Passo a explicar.....
Já foi mais que verificado que a fuga ao fisco é feita principalmente por trabalhadores por conta própria e pequenas ou médias empresas( em mercado paralelo).
Então se vai exigir mais impostos a médicos, contabilistas, mecanicos, comerciantes, etc.etc., estes uma vez acomodados aos lucros irão concerteza fazer refletir o pagamento dos impostos no consumidor, logo a inflação subirá. Aliás já se nota isso quando vai ao mecanico ou médico e pede factura.
As empresas que operam em mercado paralelo( com trabalhadores ilegais, mas a ganhar, portanto que consomem), irão quase todas "fechar", ou reduzir o número de trabalhadores, logo aumentará o desemprego REAL, não o que nos dizem.
Quanto ao dinheiro mal gasto: quem gasta mal 100, faz o mesmo com 200.
PS: Não quero com isto dizer que sou a favor da fuga ao fisco. Apenas dei a minha ideia do que poderá acontecer, não referindo qual será mais prejudicial á economia. Isso já são contas que não estão no meu alcance.
O desenvolvimento de Portugal passa por investimentos na educação(o que poderá levar anos). Nunca vi um país analfabeto, com uma economia em forte crescimento.
Então se vai exigir mais impostos a médicos, contabilistas, mecanicos, comerciantes, etc.etc., estes uma vez acomodados aos lucros irão concerteza fazer refletir o pagamento dos impostos no consumidor, logo a inflação subirá. Aliás já se nota isso quando vai ao mecanico ou médico e pede factura.
As empresas que operam em mercado paralelo( com trabalhadores ilegais, mas a ganhar, portanto que consomem), irão quase todas "fechar", ou reduzir o número de trabalhadores, logo aumentará o desemprego REAL, não o que nos dizem.
Quanto ao dinheiro mal gasto: quem gasta mal 100, faz o mesmo com 200.
PS: Não quero com isto dizer que sou a favor da fuga ao fisco. Apenas dei a minha ideia do que poderá acontecer, não referindo qual será mais prejudicial á economia. Isso já são contas que não estão no meu alcance.
O desenvolvimento de Portugal passa por investimentos na educação(o que poderá levar anos). Nunca vi um país analfabeto, com uma economia em forte crescimento.