ParaRede apresenta resultados anuais na quarta-feira
Hoje é o dia da PAD. Falhei a compra aos €0,25 - tal como a venda da IPR a €5,20. Há dias assim :cry:
!!
Parabéns a quem apanhou este cavalo - custou, mas arrancou e agora tem potencial
!!
PS: Entrar a €0,27 ? Estive aqui para pressionar a tecla, mas... Fiquei-me, ainda estou a digerir o falhanço 2 cents abaixo, é complicado pq são 8%...
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James Wheat
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O Banco BPI aumentou a sua participação na ParaRede para mais de 2% do seu capital, informou a tecnológica em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Segundo a mesma fonte, o BPI Gestão de Activos – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, adquiriu em bolsa, no passado dia 30 de Janeiro de 2007, 126.751 acções representativas do capital social da ParaRede passando a deter 7.350.196 acções, as quais representam 2,02% do seu capital social.
Deste modo, "passaram a ser imputáveis ao Banco BPI, direitos de voto correspondentes a 7.350.196 acções, que configuram no seu conjunto uma participação superior a 2% – 2,02% – do total de direitos de voto inerentes às acções representativas do capital social da ParaRede", conclui o comunicado.[/quote]
Bem para uma empresa que muitos dizem que está na falência,ou eu sou burro, ou anda ai coisa grossa,pois qual o interesse, como diz o velho ditado, O ALGODÃO NÃO ENGANA.
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O Banco BPI aumentou a sua participação na ParaRede para mais de 2% do seu capital, informou a tecnológica em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Segundo a mesma fonte, o BPI Gestão de Activos – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, adquiriu em bolsa, no passado dia 30 de Janeiro de 2007, 126.751 acções representativas do capital social da ParaRede passando a deter 7.350.196 acções, as quais representam 2,02% do seu capital social.
Deste modo, "passaram a ser imputáveis ao Banco BPI, direitos de voto correspondentes a 7.350.196 acções, que configuram no seu conjunto uma participação superior a 2% – 2,02% – do total de direitos de voto inerentes às acções representativas do capital social da ParaRede", conclui o comunicado.[/quote]
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EMPRESAS Publicado 5 Fevereiro 2007 19:20
BPI aumenta para mais de 2% participação na ParaRede
O Banco BPI aumentou a sua participação na ParaRede para mais de 2% do seu capital, informou a tecnológica em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
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O Banco BPI aumentou a sua participação na ParaRede para mais de 2% do seu capital, informou a tecnológica em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Segundo a mesma fonte, o BPI Gestão de Activos – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, adquiriu em bolsa, no passado dia 30 de Janeiro de 2007, 126.751 acções representativas do capital social da ParaRede passando a deter 7.350.196 acções, as quais representam 2,02% do seu capital social.
Deste modo, "passaram a ser imputáveis ao Banco BPI, direitos de voto correspondentes a 7.350.196 acções, que configuram no seu conjunto uma participação superior a 2% – 2,02% – do total de direitos de voto inerentes às acções representativas do capital social da ParaRede", conclui o comunicado.
BPI aumenta para mais de 2% participação na ParaRede
O Banco BPI aumentou a sua participação na ParaRede para mais de 2% do seu capital, informou a tecnológica em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
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O Banco BPI aumentou a sua participação na ParaRede para mais de 2% do seu capital, informou a tecnológica em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Segundo a mesma fonte, o BPI Gestão de Activos – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, adquiriu em bolsa, no passado dia 30 de Janeiro de 2007, 126.751 acções representativas do capital social da ParaRede passando a deter 7.350.196 acções, as quais representam 2,02% do seu capital social.
Deste modo, "passaram a ser imputáveis ao Banco BPI, direitos de voto correspondentes a 7.350.196 acções, que configuram no seu conjunto uma participação superior a 2% – 2,02% – do total de direitos de voto inerentes às acções representativas do capital social da ParaRede", conclui o comunicado.
As decisões fáceis podem fazer-nos parecer bons,mas tomar decisões difíceis e assumi-las faz-nos melhores.
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os resultados já são conhecidos.
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Pararede passa de prejuízos para lucros de 311 mil de euros
A Pararede anunciou hoje que passou de prejuízos para lucros no exercício de 2006. A empresa liderada por Pedro Rebelo Pinto registou resultados líquidos de 311 mil euros, um valor que compara com os 14 milhões de euros negativos verificados no ano anterior.
A empresa chama a atenção para o facto dos lucros terem sido superiores, atingindo os 603 mil euros, caso não tivessem sido tidos em conta "o resultado líquido das unidades económicas alienadas, assim como a mais valia obtida com a sua venda".
Em comunicado, a tecnológica explica que "tendo em consideração que os resultados financeiros e as amortizações, no seu conjunto, mantiveram sensivelmente os mesmos valores apresentados em 2005 (cerca de 1,3 milhões de euros), o acréscimo verificado em relação ao período homólogo é sobretudo consequência da melhoria dos resultados operacionais.
O resultado operacional bruto, ou seja, o EBITDA da Pararede atingiu os 1,8 milhões de euros em 2006, um valor que compara com os 10,6 milhões negativos obtidos em 2005. A empresa acrescenta que "se ao valor registado no ano transacto retirarmos 6,2 milhões de euros de custos operacionais não recorrentes, obtém-se um valor negativo de 4,4 milhões de euros, comparável com os 1,8 milhões de euros agora alcançados".
A Pararede refere que o "bom desempenho deste indicador" é explicado por alguns factores, sendo o mais relevante a alteração do "mix" da oferta, com a divisão de Serviços a ganhar peso relativo ? crescimento de 8% -, bem como a divisão de tecnologias (pagamentos electrónicos) que "representa já 10% dos proveitos".
O volume de negócios de 2006 ascendeu a cerca de 52 milhões de euros, o que significou um crescimento de 3% do "core business" da ParaRede, face ao período homólogo de 2005.
O ano passado fica também marcado por uma redução de cerca de 21% dos custos de funcionamento das actividades de "core business" da ParaRede, sendo que para esta diminuição registou-se uma quebra de 16% nos custos com o pessoal e 35% nos FSE?s.
Futuro passa por aquisições selectivas
Para 2007, "dentro do perímetro de consolidação existente à data de hoje, Pedro Rebelo Pinto estima "um crescimento do volume de negócios na ordem dos 5% a 6% e uma margem EBITDA de 4% a 5%".
O CEO da Pararede acrescenta ainda que espera que ainda "durante este ano se concretize a operação de aquisição e integração da Sol-S e Solsuni", acordada com a Mota-Engil.
Para o próximo triénio 2007-2009, a Pararede afirma que se lhe coloca o "desafio da rentabilidade", pelo que, para atingir esse objectivo, "torna-se necessário ganhar dimensão, bem como complementar a oferta com novas competências".
"Para o efeito, teremos que conquistar quota de mercado, quer através de crescimento orgânico, quer através de uma politica selectiva de aquisições e/ou fusões", lê-se no comunicado.
O Conselho de Administração da empresa considera que, com esta estratégia, será possível, no final do terceiro ano, "atingir um volume de negócios na ordem dos 90 a 100 Milhões de euros e um EBITDA na ordem dos 8% a 10%".
2007/01/31 - 07:57
Fonte: Canal de Negócios
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Pararede passa de prejuízos para lucros de 311 mil de euros
A Pararede anunciou hoje que passou de prejuízos para lucros no exercício de 2006. A empresa liderada por Pedro Rebelo Pinto registou resultados líquidos de 311 mil euros, um valor que compara com os 14 milhões de euros negativos verificados no ano anterior.
A empresa chama a atenção para o facto dos lucros terem sido superiores, atingindo os 603 mil euros, caso não tivessem sido tidos em conta "o resultado líquido das unidades económicas alienadas, assim como a mais valia obtida com a sua venda".
Em comunicado, a tecnológica explica que "tendo em consideração que os resultados financeiros e as amortizações, no seu conjunto, mantiveram sensivelmente os mesmos valores apresentados em 2005 (cerca de 1,3 milhões de euros), o acréscimo verificado em relação ao período homólogo é sobretudo consequência da melhoria dos resultados operacionais.
O resultado operacional bruto, ou seja, o EBITDA da Pararede atingiu os 1,8 milhões de euros em 2006, um valor que compara com os 10,6 milhões negativos obtidos em 2005. A empresa acrescenta que "se ao valor registado no ano transacto retirarmos 6,2 milhões de euros de custos operacionais não recorrentes, obtém-se um valor negativo de 4,4 milhões de euros, comparável com os 1,8 milhões de euros agora alcançados".
A Pararede refere que o "bom desempenho deste indicador" é explicado por alguns factores, sendo o mais relevante a alteração do "mix" da oferta, com a divisão de Serviços a ganhar peso relativo ? crescimento de 8% -, bem como a divisão de tecnologias (pagamentos electrónicos) que "representa já 10% dos proveitos".
O volume de negócios de 2006 ascendeu a cerca de 52 milhões de euros, o que significou um crescimento de 3% do "core business" da ParaRede, face ao período homólogo de 2005.
O ano passado fica também marcado por uma redução de cerca de 21% dos custos de funcionamento das actividades de "core business" da ParaRede, sendo que para esta diminuição registou-se uma quebra de 16% nos custos com o pessoal e 35% nos FSE?s.
Futuro passa por aquisições selectivas
Para 2007, "dentro do perímetro de consolidação existente à data de hoje, Pedro Rebelo Pinto estima "um crescimento do volume de negócios na ordem dos 5% a 6% e uma margem EBITDA de 4% a 5%".
O CEO da Pararede acrescenta ainda que espera que ainda "durante este ano se concretize a operação de aquisição e integração da Sol-S e Solsuni", acordada com a Mota-Engil.
Para o próximo triénio 2007-2009, a Pararede afirma que se lhe coloca o "desafio da rentabilidade", pelo que, para atingir esse objectivo, "torna-se necessário ganhar dimensão, bem como complementar a oferta com novas competências".
"Para o efeito, teremos que conquistar quota de mercado, quer através de crescimento orgânico, quer através de uma politica selectiva de aquisições e/ou fusões", lê-se no comunicado.
O Conselho de Administração da empresa considera que, com esta estratégia, será possível, no final do terceiro ano, "atingir um volume de negócios na ordem dos 90 a 100 Milhões de euros e um EBITDA na ordem dos 8% a 10%".
2007/01/31 - 07:57
Fonte: Canal de Negócios
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EMPRESAS Publicado 31 Janeiro 2007 7:57
Futuro passa por aquisições selectivas
Pararede passa de prejuízos para lucros de 311 mil de euros
A Pararede anunciou hoje que passou de prejuízos para lucros no exercício de 2006. A empresa liderada por Pedro Rebelo Pinto registou resultados líquidos de 311 mil euros, um valor que compara com os 14 milhões de euros negativos verificados no ano anterior.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
A Pararede anunciou hoje que passou de prejuízos para lucros no exercício de 2006. A empresa liderada por Pedro Rebelo Pinto registou resultados líquidos de 311 mil euros, um valor que compara com os 14 milhões de euros negativos verificados no ano anterior.
A empresa chama a atenção para o facto dos lucros terem sido superiores, atingindo os 603 mil euros, caso não tivessem sido tidos em conta "o resultado líquido das unidades económicas alienadas, assim como a mais valia obtida com a sua venda".
Em comunicado, a tecnológica explica que "tendo em consideração que os resultados financeiros e as amortizações, no seu conjunto, mantiveram sensivelmente os mesmos valores apresentados em 2005 (cerca de 1,3 milhões de euros), o acréscimo verificado em relação ao período homólogo é sobretudo consequência da melhoria dos resultados operacionais.
O resultado operacional bruto, ou seja, o EBITDA da Pararede atingiu os 1,8 milhões de euros em 2006, um valor que compara com os 10,6 milhões negativos obtidos em 2005. A empresa acrescenta que "se ao valor registado no ano transacto retirarmos 6,2 milhões de euros de custos operacionais não recorrentes, obtém-se um valor negativo de 4,4 milhões de euros, comparável com os 1,8 milhões de euros agora alcançados".
A Pararede refere que o "bom desempenho deste indicador" é explicado por alguns factores, sendo o mais relevante a alteração do "mix" da oferta, com a divisão de Serviços a ganhar peso relativo – crescimento de 8% -, bem como a divisão de tecnologias (pagamentos electrónicos) que "representa já 10% dos proveitos".
O volume de negócios de 2006 ascendeu a cerca de 52 milhões de euros, o que significou um crescimento de 3% do "core business" da ParaRede, face ao período homólogo de 2005.
O ano passado fica também marcado por uma redução de cerca de 21% dos custos de funcionamento das actividades de "core business" da ParaRede, sendo que para esta diminuição registou-se uma quebra de 16% nos custos com o pessoal e 35% nos FSE’s.
Futuro passa por aquisições selectivas
Para 2007, "dentro do perímetro de consolidação existente à data de hoje, Pedro Rebelo Pinto estima "um crescimento do volume de negócios na ordem dos 5% a 6% e uma margem EBITDA de 4% a 5%".
O CEO da Pararede acrescenta ainda que espera que ainda "durante este ano se concretize a operação de aquisição e integração da Sol-S e Solsuni", acordada com a Mota-Engil.
Para o próximo triénio 2007-2009, a Pararede afirma que se lhe coloca o "desafio da rentabilidade", pelo que, para atingir esse objectivo, "torna-se necessário ganhar dimensão, bem como complementar a oferta com novas competências".
"Para o efeito, teremos que conquistar quota de mercado, quer através de crescimento orgânico, quer através de uma politica selectiva de aquisições e/ou fusões", lê-se no comunicado.
O Conselho de Administração da empresa considera que, com esta estratégia, será possível, no final do terceiro ano, "atingir um volume de negócios na ordem dos 90 a 100 Milhões de euros e um EBITDA na ordem dos 8% a 10%".
Futuro passa por aquisições selectivas
Pararede passa de prejuízos para lucros de 311 mil de euros
A Pararede anunciou hoje que passou de prejuízos para lucros no exercício de 2006. A empresa liderada por Pedro Rebelo Pinto registou resultados líquidos de 311 mil euros, um valor que compara com os 14 milhões de euros negativos verificados no ano anterior.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
A Pararede anunciou hoje que passou de prejuízos para lucros no exercício de 2006. A empresa liderada por Pedro Rebelo Pinto registou resultados líquidos de 311 mil euros, um valor que compara com os 14 milhões de euros negativos verificados no ano anterior.
A empresa chama a atenção para o facto dos lucros terem sido superiores, atingindo os 603 mil euros, caso não tivessem sido tidos em conta "o resultado líquido das unidades económicas alienadas, assim como a mais valia obtida com a sua venda".
Em comunicado, a tecnológica explica que "tendo em consideração que os resultados financeiros e as amortizações, no seu conjunto, mantiveram sensivelmente os mesmos valores apresentados em 2005 (cerca de 1,3 milhões de euros), o acréscimo verificado em relação ao período homólogo é sobretudo consequência da melhoria dos resultados operacionais.
O resultado operacional bruto, ou seja, o EBITDA da Pararede atingiu os 1,8 milhões de euros em 2006, um valor que compara com os 10,6 milhões negativos obtidos em 2005. A empresa acrescenta que "se ao valor registado no ano transacto retirarmos 6,2 milhões de euros de custos operacionais não recorrentes, obtém-se um valor negativo de 4,4 milhões de euros, comparável com os 1,8 milhões de euros agora alcançados".
A Pararede refere que o "bom desempenho deste indicador" é explicado por alguns factores, sendo o mais relevante a alteração do "mix" da oferta, com a divisão de Serviços a ganhar peso relativo – crescimento de 8% -, bem como a divisão de tecnologias (pagamentos electrónicos) que "representa já 10% dos proveitos".
O volume de negócios de 2006 ascendeu a cerca de 52 milhões de euros, o que significou um crescimento de 3% do "core business" da ParaRede, face ao período homólogo de 2005.
O ano passado fica também marcado por uma redução de cerca de 21% dos custos de funcionamento das actividades de "core business" da ParaRede, sendo que para esta diminuição registou-se uma quebra de 16% nos custos com o pessoal e 35% nos FSE’s.
Futuro passa por aquisições selectivas
Para 2007, "dentro do perímetro de consolidação existente à data de hoje, Pedro Rebelo Pinto estima "um crescimento do volume de negócios na ordem dos 5% a 6% e uma margem EBITDA de 4% a 5%".
O CEO da Pararede acrescenta ainda que espera que ainda "durante este ano se concretize a operação de aquisição e integração da Sol-S e Solsuni", acordada com a Mota-Engil.
Para o próximo triénio 2007-2009, a Pararede afirma que se lhe coloca o "desafio da rentabilidade", pelo que, para atingir esse objectivo, "torna-se necessário ganhar dimensão, bem como complementar a oferta com novas competências".
"Para o efeito, teremos que conquistar quota de mercado, quer através de crescimento orgânico, quer através de uma politica selectiva de aquisições e/ou fusões", lê-se no comunicado.
O Conselho de Administração da empresa considera que, com esta estratégia, será possível, no final do terceiro ano, "atingir um volume de negócios na ordem dos 90 a 100 Milhões de euros e um EBITDA na ordem dos 8% a 10%".
As decisões fáceis podem fazer-nos parecer bons,mas tomar decisões difíceis e assumi-las faz-nos melhores.
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pararede
Parece que estao com vontade ja negoceia entre os 0.24 -0.25 uma quebra dos 0.25 em fecho e os 0.3 e logo ali
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pad
Hoje pode ser o dia D para esta accao ,se os resultados forem positivos e as prespectivas boas sera finalmente dado o tiro de partida
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Phasor Escreveu:Sinceramente,concordo com buli,porque a politica desta administração é simplesmente apresentar os resultados cedo independentemente se são bons ou não.Para mim faz sentido que seja assim.Para que apresentar os resultados a uma 6ª feira se 2ª o mercado ressentia-se na mesma.Nunca percebi.A tal ideia de "os investidores acalmarem no fim de semana" nunca me pareceu muito credível.Enfim.Teorias.
Bem essas noticias á sexta feira, como era antigamente normalmente não eram boas, por isso mandavam cá para fora nessas alturas, e em certas vezes tinham razão de ser pois noticias más ao meio da semana era um descalabro, e assim dava tempo a pensar, a refelectir, opiniões de uns e outros, e coisa não era assim tão mau como parecia enfim pontos de vista.
Já agora para quem queira comentar estes números
874.425 a 0.24
126.751 a 0.23
total de 1.101.176.
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Sinceramente,concordo com buli,porque a politica desta administração é simplesmente apresentar os resultados cedo independemente se são bons ou não.Para mim faz sentido que seja assim.Para quÊ apresentar os resultados a uma 6ª feira se 2ª o mercado ressentia-se na mesma.Nunca percebi.A tal ideia de "os investidores acalmarem no fim de semana" nunca me pareceu muito credível.Enfim.Teorias.
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Resina Escreveu:zé povinho Escreveu:o que é de notar nesta apresentação de resultados, é que pela 1ª vez de há muitos anos, a apresentação de resultados é feita muito cedo.
antes não havia resultados antes do fim dos 90 dias, agora bastou-lhes 1 mês.
por sí só já é um bom indício
Desta vez é para apresentar resultados positivos, como são bons apressam-se a apresenta-los...
Olhe que não , pois com esta administração os resultados são dos primeiros a serem apresentados

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zé povinho Escreveu:o que é de notar nesta apresentação de resultados, é que pela 1ª vez de há muitos anos, a apresentação de resultados é feita muito cedo.
antes não havia resultados antes do fim dos 90 dias, agora bastou-lhes 1 mês.
por sí só já é um bom indício
Desta vez é para apresentar resultados positivos, como são bons apressam-se a apresenta-los...
Se não podes vencê-los, o melhor mesmo é juntares-te a eles!
Porquê ir contra o mercado? Perdemos sempre!
És fraco, junta-te aos fortes!
Porquê ir contra o mercado? Perdemos sempre!
És fraco, junta-te aos fortes!
ParaRede apresenta resultados anuais na quarta-feira
ParaRede apresenta resultados anuais na quarta-feira
29/01/2007
A ParaRede [para] convocou hoje uma conferência de imprensa para apresentar os resultados anuais de 2006.
O evento terá lugar na sede da Euronext, na Av. da Liberdade, na próxima quarta-feira, às 11h30.
29/01/2007
A ParaRede [para] convocou hoje uma conferência de imprensa para apresentar os resultados anuais de 2006.
O evento terá lugar na sede da Euronext, na Av. da Liberdade, na próxima quarta-feira, às 11h30.
As decisões fáceis podem fazer-nos parecer bons,mas tomar decisões difíceis e assumi-las faz-nos melhores.
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