Todo o cuidado é pouco
As mãos fortes tem puxado o mercado USA bem para cima ... hoje foi ver várias vezes posiçoes de mais de 1.000 contratos no SP.
Muita muita força mas pouca convicção...será que é para continuar ???
Em 10 notícias, 9 são bem ursas ... mas o mercado resiste com uma "racionalidade" muito própria ...
até quando ?
Parece à espera que furem o balão...
Muita muita força mas pouca convicção...será que é para continuar ???
Em 10 notícias, 9 são bem ursas ... mas o mercado resiste com uma "racionalidade" muito própria ...
até quando ?
Parece à espera que furem o balão...
Quem não gosta de petiscar... nada de teimosias e muita humildade são temperos essencias
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O S&P está a fazer máximos com divergência no volume e MACD no semanal. Veremos o que nos trás a próxima semana, mas anda muita gente a falar no corte de 0.5% para justificar as subidas que têm acontecido nos States, muito pela falta de volume e pelo grupo que controla as subidas na falta de liquidez... Ou seja, é preciso cuidado pois na minha opinião descer 0.5% é quase impossível e além disso seria estúpido. Por isso cuidado na próxima semana e não joguem na antecipação pois pode doer e no estado que a nossa bolsa está é melhor mesmo estar quieto.
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Consenso: 325.000
Intervalo: 320.000-340.000
Link:
http://www.nasdaq.com/econoday/index.html
Um abraço,
MozHawk
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Um abraço,
MozHawk
Pedidos de subsidio de desemprego
O relatório sai às 13:30 e se sair desiquilibrado (divergência face aos valores estimdados), pode ter muito impacto no mercado, como tiveram o relatório de novos empregos de agosto.
A questão é:tive a ver os sites e não sei qual é a estimativa para hoje.Alguém pode dizer o valor esperado?Já vi por tudo o que é sites e nada...
A questão é:tive a ver os sites e não sei qual é a estimativa para hoje.Alguém pode dizer o valor esperado?Já vi por tudo o que é sites e nada...
É da vida...
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Ola! Desculpem a pergunta básica, mas precisava de ter a certeza. O motivo pelo qual nos debruçamos tão atentamente sobre este índice deve-se ao facto de dependermos dos usa para saber se continuamos em bull ou não, apesar de negociarmos na bolsa portuguesa, correcto? Ou seja a análise desse índice não é a negociação directa nele, mas o q ele pode fazer ao nosso índice e conseqüentemente às nossas acções. Desta forma faz algum sentido analisar o psi20? Obrigado. Jp
O índice foi lá cima ver o que havia no horizonte e deixou-se cair para reunir as tropas e montar a estratégia. Eu acho que hoje seria bom uma correcção ligeira à subida de ontem.E depois uma ligeira lateralização no sentido de consolidar nesta zona.
Vamos aguardar. Ainda faltam 3 horas.
Abraço
Vamos aguardar. Ainda faltam 3 horas.
Abraço
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Sim há um canal ascendente desde Agosto. Veremos o que quebra primeiro, se é esse canal ascendente para baixo ou o descendente para cima. Para já está a reagir mal ao topo do canal descendente e ou muito me engano ou hoje isto não vai ser tão bonito como ontem... Cuidado com as subidas relâmpago como ontem...
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Os states a esta hora estão cheios de força, especialmente o tecnológico... até parece que voltámos a 2000 quando era o nasdaq a comandar as tropas. Cuidado que o S&P, assim como o nasdaq estão a bater nas suas LTD´s e poderão depois da Europa fechar começar a despejar... Não era a primeira vez que isso acontecia e eles são peritos nisso, puxar os índices para distribuirem. Fica esta hipótese de canal. Um fecho acima invalida.
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vitor79 Escreveu:Boas, hoje saiam uns números relactivos ao imcumprimento dos emprestimos nos States em Julho às nossas 20:00H.
Alguem sabe como foram esses resultados?
Obrigado.
Não são números de incumprimento mas sim relativos ao crédito ao consumo, ou seja, quanto foi concedido. Se pagam ou não depois já é outra história.
São relativos a Julho e aumentaram de $11.9 B para $13.2 B
Na minha opinião estes numeros pouco valem porque pode haver muito consumo com pouco recurso ao crédito e vice-versa.
Human vs Algorithm
Bem o fecho não chegou abaixo dos 1432, o que podia ser mau,certo Midas?, acho que esta onda é passageira(a meu ver), as empresas tem bons fundamentais para continuar a subir/crescer, e não podemos comprar os mesmos fundamentos que existiu a 20 anos atrás, por vezes fazem comparações um pouco impróprias, todos nós gostamos de ouvir sempre a palavra BULL, e logo entramos todos de cabeça, sem olhar a meios,mas se falam em BEAR ui... ui..., toca fugir, por vezes nem AT fala por si, as notícias sim, essas fazem mexer o mercado para o bem e para o mal, neste momento não há confiança entre entidades finançeiras, espero que o tempo de bonaça venha depressa, porque também já estou farto de ver e ouvir os Ursos, o que eu gosto mesmo é de touradas, festa riga.
Esperar na bolsa é uma grande Virtude.
Parece que o anterior movimento de alta foi apenas um Dead Cat Bounce... e agora poderemos ir a todo o gás quebrar os mínimos do anterior movimento e não é preciso muito para isso acontecer. Curioso que isto anda a acontecer, quedas grandes e índices negativos no ano quando os states ainda estão positivos... e com espaço para cairem mais provocando mais pânico. Como disse isto está bom é para estar líquido ou com posições shorts abertas em acções frágeis do ponto de vista técnico como o BCP, ALU, BMW, DBK, etc... Veremos o fecho dos States e com o aniversário do 11 de Setembro amanhã... não sei não.
No gráfico vemos que a MM50 dias e MM200 foram quebradas. Hoje ainda tentou a MM200 mas sem sucesso. O MACD está a inverter e o Stochastic que costuma sinalizar inversões está com sinal de venda.
Como referência temos os 1432 cuja quebra em fecho é um forte sinal de venda.
No gráfico vemos que a MM50 dias e MM200 foram quebradas. Hoje ainda tentou a MM200 mas sem sucesso. O MACD está a inverter e o Stochastic que costuma sinalizar inversões está com sinal de venda.
Como referência temos os 1432 cuja quebra em fecho é um forte sinal de venda.
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Como podes ver no gráfico, o S&P tem um suporte ascendente de médio prazo nos 1340 semanais. Um fecho semanal abaixo deste valor com volume colocava a tendência de médio prazo em risco.
Uma coisa que estou a achar preocupante ou pelo menos estranho é o facto de haver tanto pedido e tanto pânico nas bolsas dos States quando os índices deles ainda estão bem positivos no ano... O Nasdaq por exemplo ganha 6%. Veremos o que vai dar esta semana, mas para já estou quase 100% liquido, apenas com 2 posições curtas em carteira e logo se vê com o desenrolar dos acontecimentos esta semana o que farei. Muita volatilidade se vive e num dia podemos estar a ganhar 2% no índice e no dia a seguir a perdê-los. A melhor maneira de se estar no mercado é estar fora de momento já que isto poderá ir para cima, mas se abrem as portas da barragem... pode ficar bem feio, por isso todo o cuidado é pouco.
Uma coisa que estou a achar preocupante ou pelo menos estranho é o facto de haver tanto pedido e tanto pânico nas bolsas dos States quando os índices deles ainda estão bem positivos no ano... O Nasdaq por exemplo ganha 6%. Veremos o que vai dar esta semana, mas para já estou quase 100% liquido, apenas com 2 posições curtas em carteira e logo se vê com o desenrolar dos acontecimentos esta semana o que farei. Muita volatilidade se vive e num dia podemos estar a ganhar 2% no índice e no dia a seguir a perdê-los. A melhor maneira de se estar no mercado é estar fora de momento já que isto poderá ir para cima, mas se abrem as portas da barragem... pode ficar bem feio, por isso todo o cuidado é pouco.
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BD
A cena vai agravar-se a sério se o DJI cair abaixo dos 12.700. Por enquanto andam a dar avisos e os génios dos bancos centrais fed e bce são obrigados a seguir o mercado. Regressando ao passado e continuo a pensar que não é capitalismo selvagem, nos US, Japan o capitalismo continua a funcionar normalmente, o 2º bloco entrou em recessão desde 1996 e durante 10 anos. Os US começaram a baixar a taxa porque os nipónicos chegaram a taxa 0 % e - 0.25 % enquanto os euros andavam à nora com o EURO. As taxas chegaram ao mínimo dos últimos 40 anos o que fez disparar o consumo e alimentou o crescimento. Os preços subiram a sério. Mas não há festa que dure para sempre e as contas apareceram, sempre houve crédito de risco, mas agora a construção que entretanto cresceu sem travão, chegou à conclusão que há um excesso de oferta e com os preços a subir e os bancos centrais a subirem a taxa de juro criaram o impasse actual. Nos US detectou-se mais depressa mas também temos cá um problema parecido. Tudo se resume mais ou menos a isto se todos viverem em casa própria quem é que vai comprar casas novas ainda por cima com a taxa demográfica a cair ???? Isto é capitalismo selvagem ??? Ok sou liberal e não tenho dúvidas, os socialismos só produzem miséria e pobreza. O problema para o futuro é mais complexo porque os US metem a tv, o carro, o yacht, o jogo, tudo na hipoteca da casa e o consumo vai cair mas o sub prime é inferior a 5 %. Cumprimentos e na defesa do capitalismo acrescento que nunca antes tantos tiveram acesso a tantos bens como agora e se querem voltar à serra sem água, gás, electricidade, telefone, saneamento etc façam favor.
A cena vai agravar-se a sério se o DJI cair abaixo dos 12.700. Por enquanto andam a dar avisos e os génios dos bancos centrais fed e bce são obrigados a seguir o mercado. Regressando ao passado e continuo a pensar que não é capitalismo selvagem, nos US, Japan o capitalismo continua a funcionar normalmente, o 2º bloco entrou em recessão desde 1996 e durante 10 anos. Os US começaram a baixar a taxa porque os nipónicos chegaram a taxa 0 % e - 0.25 % enquanto os euros andavam à nora com o EURO. As taxas chegaram ao mínimo dos últimos 40 anos o que fez disparar o consumo e alimentou o crescimento. Os preços subiram a sério. Mas não há festa que dure para sempre e as contas apareceram, sempre houve crédito de risco, mas agora a construção que entretanto cresceu sem travão, chegou à conclusão que há um excesso de oferta e com os preços a subir e os bancos centrais a subirem a taxa de juro criaram o impasse actual. Nos US detectou-se mais depressa mas também temos cá um problema parecido. Tudo se resume mais ou menos a isto se todos viverem em casa própria quem é que vai comprar casas novas ainda por cima com a taxa demográfica a cair ???? Isto é capitalismo selvagem ??? Ok sou liberal e não tenho dúvidas, os socialismos só produzem miséria e pobreza. O problema para o futuro é mais complexo porque os US metem a tv, o carro, o yacht, o jogo, tudo na hipoteca da casa e o consumo vai cair mas o sub prime é inferior a 5 %. Cumprimentos e na defesa do capitalismo acrescento que nunca antes tantos tiveram acesso a tantos bens como agora e se querem voltar à serra sem água, gás, electricidade, telefone, saneamento etc façam favor.
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Midas, será hipoteticamente possível uma formação no S&P, ainda em curso de um duplo topo, com o topo nos 1490 e a base nos 1370 (curiosamente o ultimo spike) ?. Atiraria o indice para +/- os 1250, ou seja, a zona mínima alcançado em meados de 2006 ?
ver grafico semanal: http://stockcharts.com/h-sc/ui?s=$SPX&p ... 4185668282
Obrigado pelos comentários e criicas que vierem a seguir ?
ver grafico semanal: http://stockcharts.com/h-sc/ui?s=$SPX&p ... 4185668282
Obrigado pelos comentários e criicas que vierem a seguir ?
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Vou colocar uns gráficos onde se pode ver no caso do DJ que andava a negociar num canal descendente, quebrou, mas foi uma falsa quebra, negociando novamente dentro deste canal, o que poderá acelerar as quedas. No S&P há uma resistência muito forte, na zona dos 1490 onde foi de novo embater e está a reagir mal. O Stochastic deu sinal de venda e o MACD está quase a cruzar em baixa, dando igualmente sinal de venda. Agora para a próxima semana ou o FED vem cortar de surpresa as taxas, e já nem são 0.25% que poderão evitar uma queda maior, mas sim 0.5%. Ora o FED está ali não para usar as taxas para controlar as bolsas, mas sim a economia e segundo eles é necessário esperar mais algum tempo para verificar como está a ir o crescimento e inflação. Segundo os dados deles, o crescimento não está a ser tão afectado, por isso dúvido muito do corte de 0.5% das taxas. Se algumas empresas andaram a fazer excessos têm de pagar por isso e necessariamente haver falências, por isso excessos são pagos na bolsa invariavelmente e os erros são cometidos ao longo do tempo sempre da mesma maneira, pois o ser humano, com o seu ego, displicência e ganância não aprende.
Já disse o grande Jesse Livermore "Speculation is as old as the hills. Whatever happens in the stock market today has happened before and will happen again."
Por isso cautela nos próximos dias, pois se a China vier dizer alguma coisa para os mercados e o índice deles puxadinho como está é o que falta para haver sell-offs generalizados. Não estou a dizer que é isso que irá acontecer, mas apenas a alertar para o facto dos stops terem de ser cumpridos já que nos mercados tudo é possível, até um crash em breve.
Curioso é o facto de haver tanto pânico e pedido para o FED baixar as taxas e o salve-se quem puder quando os índices americanos estão ainda em terreno positivo no ano... Deixo os gráfico e aponto como a zona dos 1440 no S&P como uma zona determinante em que a quebra com volume poderá ser um sinal de que vem ai trovoada forte.
A única coisa que tenho agora são uns puts, mas que irei rever para a semana se fecharei ou não já que o FED pode vir aí cortar de surpresa os juros e haver um short-cover como o que houve há umas semanas atrás numa sexta-feira, curiosamente no fecho de umas opções... curiosamente...
Já disse o grande Jesse Livermore "Speculation is as old as the hills. Whatever happens in the stock market today has happened before and will happen again."
Por isso cautela nos próximos dias, pois se a China vier dizer alguma coisa para os mercados e o índice deles puxadinho como está é o que falta para haver sell-offs generalizados. Não estou a dizer que é isso que irá acontecer, mas apenas a alertar para o facto dos stops terem de ser cumpridos já que nos mercados tudo é possível, até um crash em breve.
Curioso é o facto de haver tanto pânico e pedido para o FED baixar as taxas e o salve-se quem puder quando os índices americanos estão ainda em terreno positivo no ano... Deixo os gráfico e aponto como a zona dos 1440 no S&P como uma zona determinante em que a quebra com volume poderá ser um sinal de que vem ai trovoada forte.
A única coisa que tenho agora são uns puts, mas que irei rever para a semana se fecharei ou não já que o FED pode vir aí cortar de surpresa os juros e haver um short-cover como o que houve há umas semanas atrás numa sexta-feira, curiosamente no fecho de umas opções... curiosamente...
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Eis o capitalismo selvagem no seu pior: dinheiro emprestado 'a vulso' a quem não tem como pagar, com esses empréstimos a serem passados a terceiros (bancos por todo mundo) - que nem sabiam bem o que estavam a tomar !!
"Execução de hipotecas nos Estados Unidos atinge máximo histórico
06/09/2007
O número de norte-americanos que está em risco de perder a sua habitação devido à falta no pagamento do crédito atingiu um máximo de sempre no segundo trimestre do ano.
Os bancos iniciaram o processo de executar as hipotecas das casas em 0,65% do total dos empréstimos concedidos nos Estados Unidos, o que compara com os 0,58% dos três meses anteriores, anunciou a associação norte-americana do sector.
É no segmento "subprime" - o de risco mais elevado que e deu origem à actual crise no mercado de crédito - onde o incumprimento está a ser maior. Neste segmento quase 15% dos empréstimos não estão a ser pagos. Ou seja, por cada sete empréstimos que concedem, os bancos não estão a receber as prestações de um deles.
Esta forte subida na execução das hipotecas deve-se à descida dos preços das casas um pouco por todo o lado nos Estados Unidos e está a gerar um forte crise no segmento do crédito à habitação nos EUA. Já mais de 100 companhias foram á falência ou colocaram-se à venda.
"Assistimos a uma história de concessão de crédito irracional, pedidos de empréstimos irracional, construção de casas irracional, e agora estamos a assistir a uma resposta irracional a estes números, comentou um economista americano à Bloomberg."
Os dados do 2º trimestre foram o que sabemos, estou para ver quando começarem a sair os números do 3º trimestre...
"Execução de hipotecas nos Estados Unidos atinge máximo histórico
06/09/2007
O número de norte-americanos que está em risco de perder a sua habitação devido à falta no pagamento do crédito atingiu um máximo de sempre no segundo trimestre do ano.
Os bancos iniciaram o processo de executar as hipotecas das casas em 0,65% do total dos empréstimos concedidos nos Estados Unidos, o que compara com os 0,58% dos três meses anteriores, anunciou a associação norte-americana do sector.
É no segmento "subprime" - o de risco mais elevado que e deu origem à actual crise no mercado de crédito - onde o incumprimento está a ser maior. Neste segmento quase 15% dos empréstimos não estão a ser pagos. Ou seja, por cada sete empréstimos que concedem, os bancos não estão a receber as prestações de um deles.
Esta forte subida na execução das hipotecas deve-se à descida dos preços das casas um pouco por todo o lado nos Estados Unidos e está a gerar um forte crise no segmento do crédito à habitação nos EUA. Já mais de 100 companhias foram á falência ou colocaram-se à venda.
"Assistimos a uma história de concessão de crédito irracional, pedidos de empréstimos irracional, construção de casas irracional, e agora estamos a assistir a uma resposta irracional a estes números, comentou um economista americano à Bloomberg."
Os dados do 2º trimestre foram o que sabemos, estou para ver quando começarem a sair os números do 3º trimestre...
James Wheat
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Aurora Escreveu:James Wheat, se quiseres, podes dizer o que vais fazer ao cash disponivél depois dessa vendas, eu já estou líquido há um mês e ainda não tomei nenhuma decisão.
Huuummmm... Wait & see - where is the hurry ?!? At the moment I see no train to catch
Tenho SOI ao preço da 'uva mijona' e representa ainda 35% do cash. Vendi o resto, mas se o mercado fôr para subir essa é - segundo minha convicção - das que vai liderar o pelotão, logo... mais guito para o mealheiro
Eu hoje de manhã saí de papeis que me parecem muito bons e fi-lo limpando as posições no compoto geral a zero - ou seja, nem perdi, nem ganhei.
Dito isto, ter Brisa a €9,39, Sonaecom a €4,01 e PTI a €9,85 parecem-me excelentes apostas e grandes preços - isto SE (e para mim que grande SE é este !) os mercados se portarem normalmente !!
SE as coisas não descambarem, SE a porcaria do subprime ficar contida dentro e fora da América, SE o desemprego nos States não disparar, SE a Europa deixar de 'panicar', SE a China seguir envolvida numa redoma de vidro, SE as revisões dos Pib em baixa deixarem de se fazer, etc. etc. então os papeis que tinha voltarão a ser os que terei - mesmo que entre mais alto.
Agora vem o cenário dantesco: SE OS MERCADOS DESCAMBAREM FEIO, então tenho alguns nomes extra-muro em agenda, nomeadamente mineiras (BHP Billiton, Rio Tinto) e tecnológicas (Nokia, Telefónica) - sempre e só aproveitando um forte 'sell-off', que não um 'crash'. Em caso de crash... é de ficar fora por alguns meses.
Faço vostos que os meus piores temores jamais se concretizem - para o bem de todos !
Over & out.
James Wheat
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COMUNICADO DO JAMES WHEAT AO CALDEIRÃO:
Acabei de vender 65% das posições que detinha em carteira, nomeadamente BRI, SNC e PTI, tendo ficado sómente com SOI. (Nota: Inapa e VAA não contam para este campeonato).
Porquê ? Formigueiro na mão, com tendência para subir pelo braço acima até ao pescoço...
Estive aqui a pensar... Os dados de emprego nos States ameaçam vir por aí abaixo... Na construcção já é o que se sabe e na banca cada dia são mais e mais unidades a fechar ou em downsizing. Se o emprego cai, o consumo das familias americanas cai e aí... vai tudo por água abaixo !
Apliquei-lhe a velha máxima de bolsa: "mais vale perder 5% de uma subida, do ficar entalado em 5% de uma descida" !
Abraço e muito boas decisões a todos !!!
Acabei de vender 65% das posições que detinha em carteira, nomeadamente BRI, SNC e PTI, tendo ficado sómente com SOI. (Nota: Inapa e VAA não contam para este campeonato).
Porquê ? Formigueiro na mão, com tendência para subir pelo braço acima até ao pescoço...
Estive aqui a pensar... Os dados de emprego nos States ameaçam vir por aí abaixo... Na construcção já é o que se sabe e na banca cada dia são mais e mais unidades a fechar ou em downsizing. Se o emprego cai, o consumo das familias americanas cai e aí... vai tudo por água abaixo !
Apliquei-lhe a velha máxima de bolsa: "mais vale perder 5% de uma subida, do ficar entalado em 5% de uma descida" !
Abraço e muito boas decisões a todos !!!
James Wheat
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Ficou a garrafita a meio, mas aqui vai a 'bold' o mais importante de um excelente sumário:
"Fed Report Says Economic Effect of Turmoil `Limited' (Update2)
By Scott Lanman
Sept. 5 (Bloomberg) -- The Federal Reserve found the effects of the August credit-market rout on the broader economy to be ``limited'' beyond the housing industry, according to its regional business survey.
``Outside of real estate, reports that the turmoil in financial markets had affected economic activity during the survey period were limited,'' the Fed said in the survey, which concluded before Aug. 27 and was released today in Washington. ``Economic activity has continued to expand'' nationwide, the Fed said in the Beige Book, named for the color of its cover.
The assessment carries more weight than usual ahead of the Fed's Sept. 18 meeting to set interest rates, because regular monthly economic reports fail to capture the impact of the credit-market sell-off. Chairman Ben S. Bernanke said last week that ``we will pay particularly close attention'' to information from regional business contacts.
While tighter lending standards were having a ``noticeable effect on housing,'' several banks reported that ``credit availability and credit quality remained good for most consumer and business borrowers,'' the Beige Book said.
Two Fed districts reported ``a moderate pace'' of expansion, three districts described an economy expanding at a ``modest rate,'' and four districts reported a slower pace of expansion. The New York Fed cited ``continued expansion.''
``We would have thought there would be more anecdotes of stress in employment and economic conditions outside of housing,'' said William O'Donnell, head of U.S. rates strategy at UBS Securities LLC in Stamford, Connecticut. ``There doesn't seem to be any indication that is the case.''
Financial Markets
Still, O'Donnell said a Fed interest-rate cut on Sept. 18 is ``not a question of if, but how much'' -- a quarter-percentage point or half point -- from the current 5.25 percent target.
U.S. stocks stayed lower, while Treasury notes held their gains after the report. The yield on the benchmark 10-year note was 4.47 percent at 3:28 p.m. in New York, while the Standard & Poor's 500 index was down 1.2 percent, at 1,471.41.
Today's Beige Book was compiled by the Federal Reserve Bank of Cleveland.
The report suggests that the housing recession and global financial-market turbulence stemming from U.S. subprime-mortgage defaults has yet to have broader effects on the world's largest economy. Investors expect the Fed to cut its benchmark rate by at least a quarter percentage point this month.
Bernanke, in his first public remarks in six weeks, pledged on Aug. 31 to stop the credit market rout from wrecking the six- year expansion.
Fed Monitoring
The Fed ``continues to monitor the situation and will act as needed to limit the adverse effects on the broader economy that may arise from the disruptions in financial markets,'' he said at the Kansas City Fed's annual symposium in Jackson Hole, Wyoming.
Officials were forced to cut the interest rate on direct loans to banks on Aug. 17 and shift their policy focus to growth, rather than inflation. The Fed chief suggested in his speech that the central bank is prepared to cut the discount rate further or use additional tools to ease market strains.
The collapse of the housing boom is taking its toll. Residential construction has subtracted from economic growth for six straight quarters, the longest streak since 1982, and lopped 0.6 percentage point off the expansion in the second quarter. Today, executives from U.S. homebuilders met with Fed officials in Washington, said Donna Reichle, a spokeswoman for the National Association of Home Builders. She said the group and industry officials have regular meetings with the Fed throughout the year.
`Stable Prices'
``Most districts reported weak or declining residential sales and declining or stable prices,'' though there were some pockets of strength, the Fed said. At the same time, commercial real estate was ``generally stable to expanding'' with ``somewhat tighter credit conditions,'' the Fed said.
Manufacturing expanded at the slowest pace in five months in August as buyers cut orders of furniture and computers, the Institute for Supply Management's index showed yesterday. The report is one of the first indicators to provide a glimpse of how the mortgage crisis may have affected spending.
In the Beige Book, most districts reported gains in manufacturing, with four reporting ``solid growth'' and two saying activity was ``mixed.''
In a sign the credit crisis has yet to bite some industries, sales of automobiles exceeded forecasts last month. Industry figures released yesterday showed purchases ran at a 16.3 million annual pace last month, the fastest since April.
Retail Sales
According to the Fed, auto sales were ``slow or subdued'' in many areas, with seven districts reporting ``sluggish'' new vehicle sales, the Beige Book said.
Data for past months showed the economy picked up pace in the second quarter and inflation receded. Gross domestic product rose at a 4 percent annual rate from April to June, the Commerce Department said Aug. 30, up from an initial estimate of 3.4 percent.
Retail sales in the survey period were ``generally positive, with increases characterized as modest to moderate,'' the Fed said. In almost all districts, there were ``modest increases in employment.'' The Labor Department releases its report on August job growth and the unemployment rate Sept. 7.
The Fed's preferred inflation gauge, which excludes food and energy costs, rose 1.9 percent in the year to July, the same rate as the previous month. The measure has fallen from 2.5 percent in February.
``Most districts reported little change in overall price pressures,'' today's report also said.
The Beige Book's regional anecdotes are gathered through hundreds of telephone calls, news clippings and personal contact by the staff of the 12 Fed banks, whose districts cover all 50 states. The anecdotes are designed to supplement quantitative forecasts of the Board of Governors staff."
"Fed Report Says Economic Effect of Turmoil `Limited' (Update2)
By Scott Lanman
Sept. 5 (Bloomberg) -- The Federal Reserve found the effects of the August credit-market rout on the broader economy to be ``limited'' beyond the housing industry, according to its regional business survey.
``Outside of real estate, reports that the turmoil in financial markets had affected economic activity during the survey period were limited,'' the Fed said in the survey, which concluded before Aug. 27 and was released today in Washington. ``Economic activity has continued to expand'' nationwide, the Fed said in the Beige Book, named for the color of its cover.
The assessment carries more weight than usual ahead of the Fed's Sept. 18 meeting to set interest rates, because regular monthly economic reports fail to capture the impact of the credit-market sell-off. Chairman Ben S. Bernanke said last week that ``we will pay particularly close attention'' to information from regional business contacts.
While tighter lending standards were having a ``noticeable effect on housing,'' several banks reported that ``credit availability and credit quality remained good for most consumer and business borrowers,'' the Beige Book said.
Two Fed districts reported ``a moderate pace'' of expansion, three districts described an economy expanding at a ``modest rate,'' and four districts reported a slower pace of expansion. The New York Fed cited ``continued expansion.''
``We would have thought there would be more anecdotes of stress in employment and economic conditions outside of housing,'' said William O'Donnell, head of U.S. rates strategy at UBS Securities LLC in Stamford, Connecticut. ``There doesn't seem to be any indication that is the case.''
Financial Markets
Still, O'Donnell said a Fed interest-rate cut on Sept. 18 is ``not a question of if, but how much'' -- a quarter-percentage point or half point -- from the current 5.25 percent target.
U.S. stocks stayed lower, while Treasury notes held their gains after the report. The yield on the benchmark 10-year note was 4.47 percent at 3:28 p.m. in New York, while the Standard & Poor's 500 index was down 1.2 percent, at 1,471.41.
Today's Beige Book was compiled by the Federal Reserve Bank of Cleveland.
The report suggests that the housing recession and global financial-market turbulence stemming from U.S. subprime-mortgage defaults has yet to have broader effects on the world's largest economy. Investors expect the Fed to cut its benchmark rate by at least a quarter percentage point this month.
Bernanke, in his first public remarks in six weeks, pledged on Aug. 31 to stop the credit market rout from wrecking the six- year expansion.
Fed Monitoring
The Fed ``continues to monitor the situation and will act as needed to limit the adverse effects on the broader economy that may arise from the disruptions in financial markets,'' he said at the Kansas City Fed's annual symposium in Jackson Hole, Wyoming.
Officials were forced to cut the interest rate on direct loans to banks on Aug. 17 and shift their policy focus to growth, rather than inflation. The Fed chief suggested in his speech that the central bank is prepared to cut the discount rate further or use additional tools to ease market strains.
The collapse of the housing boom is taking its toll. Residential construction has subtracted from economic growth for six straight quarters, the longest streak since 1982, and lopped 0.6 percentage point off the expansion in the second quarter. Today, executives from U.S. homebuilders met with Fed officials in Washington, said Donna Reichle, a spokeswoman for the National Association of Home Builders. She said the group and industry officials have regular meetings with the Fed throughout the year.
`Stable Prices'
``Most districts reported weak or declining residential sales and declining or stable prices,'' though there were some pockets of strength, the Fed said. At the same time, commercial real estate was ``generally stable to expanding'' with ``somewhat tighter credit conditions,'' the Fed said.
Manufacturing expanded at the slowest pace in five months in August as buyers cut orders of furniture and computers, the Institute for Supply Management's index showed yesterday. The report is one of the first indicators to provide a glimpse of how the mortgage crisis may have affected spending.
In the Beige Book, most districts reported gains in manufacturing, with four reporting ``solid growth'' and two saying activity was ``mixed.''
In a sign the credit crisis has yet to bite some industries, sales of automobiles exceeded forecasts last month. Industry figures released yesterday showed purchases ran at a 16.3 million annual pace last month, the fastest since April.
Retail Sales
According to the Fed, auto sales were ``slow or subdued'' in many areas, with seven districts reporting ``sluggish'' new vehicle sales, the Beige Book said.
Data for past months showed the economy picked up pace in the second quarter and inflation receded. Gross domestic product rose at a 4 percent annual rate from April to June, the Commerce Department said Aug. 30, up from an initial estimate of 3.4 percent.
Retail sales in the survey period were ``generally positive, with increases characterized as modest to moderate,'' the Fed said. In almost all districts, there were ``modest increases in employment.'' The Labor Department releases its report on August job growth and the unemployment rate Sept. 7.
The Fed's preferred inflation gauge, which excludes food and energy costs, rose 1.9 percent in the year to July, the same rate as the previous month. The measure has fallen from 2.5 percent in February.
``Most districts reported little change in overall price pressures,'' today's report also said.
The Beige Book's regional anecdotes are gathered through hundreds of telephone calls, news clippings and personal contact by the staff of the 12 Fed banks, whose districts cover all 50 states. The anecdotes are designed to supplement quantitative forecasts of the Board of Governors staff."
James Wheat
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