Soares da Costa ganha concurso
Prospecto relativo a Oferta Pública de Aquisição, geral e obrigatória, lançada pela Investifino sobre as acções, ordinárias e preferenciais, da Grupo Soares da Costa : http://web3.cmvm.pt/sdi2004/emitentes/docs/fsd11552.pdf
Anúncio de lançamento relativo à Oferta Pública de Aquisição, geral e obrigatória, lançada pela Investifino sobre as acções, ordinárias e preferenciais, da Grupo Soares da Costa : http://web3.cmvm.pt/sdi2004/emitentes/docs/fsd11551.pdf
Anúncio de lançamento relativo à Oferta Pública de Aquisição, geral e obrigatória, lançada pela Investifino sobre as acções, ordinárias e preferenciais, da Grupo Soares da Costa : http://web3.cmvm.pt/sdi2004/emitentes/docs/fsd11551.pdf
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lfvc1 Escreveu:Lembro por exemplo o que aconteceu na Ibersol há pouco tempo. A gestão também tinha mais do que 50% e fez uma OPA para comprar o restante a 6 Euros por acção (salvo erro) e tirar a empresa da bolsa, mas como forram forretas não conseguiram comprar as acções suficientes. A empresa continua cotada mas agora em vez de 6 Euros cota quase a 10. Quem soube fazer contas ao valor da empresa e não foi na cantiga da OPA potestaviva foi bem recompensado.
Nesse caso desistiram da OPA por não conseguirem comprar ou há um prazo legal para que comprem as acções e uma vez expirado conclui-se que a OPA falhou?
Obrigado pela explicação, pois sou parte interessada e já tenho o dinheiro a ganhar mofo.
lfvc1 Escreveu:Quem soube fazer contas ao valor da empresa e não foi na cantiga da OPA potestaviva foi bem recompensado.
Uma dúvida: OPAs potestativas não existem somente quando há mais de 90% de direitos de voto (ou 90% de capital social, se tal for equivalente)?
Uma nota: Se fosse OPA potestativa, não havia nada que ir ou não ir "na cantiga". Teria que vender.
Rui
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A Soares da Costa só sai da Bolsa se Manuel fino conseguir comprar mais do que 80 % das Acções. A este preço penso que tal será difícil. Não basta alguém anunciar que vai fazer uma OPA para a empresa sair da Bolsa nesmo que no momento em que anuncia a OPA tenha mais do que 50% das acções.
Lembro por exemplo o que aconteceu na Ibersol há pouco tempo. A gestão também tinha mais do que 50% e fez uma OPA para comprar o restante a 6 Euros por acção (salvo erro) e tirar a empresa da bolsa, mas como forram forretas não conseguiram comprar as acções suficientes. A empresa continua cotada mas agora em vez de 6 Euros cota quase a 10. Quem soube fazer contas ao valor da empresa e não foi na cantiga da OPA potestaviva foi bem recompensado.
Lembro por exemplo o que aconteceu na Ibersol há pouco tempo. A gestão também tinha mais do que 50% e fez uma OPA para comprar o restante a 6 Euros por acção (salvo erro) e tirar a empresa da bolsa, mas como forram forretas não conseguiram comprar as acções suficientes. A empresa continua cotada mas agora em vez de 6 Euros cota quase a 10. Quem soube fazer contas ao valor da empresa e não foi na cantiga da OPA potestaviva foi bem recompensado.
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Eu acho que o objectivo é realmente esse, Small, a retirada de bolsa.
No entanto, Manuel Fino para lançar a potestativa tem que ter uma certa percentagem (confesso que não sei qual é) e que ainda não tem, pois se tivesse, já estava resolvido.
O facto é que há accionistas com fatias importantes, como Salvador Caetano e alguns elementos da familia Costa que ainda não se pronunciaram. Julgo que se eles não venderem, se entra num impasse.
Teria que ir ler os estatutos, coisa que prometi a alguém aqui no forum fazer e ainda não fiz.
Mas pode ser que alguém saiba essas percentagens certas.
Abraços
No entanto, Manuel Fino para lançar a potestativa tem que ter uma certa percentagem (confesso que não sei qual é) e que ainda não tem, pois se tivesse, já estava resolvido.
O facto é que há accionistas com fatias importantes, como Salvador Caetano e alguns elementos da familia Costa que ainda não se pronunciaram. Julgo que se eles não venderem, se entra num impasse.
Teria que ir ler os estatutos, coisa que prometi a alguém aqui no forum fazer e ainda não fiz.
Mas pode ser que alguém saiba essas percentagens certas.
Abraços
Esta é a vantagem da ambição:
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
Podes não chegar á Lua
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Desculpem lá, mas como é que esta OPA pode falhar? Ele já tem quase todas!
Uma coisa é fazer como eu tenho feito, comprar a 0,67 e 0.68 para vender a 0.69 e 0.70 (vendi as últimas ontem...)mas sinceramente não estou a ver a OPA a falhar.
ENtretanto a PT é diferente porque não sai de bolsa, na Scosta o objectivo é sair de bolsa, ou não?
Uma coisa é fazer como eu tenho feito, comprar a 0,67 e 0.68 para vender a 0.69 e 0.70 (vendi as últimas ontem...)mas sinceramente não estou a ver a OPA a falhar.
ENtretanto a PT é diferente porque não sai de bolsa, na Scosta o objectivo é sair de bolsa, ou não?
cumprimentos,
SMALL,
SMALL,
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CaixaBI aumenta “target” da Soares da Costa em 12,5%
O CaixaBI aumentou o preço alvo para as acções da Soares da Costa de 0,80 euros para 0,90 euros, depois do consórcio integrado pela construtora portuguesa ter ganho o concurso para a construção do metro de Telavive. A casa de investimento mantém a recomendação de "acumular" para os títulos da empresa.
Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
O CaixaBI aumentou o preço alvo para as acções da Soares da Costa de 0,80 euros para 0,90 euros, depois do consórcio integrado pela construtora portuguesa ter ganho o concurso para a construção do metro de Telavive. A casa de investimento mantém a recomendação de "acumular" para os títulos da empresa.
O CaixaBI justifica a revisão em alta com o aumento superior ao esperado da carteira de encomendas de Março para Setembro e a subida das margens operacionais.
Além disso, o analista João Morais Barbosa, destaca a vitória alcançada pelo consórcio em que participa a Soares da Costa no concurso para a construção do metro de Telavive.
A construtora tem uma participação de 20% no consórcio que ganhou o concurso para a construção do metro de Telavive, uma obra avaliada em 1.600 milhões de euros. O consórcio tem também o direito de concessão por 22 anos.
"Depois de incorporarmos os novos números operacionais da empresa e depois do anúncio da adjudicação em Telavive, revimos as nossas estimativas e o nosso preço alvo aumentou de 0,80 euros para 0,90 euros por acção (depois de um desconto de 25% devido ao status de pequena empresa)," explica a análise do CaixaBI.
O preço alvo do CaixaBI fica 28,5% acima do preço da oferta pública de aquisição lançada pela Investifino, a empresa liderada por Manuel Fino, sobre a totalidade do capital da Soares da Costa que ainda não detém.
Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
O CaixaBI aumentou o preço alvo para as acções da Soares da Costa de 0,80 euros para 0,90 euros, depois do consórcio integrado pela construtora portuguesa ter ganho o concurso para a construção do metro de Telavive. A casa de investimento mantém a recomendação de "acumular" para os títulos da empresa.
O CaixaBI justifica a revisão em alta com o aumento superior ao esperado da carteira de encomendas de Março para Setembro e a subida das margens operacionais.
Além disso, o analista João Morais Barbosa, destaca a vitória alcançada pelo consórcio em que participa a Soares da Costa no concurso para a construção do metro de Telavive.
A construtora tem uma participação de 20% no consórcio que ganhou o concurso para a construção do metro de Telavive, uma obra avaliada em 1.600 milhões de euros. O consórcio tem também o direito de concessão por 22 anos.
"Depois de incorporarmos os novos números operacionais da empresa e depois do anúncio da adjudicação em Telavive, revimos as nossas estimativas e o nosso preço alvo aumentou de 0,80 euros para 0,90 euros por acção (depois de um desconto de 25% devido ao status de pequena empresa)," explica a análise do CaixaBI.
O preço alvo do CaixaBI fica 28,5% acima do preço da oferta pública de aquisição lançada pela Investifino, a empresa liderada por Manuel Fino, sobre a totalidade do capital da Soares da Costa que ainda não detém.
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a 0.70 é para manter !
5% sobre 0.70 ? Nem vale a pena pensar nisso. Eu quero manter as minhas !
A mim tanto me faz que o accionista principal seja Manuel Fino, Laurindo Costa ou o Zè da Esquina. Desde que a Soares da Costa continue com os fundamentais como os actuais e bem gerida, vai valer muito mais do que 0.70 daqui a algum tempo. Basta que alguns analistas reparem nela. O que eu tenho medo é que Fino compre mais do que 90% na OPA e me obrigue a vender as minhas acçõezinhas ao preço escandaloso de 0.70 cada uma. Aí é que eu deitava fumo !!!
A mim tanto me faz que o accionista principal seja Manuel Fino, Laurindo Costa ou o Zè da Esquina. Desde que a Soares da Costa continue com os fundamentais como os actuais e bem gerida, vai valer muito mais do que 0.70 daqui a algum tempo. Basta que alguns analistas reparem nela. O que eu tenho medo é que Fino compre mais do que 90% na OPA e me obrigue a vender as minhas acçõezinhas ao preço escandaloso de 0.70 cada uma. Aí é que eu deitava fumo !!!
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Basta que acredites que vai haver uma OPA concorrente.
Se a houver, o preço sobe logo 5%
Foi o que aconteceu com a PT (a nossa referencia em termos de OPAs recentes) - cada vez que aparecia a noticia de uma eventual, improvavél e semi inventada OPA concorrente, lá ia a PT por aí acima.
Abraço
Se a houver, o preço sobe logo 5%
Foi o que aconteceu com a PT (a nossa referencia em termos de OPAs recentes) - cada vez que aparecia a noticia de uma eventual, improvavél e semi inventada OPA concorrente, lá ia a PT por aí acima.
Abraço
Esta é a vantagem da ambição:
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
Podes não chegar á Lua
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scpnuno Escreveu:Então não pode?
Porquê?
Desde a OPA que a PT anda acima dos preços da OPA e ainda ninguém foi preso.
Poder, pode. Se vai andar ou não, é outro departamento. Mas lá que pode, disso não tenho duvidas.
Abraços
Mmmmh...mas não entendo comprar acima do preço da OPA, se somente o preço da OPA é que é assegurado...
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e´
e´por essas e outreas que estou bem DENTRO da S.COSTA
à espera que ela tenha mais dias de glória e que volte a ter os seus raids ....na vertical
à espera que ela tenha mais dias de glória e que volte a ter os seus raids ....na vertical
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Analistas da Caixa BI admitem rever avaliação da SCO
Analistas da Caixa BI admitem rever avaliação da Soares da Costa
[ 2007/01/03 | 14:42 ] EditorialLusa/ SPP
Os analistas da Caixa Banco de Investimento admitiram esta quarta-feira que vão rever a avaliação da construtora Soares da Costa, depois desta ter anunciado que o consórcio a que está associada ganhou o concurso para a construção do metro de Telavive.
De acordo com o relatório diário sobre os mercados financeiros, a Caixa BI diz que «vai rever a actual recomendação de acumular sobre as acções da Soares da Costa e o preço-alvo de 0,8 euros, incorporando este novo investimento de 1,6 milhões de euros», avança a «Lusa».
No último dia do ano, foi anunciado que o consórcio MTS, a que se encontra associada a Soares da Costa, foi escolhido para a construção e exploração da primeira linha do comboio ligeiro metropolitano da área de Telavive.
A empresa vencedora terá direitos de exploração da linha durante 22 anos, contados a partir do início da construção, ao cabo dos quais deverá entregar tudo ao Estado, sem qualquer compensação.
De acordo com os analistas, esta vitória no concurso é positiva para a construtora portuguesa, uma vez que no entender dos mesmos, representa um «marco importante» da estratégia de internacionalização da empresa e terá associado um incremento «significativo» de receitas.
Em declarações à agência, o analista João Barbosa explicou que o valor global do investimento necessário para realizar a obra em Telavive (1,6 milhões de euros) será dividido pelas cinco empresas do consórcio, ficando para a construção o montante correspondente a 20 por cento (320 milhões de euros).
Isto significa, sublinhou, que a partir de 2008 «a facturação da Soares da Costa deverá crescer, mantendo-se os rácios de rentabilidade, 60 milhões de euros durante cinco anos».
Para 2006, os analistas da Caixa BI estimam que a facturação da Soares da Costa não tenha ultrapassado os 60 milhões de euros.
«Trata-se de uma obra muito importante porque representa um ganho de experiência muito significativo. Depois do TGV em Paris, do Metro do Porto e agora com Televive, a Soares da Costa ficará muito bem posicionada internacionalmente, nomeadamente para a futura construção da Alta Velocidade em Portugal», frisou.
[ 2007/01/03 | 14:42 ] EditorialLusa/ SPP
Os analistas da Caixa Banco de Investimento admitiram esta quarta-feira que vão rever a avaliação da construtora Soares da Costa, depois desta ter anunciado que o consórcio a que está associada ganhou o concurso para a construção do metro de Telavive.
De acordo com o relatório diário sobre os mercados financeiros, a Caixa BI diz que «vai rever a actual recomendação de acumular sobre as acções da Soares da Costa e o preço-alvo de 0,8 euros, incorporando este novo investimento de 1,6 milhões de euros», avança a «Lusa».
No último dia do ano, foi anunciado que o consórcio MTS, a que se encontra associada a Soares da Costa, foi escolhido para a construção e exploração da primeira linha do comboio ligeiro metropolitano da área de Telavive.
A empresa vencedora terá direitos de exploração da linha durante 22 anos, contados a partir do início da construção, ao cabo dos quais deverá entregar tudo ao Estado, sem qualquer compensação.
De acordo com os analistas, esta vitória no concurso é positiva para a construtora portuguesa, uma vez que no entender dos mesmos, representa um «marco importante» da estratégia de internacionalização da empresa e terá associado um incremento «significativo» de receitas.
Em declarações à agência, o analista João Barbosa explicou que o valor global do investimento necessário para realizar a obra em Telavive (1,6 milhões de euros) será dividido pelas cinco empresas do consórcio, ficando para a construção o montante correspondente a 20 por cento (320 milhões de euros).
Isto significa, sublinhou, que a partir de 2008 «a facturação da Soares da Costa deverá crescer, mantendo-se os rácios de rentabilidade, 60 milhões de euros durante cinco anos».
Para 2006, os analistas da Caixa BI estimam que a facturação da Soares da Costa não tenha ultrapassado os 60 milhões de euros.
«Trata-se de uma obra muito importante porque representa um ganho de experiência muito significativo. Depois do TGV em Paris, do Metro do Porto e agora com Televive, a Soares da Costa ficará muito bem posicionada internacionalmente, nomeadamente para a futura construção da Alta Velocidade em Portugal», frisou.
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Problemas para o consorcio da Soares da Costa
Vamos a ver se esta não causa muitos estragos...
Adjudicação do metro de Telavive pode ser contestada em tribunal
O Metro Rail, que perdeu a adjudicação do projecto de construção e exploração do metropolitano de Telavive para o consórcio MTS, que integra a Soares da Costa, poderá recorrer ao tribunal para anular o concurso.
--------------------------------------------------------------------------------
Jornal de Negócios com Lusa
O Metro Rail, que perdeu a adjudicação do projecto de construção e exploração do metropolitano de Telavive para o consórcio MTS, que integra a Soares da Costa, poderá recorrer ao tribunal para anular o concurso.
O presidente da comissão interministerial que examinou a última fase das propostas, Hagai Miller, anunciou domingo que o consórcio MTS, a que se encontra associada a construtora portuguesa Soares da Costa, foi escolhido para a construção e exploração da primeira linha do comboio ligeiro metropolitano da área de Telavive.
Segundo o diário económico "The Marker", o consórcio Metro Rail poderá recorrer a tribunal para anular o concurso, com base no facto da comissão interministerial ter ignorado, na sua decisão, os seus repetidos avisos de que o processo técnico de perfuração, proposto pela MTS, é não só altamente perigoso, como irrealizável na zona costeira de Telavive.
O consórcio Metro Rail integra a multinacional Arison Holdings, a construtora israelita Shikun Upituah, a Ashtrom Properties, a Connex-GEA francesa VINCE Zublin AG e a Alstom, que forneceria as composições ferroviárias.
De acordo com o jornal, o Metro Rail considera que o método de perfuração do túnel, dentro da cidade de Telavive, não só pode provocar a derrocada de edifícios, como obriga à bombagem de elevadas quantidades de água da costa, cuja poluição representaria um grave golpe para o difícil sistema hidráulico do país.
Segundo a Metro Rail, a comissão apenas teve em conta o factor financeiro, uma vez que a MTS pediu uma menor subvenção do Estado, e as autoridades responsáveis pela área hidráulica não foram ouvidas.
A Metro Rail afirma ainda que, ao aceitar a proposta supostamente mais económica, a comissão ignorou deliberadamente as despesas adicionais que o Estado terá desembolsar com a proposta da MTS.
O jornal acrescenta ainda o facto de as composições ferroviárias que a Siemens se propõe fornecer apenas estão em uso em Budapeste, onde causaram sérios problemas
Adjudicação do metro de Telavive pode ser contestada em tribunal
O Metro Rail, que perdeu a adjudicação do projecto de construção e exploração do metropolitano de Telavive para o consórcio MTS, que integra a Soares da Costa, poderá recorrer ao tribunal para anular o concurso.
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Jornal de Negócios com Lusa
O Metro Rail, que perdeu a adjudicação do projecto de construção e exploração do metropolitano de Telavive para o consórcio MTS, que integra a Soares da Costa, poderá recorrer ao tribunal para anular o concurso.
O presidente da comissão interministerial que examinou a última fase das propostas, Hagai Miller, anunciou domingo que o consórcio MTS, a que se encontra associada a construtora portuguesa Soares da Costa, foi escolhido para a construção e exploração da primeira linha do comboio ligeiro metropolitano da área de Telavive.
Segundo o diário económico "The Marker", o consórcio Metro Rail poderá recorrer a tribunal para anular o concurso, com base no facto da comissão interministerial ter ignorado, na sua decisão, os seus repetidos avisos de que o processo técnico de perfuração, proposto pela MTS, é não só altamente perigoso, como irrealizável na zona costeira de Telavive.
O consórcio Metro Rail integra a multinacional Arison Holdings, a construtora israelita Shikun Upituah, a Ashtrom Properties, a Connex-GEA francesa VINCE Zublin AG e a Alstom, que forneceria as composições ferroviárias.
De acordo com o jornal, o Metro Rail considera que o método de perfuração do túnel, dentro da cidade de Telavive, não só pode provocar a derrocada de edifícios, como obriga à bombagem de elevadas quantidades de água da costa, cuja poluição representaria um grave golpe para o difícil sistema hidráulico do país.
Segundo a Metro Rail, a comissão apenas teve em conta o factor financeiro, uma vez que a MTS pediu uma menor subvenção do Estado, e as autoridades responsáveis pela área hidráulica não foram ouvidas.
A Metro Rail afirma ainda que, ao aceitar a proposta supostamente mais económica, a comissão ignorou deliberadamente as despesas adicionais que o Estado terá desembolsar com a proposta da MTS.
O jornal acrescenta ainda o facto de as composições ferroviárias que a Siemens se propõe fornecer apenas estão em uso em Budapeste, onde causaram sérios problemas
... if you feel like doubling up a profitable position, slam your finger in a drawer until the feeling goes away !
A possibilidade de contra-OPA foi "arrumada" com os 1,40 às preferenciais, já que subir o preço nesta categoria de acções envolvia um grande esforço financeiro. E porquê? Porque o accionista que tem quase todas as preferenciais é o... Fino! Ora, assim ele fica sempre bem:
1) havendo OPA, compra a 1,40 as restantes preferenciais, gastando uns tostões.
2) Havendo contra-OPA recebe 1,40+5% nas preferenciais (que são quase todas dele), facturando uns milhões.
Em relação às ordinárias a 0,70, é um escandalo, já que por exemplo, o Price to Book Value actual é 0,80 e o target da CaixaBI (ainda sem esta obra do Metro de Israel) é 0,85.
O velhote conseguiu aqui armar um "esquema" que vai resultar que toda a sua descendência fique milionária (à custa dos pequenos investidores).
Mas a CMVM não é parva e este tempo que está a demorar o registo da OPA não deve ser por acaso (reparem que a OPA da Gescartão foi anunciada mais tarde e já vai começar amanha).
1) havendo OPA, compra a 1,40 as restantes preferenciais, gastando uns tostões.
2) Havendo contra-OPA recebe 1,40+5% nas preferenciais (que são quase todas dele), facturando uns milhões.
Em relação às ordinárias a 0,70, é um escandalo, já que por exemplo, o Price to Book Value actual é 0,80 e o target da CaixaBI (ainda sem esta obra do Metro de Israel) é 0,85.
O velhote conseguiu aqui armar um "esquema" que vai resultar que toda a sua descendência fique milionária (à custa dos pequenos investidores).
Mas a CMVM não é parva e este tempo que está a demorar o registo da OPA não deve ser por acaso (reparem que a OPA da Gescartão foi anunciada mais tarde e já vai começar amanha).
The 3 Ms for success: Mind (psychology), Method (technical analysis), and Money (risk control)
Não acredito em contra OPA mas é pouco provável que Manuel Fino compre mais do que 90% na OPA, o que afasta a OPA potestativa.
Mesmo nesse caso teria de continuar a oferecer os mesmos 0.70 a quem não vendeu se quiser tirar a empresa da Bolsa. Portanto compras aos preços actuais estão sempre seguras e o preço só pode ir mesmo para cima. Oferecem inclusive alguma protecção em caso de queda da bolsa pois a OPA é obrigatória e não pode ser retirada.
Aliás no meu entender á possível o preço ir para cima em duas situações:
Se a CMVM obrigar Fino a subir o preço para 1.4 (o que é possível)
Se Fino vender a empresa a outro comprador depois de ter o controlo
Pena é que em Portugal a maioria dos analistas funcione em manada e não saiba fazer contas pois se soubessem estavam neste momento a encher as carteiras de Soares da Costa e podiam obrigar Fino a pagar o justo valor pela empresa.
Mesmo nesse caso teria de continuar a oferecer os mesmos 0.70 a quem não vendeu se quiser tirar a empresa da Bolsa. Portanto compras aos preços actuais estão sempre seguras e o preço só pode ir mesmo para cima. Oferecem inclusive alguma protecção em caso de queda da bolsa pois a OPA é obrigatória e não pode ser retirada.
Aliás no meu entender á possível o preço ir para cima em duas situações:
Se a CMVM obrigar Fino a subir o preço para 1.4 (o que é possível)
Se Fino vender a empresa a outro comprador depois de ter o controlo
Pena é que em Portugal a maioria dos analistas funcione em manada e não saiba fazer contas pois se soubessem estavam neste momento a encher as carteiras de Soares da Costa e podiam obrigar Fino a pagar o justo valor pela empresa.
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- Registado: 16/7/2006 17:40
Contrato interessante para a Soares da Costa.
Mercado dará a sua "sentença" sobre o que considera ser valor "correcto" para integrar esta noticia.
Disclaimer:
Detenho posição na S.C.(2°Cart.GAB)
Mercado dará a sua "sentença" sobre o que considera ser valor "correcto" para integrar esta noticia.
Disclaimer:
Detenho posição na S.C.(2°Cart.GAB)
Toolbar de bolsa com chat, download:
http://gabinforme.ForumToolbar.com
BLOG com detalhes sobre toolbar:
http://gabinforme.blogspot.com/
De facto, foi uma jogada de mestre do Fino esta OPA a 0,70 às acções ordinárias e a 1,40 pelas preferenciais. Estes valores não são por acaso.
Mas acredito que a CMVM, sendo uma instituição idónea e de grande sentido de justiça, irá colocar as coisas no seu sítio certo e espero que já não falte muito.
Mas acredito que a CMVM, sendo uma instituição idónea e de grande sentido de justiça, irá colocar as coisas no seu sítio certo e espero que já não falte muito.
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Quem está ligado:
