por isso penso, que essencialmente no primeiro(s) dia(s) a cotação é mais provável dar um salto significativo, como aconteceu com a primeira fase de privatização da EDP.Por isso é que eu queria saber se houve alguma primeira fase de privatização em que a acção descesse e não subisse.
[quote="Ulisses Pereira"]Mulder, porque razão para ti só faz sentido se for sempre a subir?
Para mim faz sentido ser a subirpq acho que deve de haver muito pessoal na expectativa, e interessado em comprar uma acção que aparece pela primeira vez na bolsa e por isso penso, que essencialmente no primeiro(s) dia(s) a cotação é mais provável dar um salto significativo, como aconteceu com a primeira fase de privatização da EDP.Por isso é que eu queria saber se houve alguma primeira fase de privatização em que a acção descesse e não subisse.
shimazaki, barbaridades são as chacinas por esse mundo fora. Uma opinião sobre Bolsa é sempre apenas uma opinião
A parcela para empregados nunca é significativa, se o fosse, aí sim o teu raciocínio já estaria correcto. Como estamos a falar de uma escassa percentagem do total da operação acaba por ter um impacto marginal.
Já vi de tudo em OPV`s. Já vi avaliações do valor da empresa a privatizar bem abaixo do valor real e já vi algumas bem acima. Uma OPV é uma luta, tal como o mercado o é todos os dias. Os vendedores querem que a avaliação seja o mais alto possível mas suficientemente baixa de forma a atrair os compradores.
Por tradição, o Estado costuma ser mais conservador na avaliação das empresas a dispersar em Bolsa. As primeiras fases de OPV`s como a EDP, PT ou PTM são exemplos disso. Já nas OPV`s de empresas privadas, a tendência é mista.
Um abraço,
Ulisses
A parcela para empregados nunca é significativa, se o fosse, aí sim o teu raciocínio já estaria correcto. Como estamos a falar de uma escassa percentagem do total da operação acaba por ter um impacto marginal.
Já vi de tudo em OPV`s. Já vi avaliações do valor da empresa a privatizar bem abaixo do valor real e já vi algumas bem acima. Uma OPV é uma luta, tal como o mercado o é todos os dias. Os vendedores querem que a avaliação seja o mais alto possível mas suficientemente baixa de forma a atrair os compradores.
Por tradição, o Estado costuma ser mais conservador na avaliação das empresas a dispersar em Bolsa. As primeiras fases de OPV`s como a EDP, PT ou PTM são exemplos disso. Já nas OPV`s de empresas privadas, a tendência é mista.
Um abraço,
Ulisses
Galp
opinião de amador,
talvez faça sentido é se for sempre a descer, pois com certeza haverá uma serie de pessoas beneficiadas na hora da compra, talvez empregados,etc,
ora não sendo investidores,vão querer com certeza reaver logo as mais valias, fazendo a cotação baixar,
um ponto vista, (talvez errado, mas...
),
Ulisses corrige por favor, se achares que é uma barbarie o k está aqui escrito
talvez faça sentido é se for sempre a descer, pois com certeza haverá uma serie de pessoas beneficiadas na hora da compra, talvez empregados,etc,
ora não sendo investidores,vão querer com certeza reaver logo as mais valias, fazendo a cotação baixar,
um ponto vista, (talvez errado, mas...
Ulisses corrige por favor, se achares que é uma barbarie o k está aqui escrito
Ride the winds of change
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GALP
Gostaria de saber para quando a privatização da Galp, e se ja se sabe os valores para as acções.Gostaria também de saber como se processa uma privatização, ou seja, como se vão dar ordens de compra para as primeiras acções?Se não for pedir muito gostava tb de saber onde poderei ver qual o histório das privatizações em Portugal,pq eu gostava de saber o que acontece à cotação nos primeiros dias (para mim so faz sentido ser sempre a subir).Obrigado.
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