OT - Políticas para Portugal
Re: OT - Políticas para Portugal
Hoje, a esquerda francesa representa o auge do racismo, conduzindo à negação e lutado pela destruição e “morte” do povo francês, em Portugal quando se chegar aos 30% da população de origem estrangeira farão o mesmo .
Hoje primeira página de um grande jornal francês a esquerda joga a cartada racista nas eleições municipais
“Aux municipales, Mélenchon persiste dans sa stratégie « racialiste »
Jean-luc Mélenchon a donné le ton des élections municipales dans une sortie remarquée, début janvier, où il a repris à son compte l’expression controversée de «grand remplacement». «Nous avons besoin d’élections municipales qui soient une démonstration (…) de la capacité de nos listes à incarner la “nouvelle France”, celle du “grand remplacement”, celle de la génération qui remplace l’autre, parce que c’est comme ça depuis la nuit des temps », a-t-il lancé, lors de ses voeux à Villeurbanne (Rhône). Les accents donnés à cette campagne n’empêchent pas les autres partis de gauche d’imaginer, çà et là, des accords avec les Insoumis. « Chacun sera libre de faire au second tour des alliances avec ceux qu’ils veulent dans le périmètre de la gauche et des écologistes », a déclaré Pierre Jouvet, le bras droit d’olivier Faure.
Hoje primeira página de um grande jornal francês a esquerda joga a cartada racista nas eleições municipais
“Aux municipales, Mélenchon persiste dans sa stratégie « racialiste »
Jean-luc Mélenchon a donné le ton des élections municipales dans une sortie remarquée, début janvier, où il a repris à son compte l’expression controversée de «grand remplacement». «Nous avons besoin d’élections municipales qui soient une démonstration (…) de la capacité de nos listes à incarner la “nouvelle France”, celle du “grand remplacement”, celle de la génération qui remplace l’autre, parce que c’est comme ça depuis la nuit des temps », a-t-il lancé, lors de ses voeux à Villeurbanne (Rhône). Les accents donnés à cette campagne n’empêchent pas les autres partis de gauche d’imaginer, çà et là, des accords avec les Insoumis. « Chacun sera libre de faire au second tour des alliances avec ceux qu’ils veulent dans le périmètre de la gauche et des écologistes », a déclaré Pierre Jouvet, le bras droit d’olivier Faure.
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Re: OT - Políticas para Portugal
Neftis Escreveu:Não avisaram os emigrantes? Malvadez!![]()
Quem nem sequer sabe quando são as eleições em Portugal, não tem nada de votar, desde logo porque não está ao corrente do que se passa neste país. Se fosse por mim não votava nenhum emigrante, porque quem está fora não racha lenha. É muito fácil votar com os pés quando não se sofre com as consequências.
Não acredito que alguém seja capaz de escrever, e pior pensar, tamanha barbaridade...
Então quem vai para fora trabalhar, porque aqui não encontra condições, deixou de ser Português?!?
Nem sei o que responder a uma coisa destas...
Re: OT - Políticas para Portugal
macau5m Escreveu:Escusas de argumentar, o Racismo está bem explicito, o crime é diferente consoante a cor do criminoso/assassino e já agora consoante a cor da vitima
Não tenhas duvidas, aquele vídeo que partilhei aqui do desodorizante se fosse o inverso estava o caldo entornado.
Um acto de racismo explicito ao qual fiz denuncia no youtube sem resultado.
O que falta são casos destes. Num jogo de futebol chamar "branco de piiii" não se considera ofensivo. Já o inverso pode dar processo criminal.
No fundo racismo no século XXI está definido como "qualquer ofensa ou inconveniente provocado por um branco a pessoas de outra etnia".
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
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Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:Diferença entre liberais e socialistas:
A AD e a IL querem privatizar totalmente a TAP (liberais).
O PS e o Chega não (socialistas).
PSD e Chega alinhados na venda minoritária da TAP. Ou seja estado com controlo de 50,1%.
O Chega até defendeu o contribuinte no negócio ao forçar que o comprador assuma o passivo.
Só a IL defende a venda completa da TAP.
Direita chumbou os projetos do PCP e Livre que pretendiam revogar recente diploma que aprova a venda de 49,9% da TAP. PS e JPP abstiveram-se. Chega impõe condições, quer ver o comprador a assumir as dívidas e assegurado o hub
O PSD, CDS-PP, Chega e IL chumbaram a intenção de alguns partidos de revogar o decreto-lei que determina a venda da TAP. Em causa estão projetos de resolução associados a um pedido conjunto de apreciação parlamentar do PCP, Livre e BE para cessar a vigência do Decreto-Lei n.º 92/2025, de 14 de agosto, que aprovou a primeira fase do processo de privatização do grupo de aviação público.
O PS e o JPP abstiveram-se, tendo os projetos do Livre e PCP contado apenas com o voto favorável dos próprios e do PAN.
O BE não esteve presente na votação, pelo facto de a deputada única Mariana Mortágua se encontrar na missão da flotilha de ajuda humanitária a Gaza.
O Chega entregou esta sexta-feira, avança o jornal online Eco, uma proposta de alteração ao decreto-lei de reprivatização da TAP, onde propõe que o futuro comprador assuma a responsabilidade por todos os passivos da transportadora, através de um aditamento ao artigo 5º. Passivo onde está incluída a concessão de financiamentos bancários, empréstimos obrigacionistas (o da brasileira Azul, com um montante de quase 180 milhões de euros, é outro deles) outros passivos financeiros, litígios laborais (há alguns em curso e um deles com tripulantes que pode ascender a centenas de milhões de euros) e obrigações legais de qualquer natureza.
O partido de André Ventura impõe também como condição para "começar o diálogo" que a comissão de fiscalização da operação integre representantes dos três maiores partidos, do Tribunal de Contas e dos trabalhadores.
Marta Silva, deputada do Chega, questionou o ministro das Infraestruturas durante o debate de apreciação parlamentar do decreto-lei de privatização sobre quem iria assumir os passivos e garantias. Miguel Pinto Luz respondeu: “Temos a TAP S.A., que vai ser privatizada, e a TAP SGPS, entretanto redenominada, onde estão esses ativos que referiu”. A holding, que agora se chama Siavilo, está em processo de insolvência.
O PS não entregou até ao final da manhã qualquer pedido de alteração ao diploma de privatização. Porém, o deputado Frederico Francisco deixou perguntas sobre as consequências de uma nova fase de privatização que coloque a maioria do capital nas mãos de privados. “O senhor ministro reconhece que neste momento só tem apoio político para privatizar 49,9%. O que pergunto é, se vier a poder privatizar os 100%, como é que garante o interesse estratégico do país na TAP?”
A Ideologia, o hub e "as mentiras"
O debate que antecedeu a votação ficou marcado pela conhecida divisão entre esquerda e direita nesta matéria, com o PSD, pelo deputado Gonçalo Lage, a acusar a esquerda de querer reverter a privatização apenas por uma “questão dogmática e ideológica sem qualquer aderência ao que é hoje o mercado de aviação europeu” e o CDS-PP, por Paulo Núncio, a dizer que a esquerda quer impedir a reprivatização apenas por “cegueira ideológica”.
Filipe Melo, do Chega, pediu ao ministro das Infraestruturas que evite uma “venda à 25.ª hora como em 2015” e reúna com os grupos parlamentares, garantindo que o partido não aceitará se a operação de privatização não mantiver o ‘hub’ de Lisboa, não assegurar que a companhia voa para a diáspora e regiões autónomas e “carregar o verde e vermelho na parte de trás do avião”.
Carlos Guimarães Pinto, da IL, afirmou que as teses que sustentam que a TAP se mantenha pública assentam em mentiras que “nem por serem repetidas mil vezes se tornam verdade” e servem apenas para “justificar a continuação de influência política na TAP” e “manter a nomeação de administradores partidários”.
À esquerda, Frederico Francisco questionou o executivo sobre como é que garantiria o interesse estratégico do Estado na TAP se a companhia vier a ser vendida na totalidade, lembrando que os cadernos de encargos e os acordos parassociais “têm sempre um prazo de validade”.
Paulo Raimundo, do PCP, sublinhou que o travão à privatização da TAP “é a única condição que há para responder a todos os anseios que agora se querem salvaguardar” como a bandeira, o ‘hub’ ou a sede, e afirmando que não deve haver ilusões sobre os objetivos do Governo de querer privatizar a companhia aérea na totalidade.
Pelo Livre, Jorge Pinto perguntou ao Governo sobre que garantias tem de que a privatização da TAP acaba na alienação de 49,9% do capital e não vai até aos 100% e pediu ao executivo detalhes adicionais sobre a visão que tem para o futuro da companhia aérea.
A deputada do PAN Inês de Sousa Real defendeu que deveria ter existido uma consulta pública “mais alargada” antes de se avançar com esta privatização, afirmando que esta foi uma “decisão em cima do joelho que não acautela o interesse público e quer privilegiar os interesses privados à custa do dinheiro dos contribuintes”.
Filipe Sousa, do JPP, considerou que o Estado português falhou ao “colocar em causa o interesse nacional no altar dos grandes negócios privados”, criticando o facto de não ter sido assegurada a continuidade do atual modelo de mobilidade para as regiões autónomas.
O ministro das Infraestruturas encerrou o debate garantindo que esta não será a última vez que o Governo intervirá no parlamento para falar sobre a TAP, frisando que quer um processo transparente e assegurando que a Assembleia da República terá a “palavra absoluta de escrutínio”.
O processo de venda prevê a alienação direta de até 44,9% da TAP, “eventualmente acompanhada de uma ou mais operações de alteração da estrutura de capital, caso estas operações venham a ser determinadas pelo Conselho de Ministros”, segundo o decreto-lei do Governo.
Simultaneamente, fica prevista a venda de até 5% do capital aos trabalhadores da TAP, sendo que, da concretização das operações, o Estado não pode ficar com uma participação inferior a 50,1% do capital.
PSD diz que Governo está a salvaguardar interesses do país na venda da TAP
O primeiro-ministro anunciou, esta quinta-feira, a venda de 49,9% da TAP, sublinhando que se trata do cumprimento daquilo que “está escrito no programa eleitoral e no programa do Governo”.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
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Re: OT - Políticas para Portugal
Portanto 1,7 Milhões votaram contra a democracia?
Isto é extremamente desconcertante.
Isto é extremamente desconcertante.
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Re: OT - Políticas para Portugal
macau5m Escreveu:previsor Escreveu:
Já agora, no início do vídeo vê-se parte da cara, parece ser uma pessoa branca, que usa uma máscara com o símbolo da Nike
E o Ventura é que é racista, agora percebo a tua narrativa a tentar desmontar os meus comentários sobre as manifestações ou a inexistência delas, sobre a morte de brancos pelo ICE.
Escusas de argumentar, o Racismo está bem explicito, o crime é diferente consoante a cor do criminoso/assassino e já agora consoante a cor da vitima
Dizer que alguém num vídeo ou fotografia é branco, negro ou preto não é racismo.
Racismo é tratar alguém de forma injusta ou negativa por causa da sua raça, cor ou origem étnica.
Re: OT - Políticas para Portugal
Diferença entre liberais e socialistas:
A AD e a IL querem privatizar totalmente a TAP (liberais).
O PS e o Chega não (socialistas).
Existem outras, mas esta é a que faz mais diferença, porque impede que a privatização total da TAP seja feita na atual composição do parlamento
A AD e a IL querem privatizar totalmente a TAP (liberais).
O PS e o Chega não (socialistas).
Existem outras, mas esta é a que faz mais diferença, porque impede que a privatização total da TAP seja feita na atual composição do parlamento
Re: OT - Políticas para Portugal
Neftis Escreveu:a contenda que Ventura queria: a direita contra o socialismo.
Mas qual direita? No sentido direita oposta do socialismo?
Em que medida é que o PSD ou Chega não são socialista? Todos defendem estados ultra interventivos praticamente com domínio absoluto em tudo é transferência de capital... são colectivistas e socialmente andam todos contra a liberdade individual e cada vez atacam mais a liberdade de expressão.
Basta recordar o que fez o Montenegro que vai processar um individuo que lhe fez uma critica numa rede social...
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Re: OT - Políticas para Portugal
BearManBull Escreveu:PXYC Escreveu: e Ventura para mim (opinião pessoal) é a cara da corrupção moral escondido por uma máscara de libertador.
Não consigo entender em que medida o Seguro é no que quer que seja melhor.
O PS tem um histórico de corrupção digno de um partido comunista num país de terceiro mundo.
Qualquer opção nesta segunda volta era deplorável principalmente quando existiram candidatos menos horríveis na primeira.
Não te posso dizer em que medida é melhor porque não votei nem num nem noutro, pelas razões que expliquei antes. Apenas estou a fazer a leitura politica do resultado das eleições, o Ventura teve uma grande derrota.
Re: OT - Políticas para Portugal
O socialismo leva sempre a ruína , mas notem não havia escolha havia 2 socialistas .
https://x.com/sirafuera/status/20205954 ... gKbvqozsTQ
https://x.com/sirafuera/status/20205954 ... gKbvqozsTQ
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Re: OT - Políticas para Portugal
BearManBull Escreveu:Neftis Escreveu:À direita já ninguém fala no Ventura como uma ameaça à Democracia"Estive a analisar a campanha e acho que, neste momento, o doutor António José Seguro tem mais perfil para presidente da República que o doutor André Ventura", pois é "bastante equilibrado, com juízo e é isso que o presidente da República deve ter" - Cavaco SilvaPaulo Portas anuncia apoio a Seguro e critica “candidato que só sabe dividir”
Aqui duas referencias daquilo que entendo que consideras direita.
Podes-me indicar algum comentador que assumiu votar ou incentivou o voto em Ventura no Observador ou em qualquer plataforma?
Eu posso dizer que tive as redes sociais inundadas a expressar o amor a Seguro. Tão lindos. Pena que o amor não paga contas ao final do mês.
O único notável pró-Ventura é o Jaime Nogueira Pinto. Nenhum comentador assumiu votar em Ventura, mas vários incentivaram indiretamente o voto nele, ao colocaram esta eleição como a contenda que Ventura queria: a direita contra o socialismo. Queres nomes? Rui Ramos, Miguel Morgado, Vasco Rato, Rodrigo Moita de Deus, João Marques de Almeida, Alberto Gonçalves.
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Re: OT - Políticas para Portugal
Porque não me rendo , nos tempos atuais, parece quase um azar ter nascido branco, apesar de uma vida inteira de trabalho sem ajudas do Estado nem privilégios. Isso é o que mais revolta.
É inegável o papel decisivo do homem branco no desenvolvimento da civilização moderna. Após 1500, a esmagadora maioria dos avanços científicos, tecnológicos, artísticos e culturais que moldaram o mundo teve esse contributo. Sem ele, muitas sociedades não teriam ido além do nível da Roma Antiga.
Respeito todas as civilizações, mas cada povo deve preservar a sua cultura. Quem escolhe viver noutro país deve respeitar os valores de quem lá vive, não impor costumes que representam atraso.
Se “África para os africanos” é aceite, não vejo porque “Europa para os europeus” não o pode ser.
É inegável o papel decisivo do homem branco no desenvolvimento da civilização moderna. Após 1500, a esmagadora maioria dos avanços científicos, tecnológicos, artísticos e culturais que moldaram o mundo teve esse contributo. Sem ele, muitas sociedades não teriam ido além do nível da Roma Antiga.
Respeito todas as civilizações, mas cada povo deve preservar a sua cultura. Quem escolhe viver noutro país deve respeitar os valores de quem lá vive, não impor costumes que representam atraso.
Se “África para os africanos” é aceite, não vejo porque “Europa para os europeus” não o pode ser.
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Re: OT - Políticas para Portugal
Neftis Escreveu:À direita já ninguém fala no Ventura como uma ameaça à Democracia
"Estive a analisar a campanha e acho que, neste momento, o doutor António José Seguro tem mais perfil para presidente da República que o doutor André Ventura", pois é "bastante equilibrado, com juízo e é isso que o presidente da República deve ter" - Cavaco Silva
Paulo Portas anuncia apoio a Seguro e critica “candidato que só sabe dividir”
Aqui duas referencias daquilo que entendo que consideras direita.
Podes-me indicar algum comentador que assumiu votar ou incentivou o voto em Ventura no Observador ou em qualquer plataforma?
Eu posso dizer que tive as redes sociais inundadas a expressar o amor a Seguro. Tão lindos. Pena que o amor não paga contas ao final do mês.
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Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:
Já agora, no início do vídeo vê-se parte da cara, parece ser uma pessoa branca, que usa uma máscara com o símbolo da Nike
E o Ventura é que é racista, agora percebo a tua narrativa a tentar desmontar os meus comentários sobre as manifestações ou a inexistência delas, sobre a morte de brancos pelo ICE.
Escusas de argumentar, o Racismo está bem explicito, o crime é diferente consoante a cor do criminoso/assassino e já agora consoante a cor da vitima
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: OT - Políticas para Portugal
BearManBull Escreveu:Neftis Escreveu:tendo estando um dia inteiro a comentar a manobra venturista do adiamento das eleições, quando sabiam que era constitucionalmente inviável.
O facto de ser inviável foi amplamente noticiado e satirizado.
Não sei que noticias vês, não me lembro de ver uma única menção que não apontasse o Ventura como uma ameaça á democracia e o Seguro como salvador.
Fico feliz que estejas satisfeito com o resultado, não te venhas é queixar das consequências de escolher socialismo, seja em que forma seja.
Discutir algo que não tem cabimento legal só serve para fazer propaganda a quem coloca isso na agenda. O chega nunca se preocupou com a lei para resolver as insuficiências relativamente à rigidez e/ou inadequação nesta e noutras matérias.
À direita já ninguém fala no Ventura como uma ameaça à Democracia, basta ler os comentadores do Observador, por exemplo. Mas eu acho que é uma ameaça à Democracia, porque no mínimo degrada-a. É um péssimo exemplo no discurso, na conduta, e nas políticas. E por acaso Ventura ainda é mais estatista do que o Seguro.
O que é que esta gente anda a fazer com o Chega? Já se percebeu que o Chega é a "lebre" para substituir o PSD, ou obrigá-lo a mudar mais para a direita, e isso também passa por uma mudança de regime. Mas querem mudar o regime para fazer o quê? Assumam-no de uma vez por todas. É só sonsos a levar este jagunço ao colo, mas curiosamente ninguém se chegou à frente para o apoiar publicamente. A ideia que me dá é quererem reabilitar a memória do Estado Novo, daí que o fulano às segundas, quartas e sextas-feiras pede "três Salazares", mas às terças e quintas-feiras cola-se ao PS a aumentar a despesa pública, porque precisa dos votos da populaça de esquerda. Querem reformas para quê? Para voltar ao antigamente, ou para modernizar o país? O que é que os portugueses ganham concretamente com as "reformas"? Ou é só para causar sofrimento à população e reabilitar Passos Coelho e os passistas?
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Re: OT - Políticas para Portugal
Com as importações a crescerem a um ritmo superior ao das exportações, o défice da balança comercial em 2025 agravou-se em 3.752 milhões de euros, para 32.100 milhões de euros.
Deixando as telenovelas e os protagonistas habituais, números que podem fazer moça.
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Re: OT - Políticas para Portugal
Neftis Escreveu:tendo estando um dia inteiro a comentar a manobra venturista do adiamento das eleições, quando sabiam que era constitucionalmente inviável.
O facto de ser inviável foi amplamente noticiado e satirizado.
Não sei que noticias vês, não me lembro de ver uma única menção que não apontasse o Ventura como uma ameaça á democracia e o Seguro como salvador.
Fico feliz que estejas satisfeito com o resultado, não te venhas é queixar das consequências de escolher socialismo, seja em que forma seja.
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Re: OT - Políticas para Portugal
PXYC Escreveu: e Ventura para mim (opinião pessoal) é a cara da corrupção moral escondido por uma máscara de libertador.
Não consigo entender em que medida o Seguro é no que quer que seja melhor.
O PS tem um histórico de corrupção digno de um partido comunista num país de terceiro mundo.
Qualquer opção nesta segunda volta era deplorável principalmente quando existiram candidatos menos horríveis na primeira.
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Re: OT - Políticas para Portugal
Neftis Escreveu:O "ostracizado" teve toda a comunicação social a tomar o seu ponto de vista (..)
António José Seguro consegue ser eleito com o maior número de votos de sempre. Tal deve-se ao aumento do universo eleitoral e à rejeição de Ventura. (..)
qualquer comentário deveria mencionar estes factos que o @neftis escreveu.
pessoalmente não me agradava nenhum candidato, tudo é demasiado "status quo", e Ventura para mim (opinião pessoal) é a cara da corrupção moral escondido por uma máscara de libertador.
Re: OT - Políticas para Portugal
O "ostracizado" teve toda a comunicação social a tomar o seu ponto de vista, seguindo a narrativa de que estava em causa a "liderança" da direita, de que houve "dois" vencedores nestas eleições, tendo estando um dia inteiro a comentar a manobra venturista do adiamento das eleições, quando sabiam que era constitucionalmente inviável. Acresce uma cobertura sensacionalista dos estragos das intempéries, que favoreceu um partido unipessoal que se alimenta do ressentimento e do que corre mal. A propósito, o que se passou em Espanha e em Marrocos foi muito pior, mas não deve ter sido por ter chovido lá menos do que em Portugal.
Parabéns ao Presidente-eleito António José Seguro, que consegue ser eleito com o maior número de votos de sempre. Tal deve-se ao aumento do universo eleitoral e à rejeição de Ventura. Aliás, este último foi à segunda volta porque foi passando por entre os pingos da chuva na primeira, uma vez que todos os outros candidatos o queriam na segunda volta, por saberem que quem o defrontasse venceria a eleição por exclusão de partes. Seguro teve o mérito de na primeira volta ter conseguido mais votos do que o PS nas últimas Legislativas, por isso já nessa altura valia mais do que o partido que o apoiou. Os candidatos da direita anularam-se uns aos outros, devido ao ajuste de contas na área do PSD.
Quanto ao candidato derrotado, mais parece um comunista que se declara vencedor em todas derrotas. Pode continuar a crescer o que quiser, mas a rejeição à sua pessoa e ao seu "partido" é garantia de vitória a quem quer que se lhe oponha. Eu tiraria daí ilações, desde logo ter vergonha na cara. A propósito, porque é que demorou tanto tempo a aparecer a reconhecer a derrota, esteve à espera que acabasse a bola? Eu sei que não estava fácil para o seu clube num campo difícil, mas os assuntos de Estado estão primeiro, ou deviam estar. Não serve para isto, volte para a CMTV.
Parabéns ao Presidente-eleito António José Seguro, que consegue ser eleito com o maior número de votos de sempre. Tal deve-se ao aumento do universo eleitoral e à rejeição de Ventura. Aliás, este último foi à segunda volta porque foi passando por entre os pingos da chuva na primeira, uma vez que todos os outros candidatos o queriam na segunda volta, por saberem que quem o defrontasse venceria a eleição por exclusão de partes. Seguro teve o mérito de na primeira volta ter conseguido mais votos do que o PS nas últimas Legislativas, por isso já nessa altura valia mais do que o partido que o apoiou. Os candidatos da direita anularam-se uns aos outros, devido ao ajuste de contas na área do PSD.
Quanto ao candidato derrotado, mais parece um comunista que se declara vencedor em todas derrotas. Pode continuar a crescer o que quiser, mas a rejeição à sua pessoa e ao seu "partido" é garantia de vitória a quem quer que se lhe oponha. Eu tiraria daí ilações, desde logo ter vergonha na cara. A propósito, porque é que demorou tanto tempo a aparecer a reconhecer a derrota, esteve à espera que acabasse a bola? Eu sei que não estava fácil para o seu clube num campo difícil, mas os assuntos de Estado estão primeiro, ou deviam estar. Não serve para isto, volte para a CMTV.
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Re: OT - Políticas para Portugal
Não dou nenhuma importância ao resultados porque :
« J’ai changé de fonction, pas de conviction ». A primeira página de um jornal europeu hoje confirma tudo o que defendo.
Há 20 anos,terror político era muito maior do que os 10 Venturas de hoje. Hoje, este primeiro-ministro é elogiado muito moderado e dá esta entrevista nas quais afirma que “mudou de funções, mas não de convicções.”
Na Europa, acredito que figuras como Salazar, Hitler ou Mussolini, se vivessem hoje, iriam adaptar-se ao sistema, viver dentro dele. Não sei se seriam de esquerda ou de direita, porque o caminho é estreito e tudo está sob controlo. O verdadeiro poder hoje não reside apenas na política, mas nos tribunais, nos bancos centrais e nas instituições europeias , o caminho é quase único.
Já Mao, na China, estaria confortável; poderia regressar e reassumir o seu papel de ditador. Estaline, na Rússia, encontraria facilmente o seu lugar de ditador, tal como Maduro mantém-se no poder na Venezuela.
Na Europa, com populistas ou socialistas, muda-se apenas o discurso, mas a essência do poder permanece.
« J’ai changé de fonction, pas de conviction ». A primeira página de um jornal europeu hoje confirma tudo o que defendo.
Há 20 anos,terror político era muito maior do que os 10 Venturas de hoje. Hoje, este primeiro-ministro é elogiado muito moderado e dá esta entrevista nas quais afirma que “mudou de funções, mas não de convicções.”
Na Europa, acredito que figuras como Salazar, Hitler ou Mussolini, se vivessem hoje, iriam adaptar-se ao sistema, viver dentro dele. Não sei se seriam de esquerda ou de direita, porque o caminho é estreito e tudo está sob controlo. O verdadeiro poder hoje não reside apenas na política, mas nos tribunais, nos bancos centrais e nas instituições europeias , o caminho é quase único.
Já Mao, na China, estaria confortável; poderia regressar e reassumir o seu papel de ditador. Estaline, na Rússia, encontraria facilmente o seu lugar de ditador, tal como Maduro mantém-se no poder na Venezuela.
Na Europa, com populistas ou socialistas, muda-se apenas o discurso, mas a essência do poder permanece.
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Re: OT - Políticas para Portugal
Opcard33 Escreveu:MarcoAntonio Escreveu:Opcard33 Escreveu:Não percebo ou percebo , na emigração em todas Américas , Europa … Seguro perde em todas …para refletir o conheço bem estas áreas e toda esta gente sabe o que aconteceu nos últimos 30 anos e vivem em pânico .
Tenho cruzado com quem tem ido para Portugal na reforma , voltar para a fugir com o que viram em Portugal e não estão a falar de analfabetos.
No estrangeiro votaram menos de 5% dos eleitores.
Eu neste momento estou fora de Portugal almocei com emigrantes , diziam que nem os avisarem por medo imaginem se todos votassem ?
Eu se votasse seria branco,como fizerem centenas de milhares de portugueses
Não avisaram os emigrantes? Malvadez!
Quem nem sequer sabe quando são as eleições em Portugal, não tem nada de votar, desde logo porque não está ao corrente do que se passa neste país. Se fosse por mim não votava nenhum emigrante, porque quem está fora não racha lenha. É muito fácil votar com os pés quando não se sofre com as consequências.
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Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:E acho que fizeram muito bem. Mas o eleitorado dividiu-se. Isso é óbvio. Basta usar a lógica, e houve sondagens que o indicaram
Eu fico burro com estas frases...
Ganhou a Liberdade!!!
Lá está o discurso "ganhou a liberdade" que foi a retórica da eleição. Mais de 1,7M de votantes contra "liberdade" proposta pelo socialismo progressista. Mais do que isso foram votar com a sugestão que estariam a votar pelo fim da democracia.
É uma paródia ora é uma vitória da liberdade ora é um voto normal porque se dividiu o eleitorado.
Noutra nota um socialista pode saber muito de colectivismo mas jamais vai valorizar a liberdade individual, seria um paradoxo.
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Re: OT - Políticas para Portugal
BearManBull Escreveu:previsor Escreveu:há pessoas que votam AD e IL que veem isto como um jogo entre esquerda e direita e votaram nele. É normal.
Até o Cavaco apoio o Seguro...
Niguém na IL nem AD apoiaram publicamente a candidatura de Ventura mas antes pelo contrário muitos apoiaram a de Seguro.
E acho que fizeram muito bem. Mas o eleitorado dividiu-se. Isso é óbvio. Basta usar a lógica, e houve sondagens que o indicaram.
Pensando mais à frente, acho que o Seguro vai ficar 10 anos na presidência , como os anteriores, e o próximo a seguir a ele pode também ser do PS. Depois de termos tido um presidente militar, dois do PS e dois do PSD, é possível que o ciclo se repita.
O Montenegro também pode aguentar-se muito tempo como primeiro ministro. Pensei logo isso quando ele ganhou a primeira vez por uma margem curta, numa altura em que pouca gente acreditava, e continuo a pensar o mesmo. Caso não haja nenhum processo judicial que o faça demitir-se, acho que ele pode tentar bater o recorde do Cavaco Silva e tornar-se o primeiro ministro com mais tempo em funções.
Ele ao contrário do Costa acho que não quer nenhum cargo europeu nem ser presidente da república.
O Chega continua sem vitórias a nível nacional e é pouco provável que alguma vez tenha alguma. Aos poucos, as pessoas vão provavelmente perceber isso, mas enquanto não descer nas legislativas ainda ha muitas a acreditar. Mas mesmo que ganhasse as legislativas provavelmente não governaria. Depois do Ventura ficar a uma distância considerável para o seguro é ainda mais fácil para o psd rejeitar fazer uma aliança com o chega no futuro. Os portugueses mostraram que não querem extremistas.
Um bom resumo da vitória do Seguro:
Ganhou a Liberdade!!! Ganhámos todos nós!!! Viva a Democracia!!! Viva o Candidato Vieira!!! Viva Portugal!!!
Se eu fosse dono de uma televisão, contratava o candidato Vieira para comentador político


