Atenção à SAG
Que dia tão estranho para a Sag, com noticias que nem se pode dizer que foram más, e termina a semana a 1.70... valor que não visitava há alguns dias. Quando alguem puder, que coloque um gráfico, sff!
Se não podes vencê-los, o melhor mesmo é juntares-te a eles!
Porquê ir contra o mercado? Perdemos sempre!
És fraco, junta-te aos fortes!
Porquê ir contra o mercado? Perdemos sempre!
És fraco, junta-te aos fortes!
[quote="bmmteixeira"]No mínimo uns 20 cêntimos que foi o valor do dividendo distribuído este ano e se se mantiver a mesma política e não houver quebras nos lucros irá repetir-se no ano que vem e a acção irá no mínimo para 1,95 (price target do BPI
- Para quem acredita em price targets). A minha expectativa é que ela volte atingir os máximos deste ano e depois vendo (mesmo que seja antes do dividendo).
Tou com 40% de Sag, 25 % TDuarte, 25% Soares da Costa e 10% Sonae.com[/quote]
o dividendo deste ano(referente a 2005) foi de 0,134 cents...
quanto ao comentário que o BPI fez, era melhor mudarem de profissão, mas estas casas de investimento, é o costume... credibilidade ZERO, o que é pena..! às vezes interrogo-me se eles conhecem realmente as empresas de que falam...
Tou com 40% de Sag, 25 % TDuarte, 25% Soares da Costa e 10% Sonae.com[/quote]
o dividendo deste ano(referente a 2005) foi de 0,134 cents...
quanto ao comentário que o BPI fez, era melhor mudarem de profissão, mas estas casas de investimento, é o costume... credibilidade ZERO, o que é pena..! às vezes interrogo-me se eles conhecem realmente as empresas de que falam...
Para a próxima semana, devem sair as estatísticas de Setembro as quais poderão ser consultadas em:
http://www.autoinforma.pt/estatistica-v ... l-2006.htm
É interessante ver como as vendas de VW:
- Estão a evoluir;
- Evolução da quota de mercado;
- Comparação homóloga.
Sabendo-se que têm um peso importante na estrutura de resultados da SAG. A ver vamos!
cps,
AA
http://www.autoinforma.pt/estatistica-v ... l-2006.htm
É interessante ver como as vendas de VW:
- Estão a evoluir;
- Evolução da quota de mercado;
- Comparação homóloga.
Sabendo-se que têm um peso importante na estrutura de resultados da SAG. A ver vamos!
cps,
AA
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No mínimo uns 20 cêntimos que foi o valor do dividendo distribuído este ano e se se mantiver a mesma política e não houver quebras nos lucros irá repetir-se no ano que vem e a acção irá no mínimo para 1,95 (price target do BPI
- Para quem acredita em price targets). A minha expectativa é que ela volte atingir os máximos deste ano e depois vendo (mesmo que seja antes do dividendo).
Tou com 40% de Sag, 25 % TDuarte, 25% Soares da Costa e 10% Sonae.com
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Re: Nao
luka Escreveu:Não,
Normalmente no dia em que um titulo cede o dividendo a cotação baixa de um valor equivalente.
Sim, isso é normal, mas até esse dia sobe sempre muito... Se comprares agora e esperares ate pagarem o dividendo sobe bem uns 30 centimos...
Se não podes vencê-los, o melhor mesmo é juntares-te a eles!
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Já tou a ver o dividendo de 2006, acima dos 16cent., com "dividend yeld" actual de 9%...(só!)
SAG aumenta dividendos do primeiro semestre em 24%
A SAG – Soluções Automóvel Globais vai distribuir 2,6 cêntimos de euro por acção como dividendos dos resultados do primeiro semestre, o que totaliza 4,4 milhões de euros e corresponde a um aumento de 24% face à remuneração atribuída no mesmo período do ano passado, que foi de 2,1 cêntimos de euro por acção.
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Miguel Prado
Miguelprado@mediafin.pt
A SAG – Soluções Automóvel Globais vai distribuir 2,6 cêntimos de euro por acção como dividendos dos resultados do primeiro semestre, o que totaliza 4,4 milhões de euros e corresponde a um aumento de 24% face à remuneração atribuída no mesmo período do ano passado, que foi de 2,1 cêntimos de euro por acção.
Os resultados da SAG no primeiro semestre, apresentados em Julho, embora de forma não auditada e sem a divulgação dos dividendos, evidenciaram um ganho de 10,9% em termos líquidos, com o grupo a obter um lucro de 7,4 milhões de euros e a reforçar a quota na distribuição automóvel de 10,4% para 11%.
A presidente da SAG, Esmeralda Dourado, destacou, em conferência de imprensa esta manhã, que "tem havido um crescimento saudável na área de serviços", a qual assegura hoje um contributo de 42% para os resultados líquidos. A estratégia da empresa, afirmou Esmeralda Dourado, passará pela diversificação do negócio, para minimizar os riscos da distribuição automóvel, e pela internacionalização, hoje sustentada pelo Brasil e a dar os primeiros passos em Espanha.
A mesma responsável espera que a integração das actividades do Interbanco com as do Santander Consumer esteja concluída até ao fim do ano. A SAG aguarda a autorização do Banco de Portugal para encerrar o processo que juntará sob uma mesma marca as duas sucursais do Santander Consumer em Portugal com a unidade do Interbanco.
SAG aumenta dividendos do primeiro semestre em 24%
A SAG – Soluções Automóvel Globais vai distribuir 2,6 cêntimos de euro por acção como dividendos dos resultados do primeiro semestre, o que totaliza 4,4 milhões de euros e corresponde a um aumento de 24% face à remuneração atribuída no mesmo período do ano passado, que foi de 2,1 cêntimos de euro por acção.
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Miguel Prado
Miguelprado@mediafin.pt
A SAG – Soluções Automóvel Globais vai distribuir 2,6 cêntimos de euro por acção como dividendos dos resultados do primeiro semestre, o que totaliza 4,4 milhões de euros e corresponde a um aumento de 24% face à remuneração atribuída no mesmo período do ano passado, que foi de 2,1 cêntimos de euro por acção.
Os resultados da SAG no primeiro semestre, apresentados em Julho, embora de forma não auditada e sem a divulgação dos dividendos, evidenciaram um ganho de 10,9% em termos líquidos, com o grupo a obter um lucro de 7,4 milhões de euros e a reforçar a quota na distribuição automóvel de 10,4% para 11%.
A presidente da SAG, Esmeralda Dourado, destacou, em conferência de imprensa esta manhã, que "tem havido um crescimento saudável na área de serviços", a qual assegura hoje um contributo de 42% para os resultados líquidos. A estratégia da empresa, afirmou Esmeralda Dourado, passará pela diversificação do negócio, para minimizar os riscos da distribuição automóvel, e pela internacionalização, hoje sustentada pelo Brasil e a dar os primeiros passos em Espanha.
A mesma responsável espera que a integração das actividades do Interbanco com as do Santander Consumer esteja concluída até ao fim do ano. A SAG aguarda a autorização do Banco de Portugal para encerrar o processo que juntará sob uma mesma marca as duas sucursais do Santander Consumer em Portugal com a unidade do Interbanco.
LordHenry Escreveu:Pois eu considero esta altura uma óptima oportunidade para reforçar.
Claro que quem quer investir no curto prazo, ou espera uma grande quantidade de ordens por dia,ou grandes volumes (q é quase a mesma coisa), é melhor esquecer a SAG. Pessoalmente encaro-a como uma alternativa a um depósito a prazo. Com a liquidez média que apresenta não vale a pena andar a especular por aí alem.
Mas atenção que as perspectivas para este ano apontam para nova distribuição de dividendos intercalares, já para não falar que os resultados possivelmente serão melhores que os do ano passado.
Quase de certeza, até porque as vendas de VW contribuem com uma parcela significativa para as contas da SAG e chegam lá muito rápidamente.
cps
AA
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Pois eu considero esta altura uma óptima oportunidade para reforçar.
Claro que quem quer investir no curto prazo, ou espera uma grande quantidade de ordens por dia,ou grandes volumes (q é quase a mesma coisa), é melhor esquecer a SAG. Pessoalmente encaro-a como uma alternativa a um depósito a prazo. Com a liquidez média que apresenta não vale a pena andar a especular por aí alem.
Mas atenção que as perspectivas para este ano apontam para nova distribuição de dividendos intercalares, já para não falar que os resultados possivelmente serão melhores que os do ano passado.
Claro que quem quer investir no curto prazo, ou espera uma grande quantidade de ordens por dia,ou grandes volumes (q é quase a mesma coisa), é melhor esquecer a SAG. Pessoalmente encaro-a como uma alternativa a um depósito a prazo. Com a liquidez média que apresenta não vale a pena andar a especular por aí alem.
Mas atenção que as perspectivas para este ano apontam para nova distribuição de dividendos intercalares, já para não falar que os resultados possivelmente serão melhores que os do ano passado.
dfg
Confesso que estou desiludido com esta menina, felizmente larguei as que tinha a 2.24.
Desiludido porque foi refugio no bear contudo nao deixou de cair imensamente durante estes anos, eterna promessa de entrar np psi 20 tarda em confirmar a tendencia ascendente que tanto aguardo
Desiludido porque foi refugio no bear contudo nao deixou de cair imensamente durante estes anos, eterna promessa de entrar np psi 20 tarda em confirmar a tendencia ascendente que tanto aguardo
e' preciso viver nao apenas existir
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A SAG já tinha apresentado os resultados em 31 de Julho. Relembro:
Primeiro semestre
Lucros da SAG aumentam 10,9% com crescimento no Brasil
A Soluções Automóvel Globais (SAG) aumentou os resultados líquidos do primeiro semestre em 10,9%, para 7,4 milhões de euros, com a companhia a aumentar as receitas, sobretudo no negócio brasileiro.
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Nuno Carregueiro
nc@mediafin.pt
A Soluções Automóvel Globais (SAG) aumentou os resultados líquidos do primeiro semestre em 10,9%, para 7,4 milhões de euros, com a companhia a aumentar as receitas, sobretudo no negócio brasileiro.
O EBITDA da empresa do sector automóvel totalizou 23 milhões de euros, mais 25,3% do que no primeiro semestre do ano passado. O volume de negócios subiu 7,5% para 365 milhões de euros.
A empresa explica a melhoria dos resultados com o crescimento das receitas, sobretudo no Brasil, onde a sua filial registou uma subida de 65,5% no volume de negócios, para 30,4 milhões de euros.
A SAG [Cot] assinala ainda a redução do endividamento líquido, que diminuiu 17,3% no semestre passando para 336,8 milhões de euros. «Esta substancial diminuição do valor da dívida líquida resultou, em grande medida, do facto de o financiamento da actividade da Multirent ter passado a ser assegurado pelo Santander Consumer, no âmbito da parceria estabelecida em 2005, sendo este valor também influenciado pelas medidas de controle do valor do capital circulante e pelas necessidades de financiamento do crescimento da carteira da Unidas», refere o comunicado da empresa.
Na área da distribuição automóvel, e «apesar da tendência negativa que o mercado automóvel apresentou», a SIVA registou um número de viaturas vendidas que ascendeu a 15 711 unidades, o que traduz um valor próximo do verificado em igual período de 2005. Assim, segundo a SAG, a SIVA reforçou a sua quota de mercado total para 11,03%, contra os 10,4% verificados no primeiro semestre de 2005.
E a empresa está optimista para o segundo semestre, pois as perspectivas apontam para a continuação da boa performance da Volkswagen e para o reforço da quota de mercado da Skoda.
No negócio no Brasil, a SAG diz que a Unidas «à semelhança ao já registado ao longo do ano de 2005», continua a apresentar níveis de crescimento elevados, tendo finalizado o primeiro semestre deste ano com um total de 13.237 contratos, o que representa um aumento de 65% face ao período homólogo do ano anterior.
Primeiro semestre
Lucros da SAG aumentam 10,9% com crescimento no Brasil
A Soluções Automóvel Globais (SAG) aumentou os resultados líquidos do primeiro semestre em 10,9%, para 7,4 milhões de euros, com a companhia a aumentar as receitas, sobretudo no negócio brasileiro.
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Nuno Carregueiro
nc@mediafin.pt
A Soluções Automóvel Globais (SAG) aumentou os resultados líquidos do primeiro semestre em 10,9%, para 7,4 milhões de euros, com a companhia a aumentar as receitas, sobretudo no negócio brasileiro.
O EBITDA da empresa do sector automóvel totalizou 23 milhões de euros, mais 25,3% do que no primeiro semestre do ano passado. O volume de negócios subiu 7,5% para 365 milhões de euros.
A empresa explica a melhoria dos resultados com o crescimento das receitas, sobretudo no Brasil, onde a sua filial registou uma subida de 65,5% no volume de negócios, para 30,4 milhões de euros.
A SAG [Cot] assinala ainda a redução do endividamento líquido, que diminuiu 17,3% no semestre passando para 336,8 milhões de euros. «Esta substancial diminuição do valor da dívida líquida resultou, em grande medida, do facto de o financiamento da actividade da Multirent ter passado a ser assegurado pelo Santander Consumer, no âmbito da parceria estabelecida em 2005, sendo este valor também influenciado pelas medidas de controle do valor do capital circulante e pelas necessidades de financiamento do crescimento da carteira da Unidas», refere o comunicado da empresa.
Na área da distribuição automóvel, e «apesar da tendência negativa que o mercado automóvel apresentou», a SIVA registou um número de viaturas vendidas que ascendeu a 15 711 unidades, o que traduz um valor próximo do verificado em igual período de 2005. Assim, segundo a SAG, a SIVA reforçou a sua quota de mercado total para 11,03%, contra os 10,4% verificados no primeiro semestre de 2005.
E a empresa está optimista para o segundo semestre, pois as perspectivas apontam para a continuação da boa performance da Volkswagen e para o reforço da quota de mercado da Skoda.
No negócio no Brasil, a SAG diz que a Unidas «à semelhança ao já registado ao longo do ano de 2005», continua a apresentar níveis de crescimento elevados, tendo finalizado o primeiro semestre deste ano com um total de 13.237 contratos, o que representa um aumento de 65% face ao período homólogo do ano anterior.
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pelo menos os números apresentados, num mercado em dificuldades e em queda apoiam uma eventual subida.... a VW acaba por ser das poucas que sobe, tanto no perído como homologamente.....
será que este tipo de informações tem relevância e reflexo efectivo na cotação dos próximos dias ? eu espero que sim.
alguém entretanto sabe quando é a apresentação de resultados ? é que o site da SAG é genérico, fala apenas de setembro...
será que este tipo de informações tem relevância e reflexo efectivo na cotação dos próximos dias ? eu espero que sim.
alguém entretanto sabe quando é a apresentação de resultados ? é que o site da SAG é genérico, fala apenas de setembro...
Vendas de automóveis caem 5,2% nos primeiros oito meses do ano
O mercado de veículos ligeiros continua a apresentar uma tendência negativa nos primeiros oito meses deste ano, face ao período homólogo do ano anterior e uma recuperação “enganadora”, em termos homólogos, no mês de Agosto, avança a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP).
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Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt
O mercado de veículos ligeiros continua a apresentar uma tendência negativa nos primeiros oito meses deste ano, face ao período homólogo do ano anterior e uma recuperação "enganadora", em termos homólogos, no mês de Agosto, avança a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP).
Segundo a mesma fonte, verificou-se uma "ligeira" subida, de 4,1% em Agosto face ao mesmo período do ano anterior, tendo sido vendidos 15.565 veículos. Este crescimento "justifica-se pelo facto do mês homólogo de 2005 ter sido um mês muito fraco em termos de vendas, devido à antecipação da compra verificada em Junho de 2005, devido ao aumento da taxa do IVA para 21%"
Assim, quando comparado com os meses de Agosto de 2004 e 2003, "verificamos que os resultados de Agosto de 2006 ficam aquém do número de unidades vendidas nesses dois anos", sublinha a associação.
Em termos acumulados, foram vendidos, até Agosto de 2006, 181.179 veículos, o que corresponde a uma queda de 5,2%.
Vendas da líder Renault caem 9,6% até Agosto
A Renault manteve a liderança nos primeiros oito meses mas viu as suas vendas caírem 9,6% para os 25.289 veículos face a igual período do ano anterior, bem como a quota de mercado que passou de 14,6% para 13,96%.
No mesmo período, também a Opel, a Peugeot e a Citroen diminuíram as vendas enquanto a Volkswagen aumentou as suas em 3,3% para as 12.923 unidades.
Entre os 23 primeiros, a Susuzi foi a que registou o maior aumento de 97% para 1.436 veículos enquanto a Kia protagonizou a maior queda de 26% para as 966 unidades.
De sublinhar ainda o aumento de8,7% da Toyota que ocupa o sétimo lugar com uma quota de mercado de 6,1% e as quedas da Opel e da Citroen que diminuíram as vendas 13,9% e 13,6%, respectivamente.
Tendo em conta só o mês de Agosto de sublinhar o aumento homólogo de 19,8% da Volksagen e a queda de 18,9% da BMW.
O mercado de veículos ligeiros continua a apresentar uma tendência negativa nos primeiros oito meses deste ano, face ao período homólogo do ano anterior e uma recuperação “enganadora”, em termos homólogos, no mês de Agosto, avança a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP).
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Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt
O mercado de veículos ligeiros continua a apresentar uma tendência negativa nos primeiros oito meses deste ano, face ao período homólogo do ano anterior e uma recuperação "enganadora", em termos homólogos, no mês de Agosto, avança a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP).
Segundo a mesma fonte, verificou-se uma "ligeira" subida, de 4,1% em Agosto face ao mesmo período do ano anterior, tendo sido vendidos 15.565 veículos. Este crescimento "justifica-se pelo facto do mês homólogo de 2005 ter sido um mês muito fraco em termos de vendas, devido à antecipação da compra verificada em Junho de 2005, devido ao aumento da taxa do IVA para 21%"
Assim, quando comparado com os meses de Agosto de 2004 e 2003, "verificamos que os resultados de Agosto de 2006 ficam aquém do número de unidades vendidas nesses dois anos", sublinha a associação.
Em termos acumulados, foram vendidos, até Agosto de 2006, 181.179 veículos, o que corresponde a uma queda de 5,2%.
Vendas da líder Renault caem 9,6% até Agosto
A Renault manteve a liderança nos primeiros oito meses mas viu as suas vendas caírem 9,6% para os 25.289 veículos face a igual período do ano anterior, bem como a quota de mercado que passou de 14,6% para 13,96%.
No mesmo período, também a Opel, a Peugeot e a Citroen diminuíram as vendas enquanto a Volkswagen aumentou as suas em 3,3% para as 12.923 unidades.
Entre os 23 primeiros, a Susuzi foi a que registou o maior aumento de 97% para 1.436 veículos enquanto a Kia protagonizou a maior queda de 26% para as 966 unidades.
De sublinhar ainda o aumento de8,7% da Toyota que ocupa o sétimo lugar com uma quota de mercado de 6,1% e as quedas da Opel e da Citroen que diminuíram as vendas 13,9% e 13,6%, respectivamente.
Tendo em conta só o mês de Agosto de sublinhar o aumento homólogo de 19,8% da Volksagen e a queda de 18,9% da BMW.
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Volkswagen lança 28 modelos novos nos próximos dois anos
O grupo automóvel alemão Volkswagen vai lançar durante os próximos dois anos 28 novos modelos, de forma a satisfazer as necessidades de alguns nichos de mercado, afirmou o administrador financeiro da Volkswagen, Hans Dieter Poetsch, sublinhando a necessidade de o grupo conseguir "uma melhoria dramática dos resultados".
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Miguel Prado
Miguelprado@mediafin.pt
O grupo automóvel alemão Volkswagen vai lançar durante os próximos dois anos 28 novos modelos, de forma a satisfazer as necessidades de alguns nichos de mercado, afirmou numa conferência para analistas o administrador financeiro da Volkswagen, Hans Dieter Poetsch, que salientou a necessidade de o grupo conseguir "uma melhoria dramática dos resultados".
O fabricante alemão espera que o volume de vendas em 2007 cresça a uma taxa inferior à deste ano, mas com o aumento do lucro a exceder o crescimento das vendas e com os custos laborais, de produção e de desenvolvimento de produto a descer.
Na conferência com analistas do mercado financeiro, Hans Poetsch disse ser "imperativo" chegar a um acordo com os sindicatos relativamente aos custos e competitividade laborais. "É óbvio que precisamos de atingir uma melhoria dramática dos resultados", afirmou o administrador financeiro da Volkswagen, citado pela Bloomberg.
Os esforços de redução de custos com a mão-de-obra conduziram a Volkswagen a tentar eliminar até 20 mil postos de trabalho. O trabalho da administração liderada por Bernd Pischetsrieder vai no sentido de conseguir, em quatro anos, mais do que triplicar o lucro antes de impostos da Volkswagen, que foi de 1,1 mil milhões de euros em 2004 e que deverá ser, de acordo com as pretensões da administração, de 5,1 mil milhões de euros em 2008.
Na Alemanha já quase 10 mil trabalhadores do grupo assinaram contratos de reforma antecipada, enquanto 3.500 empregados já aceitaram pacotes de rescisão que a Volkswagen tem estado a "oferecer" desde Junho.
Em Portugal a Volkswagen iniciou na semana passada negociações com os trabalhadores da Autoeuropa, de modo a assegurar custos laborais competitivos, para garantir a produção em Portugal de alguns dos futuros modelos da Volkswagen, como a nova versão do Sharan. A fábrica da Autoeuropa, que está a iniciar as exportações do Eos para os Estados Unidos da América, emprega actualmente cerca de 2.800 trabalhadores.
O grupo automóvel alemão Volkswagen vai lançar durante os próximos dois anos 28 novos modelos, de forma a satisfazer as necessidades de alguns nichos de mercado, afirmou o administrador financeiro da Volkswagen, Hans Dieter Poetsch, sublinhando a necessidade de o grupo conseguir "uma melhoria dramática dos resultados".
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Miguel Prado
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O grupo automóvel alemão Volkswagen vai lançar durante os próximos dois anos 28 novos modelos, de forma a satisfazer as necessidades de alguns nichos de mercado, afirmou numa conferência para analistas o administrador financeiro da Volkswagen, Hans Dieter Poetsch, que salientou a necessidade de o grupo conseguir "uma melhoria dramática dos resultados".
O fabricante alemão espera que o volume de vendas em 2007 cresça a uma taxa inferior à deste ano, mas com o aumento do lucro a exceder o crescimento das vendas e com os custos laborais, de produção e de desenvolvimento de produto a descer.
Na conferência com analistas do mercado financeiro, Hans Poetsch disse ser "imperativo" chegar a um acordo com os sindicatos relativamente aos custos e competitividade laborais. "É óbvio que precisamos de atingir uma melhoria dramática dos resultados", afirmou o administrador financeiro da Volkswagen, citado pela Bloomberg.
Os esforços de redução de custos com a mão-de-obra conduziram a Volkswagen a tentar eliminar até 20 mil postos de trabalho. O trabalho da administração liderada por Bernd Pischetsrieder vai no sentido de conseguir, em quatro anos, mais do que triplicar o lucro antes de impostos da Volkswagen, que foi de 1,1 mil milhões de euros em 2004 e que deverá ser, de acordo com as pretensões da administração, de 5,1 mil milhões de euros em 2008.
Na Alemanha já quase 10 mil trabalhadores do grupo assinaram contratos de reforma antecipada, enquanto 3.500 empregados já aceitaram pacotes de rescisão que a Volkswagen tem estado a "oferecer" desde Junho.
Em Portugal a Volkswagen iniciou na semana passada negociações com os trabalhadores da Autoeuropa, de modo a assegurar custos laborais competitivos, para garantir a produção em Portugal de alguns dos futuros modelos da Volkswagen, como a nova versão do Sharan. A fábrica da Autoeuropa, que está a iniciar as exportações do Eos para os Estados Unidos da América, emprega actualmente cerca de 2.800 trabalhadores.
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