Descrição da OPA Sonae/PT
Caro AA
Quero esclarecer definitivamente e amigavelmente que, conforme já escrevi aqui no Caldeirão "...reconhecendo a todos, eu, como valores quase absolutos os direitos ao livre pensamento e à livre expressão das ideias..." ( todos, entenda-se, Pessoas ! ), esse reconhecimento não significa, contudo, que esses direitos obriguem, seja a quem for, a que a expressão dessas mesmas ideias não possa/deva ser criticada (no caso de opiniões) e mesmo corrigida (no caso de erro factual).
Em suma critico opiniões e nunca pessoas.
Sobre as diversas formas que a crítica pode revestir, acho que seria uma conversa extremamente longa...e que talvez não valha a pena.
Cordiais cumprimentos e bom fim de semana para si também.
Em suma critico opiniões e nunca pessoas.
Sobre as diversas formas que a crítica pode revestir, acho que seria uma conversa extremamente longa...e que talvez não valha a pena.
Cordiais cumprimentos e bom fim de semana para si também.
Quem não sabe o que quer, obtém o que não deseja, OU MELHOR, para barco sem rumo não há vento favorável.
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FRAGON
A forma como nos expressamos diz muito sobre o respeito que temos pelas opiniões dos outros e, neste caso concreto, note que nem sequer fui o único a reparar nisso.
A PT está a perder cota de mercado em Portugal (PTC+PTM+TMN), sendo essa também uma das razões porque está a apostar na sua internacionalização. É de salientar que, nos últimos meses, a VIVO também tem vindo a perder cota de mercado.
Garanto-lhe que o facto de não ter mencionado o preço máximo que PT está disposta a pagar pelas acções próprias não foi deliberado nem capsioso. No fundo, os 11,5 € são o tecto, é o preço máximo estabelecido pela PT mas isso não significa que, entretanto, não vá comprando mais barato.
Um bom fim de semana FRAGON
AA
A forma como nos expressamos diz muito sobre o respeito que temos pelas opiniões dos outros e, neste caso concreto, note que nem sequer fui o único a reparar nisso.
A PT está a perder cota de mercado em Portugal (PTC+PTM+TMN), sendo essa também uma das razões porque está a apostar na sua internacionalização. É de salientar que, nos últimos meses, a VIVO também tem vindo a perder cota de mercado.
Garanto-lhe que o facto de não ter mencionado o preço máximo que PT está disposta a pagar pelas acções próprias não foi deliberado nem capsioso. No fundo, os 11,5 € são o tecto, é o preço máximo estabelecido pela PT mas isso não significa que, entretanto, não vá comprando mais barato.
Um bom fim de semana FRAGON
AA
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Caro AA
Li, como é normal, o seu último post endereçado à scpnuno.
Achei interessante a forma que usou para voltar ao tema da PT, mas enfim...
Registei que escreveu "O FRAGON tem razão." e por isso mesmo gostava que, caso tenha essa amabilidade, me esclarecesse as razões porque escreveu no seu último post:
-----------------------------------------------------
1. "A PT pode não perder em número de clientes, mas em termos relativos, está a perder cota de mercado a favor dos novos operadores. Era essa a mensagem que pretendia passar e muitos devem-no ter entendido bem, até porque se trata de unm facto que é do conhecimento geral, mesmo da própria PT."
Está V. a considerar a PT no seu âmbito global -nomeadamente Portugal(PTC+TMN+PTM,etc.)+Brasil+Angola+Marrocos+Namíbia+Macau+Cabo Verde+Timor- ou sómente a PTComunicações ?
-----------------------------------------------------
2. "Se a PT não está a comprar, se calhar há outros a comprar por ela. As compras já ultrapassaram 1,5% e vão comprar até 16,5% da empresa. Será que isso, só por si, não é suficiente para sustentar a cotação?"
Como a PT afirmou que iria desencadear um programa de share-buy-back - com os limites de (1)até 16,5% do seu capital e (2)até 11,5 euros por acção - entendo que a sua interrogação é capsiosa e enviesada, pois ao não estabelecer o nível de preço que V. entende por "sustentar a cotação" qualquer resposta é possível...
-----------------------------------------------------
3. "O FRAGON exprime-se muito bem e, por vezes, até pode ter razão no que escreve. Mas digo-lhe que não é correcto da sua parte faltar ao respeito aos outros, ainda que cometam erros, ainda por cima sob a capa de um paladino da verdade e do rigor que raramente tem dúvidas e que nunca se engana. Garanto-lhe que, no meu caso, esse tipo de linguagem me passa completamente ao lado. Apenas assumo que é a sua forma normal de se exprimir para chamar a atenção para aquilo que pensa ser a realidade."
a) onde está expressa a minha falta de respeito aos outros, nomeadamente a si ?
b) onde escrevi que raramente tenho dúvidas e nunca me engano ?
c) Sabe que uma assumpção é, bastas vezes, entendido como um "facilitanço" para não discutir argumentos ? E que às vezes, precisamente por não querer saber dos argumentos, é confundida com preconceito ?
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Cordiais cumprimentos.
Achei interessante a forma que usou para voltar ao tema da PT, mas enfim...
Registei que escreveu "O FRAGON tem razão." e por isso mesmo gostava que, caso tenha essa amabilidade, me esclarecesse as razões porque escreveu no seu último post:
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1. "A PT pode não perder em número de clientes, mas em termos relativos, está a perder cota de mercado a favor dos novos operadores. Era essa a mensagem que pretendia passar e muitos devem-no ter entendido bem, até porque se trata de unm facto que é do conhecimento geral, mesmo da própria PT."
Está V. a considerar a PT no seu âmbito global -nomeadamente Portugal(PTC+TMN+PTM,etc.)+Brasil+Angola+Marrocos+Namíbia+Macau+Cabo Verde+Timor- ou sómente a PTComunicações ?
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2. "Se a PT não está a comprar, se calhar há outros a comprar por ela. As compras já ultrapassaram 1,5% e vão comprar até 16,5% da empresa. Será que isso, só por si, não é suficiente para sustentar a cotação?"
Como a PT afirmou que iria desencadear um programa de share-buy-back - com os limites de (1)até 16,5% do seu capital e (2)até 11,5 euros por acção - entendo que a sua interrogação é capsiosa e enviesada, pois ao não estabelecer o nível de preço que V. entende por "sustentar a cotação" qualquer resposta é possível...
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3. "O FRAGON exprime-se muito bem e, por vezes, até pode ter razão no que escreve. Mas digo-lhe que não é correcto da sua parte faltar ao respeito aos outros, ainda que cometam erros, ainda por cima sob a capa de um paladino da verdade e do rigor que raramente tem dúvidas e que nunca se engana. Garanto-lhe que, no meu caso, esse tipo de linguagem me passa completamente ao lado. Apenas assumo que é a sua forma normal de se exprimir para chamar a atenção para aquilo que pensa ser a realidade."
a) onde está expressa a minha falta de respeito aos outros, nomeadamente a si ?
b) onde escrevi que raramente tenho dúvidas e nunca me engano ?
c) Sabe que uma assumpção é, bastas vezes, entendido como um "facilitanço" para não discutir argumentos ? E que às vezes, precisamente por não querer saber dos argumentos, é confundida com preconceito ?
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Cordiais cumprimentos.
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scpnuno Escreveu:E eu, que nem estou interessada no assunto, apenas comento
"a educação é uma questão de berço"
e acrecento
"o trato social, mesmo com quem apenas se conheçe virtualmente, num espaço compartilhado é uma questão de educação. É tão facil ser pouco correcto por trás de um monitor e de um nick"
e se tenho erros, eles são meus. Tão meus como as minhas opiniões, e a minha forma de ser e estar que, até ao momento, me tem dado mais amigos que inimigos
e nem sequer acho mal que isto seja apagado, mas bolas, o AA mereçe pelo menos, ou pouco de respeito. Tal como todos nós
Obrigado pela tua simpatia scpnuno!
Concordo plenamente contigo quando dizes que todos nós merecemos ser respeitados.
Sinceramente, também não aprovo a atitude do FRAGON, mas como já conheci muita gente com formas bem diversas de estar na vida, não consegue sequer supreender-me.
É perfeitamente legitimo corrigir os erros (ou o que achamos que são erros) dos outros e expressar as nossas opiniões de forma fundamentada. Já o recorrer-se à critica mordaz, ao rebaixamento dos outros numa atidude que tem q.b. de desafiante e ao mesmo tempo de arrogante, não é decididamente a melhor forma de se fazer passar uma mensagem.
Ainda há relativamente pouco tempo, mantive aqui um diálogo com alguns forenses que durou dias e a verdade é que, apesar de termos ideias muito divergentes, houve sempre elevação e respeito recíproco e assim é que deve ser.
Bom fim de semana para ti, spcnuno.
AA
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Re: Cara scpnuno
FRAGON Escreveu:Concordo inteiramente com o conteúdo do seu post...
e digo-lhe isto sem qualquer espécie de ironia ( embora tenha dedicado alguma ao AA...).
Mas... e costuma haver sempre um mas...vivendo nós em Democracia e reconhecendo a todos, eu, como valores quase absolutos os direitos ao livre pensamento e à livre expressão das ideias, não reconheço como menos valia o direito ao RIGOR e por ele sempre me bati e baterei.
Aliás não me passa pela cabeça que V. pense de outra forma.
Ou não é verdade?
Na minha resposta ao AA não fiz aliás mais do que isso, ser rigoroso... e também irónico.
Cordiais cumprimentos.
O FRAGON tem razão.
Quando foi lançada a OPA, a cotação da PT estava em mínimos de 2006 mas encontrava-se ligeiramente acima dos 8 € e não bastante abaixo como afirmei acima. No entanto, a PT não partiu dos 9.22 como parece transparecer da noticia postatada pelo FRAGON. Deixo em anexo o respectivo gráfico FYI.
A PT pode não perder em número de clientes, mas em termos relativos, está a perder cota de mercado a favor dos novos operadores. Era essa a mensagem que pretendia passar e muitos devem-no ter entendido bem, até porque se trata de unm facto que é do conhecimento geral, mesmo da própria PT.
Se a PT não está a comprar, se calhar há outros a comprar por ela. As compras já ultrapassaram 1,5% e vão comprar até 16,5% da empresa. Será que isso, só por si, não é suficiente para sustentar a cotação?
O FRAGON exprime-se muito bem e, por vezes, até pode ter razão no que escreve. Mas digo-lhe que não é correcto da sua parte faltar ao respeito aos outros, ainda que cometam erros, ainda por cima sob a capa de um paladino da verdade e do rigor que raramente tem dúvidas e que nunca se engana. Garanto-lhe que, no meu caso, esse tipo de linguagem me passa completamente ao lado. Apenas assumo que é a sua forma normal de se exprimir para chamar a atenção para aquilo que pensa ser a realidade.
cps,
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Cara scpnuno
Concordo inteiramente com o conteúdo do seu post...
e digo-lhe isto sem qualquer espécie de ironia ( embora tenha dedicado alguma ao AA...).
Mas... e costuma haver sempre um mas...vivendo nós em Democracia e reconhecendo a todos, eu, como valores quase absolutos os direitos ao livre pensamento e à livre expressão das ideias, não reconheço como menos valia o direito ao RIGOR e por ele sempre me bati e baterei.
Aliás não me passa pela cabeça que V. pense de outra forma.
Ou não é verdade?
Na minha resposta ao AA não fiz aliás mais do que isso, ser rigoroso... e também irónico.
Cordiais cumprimentos.
e digo-lhe isto sem qualquer espécie de ironia ( embora tenha dedicado alguma ao AA...).
Mas... e costuma haver sempre um mas...vivendo nós em Democracia e reconhecendo a todos, eu, como valores quase absolutos os direitos ao livre pensamento e à livre expressão das ideias, não reconheço como menos valia o direito ao RIGOR e por ele sempre me bati e baterei.
Aliás não me passa pela cabeça que V. pense de outra forma.
Ou não é verdade?
Na minha resposta ao AA não fiz aliás mais do que isso, ser rigoroso... e também irónico.
Cordiais cumprimentos.
Quem não sabe o que quer, obtém o que não deseja, OU MELHOR, para barco sem rumo não há vento favorável.
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E eu, que nem estou interessada no assunto, apenas comento
"a educação é uma questão de berço"
e acrecento
"o trato social, mesmo com quem apenas se conheçe virtualmente, num espaço compartilhado é uma questão de educação. É tão facil ser pouco correcto por trás de um monitor e de um nick"
e se tenho erros, eles são meus. Tão meus como as minhas opiniões, e a minha forma de ser e estar que, até ao momento, me tem dado mais amigos que inimigos
e nem sequer acho mal que isto seja apagado, mas bolas, o AA mereçe pelo menos, ou pouco de respeito. Tal como todos nós
"a educação é uma questão de berço"
e acrecento
"o trato social, mesmo com quem apenas se conheçe virtualmente, num espaço compartilhado é uma questão de educação. É tão facil ser pouco correcto por trás de um monitor e de um nick"
e se tenho erros, eles são meus. Tão meus como as minhas opiniões, e a minha forma de ser e estar que, até ao momento, me tem dado mais amigos que inimigos
e nem sequer acho mal que isto seja apagado, mas bolas, o AA mereçe pelo menos, ou pouco de respeito. Tal como todos nós
Esta é a vantagem da ambição:
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
Para AA ou será Ah! Ah?
Passadas quase 48 horas sobre o seu post, verifico - para bem da verdade - que ainda não o rectificou.
Assim sendo...lá vai o meu comentário ao seu post que comentava a citação por mim efectuada do jornal Público:
Muitos Parabéns
!
Conseguiu em 3 frases, escrever um número de erros (em atenção aos moderadores do Forum) bastante superior( 7 )...
-----------------------------------------------------Vejamos então:
"Parece-me que há aqui um grande erro porque, se bem me lembro, a cotação da PTC, aquando do anuncio da OPA lançada pela SNC, era bastante inferior a 8 €."
1- Parece-lhe mal. Os dados apresentados são factuais;
2- Lembra-se mal.Os dados apresentados são factuais;
3- PTC. Não é a sigla da Portugal Telecom, mas sim da PT Comunicações que é uma empresa não cotada em Bolsa;
4- O preço da PT na data por V. referida não era a que V. indica;
-----------------------------------------------------
"Desde então, a PTC tem vindo a perder clientes de forma consistente e considerável enquanto que com a SNC tem sucedido exactamente o inverso."
5- Os números constantes nas Contas apresentadas pela PT e SNC à CMVM e os números da ANACOM, invalidam totalmente a afirmação que V. escreveu, pois ambas aumentaram o número de clientes;
-----------------------------------------------------"A cotação da PTC tem-se mantido acima dos 10 € devido à compra de acções próprias, mas a prazo vamos ver o que é que isso significa para os respectivos accionistas."
6- A PT não está a comprar acções próprias, pois para isso carece de autorização da AG. A PT fez contratos de "equity swap" com Bancos. Até há data em que V. postou esses Bancos detinham (ao abrigo desses contratos) 1% do capital da PT.
7- Mas a qual "prazo" se refere V.? "A prazo estaremos todos mortos"...
-----------------------------------------------------
Acertou em "cps" e "AA" ?
Assim sendo...lá vai o meu comentário ao seu post que comentava a citação por mim efectuada do jornal Público:
Conseguiu em 3 frases, escrever um número de erros (em atenção aos moderadores do Forum) bastante superior( 7 )...
-----------------------------------------------------Vejamos então:
"Parece-me que há aqui um grande erro porque, se bem me lembro, a cotação da PTC, aquando do anuncio da OPA lançada pela SNC, era bastante inferior a 8 €."
1- Parece-lhe mal. Os dados apresentados são factuais;
2- Lembra-se mal.Os dados apresentados são factuais;
3- PTC. Não é a sigla da Portugal Telecom, mas sim da PT Comunicações que é uma empresa não cotada em Bolsa;
4- O preço da PT na data por V. referida não era a que V. indica;
-----------------------------------------------------
"Desde então, a PTC tem vindo a perder clientes de forma consistente e considerável enquanto que com a SNC tem sucedido exactamente o inverso."
5- Os números constantes nas Contas apresentadas pela PT e SNC à CMVM e os números da ANACOM, invalidam totalmente a afirmação que V. escreveu, pois ambas aumentaram o número de clientes;
-----------------------------------------------------"A cotação da PTC tem-se mantido acima dos 10 € devido à compra de acções próprias, mas a prazo vamos ver o que é que isso significa para os respectivos accionistas."
6- A PT não está a comprar acções próprias, pois para isso carece de autorização da AG. A PT fez contratos de "equity swap" com Bancos. Até há data em que V. postou esses Bancos detinham (ao abrigo desses contratos) 1% do capital da PT.
7- Mas a qual "prazo" se refere V.? "A prazo estaremos todos mortos"...
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Acertou em "cps" e "AA" ?
Quem não sabe o que quer, obtém o que não deseja, OU MELHOR, para barco sem rumo não há vento favorável.
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Re: O Público no day-after a fazer contas...
FRAGON Escreveu:In Publico, 2006/03/03.
(...)"Desde o lançamento da operação, as acções da Sonae SGPS valorizaram mais de 30 por cento, passando de 1,20 euros para o valor de fecho de ontem de 1,58 euros. Os títulos chegaram a atingir um valor máximo de 2,10 euros, em 19 de Fevereiro deste ano. A Sonaecom arrancou com um valor de 3,65 euros e ganhou mais de 50 por cento, para os 5,54 euros. No último mês, os títulos da empresa liderada por Paulo Azevedo chegaram a atingir os 8,09 euros. A PT partiu a valer 9,22 euros, valorizando 7,4 por cento face aos 9,90 euros a que fechou ontem.
Por último, a Portugal Telecom Multimédia valia 9,61 euros no arranque e subiu 10,5 por cento para os 10,62 euros, tendo fixado o máximo nos 11,15 euros.
30%
Desde o lançamento da OPA da Sonaecom,
o índice PSI20 valorizou-se mais de 30
por cento "(...)
-----------------------------------------------------
Questão (minha): haverá um regresso às origens, no curto prazo, das acções envolvidas na Opa ?!
Reflexão (minha): sem mais "novidades" as acções envolvidas farão um "return to basics/fundamentals".
Parece-me que há aqui um grande erro porque, se bem me lembro, a cotação da PTC, aquando do anuncio da OPA lançada pela SNC, era bastante inferior a 8 €.
Desde então, a PTC tem vindo a perder clientes de forma consistente e considerável enquanto que com a SNC tem sucedido exactamente o inverso.
A cotação da PTC tem-se mantido acima dos 10 € devido à compra de acções próprias, mas a prazo vamos ver o que é que isso significa para os respectivos accionistas.
cps,
AA
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Análise post morten do FT, lúcida acho eu.
HOJE
" FT.com
Portugal Telecom/Sonaecom
Monday March 5, 9:36 am ET
In the film Rebel Without a Cause, people risk driving off a cliff rather than be chicken. The collapse of Sonaecom's hostile bid for Portugal Telecom (NYSE:PT) has certainly resulted in free-fall. PT's shares have fallen by 5 per cent since Thursday, when it became clear that its core shareholders would not support an amendment to its bylaws to allow a bid. But Sonaecom's stock has collapsed by 26 per cent.
ADVERTISEMENT
Clearly the market thought the deal made sense - indeed, synergies worth perhaps EU2bn were on the table, worth 16 per cent of the combined current market capitalisation. What went wrong? Sonaecom, an offshoot of a family-controlled conglomerate, had some important backers including Telefónica, a 10 per cent shareholder in PT and Portugal's curiously compliant competition authority. But in the final analysis it failed to win over the market.
At the vote on Friday, PT's management received the support of only 31 per cent of the capital - four-fifths of which comprised "core" local shareholders rather than institutional investors. Yet excluding Telefónica, Sonaecom only mustered funds with about one-fifth of PT's capital. Almost 40 per cent of the capital abstained or did not vote - including Brandes, with 8 per cent, which supports PT but did not vote for technical reasons.
Sonaecom made three mistakes. First, it did not offer an adequate price - a fact highlighted by the price reaction since Thursday. Second, it played brinkmanship badly, twice amending its bid terms despite prior protestations it would not, damaging the credibility of its claim that it had made its best offer. Finally, it showed little grace by making accusations of "regrettable" behaviour by PT's board.
In order secure an agreed conclusion to a hostile battle, the would-be acquirer must typically meet two tests. It needs to offer enough value to motivate the event-driven funds to go into battle. In addition, it must show sufficient magnanimity to allow a negotiated conclusion - think of Lakshmi Mittal's cool-headed dismissal of the "monkey money" jibes made by Arcelor. Sonaecom failed both tests."
" FT.com
Portugal Telecom/Sonaecom
Monday March 5, 9:36 am ET
In the film Rebel Without a Cause, people risk driving off a cliff rather than be chicken. The collapse of Sonaecom's hostile bid for Portugal Telecom (NYSE:PT) has certainly resulted in free-fall. PT's shares have fallen by 5 per cent since Thursday, when it became clear that its core shareholders would not support an amendment to its bylaws to allow a bid. But Sonaecom's stock has collapsed by 26 per cent.
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Clearly the market thought the deal made sense - indeed, synergies worth perhaps EU2bn were on the table, worth 16 per cent of the combined current market capitalisation. What went wrong? Sonaecom, an offshoot of a family-controlled conglomerate, had some important backers including Telefónica, a 10 per cent shareholder in PT and Portugal's curiously compliant competition authority. But in the final analysis it failed to win over the market.
At the vote on Friday, PT's management received the support of only 31 per cent of the capital - four-fifths of which comprised "core" local shareholders rather than institutional investors. Yet excluding Telefónica, Sonaecom only mustered funds with about one-fifth of PT's capital. Almost 40 per cent of the capital abstained or did not vote - including Brandes, with 8 per cent, which supports PT but did not vote for technical reasons.
Sonaecom made three mistakes. First, it did not offer an adequate price - a fact highlighted by the price reaction since Thursday. Second, it played brinkmanship badly, twice amending its bid terms despite prior protestations it would not, damaging the credibility of its claim that it had made its best offer. Finally, it showed little grace by making accusations of "regrettable" behaviour by PT's board.
In order secure an agreed conclusion to a hostile battle, the would-be acquirer must typically meet two tests. It needs to offer enough value to motivate the event-driven funds to go into battle. In addition, it must show sufficient magnanimity to allow a negotiated conclusion - think of Lakshmi Mittal's cool-headed dismissal of the "monkey money" jibes made by Arcelor. Sonaecom failed both tests."
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O Público no day-after a fazer contas...
In Publico, 2006/03/03.
(...)"Desde o lançamento da operação, as acções da Sonae SGPS valorizaram mais de 30 por cento, passando de 1,20 euros para o valor de fecho de ontem de 1,58 euros. Os títulos chegaram a atingir um valor máximo de 2,10 euros, em 19 de Fevereiro deste ano. A Sonaecom arrancou com um valor de 3,65 euros e ganhou mais de 50 por cento, para os 5,54 euros. No último mês, os títulos da empresa liderada por Paulo Azevedo chegaram a atingir os 8,09 euros. A PT partiu a valer 9,22 euros, valorizando 7,4 por cento face aos 9,90 euros a que fechou ontem.
Por último, a Portugal Telecom Multimédia valia 9,61 euros no arranque e subiu 10,5 por cento para os 10,62 euros, tendo fixado o máximo nos 11,15 euros.
30%
Desde o lançamento da OPA da Sonaecom,
o índice PSI20 valorizou-se mais de 30
por cento "(...)
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Questão (minha): haverá um regresso às origens, no curto prazo, das acções envolvidas na Opa ?!
Reflexão (minha): sem mais "novidades" as acções envolvidas farão um "return to basics/fundamentals".
(...)"Desde o lançamento da operação, as acções da Sonae SGPS valorizaram mais de 30 por cento, passando de 1,20 euros para o valor de fecho de ontem de 1,58 euros. Os títulos chegaram a atingir um valor máximo de 2,10 euros, em 19 de Fevereiro deste ano. A Sonaecom arrancou com um valor de 3,65 euros e ganhou mais de 50 por cento, para os 5,54 euros. No último mês, os títulos da empresa liderada por Paulo Azevedo chegaram a atingir os 8,09 euros. A PT partiu a valer 9,22 euros, valorizando 7,4 por cento face aos 9,90 euros a que fechou ontem.
Por último, a Portugal Telecom Multimédia valia 9,61 euros no arranque e subiu 10,5 por cento para os 10,62 euros, tendo fixado o máximo nos 11,15 euros.
30%
Desde o lançamento da OPA da Sonaecom,
o índice PSI20 valorizou-se mais de 30
por cento "(...)
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re: o seu pensamento está correcto
cumprimentos.
Quem não sabe o que quer, obtém o que não deseja, OU MELHOR, para barco sem rumo não há vento favorável.
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Boa noite a todos
Será que alguém sabe responder se a golden-share detida pelo Estado permite por si só a desblindagem dos estatutos, mesmo que não hajam 2/3 terços de votos a favor?
Acho que não, porque senão a decisão seria só dependente do Estado, não é
Será que alguém sabe responder se a golden-share detida pelo Estado permite por si só a desblindagem dos estatutos, mesmo que não hajam 2/3 terços de votos a favor?
Acho que não, porque senão a decisão seria só dependente do Estado, não é
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SErá mesmo verdade ?!
"OPA à PT 2007-03-01 13:38
CGD já decidiu sentido de voto na Assembleia Geral da PT
A administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD) já decidiu como irá votar amanhã na Assembleia Geral da Portugal Telecom que decidirá a desblindagem dos estatutos da operadora e que determinará a continuação da OPA lançada pela Sonaecom. O Diário Económico apurou que a decisão foi tomada ontem durante uma reunião da comissão executiva da CGD que decorreu durante a tarde.
DE
Embora nenhuma fonte do banco estatal comente a decisão que será revelada amanhã, o Diário Económico sabe que neste momento há 90% de hipóteses da CGD votar ao lado da administração da PT, ou seja, contra a desblindagem dos estatutos. A decisão de ontem não é ainda totalmente definitiva porque a administração da CGD quer aguardar pelo desenrolar do dia de hoje. Isto é, quer ter a certeza que hoje não ocorrerá nada que a obrigue a reequacionar o sentido de voto.
Se os estatutos da PT não forem desblindados, a OPA da Sonaecom cai automaticamente."
.......................................................................................DE online ,hoje
CGD já decidiu sentido de voto na Assembleia Geral da PT
A administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD) já decidiu como irá votar amanhã na Assembleia Geral da Portugal Telecom que decidirá a desblindagem dos estatutos da operadora e que determinará a continuação da OPA lançada pela Sonaecom. O Diário Económico apurou que a decisão foi tomada ontem durante uma reunião da comissão executiva da CGD que decorreu durante a tarde.
DE
Embora nenhuma fonte do banco estatal comente a decisão que será revelada amanhã, o Diário Económico sabe que neste momento há 90% de hipóteses da CGD votar ao lado da administração da PT, ou seja, contra a desblindagem dos estatutos. A decisão de ontem não é ainda totalmente definitiva porque a administração da CGD quer aguardar pelo desenrolar do dia de hoje. Isto é, quer ter a certeza que hoje não ocorrerá nada que a obrigue a reequacionar o sentido de voto.
Se os estatutos da PT não forem desblindados, a OPA da Sonaecom cai automaticamente."
.......................................................................................DE online ,hoje
Quem não sabe o que quer, obtém o que não deseja, OU MELHOR, para barco sem rumo não há vento favorável.
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Luis Reis : «uma decisão de princípios»
Sonaecom está «tranquila» quanto à desblindagem da PT
A Sonaecom «está absolutamente tranquila» quanto à desblindagem dos estatutos da Portugal Telecom (PT) na assembleia-geral da próxima sexta-feira, disse à agência Lusa o administrador executivo da Sonaecom, Luís Reis.
«Não conseguimos conceber que qualquer agente de mercado responsável e que se reja por princípios éticos e de transparência possa opor-se a uma desblindagem de estatutos», afirmou à Lusa Luís Reis.
Com a proposta de remuneração aos accionistas divulgada na terça-feira, e que abre a porta aos accionistas da PT que decidam permanecer na empresa caso a OPA tenha sucesso, a Sonaecom também «torna explícito que, se alguém se opuser à oferta, será porque existem algumas coisas que não conhecemos e que podem ser quase inconfessáveis», sustentou o responsável.
Sublinhou ainda que na reunião de accionistas da próxima sexta- feira «não estará em causa nenhum critério de racionalidade económica», mas sim «uma decisão de princípios».
Trata-se de decidir «se a empresa deve ou não ter estatutos blindados», algo que é unanimemente contestado no mercado, defendeu Luís Reis. «Assim, não conseguimos conceber que alguém se oponha à desblindagem na assembleia-geral», reforçou o administrador.
Diário Digital / Lusa
28-02-2007 19:05:57
A Sonaecom «está absolutamente tranquila» quanto à desblindagem dos estatutos da Portugal Telecom (PT) na assembleia-geral da próxima sexta-feira, disse à agência Lusa o administrador executivo da Sonaecom, Luís Reis.
«Não conseguimos conceber que qualquer agente de mercado responsável e que se reja por princípios éticos e de transparência possa opor-se a uma desblindagem de estatutos», afirmou à Lusa Luís Reis.
Com a proposta de remuneração aos accionistas divulgada na terça-feira, e que abre a porta aos accionistas da PT que decidam permanecer na empresa caso a OPA tenha sucesso, a Sonaecom também «torna explícito que, se alguém se opuser à oferta, será porque existem algumas coisas que não conhecemos e que podem ser quase inconfessáveis», sustentou o responsável.
Sublinhou ainda que na reunião de accionistas da próxima sexta- feira «não estará em causa nenhum critério de racionalidade económica», mas sim «uma decisão de princípios».
Trata-se de decidir «se a empresa deve ou não ter estatutos blindados», algo que é unanimemente contestado no mercado, defendeu Luís Reis. «Assim, não conseguimos conceber que alguém se oponha à desblindagem na assembleia-geral», reforçou o administrador.
Diário Digital / Lusa
28-02-2007 19:05:57
Quem não sabe o que quer, obtém o que não deseja, OU MELHOR, para barco sem rumo não há vento favorável.
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ENTREVISTA-Bava confiante OPA Sonaecom não terá sucesso
"ENTREVISTA-Bava confiante OPA Sonaecom não terá sucesso
28/02/2007
LISBOA, 28 Fev (Reuters) - Zeinal Bava, vice-presidente da Portugal Telecom (PT) , está confiante que o 'takeover' de 11.800 milhões de euros (ME) da Sonaecom sobre o seu grupo não terá sucesso.
Em entrevista à Reuters, Bava refere que continua a considerar que "a oferta é inadequada", que a Sonaecom em nada mudou a sua oferta pois esta é a 10,50 euros por acção e "a Sonaecom em nada mudou a sua estratégia".
"Tendo presente as opiniões dos investidores com quem estivemos durante o nosso roadshow, estou confiante que a 10,5 euros, a OPA da Sonaecom não terá sucesso", disse Zeinal Bava.
Esta é a resposta do grupo PT ao anúncio, ontem à noite, feito pela Sonaecom que, para os accionistas da PT que recusem a Oferta a 10,5 euros por acção, propõe uma distribuição mínima em 'cash', através de dividendos e outras formas, de 5.700 milhões de euros, entre 2007 e 2010, ou 5,1 euros por cada acção.
A Sonaecom adiantava que igualar a proposta da Administração da PT, que se opõe a esta OPA, e que propôs aos seus accionistas 6.200 ME ou 5,6 euros por acção entre 2006 e 2009.
Quanto à proposta da PT, Bava refere que, se se excluir "o dividendo pago em 2006, será 5,1 euros por acção nos próximos três anos, com mais de 80 pct deste montante a ser pago em 2007, ao distribuir 0,475 euros em dividendos, um programa de aquisição de acções próprias equivalente a 1,9 por acção e o spin-off da PT Multimédia .
Adiantou que "a Sonaecom propõe entregar 5,1 euros durante quatro anos, e não três, e cerca de 30 pct em 2007".
A 2 de Março, realiza-se a decisiva Assembleia Geral da PT que deliberará o fim dos 10 pct de limite de votos de cada accionista, uma condição 'sine qua non' para o sucesso da OPA e tendo a Sonaecom que assegurar dois-terços dos votos favoráveis.
Alguns accionistas da PT, que têm cerca de 20 pct do capital desta, já anunciaram que não venderiam na OPA a 10,5 euros por acção.
"São accionistas que reconhecem que existe valor a longo prazo na PT", disse Zeinal Bava.
"Quem adquiriu as acções, nos últimos dias, não pode participar na AG pelo que, ao comprar as acções da PT, está a demonstrar confiança na nossa capacidade para criar mais valor no futuro", adiantou.
((---Sérgio Gonçalves, Lisboa Editorial, 351-21-3509204 lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging: sergio.goncalves.reuters.com@reuters.net)) "
28/02/2007
LISBOA, 28 Fev (Reuters) - Zeinal Bava, vice-presidente da Portugal Telecom (PT) , está confiante que o 'takeover' de 11.800 milhões de euros (ME) da Sonaecom sobre o seu grupo não terá sucesso.
Em entrevista à Reuters, Bava refere que continua a considerar que "a oferta é inadequada", que a Sonaecom em nada mudou a sua oferta pois esta é a 10,50 euros por acção e "a Sonaecom em nada mudou a sua estratégia".
"Tendo presente as opiniões dos investidores com quem estivemos durante o nosso roadshow, estou confiante que a 10,5 euros, a OPA da Sonaecom não terá sucesso", disse Zeinal Bava.
Esta é a resposta do grupo PT ao anúncio, ontem à noite, feito pela Sonaecom que, para os accionistas da PT que recusem a Oferta a 10,5 euros por acção, propõe uma distribuição mínima em 'cash', através de dividendos e outras formas, de 5.700 milhões de euros, entre 2007 e 2010, ou 5,1 euros por cada acção.
A Sonaecom adiantava que igualar a proposta da Administração da PT, que se opõe a esta OPA, e que propôs aos seus accionistas 6.200 ME ou 5,6 euros por acção entre 2006 e 2009.
Quanto à proposta da PT, Bava refere que, se se excluir "o dividendo pago em 2006, será 5,1 euros por acção nos próximos três anos, com mais de 80 pct deste montante a ser pago em 2007, ao distribuir 0,475 euros em dividendos, um programa de aquisição de acções próprias equivalente a 1,9 por acção e o spin-off da PT Multimédia .
Adiantou que "a Sonaecom propõe entregar 5,1 euros durante quatro anos, e não três, e cerca de 30 pct em 2007".
A 2 de Março, realiza-se a decisiva Assembleia Geral da PT que deliberará o fim dos 10 pct de limite de votos de cada accionista, uma condição 'sine qua non' para o sucesso da OPA e tendo a Sonaecom que assegurar dois-terços dos votos favoráveis.
Alguns accionistas da PT, que têm cerca de 20 pct do capital desta, já anunciaram que não venderiam na OPA a 10,5 euros por acção.
"São accionistas que reconhecem que existe valor a longo prazo na PT", disse Zeinal Bava.
"Quem adquiriu as acções, nos últimos dias, não pode participar na AG pelo que, ao comprar as acções da PT, está a demonstrar confiança na nossa capacidade para criar mais valor no futuro", adiantou.
((---Sérgio Gonçalves, Lisboa Editorial, 351-21-3509204 lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging: sergio.goncalves.reuters.com@reuters.net)) "
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Nem vale a pena aumentar a "defesa" ?!
"Remuneração da Sonaecom é "mais um passo na descredibilização”
Granadeiro afirma que a proposta da PT é 1.000 milhões superior à da Sonaecom
O presidente do conselho de administração da Portugal Telecom (PT), Henrique Granadeiro, afirmou hoje que a proposta de remuneração apresentada pela administração da operadora é a melhor para os accionistas, porque lhes dá mais 1.000 milhões de euros do que a apresentada pela Sonaecom.
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Jornal de Negócios com Lusa
Henrique Granadeiro
O presidente do conselho de administração da Portugal Telecom (PT), Henrique Granadeiro, afirmou hoje que a proposta de remuneração apresentada pela administração da operadora é a melhor para os accionistas, porque lhes dá mais 1.000 milhões de euros do que a apresentada pela Sonaecom.
Em entrevista à agência Lusa, Henrique Granadeiro explicou que os períodos em que vigoram as duas propostas não são comparáveis e que, ajustando-os, fica claro que a proposta da administração da PT oferece uma melhor remuneração aos accionistas.
"A administração da PT compromete-se a remunerar os accionistas com 5,7 mil milhões de euros entre 2007 e 2009, enquanto a proposta da Sonaecom se limita a 4,7 mil milhões de euros no mesmo período", afirmou.
Henrique Granadeiro considera que o plano de remuneração apresentado pela Sonaecom é "mais um passo na descredibilização" da empresa liderada por Paulo Azevedo.
"Depois de terem sempre criticado a proposta de remuneração apresentada pelo conselho de administração da PT, vieram agora dar-nos razão, porque procuraram cloná-la, mas fizeram-no mal", disse Henrique Granadeiro.
O responsável espera que a assembleia geral de 2 de Março ponha fim ao período de um ano em que a operadora esteve impedida de aproveitar as oportunidades do mercado.
Henrique Granadeiro diz que o tempo que passou desde que a Sonaecom anunciou a oferta pública de aquisição (OPA) sobre a PT foi "extremamente difícil" para a operadora de telecomunicações, porque "houve oportunidades que não se puderam aproveitar e desafios a que não se pôde responder".
"Espero que a assembleia-geral ponha fim a este período extremamente difícil para a PT, que esteve um ano em gestão corrente", sublinhou."
Granadeiro afirma que a proposta da PT é 1.000 milhões superior à da Sonaecom
O presidente do conselho de administração da Portugal Telecom (PT), Henrique Granadeiro, afirmou hoje que a proposta de remuneração apresentada pela administração da operadora é a melhor para os accionistas, porque lhes dá mais 1.000 milhões de euros do que a apresentada pela Sonaecom.
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Jornal de Negócios com Lusa
Henrique Granadeiro
O presidente do conselho de administração da Portugal Telecom (PT), Henrique Granadeiro, afirmou hoje que a proposta de remuneração apresentada pela administração da operadora é a melhor para os accionistas, porque lhes dá mais 1.000 milhões de euros do que a apresentada pela Sonaecom.
Em entrevista à agência Lusa, Henrique Granadeiro explicou que os períodos em que vigoram as duas propostas não são comparáveis e que, ajustando-os, fica claro que a proposta da administração da PT oferece uma melhor remuneração aos accionistas.
"A administração da PT compromete-se a remunerar os accionistas com 5,7 mil milhões de euros entre 2007 e 2009, enquanto a proposta da Sonaecom se limita a 4,7 mil milhões de euros no mesmo período", afirmou.
Henrique Granadeiro considera que o plano de remuneração apresentado pela Sonaecom é "mais um passo na descredibilização" da empresa liderada por Paulo Azevedo.
"Depois de terem sempre criticado a proposta de remuneração apresentada pelo conselho de administração da PT, vieram agora dar-nos razão, porque procuraram cloná-la, mas fizeram-no mal", disse Henrique Granadeiro.
O responsável espera que a assembleia geral de 2 de Março ponha fim ao período de um ano em que a operadora esteve impedida de aproveitar as oportunidades do mercado.
Henrique Granadeiro diz que o tempo que passou desde que a Sonaecom anunciou a oferta pública de aquisição (OPA) sobre a PT foi "extremamente difícil" para a operadora de telecomunicações, porque "houve oportunidades que não se puderam aproveitar e desafios a que não se pôde responder".
"Espero que a assembleia-geral ponha fim a este período extremamente difícil para a PT, que esteve um ano em gestão corrente", sublinhou."
Quem não sabe o que quer, obtém o que não deseja, OU MELHOR, para barco sem rumo não há vento favorável.
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PT abre as portas à compra de mais do que 16,5% do seu capital
27/02/2007
A PT, por imposição do regulador, veio hoje esclarecer que a revisão em alta dos dividendos não terá relevância material nos encargos financeiros e acrescenta que no "buyback" vai comprar acções a preços de mercado, abrindo assim as portas à compra de mais do que 16,5% do seu capital.
(actualiza dentro de momentos)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: www.bpionline.pt
Resolvi colocar, porque parece ser uma forma diferente de ver a mesma notícia que o JAS colocou retirada de outro site!!é mais uma interpretação a notícia propriamente dita.
sol
27/02/2007
A PT, por imposição do regulador, veio hoje esclarecer que a revisão em alta dos dividendos não terá relevância material nos encargos financeiros e acrescenta que no "buyback" vai comprar acções a preços de mercado, abrindo assim as portas à compra de mais do que 16,5% do seu capital.
(actualiza dentro de momentos)
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Fonte: www.bpionline.pt
Resolvi colocar, porque parece ser uma forma diferente de ver a mesma notícia que o JAS colocou retirada de outro site!!é mais uma interpretação a notícia propriamente dita.
sol
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Resposta da PT à CMVM (extraido do site da CMVM)
"
Portugal Telecom, SGPS, S.A.
Sociedade Aberta
Sede: Avenida Fontes Pereira de Melo, 40, Lisboa
Capital Social: 395.099.775 euros
Número de matrícula na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa
e de Pessoa Colectiva 503 215 058
Aditamento ao Relatório do Conselho de Administração
Esclarecimento sobre a informação divulgada na
Actualização do Relatório do Conselho de Administração sobre a
Revisão da Oferta divulgado em 20 de Fevereiro de 2007
Lisboa, 27 de Fevereiro de 2007 – A Portugal Telecom (“PT”) gostaria de prestar os seguintes
esclarecimentos sobre o pacote de remuneração accionista divulgado na actualização ao Relatório do seu
Conselho de Administração sobre a revisão da contrapartida da Oferta.
A PT esclarece que tal como anunciado a 20 de Fevereiro de 2007, o pacote de remuneração accionista
revisto consiste em:
> Remuneração de 2,1 mil milhões de euros correspondente a um programa de aquisição de acções
próprias. As acções serão adquiridas ao preço de mercado, até ao valor máximo de 11,50 euros por
acção, correspondendo à aquisição de um mínimo de 16,5% do capital social actual da PT. O referido
programa será submetido a aprovação da Assembleia Geral por maioria qualificada inerente à
alteração de estatutos para redução do capital social. O Conselho de Administração da PT reserva-se o
direito de optimizar a estrutura após o insucesso da Oferta da Sonaecom.
> Distribuição de 180,6 milhões de acções da PT Multimédia (“PTM”) aos accionistas da PT num valor
equivalente a 2,0 mil milhões de euros ou 1,8 euros por cada acção da PT1.
> Pagamento em 2007 de um dividendo igual a 47,5 cêntimos por acção e um compromisso de
pagamento de um dividendo anual de 57,5 cêntimos por acção em 2008-2009 após conclusão do
programa de aquisição de acções próprias, o que a um preço por acção de 10,50 euros equivale a um
dividend yield anual de 6,9%2
1 Cotação de 10,85 euros por cada acção da PTM à data de 16 de Fevereiro de 2007.
2 Após ajuste teórico no preço por acção da distribuição das acções da PTM e assumindo um impacto neutral na cotação
decorrente do programa de aquisições próprias e distribuição anual de dividendos.
2
Ao abrigo deste pacote, a remuneração total dos accionistas no período 2006-2009 irá atingir um
montante de 6,2 mil milhões de euros, equivalente a 5,6 euros por acção, ou mais de metade da oferta
da Sonaecom de Euro 10,50 por acção, permitindo simultaneamente aos accionistas usufruir de uma
oportunidade de criação de valor na PT, mantendo a totalidade da sua participação na Empresa.
O impacto da revisão do pacote remuneratório proposto não assume relevância material nos encargos
financeiros da Portugal Telecom, tendo as agências de rating Moody’s e Standard & Poor’s mantido
inalteradas, as suas respectivas notações de rating.
Esta informação está também disponível no site da Relação com Investidores da PT em:
http://ir.telecom.pt
Contacto: Nuno Prego, Investor Relations
nuno.prego@telecom.pt
Portugal Telecom
Tel.: +351 21 500 1701
Fax: +351 21 500 0800"
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Capital Social: 395.099.775 euros
Número de matrícula na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa
e de Pessoa Colectiva 503 215 058
Aditamento ao Relatório do Conselho de Administração
Esclarecimento sobre a informação divulgada na
Actualização do Relatório do Conselho de Administração sobre a
Revisão da Oferta divulgado em 20 de Fevereiro de 2007
Lisboa, 27 de Fevereiro de 2007 – A Portugal Telecom (“PT”) gostaria de prestar os seguintes
esclarecimentos sobre o pacote de remuneração accionista divulgado na actualização ao Relatório do seu
Conselho de Administração sobre a revisão da contrapartida da Oferta.
A PT esclarece que tal como anunciado a 20 de Fevereiro de 2007, o pacote de remuneração accionista
revisto consiste em:
> Remuneração de 2,1 mil milhões de euros correspondente a um programa de aquisição de acções
próprias. As acções serão adquiridas ao preço de mercado, até ao valor máximo de 11,50 euros por
acção, correspondendo à aquisição de um mínimo de 16,5% do capital social actual da PT. O referido
programa será submetido a aprovação da Assembleia Geral por maioria qualificada inerente à
alteração de estatutos para redução do capital social. O Conselho de Administração da PT reserva-se o
direito de optimizar a estrutura após o insucesso da Oferta da Sonaecom.
> Distribuição de 180,6 milhões de acções da PT Multimédia (“PTM”) aos accionistas da PT num valor
equivalente a 2,0 mil milhões de euros ou 1,8 euros por cada acção da PT1.
> Pagamento em 2007 de um dividendo igual a 47,5 cêntimos por acção e um compromisso de
pagamento de um dividendo anual de 57,5 cêntimos por acção em 2008-2009 após conclusão do
programa de aquisição de acções próprias, o que a um preço por acção de 10,50 euros equivale a um
dividend yield anual de 6,9%2
1 Cotação de 10,85 euros por cada acção da PTM à data de 16 de Fevereiro de 2007.
2 Após ajuste teórico no preço por acção da distribuição das acções da PTM e assumindo um impacto neutral na cotação
decorrente do programa de aquisições próprias e distribuição anual de dividendos.
2
Ao abrigo deste pacote, a remuneração total dos accionistas no período 2006-2009 irá atingir um
montante de 6,2 mil milhões de euros, equivalente a 5,6 euros por acção, ou mais de metade da oferta
da Sonaecom de Euro 10,50 por acção, permitindo simultaneamente aos accionistas usufruir de uma
oportunidade de criação de valor na PT, mantendo a totalidade da sua participação na Empresa.
O impacto da revisão do pacote remuneratório proposto não assume relevância material nos encargos
financeiros da Portugal Telecom, tendo as agências de rating Moody’s e Standard & Poor’s mantido
inalteradas, as suas respectivas notações de rating.
Esta informação está também disponível no site da Relação com Investidores da PT em:
http://ir.telecom.pt
Contacto: Nuno Prego, Investor Relations
nuno.prego@telecom.pt
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Capital na AG
"Portugal Telecom Meeting to Have 60% of Shares Represented
By Anabela Reis
Feb. 26 (Bloomberg) -- Portugal Telecom SGPS SA will have about 60 percent of its shares represented at the March 2 shareholder meeting called to vote on a rules change that would let a hostile bid for the company proceed.
Investors owning about 60 percent of the company's shares froze their holdings in time to qualify to participate in the meeting, according to information given out by the secretary of Antonio Menezes Cordeiro, chairman of the shareholder meeting, in a telephone interview today. That confirmed a report in today's Diario Economico newspaper.
The final total will be known Feb. 28 or 29, after all the information is checked, she added.
Sonaecom SGPS SA, which is pursuing a hostile 11.9 billion- euro ($15.7 billion) bid for Lisbon-based Portugal Telecom, its larger rival in fixed-line and wireless phone service, needs the support of two-thirds of the shares represented at the meeting in order to change the rules.
To contact the reporter on this story: Anabela Reis in Lisbon at areis1@bloomberg.net .
Last Updated: February 26, 2007 08:57 EST "
By Anabela Reis
Feb. 26 (Bloomberg) -- Portugal Telecom SGPS SA will have about 60 percent of its shares represented at the March 2 shareholder meeting called to vote on a rules change that would let a hostile bid for the company proceed.
Investors owning about 60 percent of the company's shares froze their holdings in time to qualify to participate in the meeting, according to information given out by the secretary of Antonio Menezes Cordeiro, chairman of the shareholder meeting, in a telephone interview today. That confirmed a report in today's Diario Economico newspaper.
The final total will be known Feb. 28 or 29, after all the information is checked, she added.
Sonaecom SGPS SA, which is pursuing a hostile 11.9 billion- euro ($15.7 billion) bid for Lisbon-based Portugal Telecom, its larger rival in fixed-line and wireless phone service, needs the support of two-thirds of the shares represented at the meeting in order to change the rules.
To contact the reporter on this story: Anabela Reis in Lisbon at areis1@bloomberg.net .
Last Updated: February 26, 2007 08:57 EST "
Quem não sabe o que quer, obtém o que não deseja, OU MELHOR, para barco sem rumo não há vento favorável.
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Opinião ATM
ATM diz que accionistas da PT devem aprovar desblindagem dos estatutos
A Associação de Investidores e Analistas Técnicos do Mercado de Capitais (ATM), numa exposição em que analisa os contornos da OPA à PT e a que o Jornal de Negócios teve acesso, considera que a desblindagem dos estatutos da maior operadora nacional, factor essencial para que a OPA chegue ao mercado, será aprovada pelos accionistas da Portugal Telecom na assembleia geral (AG).
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
A Associação de Investidores e Analistas Técnicos do Mercado de Capitais (ATM), numa exposição em que analisa os contornos da OPA à PT e a que o Jornal de Negócios teve acesso, considera que a desblindagem dos estatutos da maior operadora nacional, factor essencial para que a OPA chegue ao mercado, será aprovada pelos accionistas da Portugal Telecom na assembleia geral (AG).
A associação considera a nova contrapartida da Sonaecom, de 10,50 euros, "aceitável e justa", alertando para a tentativa de manipulação do mercado por parte de Henrique Granadeiro ao anunciar um "share buyback" a 11,50 euros, na defesa à OPA.
Preço da OPA justo e reparte sinergias
No documento a que o Jornal de Negócios teve acesso e que foi submetido a apreciação do regulador, a CMVM, a ATM debruçou-se sobre o novo valor da oferta de Paulo Azevedo afirmando que "a oferta respeita, por excesso, a vontade dos accionistas aferida ao nível do mercado e o prémio evidencia um claro sinal de respeito do oferentes pelos accionistas".
Para a associação [/i]
"o valor da contrapartida oferecida [10,50 euros][b] reflecte correcta e aceitavelmente o principio de partilha de sinergias" e que "reclamar a falta de justeza do preço da OPA é estar a tentar passar um atestado de menoridade à maioria dos accionistas e investidores". [/i]
[b]Accionistas da PT devem desblindar estatutos
Os accionistas minoritários são "soberanos na decisão de viabilizar ou não a oferta", afirma a ATM, já que estes investidores são "detentores de 49,28% (excluindo a participação de 1% detida pela entidade oferente, a Sonaecom) do capital e dos direitos de voto" da Portugal Telecom.
"Acreditamos que os accionistas da PT devem votar a favor da desblindagem dos estatutos na próxima assembleia geral da operadora", afirma a ATM, defendendo que sem o actual limite nos estatutos, que impede os accionistas de, independentemente da posição no capital, terem mais de 10% dos direitos de voto, será possível "acomodar um maior número de variáveis e cenários de investimento que aumentam o 'upside' da empresa", pelo que "o accionista da PT terá sempre a ganhar com a desblindagem".
Sem desblindagem dos estatutos "acaba imediatamente a OPA" e, perante tal cenário, a ATM afirma "não vemos margem para uma subida da empresa do mercado acima do preço da OPA no curto-prazo".
Defesa da PT pode manipular mercado
A associação analisou igualmente o plano de defesa à OPA apresentado pela administração da operadora liderada por Henrique Granadeiro, activado caso a oferta da Sonaecom não tenha sucesso.
Além das propostas já anteriormente mencionadas, a PT anunciou uma revisão em alta do valor do dividendo a distribuir aos accionistas, bem como a realização de uma operação de recompra de acções ao mercado até um valor de 11,50 euros.
Para a ATM, esta medida "pode constituir uma tentativa de manipulação da percepção do mercado e gerar confusão para os accionistas menos esclarecidos, pelo que esta proposta deverá ser profundamente analisada pelo regulador", a CMVM.
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CMVM
negocios.pt Escreveu:A CMVM divulgou hoje um comunicado onde reafirma a possibilidade de os accionistas da Portugal Telecom pedirem a revogação do bloqueio das acções para participar na assembleia geral (AG) de 2 de Março até ao dia anterior à reunião.
Na terça-feira o presidente da mesa da AG escreveu ao regulador a afirmar que não irá aceitar desbloquear as acções após 23 de Fevereiro, cinco dias antes da reunião, conforme prevêem os estatutos. A PT opôs-se ao entendimento do regulador, publicado numa resposta a um requerimento da Sonaecom, que visava um esclarecimento sobre esta matéria.
A CMVM responde que os estatutos não estabelecem um prazo para desbloquear e que exercício deste direito por parte do titular das acções não está dependente de consentimento do intermediário financeiro ou do Presidente da Mesa da Assembleia Geral. Afirma ainda que, segundo a informaram intermediários financeiros, a PT já o permitiu no passado.
"A passagem de certificados para exercício de direitos inerentes a valores mobiliários e o bloqueio de valores mobiliários em conta são actos sujeitos à supervisão da CMVM e sobre os quais esta Comissão tem o dever de se pronunciar, sobretudo quando existam dúvidas", refere o comunicado do regulador.
O regulador entende que o direito de um accionista participar na AG "não pode ser coarctado por via da invocação de uma regra estatutária que, manifestamente, se aplica ao prazo necessário para afirmar a intenção de participação na Assembleia e não ao prazo para cancelar essa mesma participação".
"A CMVM confia que o Senhor Presidente da Assembleia Geral PT fará tudo o que se revelar necessário para que a participação dos accionistas na Assembleia se processe de modo adequado e tomará as medidas apropriadas para não dificultar desnecessariamente o exercício do direito de revogação nos termos do entendimento aqui preconizado", finaliza o comunicado da entidade liderada por Carlos Tavares.
Na Bolsa como no Poker há que ter uma boa mão...
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