Já agora, deixo um link e uma transcrição:
https://www.ljcarregosa.pt/ljc/col/Faq/GuiaBolsa.tea
"A composição do PSI-20
O PSI-20 (sigla de Portuguese Stock Index) é a principal referência da evolução do mercado de acções em Portugal. A sua base de cálculo é de 3.000 pontos, fixada por referência aos preços de fecho da sessão de 31 de Dezembro de 1992. O PSI-20 é um índice calculado com base numa amostra de 20 emissões de acções de empresas nacionais cotadas no Mercado de Cotações Oficiais (MCO) da BVLP. As empresas seleccionadas tendem a ser aquelas com maior capitalização bolsista e que, em cada dia, são objecto de um volume de transacções mais abundante (ou seja, possuem maior liquidez). Por estes motivos, são também aquelas que têm maiores probabilidades de estarem presentes nas carteiras de investidores institucionais, portugueses e estrangeiros.
Como é calculado?
O cálculo do PSI-20 é feita através de uma média ponderada pela capitalização bolsista das sociedades que a compõem. O PSI-20 é calculado e divulgado em tempo real durante o horário das sessões de bolsa da BVLP.
Mais recentemente, e seguindo medidas semelhantes tomadas pelas suas congéneres internacionais, a BVLP adoptou uma nova metodologia para o cálculo do PSI-20, que entrou em vigor no dia 1 de Outubro de 2001. Pelo novo método, a capitalização bolsista de cada empresa é corrigida pela percentagem das acções que estiverem efectivamente dispersas e disponíveis para negociação no mercado (free float). Assim, quanto maior o free float, menor é a correcção a efectuar à capitalização da empresa. Esta nova regra parte do princípio (correcto) que a liquidez de um título depende não só da capitalização bolsista do emitente, mas também da percentagem do capital que está em free float. À correcção pelo free float, a BVLP acrescentou uma segunda regra, que define que nenhuma empresa poderá ter um peso superior a 20% na ponderação do índice de referência, aquando da sua revisão (podendo entretanto flutuar consoante a evolução do mercado), para assegurar uma maior diversificação do PSI-20.
Para que serve o PSI-20?
Os índices de acções são um instrumento de medição do comportamento do mercado, bem como meio de comparação muito útil para profissionais e para qualquer pessoa que possua uma carteira de acções. Por exemplo, é habitual os analistas compararem a evolução de mercados bolsistas de diferentes países através da evolução dos respectivos índices de referência, bem como a evolução de um determinado título com a evolução do índice do país em que está cotado. O índice PSI-20 (à semelhança dos congéneres internacionais) serve igualmente de suporte para a negociação de produtos financeiros derivados (opções e futuros), bem como de activo subjacente a produtos financeiros estruturados, cuja rendibilidade depende da evolução global do mercado bolsista português.
A composição do PSI-20 é imutável?
Não. Com efeito, a carteira de acções que compõe o PSI-20 é revista semestralmente em Janeiro e Julho. Assim, as acções de uma empresa são excluídas ou incluídas na amostra consoante registem, no fim de cada um dos dois períodos anuais de revisão ordinária, uma classificação dentro ou fora dos 20 primeiros, de acordo com os critérios definidos.
Para além das revisões bianuais ordinárias, podem também ocorrer revisões extraordinárias dos índices, motivadas por acontecimentos não recorrentes.
https://www.ljcarregosa.pt/ljc/col/Faq/GuiaBolsa.tea
"A composição do PSI-20
O PSI-20 (sigla de Portuguese Stock Index) é a principal referência da evolução do mercado de acções em Portugal. A sua base de cálculo é de 3.000 pontos, fixada por referência aos preços de fecho da sessão de 31 de Dezembro de 1992. O PSI-20 é um índice calculado com base numa amostra de 20 emissões de acções de empresas nacionais cotadas no Mercado de Cotações Oficiais (MCO) da BVLP. As empresas seleccionadas tendem a ser aquelas com maior capitalização bolsista e que, em cada dia, são objecto de um volume de transacções mais abundante (ou seja, possuem maior liquidez). Por estes motivos, são também aquelas que têm maiores probabilidades de estarem presentes nas carteiras de investidores institucionais, portugueses e estrangeiros.
Como é calculado?
O cálculo do PSI-20 é feita através de uma média ponderada pela capitalização bolsista das sociedades que a compõem. O PSI-20 é calculado e divulgado em tempo real durante o horário das sessões de bolsa da BVLP.
Mais recentemente, e seguindo medidas semelhantes tomadas pelas suas congéneres internacionais, a BVLP adoptou uma nova metodologia para o cálculo do PSI-20, que entrou em vigor no dia 1 de Outubro de 2001. Pelo novo método, a capitalização bolsista de cada empresa é corrigida pela percentagem das acções que estiverem efectivamente dispersas e disponíveis para negociação no mercado (free float). Assim, quanto maior o free float, menor é a correcção a efectuar à capitalização da empresa. Esta nova regra parte do princípio (correcto) que a liquidez de um título depende não só da capitalização bolsista do emitente, mas também da percentagem do capital que está em free float. À correcção pelo free float, a BVLP acrescentou uma segunda regra, que define que nenhuma empresa poderá ter um peso superior a 20% na ponderação do índice de referência, aquando da sua revisão (podendo entretanto flutuar consoante a evolução do mercado), para assegurar uma maior diversificação do PSI-20.
Para que serve o PSI-20?
Os índices de acções são um instrumento de medição do comportamento do mercado, bem como meio de comparação muito útil para profissionais e para qualquer pessoa que possua uma carteira de acções. Por exemplo, é habitual os analistas compararem a evolução de mercados bolsistas de diferentes países através da evolução dos respectivos índices de referência, bem como a evolução de um determinado título com a evolução do índice do país em que está cotado. O índice PSI-20 (à semelhança dos congéneres internacionais) serve igualmente de suporte para a negociação de produtos financeiros derivados (opções e futuros), bem como de activo subjacente a produtos financeiros estruturados, cuja rendibilidade depende da evolução global do mercado bolsista português.
A composição do PSI-20 é imutável?
Não. Com efeito, a carteira de acções que compõe o PSI-20 é revista semestralmente em Janeiro e Julho. Assim, as acções de uma empresa são excluídas ou incluídas na amostra consoante registem, no fim de cada um dos dois períodos anuais de revisão ordinária, uma classificação dentro ou fora dos 20 primeiros, de acordo com os critérios definidos.
Para além das revisões bianuais ordinárias, podem também ocorrer revisões extraordinárias dos índices, motivadas por acontecimentos não recorrentes.