OT - Políticas para Portugal
Re: OT - Políticas para Portugal
Bem, acho mais provável que o Montenegro ganhe as próximas legislativas por causa do padrão, mas isso não é garantido e pode não acontecer. Em relação ao PS ter lidado melhor com o PCP, tenho essa perceção e o Grok também sem forçar, mas é só uma perceção ou opinião. Acho que só se teria a certeza disso se o Montenegro não conseguisse ganhar as eleições e isso também anularia o padrão que aconteceu até aqui
Re: OT - Políticas para Portugal
Se fosse em Portugal era considerado um movimento racista.
'Time to go': Witch hunt for foreigners in South Africa
Mas fica a dica para os sul africanos: enviem para Portugal que aqui recebem tudo e se tiverem historial criminioso melhor que assim tem direito a trabalhar na assembleia.
'Time to go': Witch hunt for foreigners in South Africa
Thousands marched in anti-immigration protests in South Africa, accusing illegal immigrants of taking away jobs, healthcare, housing and public services. Sky's Africa correspondent saw a man tasered by the protester in the street.
Mas fica a dica para os sul africanos: enviem para Portugal que aqui recebem tudo e se tiverem historial criminioso melhor que assim tem direito a trabalhar na assembleia.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
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Re: OT - Políticas para Portugal
Tribunal Constitucional chumba novamente decreto sobre a perda de nacionalidade
https://www.rtp.pt/noticias/pais/tribun ... e_n1739999
Previsível
Grok: Concordo na maior parte: a lei da perda de nacionalidade era excessivamente lata e vulnerável a ser chumbada. Diferente da maioria dos países europeus (Reino Unido, França, Dinamarca, Suécia, etc.), que limitam a perda de nacionalidade quase exclusivamente a crimes de terrorismo, traição ou ameaças graves à segurança nacional, a versão portuguesa criava uma pena acessória aplicável a um leque muito alargado de crimes graves (homicídio, violação, tráfico, etc.), só para naturalizados. Isso violava claramente o princípio da igualdade (art. 13º da Constituição), ao criar dois tipos de portugueses. O TC chumbou por unanimidade e de forma previsível — juristas já tinham avisado.
O PSD insistiu na proposta por cálculo político (medo de perder eleitorado para o Chega), deu mais palco ao Chega, polarizou o debate e afastou moderados — o que tem beneficiado o PS nas sondagens.
O PS lidou de facto melhor com o PCP nos anos 80/90 (mantendo maior distância e não deixando que o PCP ditasse a agenda) do que o PSD atual está a lidar com o Chega.
Quanto ao padrão histórico que defendes — Primeiros-Ministros que não se demitiram nem passaram por Troika/FMI ganharam sempre —, ele é factual e continua a ser o teu argumento mais forte a favor de Montenegro.
No entanto, não concordo que Montenegro vá ganhar “na mesma”, independentemente do que aconteça. O padrão ajuda, mas o contexto atual (desgaste do Governo, PS em recuperação, maior fragmentação e Chega a roubar votos) é mais difícil que nos casos de Cavaco ou Costa. Não é tão automático.
Tens razão no essencial da crítica ao PSD, mas estás demasiado confiante na vitória garantida só pelo padrão histórico.
Editado pela última vez por previsor em 8/5/2026 20:57, num total de 1 vez.
Re: OT - Políticas para Portugal
Neftis Escreveu:previsor Escreveu:Passos considera absurda proposta do Chega de baixar idade da reforma: "Nem os socialistas têm coragem"
"Além do absurdo e irrealismo - que mostra populismo em excesso -, eu que tanto tenho defendido que o PSD procure a maioria que não tem, com a IL e com o Chega, que são partidos não socialistas… Quando as coisas assumem este caráter, eu pergunto: são não socialistas? Nem os socialistas têm coragem de baixar a idade da reforma", afirmou.
https://expresso.pt/partidos-politicos/ ... 1778021046
A proposta para baixar a idade da reforma é o pretexto para o Chega não ter de se atravessar pela reforma laboral, pois sabe que o Governo nunca pode concordar com isso. O Chega prova assim mais uma vez que não serve para aprovar o que é difícil e impopular. Os patrões já podem parar de financiar estes inúteis, uma vez que nem para servir quem os financia prestam.
Acho que o Chega já mostrou, há vários anos, que não é um partido de direita na economia. As pessoas, incluindo o passos Coelho, é que imaginaram ou meteram uma coisa diferente na cabeça, ou ligam mais ao que lhes é dito, e não quiseram ver que estavam erradas ou andam distraídas. O Chega votou a favor da nacionalização da TAP no governo do Costa, depois de ela ter sido privatizada pelo PSD do passos Coelho, e isso não é normal em partidos de direita.
O Chega aprova políticas de governos, mas aprova mais em governos socialistas.
Na Europa, os partidos ultranacionalistas e ultraconservadores estão na extrema direita dos parlamentos, e por isso as pessoas dizem que são de extrema direita, mas isso não quer dizer que sejam de direita na economia.
Por 56 vezes, o Chega votou ao lado do PS as propostas de alterações ao Orçamento de Estado (OE) para 2022 propostas pelos socialistas, apesar de nenhuma das propostas do partido de André Ventura ter sido aprovada no Parlamento.
O PAN é o segundo partido que mais vezes esteve ao lado da bancada socialista – por 51 votações
https://www.publico.pt/2022/06/02/polit ... 22-2008638
Re: OT - Políticas para Portugal
Neftis Escreveu:Os patrões já podem parar de financiar estes inúteis, uma vez que nem para servir quem os financia prestam.
Não vi nada na proposta da reforma laboral para benificiar entidade empregadora...
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Re: OT - Políticas para Portugal
André Ventura criticou o Governo, nomeadamente o ministro da Administração Interna, Luís Neves, acusando-os de falar mais "em expulsar polícias, perseguir polícias, em tirar-lhes autoridade do que em garantir que temos uma polícia eficaz, forte e capaz de combater a criminalidade".
https://www.noticiasaominuto.com/politi ... overno-que
O Chega sempre ao lado dos torcionários.
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Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:Passos considera absurda proposta do Chega de baixar idade da reforma: "Nem os socialistas têm coragem"
"Além do absurdo e irrealismo - que mostra populismo em excesso -, eu que tanto tenho defendido que o PSD procure a maioria que não tem, com a IL e com o Chega, que são partidos não socialistas… Quando as coisas assumem este caráter, eu pergunto: são não socialistas? Nem os socialistas têm coragem de baixar a idade da reforma", afirmou.
https://expresso.pt/partidos-politicos/ ... 1778021046
A proposta para baixar a idade da reforma é o pretexto para o Chega não ter de se atravessar pela reforma laboral, pois sabe que o Governo nunca pode concordar com isso. O Chega prova assim mais uma vez que não serve para aprovar o que é difícil e impopular. Os patrões já podem parar de financiar estes inúteis, uma vez que nem para servir quem os financia prestam.
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Re: OT - Políticas para Portugal
Tem que se tolerar tudo extorção, mentira. mediocridade, perda de identidade, autocracia, violação. Tudo tem que se tolerar. Tolerar é uma palavra bem dinamica mesmo.
A escuta veio contradizer António Costa na Operação Influencer. Portugal e Espanha estão a preocupar Schengen e o PIB português está a estagnar. Está tudo em cima da mesa, no Torto e Direito, com o Miguel Morgado, exibido a 3 de maio
Miguel Morgado: “Se Espanha continua a dizer que precisa de imigrantes não sei onde vai parar. Madrid, Baleares e Catalunha 25% da população é estrangeiros”
Pois é parece que alguém andou a dizer mentiras. Mas tem de se tolerar claro, pois claro.
A escuta veio contradizer António Costa na Operação Influencer. Portugal e Espanha estão a preocupar Schengen e o PIB português está a estagnar. Está tudo em cima da mesa, no Torto e Direito, com o Miguel Morgado, exibido a 3 de maio
Miguel Morgado: “Se Espanha continua a dizer que precisa de imigrantes não sei onde vai parar. Madrid, Baleares e Catalunha 25% da população é estrangeiros”
Pois é parece que alguém andou a dizer mentiras. Mas tem de se tolerar claro, pois claro.
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Re: OT - Políticas para Portugal
A PSP está a fazer um evento de música no Martim Moniz com fadistas e a banda da PSP. O comandante da PSP fez um pequeno discurso e disse para as pessoas escolherem a tolerância em vez do medo e a presidente pediu mais polícia visível e videovigilância.
Não está mais nenhum político nem mesmo a comunicação social. Hoje tinha sido um bom dia para o deputado do chega gravar um vídeo
Não está mais nenhum político nem mesmo a comunicação social. Hoje tinha sido um bom dia para o deputado do chega gravar um vídeo
Re: OT - Políticas para Portugal
Passos considera absurda proposta do Chega de baixar idade da reforma: "Nem os socialistas têm coragem"
"Além do absurdo e irrealismo - que mostra populismo em excesso -, eu que tanto tenho defendido que o PSD procure a maioria que não tem, com a IL e com o Chega, que são partidos não socialistas… Quando as coisas assumem este caráter, eu pergunto: são não socialistas? Nem os socialistas têm coragem de baixar a idade da reforma", afirmou.
https://expresso.pt/partidos-politicos/ ... 1778021046
Re: OT - Políticas para Portugal
Taxa sobre lucros extraordinários é para avançar (apesar das críticas)
Novo aumento de impostos.
Pelo estado, ao estado, do estado.
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Re: OT - Políticas para Portugal
Portugal mantém a recusa de receber novos requerentes de asilo, uma decisão que já motivou uma multa de instâncias europeias de 8,44 milhões de euros, até que seja apreciada a argumentação que levou o país a recusar a entrada de 420 requerentes de asilo que aguardam em centros europeus.
https://www.dn.pt/pol%C3%ADtica/portuga ... utm_source
Re: OT - Políticas para Portugal
Legião de fanáticos de Trump na Europa.
Condutor atropela várias pessoas em Leipzig. Confirmadas duas mortes
Sabemos que é terrorismo quando é noticiiado como "problemas mentais".
Mais um a junstar-se a outros actos de terrorismo recentes.
https://www.youtube.com/shorts/xShThHVL81k
https://www.youtube.com/shorts/M5oR44EK1oc
Apuñalan a un hombre en plena Plaça de Catalunya en Barcelona
La agonía de la joven asesinada a puñaladas en Barcelona al grito de 'Ala es grande'
Europa numa espiral sem volta...
Condutor atropela várias pessoas em Leipzig. Confirmadas duas mortes
Segundo o primeiro-ministro da Saxónia, Michael Kretschmer, o suspeito é um jovem com "problemas de saúde mental" e "cidadão alemão".
Sabemos que é terrorismo quando é noticiiado como "problemas mentais".
Mais um a junstar-se a outros actos de terrorismo recentes.
https://www.youtube.com/shorts/xShThHVL81k
https://www.youtube.com/shorts/M5oR44EK1oc
Apuñalan a un hombre en plena Plaça de Catalunya en Barcelona
La agonía de la joven asesinada a puñaladas en Barcelona al grito de 'Ala es grande'
Europa numa espiral sem volta...
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Re: OT - Políticas para Portugal
Ventura desafia Governo a "baixar a idade da reforma" se quiser voto do Chega na reforma laboral e foi chamado de "camarada" pelo PSD
Realmente a politica no século XXI está ao nível da pré história.
É absurdamente surrealista como é possível a humanidade ser tão precária nesta frente.
Não conseguem ter um resquício que seja de ínfimo bom senso, todos.
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Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:António Costa cometeu uma “gaffe” na conferência de abertura dos XLVII Colóquios de Relações Internacionais da Universidade do Minho, na manhã desta terça-feira.
https://www.facebook.com/share/r/1EC5p6 ... tid=wwXIfr
Que engraçade são as piadinhas forçadas...

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Re: OT - Políticas para Portugal
António Costa cometeu uma “gaffe” na conferência de abertura dos XLVII Colóquios de Relações Internacionais da Universidade do Minho, na manhã desta terça-feira.
https://www.facebook.com/share/r/1EC5p6 ... tid=wwXIfr
Re: OT - Políticas para Portugal
A proposta para suspender o prazo de prescrição quando há substituição ou recusa sucessiva de advogados de defesa foi apresentada no contexto do caso Sócrates, mas não há indicação pública de que tenha sido aprovada até agora.
O mais provável é que tenha ficado parada em fase de discussão legislativa, por três razões principais:
• Dúvidas jurídicas e constitucionais, por envolver prazos penais e direito de defesa.
• Necessidade de consenso parlamentar, que nem sempre é fácil nestes temas.
• Sensibilidade política, por ter surgido ligada a um caso mediático concreto, o que gerou críticas de poder parecer uma “lei feita para um processo”.
Resumindo: não parece ter sido rejeitada formalmente, mas também não avançou para lei conhecida até ao momento.
Re: OT - Políticas para Portugal
Hoje o pessoal ultra está de parabéns.
Olhem só o serviço que estão a fazer para a Europa.
É a politica do amor.
https://es.euronews.com/my-europe/2026/ ... bia-madrid
Ucrânia quando acabar a guerra são os próximos. A escolha é entre russos ou africanos, indianos...
Olhem só o serviço que estão a fazer para a Europa.
É a politica do amor.
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Ucrânia quando acabar a guerra são os próximos. A escolha é entre russos ou africanos, indianos...

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Re: OT - Políticas para Portugal
Apesar do prazo de prescrição ser de 10 anos, os sucessivos atrasos podem resultar, já esta semana, na prescrição dos crimes de corrupção ativa relativos ao empreendimento de luxo de Vale do Lobo, no Algarve. Situação que beneficia os dois arguidos, investidores no projeto, Diogo Gaspar Ferreira e Rui Horta Costa.
Em relação aos crimes de corrupção passiva que envolvem José Sócrates e Armando Vara também devem prescrever em breve, durante o mês de junho.
https://sicnoticias.pt/especiais/operac ... m-94e108e1
Crimes que ainda não prescrevem
• Branqueamento de capitais
• Fraude fiscal qualificada
• Falsificação de documentos
Intervalo mais provável de pena única numa eventual condenação (cúmulo jurídico)
O que isto significa
É a pena final única depois de o tribunal juntar todos os crimes num só resultado (não é a soma das penas individuais).
Cenário mais realista:
• 4 a 7 anos de prisão
Cenário mais leve:
• 3 a 5 anos
• Possível suspensão da pena (total ou parcial), dependendo do tribunal e das circunstâncias
Cenário mais pesado:
• 6 a 8 anos (ou ligeiramente acima)
• Maior probabilidade de prisão efetiva
Re: OT - Políticas para Portugal
A origem da ideia de “traidores” na Alemanha
Depois da Primeira Guerra Mundial (1914–1918), a Alemanha foi derrotada e assinou o armistício em 1918. Militarmente, o exército alemão não tinha sido totalmente ocupado no seu território principal, o que criou uma sensação interna de “derrota incompleta”.
Nesse contexto surgiu a Dolchstoßlegende (“lenda da punhalada nas costas”):
• dizia que o exército alemão não tinha perdido no campo de batalha;
• teria sido “traído por dentro” por forças civis;
• esses “traidores” seriam responsáveis pela derrota.
Na visão ideológica associada a Adolf Hitler e ao nacionalismo alemão, os grupos incluídos nesta narrativa de “inimigos internos” eram:
• socialistas e social-democratas (SPD), ligados ao novo governo da República de Weimar;
• comunistas e revolucionários de esquerda;
• judeus, apresentados na ideologia nazi como parte de uma “ameaça interna” ao povo alemão.
A radicalização da narrativa
Nos anos seguintes, esta ideia foi explorada por movimentos nacionalistas e, mais tarde, pelo partido nazi de Hitler.
Na visão nazi:
• todos estes grupos eram enquadrados como inimigos internos do povo alemão;
• os responsáveis pela derrota e pela situação do país eram procurados dentro da própria sociedade;
• judeus, socialistas e comunistas eram incluídos nessa lógica, ainda que por justificações diferentes dentro da ideologia nazi.
“Não esqueceremos” como instrumento político
Frases como “não esqueceremos” ou equivalentes eram usadas no mesmo enquadramento ideológico para:
• manter a ideia de inimigos internos;
• reforçar a responsabilização desses grupos;
• sustentar a necessidade de ação futura contra eles.
Quando os nazis chegam ao poder (1933)
Com a tomada do poder por Hitler em 1933, esta narrativa passou a política de Estado:
1. Eliminação da oposição política
• partidos socialistas e comunistas foram proibidos;
• milhares de militantes foram presos;
• opositores foram enviados para campos de concentração iniciais.
2. Estado repressivo
• a polícia secreta (Gestapo) passou a controlar a sociedade;
• prisões arbitrárias e perseguição política tornaram-se comuns.
Perseguição aos judeus
Paralelamente:
• 1935: Leis de Nuremberga retiraram direitos civis aos judeus;
• exclusão de profissões e vida pública;
• propaganda constante de desumanização;
• 1938: Noite dos Cristais (violência em massa contra judeus e propriedades).
Da perseguição ao genocídio
Durante a Segunda Guerra Mundial:
• criação de guetos;
• deportações em massa;
• campos de concentração e extermínio;
• Holocausto, onde cerca de seis milhões de judeus foram assassinados, além de milhões de outras vítimas.
Estrutura geral da história
1. derrota na Primeira Guerra Mundial
2. surgimento do mito da “punhalada nas costas”
3. identificação de inimigos internos (socialistas, comunistas, judeus e outros)
4. consolidação desta visão na ideologia nazi
5. uso político da ideia de “não esquecer”
6. tomada do poder pelos nazis
7. repressão política e exclusão legal
8. violência de Estado
9. genocídio
Conclusão
Na ideologia associada a Adolf Hitler, socialistas, comunistas e judeus eram enquadrados como inimigos internos responsáveis pelos problemas da Alemanha, dentro da narrativa da “Dolchstoßlegende” e da visão nazi do Estado e da sociedade.
Re: OT - Políticas para Portugal
O que aconteceu
No dia 25 de abril de 2026, durante a sessão solene comemorativa do 52.º aniversário do 25 de Abril na Assembleia da República, André Ventura (líder do Chega) discursou e repetiu várias vezes (notícias falam em três a cinco ocorrências) a expressão “apunhalados pelas costas” (exemplos: “Apunhalados pelas costas assim fomos” e, no final, “não nos esqueceremos dos que nos apunhalaram pelas costas”).
Ele usou-a no contexto da Guerra Colonial (1961-1974): criticou quem “exalta guerrilheiros que estavam a matar militares portugueses”, defendeu que o 25 de Abril deve “assumir toda a nossa história” (e não só os “capitães de Abril”), e argumentou que o dia pertence a todas as Forças Armadas, incluindo os combatentes que, na sua visão, foram traídos internamente ou abandonados no processo de descolonização. Ventura também falou aos “silenciados e esquecidos de Abril” e levou um cravo verde na mão, que mostrou durante o discurso (em contraste com o vermelho habitual).
Poucas horas depois, durante as comemorações na Avenida da Liberdade, Rui Tavares (co-porta-voz do Livre) acusou publicamente Ventura de ter repetido “quatro ou cinco vezes uma frase de Hitler, como se não fosse nada”. Tavares ligou a expressão diretamente à Dolchstoßlegende (a “lenda da punhalada pelas costas”), o mito pós-Primeira Guerra Mundial que alegava que o exército alemão não fora derrotado militarmente, mas traído por civis, socialistas, judeus e políticos internos — mito que Hitler e os nazis exploraram intensamente como propaganda contra a República de Weimar.
A polémica ganhou cobertura imediata na comunicação social, com a esquerda a ver na escolha de linguagem uma referência ao tropo nazi, e o Chega a enquadrá-la como defesa legítima dos militares e dos “silenciados”.
O que acho
Acho que foi uma citação/alusão consciente, não uma trapalhada inocente.
Aqui está o meu raciocínio claro e direto, baseado nos factos do discurso e no perfil político de Ventura:
• A repetição deliberada (três a cinco vezes no mesmo discurso curto) não é típica de um deslize. Frases como “Apunhalados pelas costas assim fomos” e “não nos esqueceremos dos que nos apunhalaram pelas costas” foram usadas para estruturar a ideia central: os militares portugueses combateram no terreno na Guerra Colonial, mas foram traídos internamente por políticos, pela descolonização acelerada e pela narrativa posterior que “exalta guerrilheiros”. Essa estrutura narrativa — “não fomos derrotados militarmente, fomos apunhalados por inimigos internos” — é quase idêntica à Dolchstoßlegende. Quem repete tanto uma fórmula tão específica sabe o que está a fazer.
• Ventura é um político experiente, com formação jurídica, que construiu a sua imagem precisamente em intervenções provocadoras, linguagem binária (patriotas vs. traidores, silenciados vs. elites) e escolhas retóricas que geram reação forte. Ele não é ingénuo nem desleixado com palavras. Escolher esta expressão num discurso solene do 25 de Abril, data simbólica do antifascismo e da democracia em Portugal, num contexto em que falava de “assumir toda a nossa história” e criticava quem minimiza o sacrifício das Forças Armadas, indica consciência da carga simbólica.
• Em política, especialmente na direita radical europeia, este tipo de tropo funciona como dog-whistle: soa como defesa patriótica legítima (“os nossos soldados foram traídos”) para a base e para quem não conhece a história alemã em detalhe, mas ativa ressonâncias mais profundas em quem reconhece o paralelo histórico. Permite negação plausível (“foi só uma metáfora comum sobre traição”), mas a repetição e o timing sugerem que o efeito polémico foi antecipado e, provavelmente, bem-vindo para mobilizar apoiantes e dominar o ciclo noticioso.
Claro que Ventura não disse “estou a citar Hitler” — ninguém o faria num parlamento democrático. Mas isso não torna a escolha inocente. A expressão “apunhalado pelas costas” existe em português para qualquer traição, e há quem a use há décadas no debate sobre a descolonização sem intenção nazi. No entanto, o contexto + repetição + data sensível pesam muito mais a favor de uma escolha calculada do que de um erro desastrado.
Re: OT - Políticas para Portugal
Quase 600 milhões da UE usados indevidamente. Organismo antifraude reporta quatro casos em Portugal
UE: Entidade supra estado dedicada a expropriar indevidamente os rendimentos dos indivíduos e distribuir por esquemas de corrupção o dinheiro por grupos corruptos ligados ao centro de poder. Força opositora á distribuição de poder e veiculo fundamental á destruição da democracia e da liberdade individual. Também faz um trabalho fundamental na destruição de justiça e de qualquer instituição que escolha não estar alinhada com os desígnios da força central.
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― Leon C. Megginson
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Re: OT - Políticas para Portugal
Saiu um e entrou outro. A diferença é que este é declaradamente de esquerda apesar de também ser populista, nacionalista e conservador
Bulgaria: Pro-Russian Radev set to win parliamentary vote
https://amp.dw.com/en/bulgaria-pro-russ ... a-76846189
Re: OT - Políticas para Portugal
Detetado veneno para ratos em comida para bebés na Áustria
Um dos produtos alimentares para bebés produzidos pela marca Hipp terá sido alvo de manipulação: uma investigação feita pelas autoridades austríacas, onde a suspeita surgiu, concluiu que foi colocado veneno para ratos num alimento orgânico de cenoura e batata para bebés com mais de cinco meses. O caso é exclusivo daquele produto e das embalagens vendidas na cadeia de supermercados SPAR.
...
As autoridades da República Checa e da Eslováquia apreenderam produtos da mesma marca, com o mesmo tipo de autocolante, “odor de comida estragada” e selo de segurança ausente.
Será uma nova forma de terrorismo?
O facto de ter um autocolante parece ser com a intenção que era para avisar a alguém...
Pagamos impostos para isto...
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