OT - Políticas para Portugal
Re: OT - Políticas para Portugal
Da série o PSD não é um partido socialista um novo capitulo da telenovela.

Enfermeiro sem currículo vai coordenar estrutura das energias renováveis. Ministério responsabiliza Manuel Nina
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
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Re: OT - Políticas para Portugal
Caracterização dos votantes na 1ª volta das eleições presidenciais de 2026
O comportamento eleitoral na primeira volta das eleições presidenciais revelou clivagens significativas em função da idade, do nível de instrução e do género. António José Seguro lidera em quase todos os segmentos, com especial destaque para os mais velhos, com mais escolaridade e mulheres. Entre os jovens destaca-se Cotrim de Figueiredo e entre os menos escolarizados venceu André Ventura.
De acordo com uma sondagem à boca das urnas do ICS-ISCTE, GfK e Pitagórica, nos votantes com 65 ou mais anos, António José Seguro venceu por larga margem, com 37% dos votos, sendo que André Ventura, o segundo classificado, se ficou pelos 18%. Mas, a realidade na faixa etária entre os 18 e os 34 anos é bem diferente. António José Seguro alcançou também um bom resultado (30%), mas quem recebeu mais votos foi João Cotrim de Figueiredo (33%). André Ventura ficou-se pelos 20% nesta faixa etária.
Relativamente ao nível de instrução, entre os votantes com menos do que o ensino secundário, a vitória foi de André Ventura (34%), seguido de perto por António José Seguro (32%). Entre os votantes com ensino superior, António José Seguro destacou-se com 38% dos votos, seguindo-se Cotrim de Figueiredo com 25%. André Ventura não ultrapassou os 11%.
Por último, relativamente ao género, entre os homens a vitória foi também de António José Seguro (28%), seguido de perto por André Ventura (25%) e João Cotrim de Figueiredo (20%). Entre as mulheres, António José Seguro atingiu 38% dos votos, sendo que André Ventura, o segundo classificado, se ficou pelos 19%.
https://maisliberdade.pt/maisfactos/car ... -2026/?utm
Re: OT - Políticas para Portugal
macau5m Escreveu:previsor Escreveu:Em Portugal, o PSD não precisava do Chega para ser conservador. O PSD sempre foi mais conservador do que o PS. Por exemplo, até ao governo do PSD de Passos Coelho houve sempre políticas de imigração mais restritivas, incluindo imigração por quotas. Acho que muitas pessoas votam em partidos populistas por causa da moda, da propaganda intensa nas redes sociais e como forma de protesto. Basicamente, penso que é sobretudo por isso. Mas concordo que algumas pessoas votam nesses partidos mesmo sem querer que eles governem.
As pessoas votam em partidos populistas, não por ser moda (alguns até se retraem em anunciar apoio/voto) mas por haver tanta gente a pensar como tu.
Não me sinto responsável pelo que tu ou outras pessoas decidem fazer.
Acho apenas que pode ser uma oportunidade perdida de, por exemplo, privatizar totalmente a TAP. Daqui a uns anos voltará a haver um ciclo de esquerda e o PS voltará a governar e, se a TAP não ficar 100% privatizada antes disso, poderá passar mais uma ou duas décadas sem que isso aconteça. Mas preferia que o PS deixasse a AD privatizar totalmente a TAP
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:Em Portugal, o PSD não precisava do Chega para ser conservador. O PSD sempre foi mais conservador do que o PS. Por exemplo, até ao governo do PSD de Passos Coelho houve sempre políticas de imigração mais restritivas, incluindo imigração por quotas. Acho que muitas pessoas votam em partidos populistas por causa da moda, da propaganda intensa nas redes sociais e como forma de protesto. Basicamente, penso que é sobretudo por isso. Mas concordo que algumas pessoas votam nesses partidos mesmo sem querer que eles governem.
As pessoas votam em partidos populistas, não por ser moda (alguns até se retraem em anunciar apoio/voto) mas por haver tanta gente a pensar como tu.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: OT - Políticas para Portugal
Eu vi .
O socialismo teve, no passado, figuras que defendiam claramente quem trabalhava.
Um exemplo é Michel Rocard, primeiro-ministro de França, que assumia posições firmes em matéria de imigração.
Também o Partido Comunista Francês, nessa época, adotava uma linha dura: o próprio Georges Marchais usava um discurso combativo, por vezes violento, sempre com o objetivo de proteger os trabalhadores franceses e os seus salários.
Houve mesmo casos em que militantes comunistas recorreram a bulldozers para destruir casas destinadas a imigrantes, numa lógica de confronto direto e sem ambiguidades.
Era uma esquerda que defendia quem trabalhava e foi por isso que teve a minha simpatia.
Quando a esquerda percebeu que estava a perder eleitorado, mudou de estratégia e apostou numa imigração massiva, povoando a Europa com a expectativa de criar novos eleitores. Sem essa base eleitoral importada, a esquerda francesa teria hoje, muito provavelmente, apenas três deputados.
Não é por acaso que a grande vaga migratória surge depois do fecho das minas, depois das grandes obras estarem concluídas e quando a indústria já tinha sido desmantelada.
Ou seja, a imigração em massa não veio para responder a uma necessidade económica real, mas sim a uma necessidade política.
O socialismo teve, no passado, figuras que defendiam claramente quem trabalhava.
Um exemplo é Michel Rocard, primeiro-ministro de França, que assumia posições firmes em matéria de imigração.
Também o Partido Comunista Francês, nessa época, adotava uma linha dura: o próprio Georges Marchais usava um discurso combativo, por vezes violento, sempre com o objetivo de proteger os trabalhadores franceses e os seus salários.
Houve mesmo casos em que militantes comunistas recorreram a bulldozers para destruir casas destinadas a imigrantes, numa lógica de confronto direto e sem ambiguidades.
Era uma esquerda que defendia quem trabalhava e foi por isso que teve a minha simpatia.
Quando a esquerda percebeu que estava a perder eleitorado, mudou de estratégia e apostou numa imigração massiva, povoando a Europa com a expectativa de criar novos eleitores. Sem essa base eleitoral importada, a esquerda francesa teria hoje, muito provavelmente, apenas três deputados.
Não é por acaso que a grande vaga migratória surge depois do fecho das minas, depois das grandes obras estarem concluídas e quando a indústria já tinha sido desmantelada.
Ou seja, a imigração em massa não veio para responder a uma necessidade económica real, mas sim a uma necessidade política.
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Re: OT - Políticas para Portugal
Em Portugal, o PSD não precisava do Chega para ser conservador. O PSD sempre foi mais conservador do que o PS. Por exemplo, até ao governo do PSD de Passos Coelho houve sempre políticas de imigração mais restritivas, incluindo imigração por quotas. Acho que muitas pessoas votam em partidos populistas por causa da moda, da propaganda intensa nas redes sociais e como forma de protesto. Basicamente, penso que é sobretudo por isso. Mas concordo que algumas pessoas votam nesses partidos mesmo sem querer que eles governem.
Re: OT - Políticas para Portugal
Pode ser muito útil votar em partidos populistas, mesmo que nunca se deseje vê-los no governo.
Parece contraditório, mas não é trata-se, na verdade, de um ato necessário , ver resultado hoje est em Estrasburgo:
O Parlamento Europeu adotou dois textos fundamentais para endurecer a política migratória.
Os Estados-membros da UE poderão agora devolver requerentes de asilo a países que não sejam os seus de origem, desde que a Europa os considere “seguros”, de acordo com uma lista estabelecida.
Essa lista de países seguros foi recentemente ampliada, incluindo agora mais países.
Parece contraditório, mas não é trata-se, na verdade, de um ato necessário , ver resultado hoje est em Estrasburgo:
O Parlamento Europeu adotou dois textos fundamentais para endurecer a política migratória.
Os Estados-membros da UE poderão agora devolver requerentes de asilo a países que não sejam os seus de origem, desde que a Europa os considere “seguros”, de acordo com uma lista estabelecida.
Essa lista de países seguros foi recentemente ampliada, incluindo agora mais países.
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Re: OT - Políticas para Portugal
Em 2023, um ano depois do Costa ter ganho com maioria, o Montenegro já dizia que queria privatizar totalmente a TAP.
Mesmo o Costa, em 2023, admitiu essa possibilidade, mas depois o Pedro Nuno Santos passou a ser o líder do PS e isso deixou de ser possível. O atual líder do PS também continua a não querer. Não sei se é porque ele próprio não quer ou se tem receio de ir contra os deputados da bancada parlamentar escolhidos pelo Pedro Nuno Santos, e ele próprio ainda é deputado.
O certo é que, sem haver uma maioria no parlamento que o permita, a privatização total não pode acontecer
Montenegro quer TAP 100% privada (mas alerta para negócios perigosos)
https://cnnportugal.iol.pt/videos/monte ... 50d70adb98
Mesmo o Costa, em 2023, admitiu essa possibilidade, mas depois o Pedro Nuno Santos passou a ser o líder do PS e isso deixou de ser possível. O atual líder do PS também continua a não querer. Não sei se é porque ele próprio não quer ou se tem receio de ir contra os deputados da bancada parlamentar escolhidos pelo Pedro Nuno Santos, e ele próprio ainda é deputado.
Costa admite privatizar totalidade do capital da TAP
https://sicnoticias.pt/especiais/tap-o- ... P-25c71054
O certo é que, sem haver uma maioria no parlamento que o permita, a privatização total não pode acontecer
Re: OT - Políticas para Portugal
Porque é que a direita populista vai continuar a crescer , porque pouco interessa a cor do gato desde que apanhe ratos , quem der segurança ganha.
2 notícias de hoje mas podiam ser uma centena , quando para a cadeia vão as vítimas e os polícias ..a solução é votar na extrema direita é um pensamento com alguma lógica de muitos .
« Em Paris, um lojista foi detido depois de ferir gravemente um homem que tentava roubar a caixa registadora.«
« Um homem de cerca de 70 anos em Lyon foi colocado em prisão por ter matado um ladrão.
As 3 da madruga de domingo para segunda-feira, vários intrusos tentando entrar em sua casa, encontrando um deles armado passando por uma abertura no teto e disparou… »
« O incidente provocou uma forte reação nesta cidade de 13 mil habitantes, que sofre com assaltos frequentes. Uma petição de apoio ao homem de 70 anos, divulgada pelo presidente da Câmara, já reuniu mais de 1.700 assinaturas.
“Defendo-o a 300%”, disse o autarca ao Le Figaro. “Genas está a passar por uma onda de assaltos que a polícia não consegue controlar; chega a um ponto em que se torna impossível. Houve este tiroteio, e é trágico. Mas se ele não disparar, é o túmulo dele que vamos lamentar”.
2 notícias de hoje mas podiam ser uma centena , quando para a cadeia vão as vítimas e os polícias ..a solução é votar na extrema direita é um pensamento com alguma lógica de muitos .
« Em Paris, um lojista foi detido depois de ferir gravemente um homem que tentava roubar a caixa registadora.«
« Um homem de cerca de 70 anos em Lyon foi colocado em prisão por ter matado um ladrão.
As 3 da madruga de domingo para segunda-feira, vários intrusos tentando entrar em sua casa, encontrando um deles armado passando por uma abertura no teto e disparou… »
« O incidente provocou uma forte reação nesta cidade de 13 mil habitantes, que sofre com assaltos frequentes. Uma petição de apoio ao homem de 70 anos, divulgada pelo presidente da Câmara, já reuniu mais de 1.700 assinaturas.
“Defendo-o a 300%”, disse o autarca ao Le Figaro. “Genas está a passar por uma onda de assaltos que a polícia não consegue controlar; chega a um ponto em que se torna impossível. Houve este tiroteio, e é trágico. Mas se ele não disparar, é o túmulo dele que vamos lamentar”.
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Re: OT - Políticas para Portugal
BearManBull Escreveu:previsor Escreveu:Montenegro, 10 de Julho de 2025 às 12:55
“Em 2025 o Governo aprovou o início de um processo de privatização da TAP com a venda de até 49,9% do capital social, cumprindo aquilo que está no programa do Governo.
Exacto. PSD socialista.
É assim tão difícil perceber que só é possível privatizar isso agora porque o Chega e o PS não querem privatizar a totalidade da TAP? Para privatizar a totalidade é preciso que exista uma maioria no parlamento que o permita. Portugal não é um regime fascista em que uma minoria pode impor a sua vontade
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:BearManBull Escreveu:previsor Escreveu:A minoria é irrelevante.
Fascismo.
Fascismo seria se fosse a minoria a ter importância
Por isso que andas sempre a defender minorias?
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Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:Montenegro, 10 de Julho de 2025 às 12:55
“Em 2025 o Governo aprovou o início de um processo de privatização da TAP com a venda de até 49,9% do capital social, cumprindo aquilo que está no programa do Governo.
Exacto. PSD socialista.
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Re: OT - Políticas para Portugal
BearManBull Escreveu:previsor Escreveu:A minoria é irrelevante.
Fascismo.
Fascismo seria se fosse a minoria a ter importância
Re: OT - Políticas para Portugal
BearManBull Escreveu:Só a IL defende a venda completa da TAP.
Montenegro, 08 de Outubro de 2024 às 21:50
“Pessoalmente sempre defendi que o ideal é que nos possamos atingir uma privatização total do capital [da TAP], desde que asseguremos as rotas que são estratégicas para nós e o hub em Lisboa. Há muitas empresas interessadas.”
https://www.jornaldenegocios.pt/empresa ... enegro?utm
Montenegro, 10 de Julho de 2025 às 12:55
“Em 2025 o Governo aprovou o início de um processo de privatização da TAP com a venda de até 49,9% do capital social, cumprindo aquilo que está no programa do Governo. Este é apenas o primeiro passo: estou convicto de que, se as condições de mercado e o interesse estratégico do país o permitirem, a meta final é poder avançar para a privatização total da TAP, com capital e gestão privados — salvaguardando sempre o hub de Lisboa e as rotas estratégicas que são essenciais para Portugal.”
https://www.nowcanal.pt/ultimas/detalhe ... da-tap?utm
Re: OT - Políticas para Portugal
Para ter a noção ,quando um texto chega ao Parlamento Europeu depois do trílogo, praticamente tudo já está decidido
São os « trílogo que na prática decidem temos o Parlamento ( pelos parlamento estão os partidos funcionários e deputados , Conselho ( os países ) e Comissão o comissário e a sua equipe .
Nisto podem estar de 50 a 100 no todo menos de 10 deputados
Ha um comentário de Pacheco Pecheco que niguem percebeu ( diz rodeado de funcionários super competentes mas não eleitos )
São os « trílogo que na prática decidem temos o Parlamento ( pelos parlamento estão os partidos funcionários e deputados , Conselho ( os países ) e Comissão o comissário e a sua equipe .
Nisto podem estar de 50 a 100 no todo menos de 10 deputados
Ha um comentário de Pacheco Pecheco que niguem percebeu ( diz rodeado de funcionários super competentes mas não eleitos )
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Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:A minoria é irrelevante.
Fascismo.
previsor Escreveu: O Chega e o Ventura são ruído e vou tentar falar cada vez menos deles.
Não sei se reparas mas és o participante que está constantemente a bater na tecla do Chega e Ventura...
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Re: OT - Políticas para Portugal
Acho que o que se decide no parlamento europeu é mais importante, mas não é importante discutir isso agora. O que se passa no parlamento europeu não é muito diferente do que se passa na maioria dos países da União Europeia. Não há praticamente nenhum país que seja governado por partidos de extrema direita ou extrema esquerda. Neste momento, talvez apenas a Hungria seja a exceção, mas quando o partido atual ganhou as eleições não pertencia ao grupo da extrema direita, mas sim ao PPE, e as sondagens indicam que o novo partido do PPE na Hungria pode vencer as eleições em abril. Caso as sondagens se confirmem, deixará de haver líderes da extrema direita ou da extrema esquerda a governar países da União Europeia.
Re: OT - Políticas para Portugal
O futuro da Europa não se decide no Parlamento Europeu, que nunca terá plenos poderes nem exercerá a função para a qual os parlamentos foram originalmente criados.
O futuro da Europa se decide, sim, nos próprios países. Se, por exemplo, a extrema-direita chegar ao poder na França ou na Alemanha, o Parlamento Europeu pode até não ter nenhum deputado de extrema-direita, mas as decisões que moldam o futuro continuarão a ser tomadas a nível nacional.
O futuro da Europa se decide, sim, nos próprios países. Se, por exemplo, a extrema-direita chegar ao poder na França ou na Alemanha, o Parlamento Europeu pode até não ter nenhum deputado de extrema-direita, mas as decisões que moldam o futuro continuarão a ser tomadas a nível nacional.
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Re: OT - Políticas para Portugal
No parlamento europeu, o grupo da extrema direita tem cerca de 11,7% dos deputados e o da extrema esquerda cerca de 6,4%. O PPE, de centro direita, é o maior grupo parlamentar desde 2004, ano em que o Durão Barroso assumiu a presidência da Comissão Europeia.
A situação parece estável, com o domínio dos partidos moderados, e não parece existir risco de os grupos extremos dominarem o parlamento.
A situação parece estável, com o domínio dos partidos moderados, e não parece existir risco de os grupos extremos dominarem o parlamento.
Re: OT - Políticas para Portugal
Chegará o dia em que só existirão extremos.
O futuro de Portugal parece cada vez mais próximo da França: os dois maiores partidos estão nos polos opostos, a aprovação do orçamento demorou seis meses e restou apenas um amontoado de retalhos.
Quando a população de origem estrangeira atingir 30%, os sinos vão dobrar pelas nossas democracias liberais. Eu choro ao pensar nisso, porque vivemos o melhor período, aquele em que se vivia melhor.
Como poderão os países funcionar nesse cenário? A produtividade de uma nação está diretamente ligada às pessoas que nela vivem. Com o aumento da pobreza, regimes autoritários podem surgir.
Espero sinceramente não estar cá para ver isso acontecer.
O futuro de Portugal parece cada vez mais próximo da França: os dois maiores partidos estão nos polos opostos, a aprovação do orçamento demorou seis meses e restou apenas um amontoado de retalhos.
Quando a população de origem estrangeira atingir 30%, os sinos vão dobrar pelas nossas democracias liberais. Eu choro ao pensar nisso, porque vivemos o melhor período, aquele em que se vivia melhor.
Como poderão os países funcionar nesse cenário? A produtividade de uma nação está diretamente ligada às pessoas que nela vivem. Com o aumento da pobreza, regimes autoritários podem surgir.
Espero sinceramente não estar cá para ver isso acontecer.
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Re: OT - Políticas para Portugal
BearManBull Escreveu:Portanto 1,7 Milhões votaram contra a democracia?![]()
Isto é extremamente desconcertante.
A minoria é irrelevante. Eu já achava isso, mas agora depois destas eleições é ainda mais evidente que os portugueses juntamente com os partidos portugueses não vão deixar o Chega governar. O Chega tem um número muito reduzido de leis da sua autoria aprovadas no parlamento, quase nenhumas. O PAN, com apenas uma deputada, tem mais leis da sua autoria aprovadas no parlamento. A AD também já precisa muito pouco do Chega. Já o usou para aprovar as leis da imigração e da nacionalidade. Em tudo o resto que o Chega concorda, o PS também concorda, exceto talvez na descida do IRC, mas não tenho a certeza quanto a isso. O anterior líder do PS era contra. O Chega e o Ventura são ruído e vou tentar falar cada vez menos deles.
Re: OT - Políticas para Portugal
Hoje, a esquerda francesa representa o auge do racismo, conduzindo à negação e lutado pela destruição e “morte” do povo francês, em Portugal quando se chegar aos 30% da população de origem estrangeira farão o mesmo .
Hoje primeira página de um grande jornal francês a esquerda joga a cartada racista nas eleições municipais
“Aux municipales, Mélenchon persiste dans sa stratégie « racialiste »
Jean-luc Mélenchon a donné le ton des élections municipales dans une sortie remarquée, début janvier, où il a repris à son compte l’expression controversée de «grand remplacement». «Nous avons besoin d’élections municipales qui soient une démonstration (…) de la capacité de nos listes à incarner la “nouvelle France”, celle du “grand remplacement”, celle de la génération qui remplace l’autre, parce que c’est comme ça depuis la nuit des temps », a-t-il lancé, lors de ses voeux à Villeurbanne (Rhône). Les accents donnés à cette campagne n’empêchent pas les autres partis de gauche d’imaginer, çà et là, des accords avec les Insoumis. « Chacun sera libre de faire au second tour des alliances avec ceux qu’ils veulent dans le périmètre de la gauche et des écologistes », a déclaré Pierre Jouvet, le bras droit d’olivier Faure.
Hoje primeira página de um grande jornal francês a esquerda joga a cartada racista nas eleições municipais
“Aux municipales, Mélenchon persiste dans sa stratégie « racialiste »
Jean-luc Mélenchon a donné le ton des élections municipales dans une sortie remarquée, début janvier, où il a repris à son compte l’expression controversée de «grand remplacement». «Nous avons besoin d’élections municipales qui soient une démonstration (…) de la capacité de nos listes à incarner la “nouvelle France”, celle du “grand remplacement”, celle de la génération qui remplace l’autre, parce que c’est comme ça depuis la nuit des temps », a-t-il lancé, lors de ses voeux à Villeurbanne (Rhône). Les accents donnés à cette campagne n’empêchent pas les autres partis de gauche d’imaginer, çà et là, des accords avec les Insoumis. « Chacun sera libre de faire au second tour des alliances avec ceux qu’ils veulent dans le périmètre de la gauche et des écologistes », a déclaré Pierre Jouvet, le bras droit d’olivier Faure.
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Re: OT - Políticas para Portugal
Neftis Escreveu:Não avisaram os emigrantes? Malvadez!![]()
Quem nem sequer sabe quando são as eleições em Portugal, não tem nada de votar, desde logo porque não está ao corrente do que se passa neste país. Se fosse por mim não votava nenhum emigrante, porque quem está fora não racha lenha. É muito fácil votar com os pés quando não se sofre com as consequências.
Não acredito que alguém seja capaz de escrever, e pior pensar, tamanha barbaridade...
Então quem vai para fora trabalhar, porque aqui não encontra condições, deixou de ser Português?!?
Nem sei o que responder a uma coisa destas...
Re: OT - Políticas para Portugal
macau5m Escreveu:Escusas de argumentar, o Racismo está bem explicito, o crime é diferente consoante a cor do criminoso/assassino e já agora consoante a cor da vitima
Não tenhas duvidas, aquele vídeo que partilhei aqui do desodorizante se fosse o inverso estava o caldo entornado.
Um acto de racismo explicito ao qual fiz denuncia no youtube sem resultado.
O que falta são casos destes. Num jogo de futebol chamar "branco de piiii" não se considera ofensivo. Já o inverso pode dar processo criminal.
No fundo racismo no século XXI está definido como "qualquer ofensa ou inconveniente provocado por um branco a pessoas de outra etnia".
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Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:Diferença entre liberais e socialistas:
A AD e a IL querem privatizar totalmente a TAP (liberais).
O PS e o Chega não (socialistas).
PSD e Chega alinhados na venda minoritária da TAP. Ou seja estado com controlo de 50,1%.
O Chega até defendeu o contribuinte no negócio ao forçar que o comprador assuma o passivo.
Só a IL defende a venda completa da TAP.
Direita chumbou os projetos do PCP e Livre que pretendiam revogar recente diploma que aprova a venda de 49,9% da TAP. PS e JPP abstiveram-se. Chega impõe condições, quer ver o comprador a assumir as dívidas e assegurado o hub
O PSD, CDS-PP, Chega e IL chumbaram a intenção de alguns partidos de revogar o decreto-lei que determina a venda da TAP. Em causa estão projetos de resolução associados a um pedido conjunto de apreciação parlamentar do PCP, Livre e BE para cessar a vigência do Decreto-Lei n.º 92/2025, de 14 de agosto, que aprovou a primeira fase do processo de privatização do grupo de aviação público.
O PS e o JPP abstiveram-se, tendo os projetos do Livre e PCP contado apenas com o voto favorável dos próprios e do PAN.
O BE não esteve presente na votação, pelo facto de a deputada única Mariana Mortágua se encontrar na missão da flotilha de ajuda humanitária a Gaza.
O Chega entregou esta sexta-feira, avança o jornal online Eco, uma proposta de alteração ao decreto-lei de reprivatização da TAP, onde propõe que o futuro comprador assuma a responsabilidade por todos os passivos da transportadora, através de um aditamento ao artigo 5º. Passivo onde está incluída a concessão de financiamentos bancários, empréstimos obrigacionistas (o da brasileira Azul, com um montante de quase 180 milhões de euros, é outro deles) outros passivos financeiros, litígios laborais (há alguns em curso e um deles com tripulantes que pode ascender a centenas de milhões de euros) e obrigações legais de qualquer natureza.
O partido de André Ventura impõe também como condição para "começar o diálogo" que a comissão de fiscalização da operação integre representantes dos três maiores partidos, do Tribunal de Contas e dos trabalhadores.
Marta Silva, deputada do Chega, questionou o ministro das Infraestruturas durante o debate de apreciação parlamentar do decreto-lei de privatização sobre quem iria assumir os passivos e garantias. Miguel Pinto Luz respondeu: “Temos a TAP S.A., que vai ser privatizada, e a TAP SGPS, entretanto redenominada, onde estão esses ativos que referiu”. A holding, que agora se chama Siavilo, está em processo de insolvência.
O PS não entregou até ao final da manhã qualquer pedido de alteração ao diploma de privatização. Porém, o deputado Frederico Francisco deixou perguntas sobre as consequências de uma nova fase de privatização que coloque a maioria do capital nas mãos de privados. “O senhor ministro reconhece que neste momento só tem apoio político para privatizar 49,9%. O que pergunto é, se vier a poder privatizar os 100%, como é que garante o interesse estratégico do país na TAP?”
A Ideologia, o hub e "as mentiras"
O debate que antecedeu a votação ficou marcado pela conhecida divisão entre esquerda e direita nesta matéria, com o PSD, pelo deputado Gonçalo Lage, a acusar a esquerda de querer reverter a privatização apenas por uma “questão dogmática e ideológica sem qualquer aderência ao que é hoje o mercado de aviação europeu” e o CDS-PP, por Paulo Núncio, a dizer que a esquerda quer impedir a reprivatização apenas por “cegueira ideológica”.
Filipe Melo, do Chega, pediu ao ministro das Infraestruturas que evite uma “venda à 25.ª hora como em 2015” e reúna com os grupos parlamentares, garantindo que o partido não aceitará se a operação de privatização não mantiver o ‘hub’ de Lisboa, não assegurar que a companhia voa para a diáspora e regiões autónomas e “carregar o verde e vermelho na parte de trás do avião”.
Carlos Guimarães Pinto, da IL, afirmou que as teses que sustentam que a TAP se mantenha pública assentam em mentiras que “nem por serem repetidas mil vezes se tornam verdade” e servem apenas para “justificar a continuação de influência política na TAP” e “manter a nomeação de administradores partidários”.
À esquerda, Frederico Francisco questionou o executivo sobre como é que garantiria o interesse estratégico do Estado na TAP se a companhia vier a ser vendida na totalidade, lembrando que os cadernos de encargos e os acordos parassociais “têm sempre um prazo de validade”.
Paulo Raimundo, do PCP, sublinhou que o travão à privatização da TAP “é a única condição que há para responder a todos os anseios que agora se querem salvaguardar” como a bandeira, o ‘hub’ ou a sede, e afirmando que não deve haver ilusões sobre os objetivos do Governo de querer privatizar a companhia aérea na totalidade.
Pelo Livre, Jorge Pinto perguntou ao Governo sobre que garantias tem de que a privatização da TAP acaba na alienação de 49,9% do capital e não vai até aos 100% e pediu ao executivo detalhes adicionais sobre a visão que tem para o futuro da companhia aérea.
A deputada do PAN Inês de Sousa Real defendeu que deveria ter existido uma consulta pública “mais alargada” antes de se avançar com esta privatização, afirmando que esta foi uma “decisão em cima do joelho que não acautela o interesse público e quer privilegiar os interesses privados à custa do dinheiro dos contribuintes”.
Filipe Sousa, do JPP, considerou que o Estado português falhou ao “colocar em causa o interesse nacional no altar dos grandes negócios privados”, criticando o facto de não ter sido assegurada a continuidade do atual modelo de mobilidade para as regiões autónomas.
O ministro das Infraestruturas encerrou o debate garantindo que esta não será a última vez que o Governo intervirá no parlamento para falar sobre a TAP, frisando que quer um processo transparente e assegurando que a Assembleia da República terá a “palavra absoluta de escrutínio”.
O processo de venda prevê a alienação direta de até 44,9% da TAP, “eventualmente acompanhada de uma ou mais operações de alteração da estrutura de capital, caso estas operações venham a ser determinadas pelo Conselho de Ministros”, segundo o decreto-lei do Governo.
Simultaneamente, fica prevista a venda de até 5% do capital aos trabalhadores da TAP, sendo que, da concretização das operações, o Estado não pode ficar com uma participação inferior a 50,1% do capital.
PSD diz que Governo está a salvaguardar interesses do país na venda da TAP
O primeiro-ministro anunciou, esta quinta-feira, a venda de 49,9% da TAP, sublinhando que se trata do cumprimento daquilo que “está escrito no programa eleitoral e no programa do Governo”.
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