Portucel 2,65€ - privatização, free float e nova máquina
Empresa integra PSI 20 na revisão de Dezembro
Com a privatização da última participação que o Estado ainda detém na empresa, a dispersão das acções na bolsa aproximar-se dos 30%.
Paula Alexandra Cordeiro
As acções da Portucel deverão integrar a revisão ordinária do principal índice da bolsa portuguesa já em Dezembro, mas esta mesma constituição só entra em vigor no inicio do próximo ano. A empresa tem actualmente um ‘free-float’ de 3%, mas com a venda da participação do Estado aquele valor vai aproximar-se dos 30%, situação que, por si só, justifica a entrada no indicador.
Com a privatização da última participação que o Estado ainda detém na empresa, a dispersão das acções na bolsa aproximar-se dos 30%.
Paula Alexandra Cordeiro
As acções da Portucel deverão integrar a revisão ordinária do principal índice da bolsa portuguesa já em Dezembro, mas esta mesma constituição só entra em vigor no inicio do próximo ano. A empresa tem actualmente um ‘free-float’ de 3%, mas com a venda da participação do Estado aquele valor vai aproximar-se dos 30%, situação que, por si só, justifica a entrada no indicador.
Ptmasters:
A resposta à tua questão está na pág.54 do prospecto que passo a transccrever:
"As intenções de investimento poderão ser alteradas e/ou revogadas até ao último dia do
período previsto para a OPV, i.e. até às 15 horas do dia 10 de Novembro de 2006.
As intenções de investimento que sejam alteradas durante o período da OPV convertem-se em
ordens de compra.
Se a intenção de investimento originalmente manifestada for alterada, mediante o aumento do
número de Acções pretendido, no período para transmissão de ordens de compra na OPV e,
consequentemente, essa intenção de investimento for convertida em ordem de compra para
uma quantidade de Acções superior à que fora indicada na intenção de investimento, as
condições preferenciais de rateio só serão aplicáveis à quantidade de Acções indicada na
intenção de investimento original (isto é, à quantidade de Acções que eram objecto da intenção
de investimento antes de a mesma ser alterada).
Se a intenção de investimento originalmente manifestada for alterada, mediante a diminuição
do número de Acções pretendido, no período para transmissão de ordens de compra na OPV e,
consequentemente, essa intenção de investimento for convertida em ordem de compra para
uma quantidade de Acções inferior à que fora indicada na intenção de investimento, as
condições preferenciais de rateio serão aplicáveis à totalidade de Acções objecto da ordem em
que a intenção de investimento original se converteu.
As intenções de investimento que não sejam revogadas pelos respectivos transmitentes nos
termos supra referidos convertem-se automaticamente em ordens de compra no termo da OPV"
A resposta à tua questão está na pág.54 do prospecto que passo a transccrever:
"As intenções de investimento poderão ser alteradas e/ou revogadas até ao último dia do
período previsto para a OPV, i.e. até às 15 horas do dia 10 de Novembro de 2006.
As intenções de investimento que sejam alteradas durante o período da OPV convertem-se em
ordens de compra.
Se a intenção de investimento originalmente manifestada for alterada, mediante o aumento do
número de Acções pretendido, no período para transmissão de ordens de compra na OPV e,
consequentemente, essa intenção de investimento for convertida em ordem de compra para
uma quantidade de Acções superior à que fora indicada na intenção de investimento, as
condições preferenciais de rateio só serão aplicáveis à quantidade de Acções indicada na
intenção de investimento original (isto é, à quantidade de Acções que eram objecto da intenção
de investimento antes de a mesma ser alterada).
Se a intenção de investimento originalmente manifestada for alterada, mediante a diminuição
do número de Acções pretendido, no período para transmissão de ordens de compra na OPV e,
consequentemente, essa intenção de investimento for convertida em ordem de compra para
uma quantidade de Acções inferior à que fora indicada na intenção de investimento, as
condições preferenciais de rateio serão aplicáveis à totalidade de Acções objecto da ordem em
que a intenção de investimento original se converteu.
As intenções de investimento que não sejam revogadas pelos respectivos transmitentes nos
termos supra referidos convertem-se automaticamente em ordens de compra no termo da OPV"
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moguita Escreveu:ptmasters Escreveu:E agora uma dúvida: se eu modificar agora a minha ordem, perco o benefício do rateio superior em 100% devido ao facto de ter feito a intenção de investimento na altura do pré-registo?
Imagina 1 ordem de 1000 acções no pré-registo, se aumentares a ordem durante a OPV estas 1000 mantêm o rateio de 100%, a "novas" terão um rateio de 50%.
Caso reduzas a ordem mantens o rateio de 100%.
Pois, mas confirmas que é assim que se passa caso eu aumente? Ou seja, as "antigas" mantêm-se com o rateio de 100% e as novas com 50%?
É que no BIG ficaram com a pergunta para ver se me respondem amanhã, pois lá ninguém soube dar resposta...
1 abraço
O que é um cínico? É aquele que sabe o preço de tudo, mas que não sabe o valor de nada.
ptmasters Escreveu:E agora uma dúvida: se eu modificar agora a minha ordem, perco o benefício do rateio superior em 100% devido ao facto de ter feito a intenção de investimento na altura do pré-registo?
Imagina 1 ordem de 1000 acções no pré-registo, se aumentares a ordem durante a OPV estas 1000 mantêm o rateio de 100%, a "novas" terão um rateio de 50%.
Caso reduzas a ordem mantens o rateio de 100%.
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Rural Escreveu:Ptmasters:
Ao que suponho o teu quadro tem uma falha. Falta a cotação de fecho do dia 1.
A média actualmente é (2,28+2,28+2,28+2,20+2,21+2,22)/6 = 2,245
Um abraço
Tens razão.
Cá vai corrigido:
1 abraço e bn
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- portucel.png (3.76 KiB) Visualizado 2414 vezes
O que é um cínico? É aquele que sabe o preço de tudo, mas que não sabe o valor de nada.
R M Escreveu:Caro ptmasters,
Se bem entendi o seu Excel, está a contar com um desconto de 5% na tranche do público em geral? Creio que isto não é verdade.
Cumprimentos,
R M
in prospecto OPV Portucel, pág. 16
O preço unitário de venda das Acções a alienar no âmbito da OPV na reserva destinada ao
público em geral corresponderá à média aritmética dos preços de fecho das acções da Portucel
no Eurolist da Euronext Lisbon durante o prazo compreendido entre a data de início do
período de pré-registo e a data do termo do período de OPV, deduzida do valor correspondente
a 5% dessa média. Na eventualidade de o valor determinado de acordo com o referido critério
se situar fora de um intervalo tendo como limite mínimo 2,00 euros e como limite máximo
2,20 euros, o preço unitário de venda será de 2,00 euros, no caso em que o valor determinado
nos termos do referido critério seja inferior ao referido limite mínimo ou de 2,20 euros, no
caso em que o valor determinado nos termos do referido critério seja superior ao referido
limite máximo.
O preço unitário de venda das Acções respeitantes à reserva destinada à aquisição por
trabalhadores da Portucel e pequenos subscritores beneficiará de um desconto de 5%
relativamente ao preço unitário de venda das Acções na reserva de Público em geral.
O que é um cínico? É aquele que sabe o preço de tudo, mas que não sabe o valor de nada.
Boas,
Excluindo a questão da preferência no rateio, e com os dados actualmente disponíveis (que não comportam as subscrições do dia de hoje), segue em anexo um quadro meramente indicativo por cada 10000 acções subscritas em cada uma das tranches, ao preço médio actual.
E agora uma dúvida: se eu modificar agora a minha ordem, perco o benefício do rateio superior em 100% devido ao facto de ter feito a intenção de investimento na altura do pré-registo?
1 abraço e bons negócios
Excluindo a questão da preferência no rateio, e com os dados actualmente disponíveis (que não comportam as subscrições do dia de hoje), segue em anexo um quadro meramente indicativo por cada 10000 acções subscritas em cada uma das tranches, ao preço médio actual.
E agora uma dúvida: se eu modificar agora a minha ordem, perco o benefício do rateio superior em 100% devido ao facto de ter feito a intenção de investimento na altura do pré-registo?
1 abraço e bons negócios
- Anexos
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O que é um cínico? É aquele que sabe o preço de tudo, mas que não sabe o valor de nada.
OPV da Portucel
Procura supera 11 vezes a oferta
Arranca hoje o período para a transmissão de ordens de compra no âmbito da Oferta Pública de Venda (OPV) da Portucel, uma fase que irá prolongar-se até ao final desta semana.
--------------------------------------------------------------------------------
Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
Patrícia Silva Dias
patriciadias@mediafin.pt
Arranca hoje o período para a transmissão de ordens de compra no âmbito da Oferta Pública de Venda (OPV) da Portucel, uma fase que irá prolongar-se até ao final desta semana.
O prazo de recolha de intenções de compra de acções da Portucel terminou na sexta-feira com chave de ouro: a procura superou em 11,28 vezes a oferta de títulos disponível.
Nesta fase preliminar, foram subscritas mais de 2.226 milhões de acções, um número que está já muito acima das 197,43 milhões de acções que o Estado tem disponíveis para alienar.
A corrida aos títulos da empresa de pasta e papel acelerou principalmente na sexta-feira, com tranche destinada ao público em geral a receber, só neste dia, subscrições preliminares de compra correspondentes a cerca de 1,5 mil milhões de acções.
No total, a procura nesta parcela já está muito perto dos 2,1 mil milhões. E na tranche destinada aos pequenos subscritores foram recolhidas foi divulgada a intenção de adquirir mais 87,35 milhões de títulos.
O facto de só na quinta-feira, em Conselho de Ministros, ter sido fixado o número de acções que o Estado iria disponibilizar por tranche poderá explicar o aumento do ritmo de subscrição de títulos da empresa de pasta e papel na última sessão da semana passada.
Na distribuição da participação dos últimos 25,7% do capital da Portucel detidos pelo Estado, os trabalhadores da empresa têm reservados 2 milhões de acções, os pequenos subscritores têm disponíveis 50 milhões de acções, e o público em geral fica com mais de 145,4 milhões de títulos.
A distribuição do número de acções por categoria foi definida pelo Governo com base nas intenções de compra registadas até à reunião semanal no Conselho de Ministros.
Ao que o Jornal de Negócios apurou, os trabalhadores terão subscrito já cerca de um milhão de acções. Terminado o período de pré-registo das ordens, os investidores têm até amanhã para anular as ordens já efectuadas. A partir daí, todas as ordens de intenção de compra são convertidas automaticamente em ordens de compra.
Evolução da procura
A procura foi crescendo à medida que o calendário da operação avançava. Logo no final do primeiro dia após a aprovação do prospecto (30 de Outubro), foram manifestadas 179 intenções de compra para 30 milhões de acções. Ao segundo dia, a procura já era quase o dobro da oferta, com cerca de 1900 intenções de compra para 370 milhões de acções.
A partir de então, a possibilidade de existência de rateio tornou-se mais clara. No final dos três primeiros dias da primeira fase da operação, a procura já tinha triplicado a oferta, ao serem manifestadas mais de 4.900 ordens de intenção de compra. Este valor correspondia a 637 milhões de acções, ou 3,7 vezes o total de 197,43 milhões de acções disponíveis.
Procura supera 11 vezes a oferta
Arranca hoje o período para a transmissão de ordens de compra no âmbito da Oferta Pública de Venda (OPV) da Portucel, uma fase que irá prolongar-se até ao final desta semana.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
Patrícia Silva Dias
patriciadias@mediafin.pt
Arranca hoje o período para a transmissão de ordens de compra no âmbito da Oferta Pública de Venda (OPV) da Portucel, uma fase que irá prolongar-se até ao final desta semana.
O prazo de recolha de intenções de compra de acções da Portucel terminou na sexta-feira com chave de ouro: a procura superou em 11,28 vezes a oferta de títulos disponível.
Nesta fase preliminar, foram subscritas mais de 2.226 milhões de acções, um número que está já muito acima das 197,43 milhões de acções que o Estado tem disponíveis para alienar.
A corrida aos títulos da empresa de pasta e papel acelerou principalmente na sexta-feira, com tranche destinada ao público em geral a receber, só neste dia, subscrições preliminares de compra correspondentes a cerca de 1,5 mil milhões de acções.
No total, a procura nesta parcela já está muito perto dos 2,1 mil milhões. E na tranche destinada aos pequenos subscritores foram recolhidas foi divulgada a intenção de adquirir mais 87,35 milhões de títulos.
O facto de só na quinta-feira, em Conselho de Ministros, ter sido fixado o número de acções que o Estado iria disponibilizar por tranche poderá explicar o aumento do ritmo de subscrição de títulos da empresa de pasta e papel na última sessão da semana passada.
Na distribuição da participação dos últimos 25,7% do capital da Portucel detidos pelo Estado, os trabalhadores da empresa têm reservados 2 milhões de acções, os pequenos subscritores têm disponíveis 50 milhões de acções, e o público em geral fica com mais de 145,4 milhões de títulos.
A distribuição do número de acções por categoria foi definida pelo Governo com base nas intenções de compra registadas até à reunião semanal no Conselho de Ministros.
Ao que o Jornal de Negócios apurou, os trabalhadores terão subscrito já cerca de um milhão de acções. Terminado o período de pré-registo das ordens, os investidores têm até amanhã para anular as ordens já efectuadas. A partir daí, todas as ordens de intenção de compra são convertidas automaticamente em ordens de compra.
Evolução da procura
A procura foi crescendo à medida que o calendário da operação avançava. Logo no final do primeiro dia após a aprovação do prospecto (30 de Outubro), foram manifestadas 179 intenções de compra para 30 milhões de acções. Ao segundo dia, a procura já era quase o dobro da oferta, com cerca de 1900 intenções de compra para 370 milhões de acções.
A partir de então, a possibilidade de existência de rateio tornou-se mais clara. No final dos três primeiros dias da primeira fase da operação, a procura já tinha triplicado a oferta, ao serem manifestadas mais de 4.900 ordens de intenção de compra. Este valor correspondia a 637 milhões de acções, ou 3,7 vezes o total de 197,43 milhões de acções disponíveis.
Vodka7 Escreveu:Rural Escreveu:Caro Clinico:
Quero-lhe lembrar que pediu 50.000 e não só 40.000.
Poderia pedir 15.350.000 segundo o prospecto.
Um abraço
Por acaso já não sei onde fui buscar as 40.000, mas sim, pode-se pedir até 2% da Portucel.
Desde ontem a noite que já não devia ter saido uma noticia sobre o actual rateo?!
Alguém sabe de algo.
Olá.
Os últimos números que vi, dão 100% para os Peq. Subscritores e 24% para o Público em Geral. Valores no final do dia 2, quinta feira.
Tambem acredito na Portucel e, assim subscrevi no total 40.000 P. Subsc. e 80.000 no P. em Geral (2 titulares).
Rural Escreveu:Caro Clinico:
Quero-lhe lembrar que pediu 50.000 e não só 40.000.
Poderia pedir 15.350.000 segundo o prospecto.
Um abraço
Por acaso já não sei onde fui buscar as 40.000, mas sim, pode-se pedir até 2% da Portucel.
Desde ontem a noite que já não devia ter saido uma noticia sobre o actual rateo?!
Alguém sabe de algo.
Portucel
Caro Vodka: Sim é possível que tenham sido só 40000 mas não tenho a certeza agora. Quando perguntei quantas poderia obter no público em geral, disseram-me que podia ir até uns milhões e penso que pedi 50000. Agora já conseguiu confundir-me. Seja o que for, foi só em meu nome.
Continuo muito optimista, tanto na Portucel como na Altri.
Abraço
Clinico
Continuo muito optimista, tanto na Portucel como na Altri.
Abraço
Clinico
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- Registado: 1/6/2003 0:13
Re: Uma no cravo outra na ferradura:
De tantos druidas que existem por este fórum fora (para mim o panoramix é quem prepara melhor as poções - gostaram da metáfora carregadíssima de 2º sentido?)
alguém me consegue explicar porquê tanto pessimismo por parte do BPI em relação à ALTRI?!??
Sou muito novo nisto, sem jogo de cintura, poucos ou nenhuns conhecimentos do mundo bolsista, mas tanto pessimismo por parte do BPI contrariando a esmagadora maioria dos restantes analistas, deixa-me com vontade de escrever neste fórum a pedir por uma poção mágica.......
Sou muito novo nisto, sem jogo de cintura, poucos ou nenhuns conhecimentos do mundo bolsista, mas tanto pessimismo por parte do BPI contrariando a esmagadora maioria dos restantes analistas, deixa-me com vontade de escrever neste fórum a pedir por uma poção mágica.......
Jiboia Cega Escreveu:Investimento da Altri na Celbi “negativo” para a Portucel
O BPI afirma no “Iberian Daily” de hoje que o investimento de 300 milhões no reforço da produção da Celbi, anunciado ontem pela Altri, é “potencialmente negativo” para a Portucel, uma vez que fará aumentar a concorrência no sector e vai colocar pressão sobre os custos da madeira.
--------------------------------------------------------------------------------
André Veríssimo
averissimo@mediafin.pt
O BPI afirma no "Iberian Daily" de hoje que o investimento de 300 milhões no reforço da produção da Celbi, anunciado ontem pela Altri, é "potencialmente negativo" para a Portucel, uma vez que fará aumentar a concorrência no sector e vai colocar pressão sobre os custos da madeira.
Em relação ao impacto na própria Altri, o "research" do BPI aponta aspectos positivos e negativos. Por um lado, o banco considera que o investimento poderá proporcionar um crescimento mais elevado, com base nas margens superiores a 40% da Celbi, além de que esta será uma oportunidade para a empresa "apanhar" um importante apoio financeiro público.
O BPI refere, no entanto, alguns "senãos". Este investimento surge numa altura em que estão em marcha uma série de investimentos que deverão acrescentar 4 milhões de toneladas ano ao mercado até 2010. O banco estima que os preços da pasta BEKP deverão descer 4% e 8%, em 2007 e 2008. Neste contexto, o investimento planeado poderá ainda "colocar em perigo o equilíbrio financeiro da Altri", que já tem um balanço "esticado".
O BPI tem uma recomendação de "manter" para a Altri, com um preço-alvo de 3,45 euros. As acções da empresa de Paulo Fernandes, seguiam inalteradas nos 3,87 euros.
O fogo que me ilumina é o mesmo que me faz arder
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- Registado: 23/10/2006 14:47
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Esta é de cravo.
Portucel com prémio de 27% face ao preço máximo da OPV
A oferta pública de vendas (OPV) dos restantes 25,72% do capital da Portucel que o Estado ainda detém na papeleira já está em "marcha", no entanto, ainda não há decisão de Bruxelas acerca dos benefícios fiscais e incentivos financeiros que o executivo pretende atribuir à empresa liderada por Pedro Queiroz Pereira.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
A oferta pública de vendas (OPV) dos restantes 25,72% do capital da Portucel que o Estado ainda detém na papeleira já está em "marcha", no entanto, ainda não há decisão de Bruxelas acerca dos benefícios fiscais e incentivos financeiros que o executivo pretende atribuir à empresa liderada por Pedro Queiroz Pereira.
Com base nesta incerteza, o CaixaBI, que ontem reiniciou a cobertura das acções da papeleira com uma recomendação de "comprar" e "médio risco", atribuiu à empresa dois preços-alvo diferenciados.
Caso se venha a confirmar a atribuição de um incentivo fiscal de 175 milhões de euros por parte do Estado, o banco de investimento avalia a Portucel em 2,80 euros por acção. No entanto, salvaguardando a possibilidade de esse mesmo incentivo ser "chumbado" pela Comissão Europeia, a analista Sónia Baldeira define um preço objectivo de 2,62 euros, 6,4% inferior ao "target" definido.
Assumindo o preço-alvo de 2,80 euros, a avaliação efectuada pela analista Sónia Baldeira atribui aos títulos da Portucel um potencial de valorização de 27% face ao intervalo máximo de 2,20 euros definido para a OPV, exactamente o mesmo potencial de subida face ao preço de fecho das acções da empresa na sessão de ontem, isto depois de terem recuado mais de 3,5%.
A este valor de 2,80 euros, o CaixaBI avalia a empresa liderada por Pedro Queiroz Pereira em 2,15 mil milhões de euros, uma quantia que baixa para os 2,01 mil milhões, na eventualidade de os incentivos fiscais acordados aquando da assinatura dos quatro contratos de investimento, no valor de 900 milhões de euros, assinados em Julho deste ano com o Estado Português, através da Agência Portuguesa para o Investimento (API), e com os quais a Portucel pretende modernizar as unidades fabris de Cacia, Figueira da Foz e Setúbal, bem como construir a nova máquina de fabrico de papel.
Para o CaixaBI, o investimento da Portucel nesta nova máquina de produção de papel é "altamente positivo, uma vez que irá permitir à empresa ter um crescimento definido para o futuro". A Portucel que é actualmente um dos "players" no mercado mundial, irá ver "aumentada de forma significativa a sua posição e competitividade".
Outro aspecto salientado pelo banco de investimento é a reprivatização da última parcela da empresa ainda controlada pelo Estado. Sónia Baldeira destaca o facto de esta se tratar da reprivatização "de um dos sector mais relevantes do país" e de com este processo, a Portucel, empresa controlada pela Semapa, ganhar uma maior "visibilidade no mercado e de ver a sua liquidez alavancada", facto que poderá permitir à empresa vir a integrar o principal índice nacional, o PSI-20.
A oferta pública de vendas (OPV) dos restantes 25,72% do capital da Portucel que o Estado ainda detém na papeleira já está em "marcha", no entanto, ainda não há decisão de Bruxelas acerca dos benefícios fiscais e incentivos financeiros que o executivo pretende atribuir à empresa liderada por Pedro Queiroz Pereira.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
A oferta pública de vendas (OPV) dos restantes 25,72% do capital da Portucel que o Estado ainda detém na papeleira já está em "marcha", no entanto, ainda não há decisão de Bruxelas acerca dos benefícios fiscais e incentivos financeiros que o executivo pretende atribuir à empresa liderada por Pedro Queiroz Pereira.
Com base nesta incerteza, o CaixaBI, que ontem reiniciou a cobertura das acções da papeleira com uma recomendação de "comprar" e "médio risco", atribuiu à empresa dois preços-alvo diferenciados.
Caso se venha a confirmar a atribuição de um incentivo fiscal de 175 milhões de euros por parte do Estado, o banco de investimento avalia a Portucel em 2,80 euros por acção. No entanto, salvaguardando a possibilidade de esse mesmo incentivo ser "chumbado" pela Comissão Europeia, a analista Sónia Baldeira define um preço objectivo de 2,62 euros, 6,4% inferior ao "target" definido.
Assumindo o preço-alvo de 2,80 euros, a avaliação efectuada pela analista Sónia Baldeira atribui aos títulos da Portucel um potencial de valorização de 27% face ao intervalo máximo de 2,20 euros definido para a OPV, exactamente o mesmo potencial de subida face ao preço de fecho das acções da empresa na sessão de ontem, isto depois de terem recuado mais de 3,5%.
A este valor de 2,80 euros, o CaixaBI avalia a empresa liderada por Pedro Queiroz Pereira em 2,15 mil milhões de euros, uma quantia que baixa para os 2,01 mil milhões, na eventualidade de os incentivos fiscais acordados aquando da assinatura dos quatro contratos de investimento, no valor de 900 milhões de euros, assinados em Julho deste ano com o Estado Português, através da Agência Portuguesa para o Investimento (API), e com os quais a Portucel pretende modernizar as unidades fabris de Cacia, Figueira da Foz e Setúbal, bem como construir a nova máquina de fabrico de papel.
Para o CaixaBI, o investimento da Portucel nesta nova máquina de produção de papel é "altamente positivo, uma vez que irá permitir à empresa ter um crescimento definido para o futuro". A Portucel que é actualmente um dos "players" no mercado mundial, irá ver "aumentada de forma significativa a sua posição e competitividade".
Outro aspecto salientado pelo banco de investimento é a reprivatização da última parcela da empresa ainda controlada pelo Estado. Sónia Baldeira destaca o facto de esta se tratar da reprivatização "de um dos sector mais relevantes do país" e de com este processo, a Portucel, empresa controlada pela Semapa, ganhar uma maior "visibilidade no mercado e de ver a sua liquidez alavancada", facto que poderá permitir à empresa vir a integrar o principal índice nacional, o PSI-20.
Uma no cravo outra na ferradura:
Investimento da Altri na Celbi “negativo” para a Portucel
O BPI afirma no “Iberian Daily” de hoje que o investimento de 300 milhões no reforço da produção da Celbi, anunciado ontem pela Altri, é “potencialmente negativo” para a Portucel, uma vez que fará aumentar a concorrência no sector e vai colocar pressão sobre os custos da madeira.
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André Veríssimo
averissimo@mediafin.pt
O BPI afirma no "Iberian Daily" de hoje que o investimento de 300 milhões no reforço da produção da Celbi, anunciado ontem pela Altri, é "potencialmente negativo" para a Portucel, uma vez que fará aumentar a concorrência no sector e vai colocar pressão sobre os custos da madeira.
Em relação ao impacto na própria Altri, o "research" do BPI aponta aspectos positivos e negativos. Por um lado, o banco considera que o investimento poderá proporcionar um crescimento mais elevado, com base nas margens superiores a 40% da Celbi, além de que esta será uma oportunidade para a empresa "apanhar" um importante apoio financeiro público.
O BPI refere, no entanto, alguns "senãos". Este investimento surge numa altura em que estão em marcha uma série de investimentos que deverão acrescentar 4 milhões de toneladas ano ao mercado até 2010. O banco estima que os preços da pasta BEKP deverão descer 4% e 8%, em 2007 e 2008. Neste contexto, o investimento planeado poderá ainda "colocar em perigo o equilíbrio financeiro da Altri", que já tem um balanço "esticado".
O BPI tem uma recomendação de "manter" para a Altri, com um preço-alvo de 3,45 euros. As acções da empresa de Paulo Fernandes, seguiam inalteradas nos 3,87 euros.
O BPI afirma no “Iberian Daily” de hoje que o investimento de 300 milhões no reforço da produção da Celbi, anunciado ontem pela Altri, é “potencialmente negativo” para a Portucel, uma vez que fará aumentar a concorrência no sector e vai colocar pressão sobre os custos da madeira.
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André Veríssimo
averissimo@mediafin.pt
O BPI afirma no "Iberian Daily" de hoje que o investimento de 300 milhões no reforço da produção da Celbi, anunciado ontem pela Altri, é "potencialmente negativo" para a Portucel, uma vez que fará aumentar a concorrência no sector e vai colocar pressão sobre os custos da madeira.
Em relação ao impacto na própria Altri, o "research" do BPI aponta aspectos positivos e negativos. Por um lado, o banco considera que o investimento poderá proporcionar um crescimento mais elevado, com base nas margens superiores a 40% da Celbi, além de que esta será uma oportunidade para a empresa "apanhar" um importante apoio financeiro público.
O BPI refere, no entanto, alguns "senãos". Este investimento surge numa altura em que estão em marcha uma série de investimentos que deverão acrescentar 4 milhões de toneladas ano ao mercado até 2010. O banco estima que os preços da pasta BEKP deverão descer 4% e 8%, em 2007 e 2008. Neste contexto, o investimento planeado poderá ainda "colocar em perigo o equilíbrio financeiro da Altri", que já tem um balanço "esticado".
O BPI tem uma recomendação de "manter" para a Altri, com um preço-alvo de 3,45 euros. As acções da empresa de Paulo Fernandes, seguiam inalteradas nos 3,87 euros.
Re: Portucel
Clinico Escreveu:Bons dias a todos. Desculpem não ter estado tão participativo mas tenho estado mais ocupado que o habitual, o que me tem deixado menos tempo para os amigos, mesmo "os virtuais".
Fui, logo de inicio, á OPV da Portucel, com pedido de 50000 no público em geral (se me calharem 200 ou 300 vou com sorte) e as 20000 nos pequenos subscritores ( se me calharem outras tantas, melhor).
Entendi que o sector é um dos poucos onde damos cartas mundialmente (já no tempo do Dr. Jorge Armindo á frente da Portucel, lembram-se?), o preço, mesmo 2,20, parece-me aceitável em relação ao comportamento bolsista e (por total maluquice minha), ainda há-de haver um maluco qualquer que queira fazer uma "sinergia" com a Altri.
Já estou como o Sr. Américo Amorim...se não tive qualquer feeling para a Galp, tenho imenso feeling para a Portucel...
Um abraço a todos
Clinico
50000?!
Mas o maximo que podes pedir é 40000, só se tiveres mais que um titular.
Portucel
Bons dias a todos. Desculpem não ter estado tão participativo mas tenho estado mais ocupado que o habitual, o que me tem deixado menos tempo para os amigos, mesmo "os virtuais".
Fui, logo de inicio, á OPV da Portucel, com pedido de 50000 no público em geral (se me calharem 200 ou 300 vou com sorte) e as 20000 nos pequenos subscritores ( se me calharem outras tantas, melhor).
Entendi que o sector é um dos poucos onde damos cartas mundialmente (já no tempo do Dr. Jorge Armindo á frente da Portucel, lembram-se?), o preço, mesmo 2,20, parece-me aceitável em relação ao comportamento bolsista e (por total maluquice minha), ainda há-de haver um maluco qualquer que queira fazer uma "sinergia" com a Altri.
Já estou como o Sr. Américo Amorim...se não tive qualquer feeling para a Galp, tenho imenso feeling para a Portucel...
Um abraço a todos
Clinico
Fui, logo de inicio, á OPV da Portucel, com pedido de 50000 no público em geral (se me calharem 200 ou 300 vou com sorte) e as 20000 nos pequenos subscritores ( se me calharem outras tantas, melhor).
Entendi que o sector é um dos poucos onde damos cartas mundialmente (já no tempo do Dr. Jorge Armindo á frente da Portucel, lembram-se?), o preço, mesmo 2,20, parece-me aceitável em relação ao comportamento bolsista e (por total maluquice minha), ainda há-de haver um maluco qualquer que queira fazer uma "sinergia" com a Altri.
Já estou como o Sr. Américo Amorim...se não tive qualquer feeling para a Galp, tenho imenso feeling para a Portucel...
Um abraço a todos
Clinico
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Eu prefiro essa estratégia pois não acredito muito em 2ªs e 3ªas OPVs.
Além do mais, vejo muita manhosisse ao não fixar tranches, designadamente no público em geral, e pode-se levar um valente entalanço com empréstimo pois não vejo a cotação a levar esticão, para cima, no dia em que as acções da opv estiverem disponiveis. Pelo contrário, é de antever pressão vendedora pois não se tatará de uma acção nova no mercado.
Vai ser assim ? Se adivinhasse !
Boa sorte.
Além do mais, vejo muita manhosisse ao não fixar tranches, designadamente no público em geral, e pode-se levar um valente entalanço com empréstimo pois não vejo a cotação a levar esticão, para cima, no dia em que as acções da opv estiverem disponiveis. Pelo contrário, é de antever pressão vendedora pois não se tatará de uma acção nova no mercado.
Vai ser assim ? Se adivinhasse !
Boa sorte.
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