"quem se meter com o PS, leva"
Mais um blog processado...
A. Pinto Correia director do jornal "Voz das Beiras" e autor do blog "InPato" foi intimado pela Policia Judiciária de Coimbra.
Mais um tique de autoritarismo dos campeões da democracia, das liberdades e dos direitos fundamentais (quando estão na oposição, claro).
O link para o blog:
http://vbeiras.blogapraai.com/
As noticias polémicas:
http://www.vozdasbeiras.com/index.asp?idEdicao=104&id=4140&idSeccao=877&Action=noticia
http://www.vozdasbeiras.com/index.asp?idEdicao=99&id=3765&idSeccao=832&Action=noticia
http://www.vozdasbeiras.com/index.asp?idEdicao=98&id=3708&idSeccao=822&Action=noticia
Mais um tique de autoritarismo dos campeões da democracia, das liberdades e dos direitos fundamentais (quando estão na oposição, claro).
O link para o blog:
http://vbeiras.blogapraai.com/
As noticias polémicas:
http://www.vozdasbeiras.com/index.asp?idEdicao=104&id=4140&idSeccao=877&Action=noticia
http://www.vozdasbeiras.com/index.asp?idEdicao=99&id=3765&idSeccao=832&Action=noticia
http://www.vozdasbeiras.com/index.asp?idEdicao=98&id=3708&idSeccao=822&Action=noticia
A ex-directora do Centro de Saúde de Vieira do Minho refutou hoje as acusações de «deslealdade e incapacidade» feitas hoje pelo Ministro da Saúde, dizendo que o governante «falta à verdade», noticia a Lusa.
Em declarações à agência Lusa, Maria Celeste Cardoso classificou de «mentira» a versão dada hoje por Correia de Campos, em conferência de imprensa, para a sua exoneração, garantindo que mandou retirar a fotocópia de uma notícia com declarações do ministro logo que soube que estava colocada num «placard» do Centro de Saúde de Vieira do Minho.
«Uma funcionária contactou-me dizendo-me que estava uma pessoa no centro a reclamar no Livro Amarelo pela afixação da fotocópia, e eu, que desconhecia a sua existência, mandei-a retirar de imediato, o que foi feito», afirmou.
A ex-directora do centro de saúde afirma que o médico assume os factos, nomeadamente que colocou a fotocópia quando estava de serviço nocturno, frisando que «não se apercebeu do facto por ter sido num fim-de-semana». «Há relatórios da funcionária e do médico que foram mandados à Sub-região de Saúde e que estão arquivados», acrescenta, desmentindo, assim, ter sido chamada duas vezes à Sub-região por causa do caso.
Assegura, ainda, que toda a gente, médicos e funcionários, sabe, no Centro de Saúde, como as coisas se passaram e o modo como procedeu quando soube da existência do cartaz.
Rejeitadas acusações de incapacidade
Maria Celeste Cardoso rejeita, também, as acusações de «incapacidade» hoje feitas pelo ministro, garantindo que «nunca, em nenhuma reunião», das muitas que teve na Sub-Região de Saúde e na ARS/Norte, lhe foi feito «qualquer reparo ou sugestão, em termos negativos, sobre a sua gestão ou sobre a necessidade de cumprir alguma medida do Governo».
A ex-directora sublinha que além de uma licenciatura possui uma pós-graduação em gestão de recursos humanos, e rejeita a tese de que devia ser um médico a gerir a estrutura, sublinhando que a Direcção do Centro integrava uma médica. Repudia, também, a acusação de Correia de Campos de que teria sido nomeada por razões político-partidárias, sublinhando que o director anterior do centro de saúde decidiu sair por iniciativa própria, e de forma pacífica, pelo que - e atendendo às suas competências e conhecimento do serviço - foi convidada pelo antigo director da Sub-região de Saúde, Carlos Moreira.
Celeste Cardoso garante que só comentou o caso «para repor a verdade», frisando que não teme represálias do Governo: «Tenho uma boa relação com o actual Director, em termos pessoais e de trabalho», disse.
In PortugalDiário
http://www.portugaldiario.iol.pt/notici ... div_id=291
Nitidamente este governo precisa de uma reformulaçãozita de alguns ministros.
Em declarações à agência Lusa, Maria Celeste Cardoso classificou de «mentira» a versão dada hoje por Correia de Campos, em conferência de imprensa, para a sua exoneração, garantindo que mandou retirar a fotocópia de uma notícia com declarações do ministro logo que soube que estava colocada num «placard» do Centro de Saúde de Vieira do Minho.
«Uma funcionária contactou-me dizendo-me que estava uma pessoa no centro a reclamar no Livro Amarelo pela afixação da fotocópia, e eu, que desconhecia a sua existência, mandei-a retirar de imediato, o que foi feito», afirmou.
A ex-directora do centro de saúde afirma que o médico assume os factos, nomeadamente que colocou a fotocópia quando estava de serviço nocturno, frisando que «não se apercebeu do facto por ter sido num fim-de-semana». «Há relatórios da funcionária e do médico que foram mandados à Sub-região de Saúde e que estão arquivados», acrescenta, desmentindo, assim, ter sido chamada duas vezes à Sub-região por causa do caso.
Assegura, ainda, que toda a gente, médicos e funcionários, sabe, no Centro de Saúde, como as coisas se passaram e o modo como procedeu quando soube da existência do cartaz.
Rejeitadas acusações de incapacidade
Maria Celeste Cardoso rejeita, também, as acusações de «incapacidade» hoje feitas pelo ministro, garantindo que «nunca, em nenhuma reunião», das muitas que teve na Sub-Região de Saúde e na ARS/Norte, lhe foi feito «qualquer reparo ou sugestão, em termos negativos, sobre a sua gestão ou sobre a necessidade de cumprir alguma medida do Governo».
A ex-directora sublinha que além de uma licenciatura possui uma pós-graduação em gestão de recursos humanos, e rejeita a tese de que devia ser um médico a gerir a estrutura, sublinhando que a Direcção do Centro integrava uma médica. Repudia, também, a acusação de Correia de Campos de que teria sido nomeada por razões político-partidárias, sublinhando que o director anterior do centro de saúde decidiu sair por iniciativa própria, e de forma pacífica, pelo que - e atendendo às suas competências e conhecimento do serviço - foi convidada pelo antigo director da Sub-região de Saúde, Carlos Moreira.
Celeste Cardoso garante que só comentou o caso «para repor a verdade», frisando que não teme represálias do Governo: «Tenho uma boa relação com o actual Director, em termos pessoais e de trabalho», disse.
In PortugalDiário
http://www.portugaldiario.iol.pt/notici ... div_id=291
Nitidamente este governo precisa de uma reformulaçãozita de alguns ministros.
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Xana Escreveu:Lutav
esta demissão foi à medida da situação.
Não se percebe porque é que uma directora não toma medidas para retirar de um serviço público esse tipo de cartazes.
Beijo
Se o Ministro disse que nunca foi a uma sap, nem nunca iria, a senhora directora, parece-me que apenas queria justificar perante os seus doentes, porque nunca iriam lá ver um dia o dito ministro da saúde, foi objectiva, real, 100% prática, altamente simplex, e depois, simplesmente demitida. Afinal que tipo de regime é este em que estamos.
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scpnuno Escreveu:Xana Escreveu:esta demissão foi à medida da situação.
Não se percebe porque é que uma directora não toma medidas para retirar de um serviço público esse tipo de cartazes.
Beijo
Será porque estamos em democracia?
Será porque temos liberdade de expressão?
Será porque este governo, que se auto-denomina de esquerda devia conheçer estes conceitos?
Será que seria porque a directora concordava com o cartaz?
Será que esta MULHER (a directora) merecia que todos nós andassemos com um cartaz a dizer "ditadores"?
Será que não está nas competências de uma directora de um centro de saúde, controlar e censurar todos os cartazes e panfletos que são afixados.
Será que tinha outras coisas mais importantes para fazer e, o tempo que não perdeu utilizou para assegurar que os utentes do centro eram atendidos com a consideração que este ministro da saúde não lhes reconhece.
Será que sabe que o passado de alguns dos actuais governantes têm cenas muito mais indecorosas do que a afixação de um cartaz com alusões às declarações de um ministro.
Xana Escreveu:esta demissão foi à medida da situação.
Não se percebe porque é que uma directora não toma medidas para retirar de um serviço público esse tipo de cartazes.
Beijo
Será porque estamos em democracia?
Será porque temos liberdade de expressão?
Será porque este governo, que se auto-denomina de esquerda devia conheçer estes conceitos?
Será que seria porque a directora concordava com o cartaz?
Será que esta MULHER (a directora) merecia que todos nós andassemos com um cartaz a dizer "ditadores"?
Esta é a vantagem da ambição:
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
Xana Escreveu:Lutav
esta demissão foi à medida da situação.
Não se percebe porque é que uma directora não toma medidas para retirar de um serviço público esse tipo de cartazes.
Beijo
define "este tipo de cartazes", e logo vemos....
Xana, tu és do PS, lembras-te? tipo, de esquerda? gostas de citar Manuel Alegre? 25 de abril sempre, tratam-se por "camarada"...
mas pronto, isto no teu do autoritário Cavaco...., digo eu que era 10x piores, e nao aconteciam estas coisas..... mas se calhar, era o gajo que era mole...
beijos e abraços!
PUNIÇÃO PÚBLICA… PARA APRENDEREM!
Sindicato Independente dos Médicos Escreveu:PUNIÇÃO PÚBLICA… PARA APRENDEREM!
Era uma vez um ministro da Saúde que disse que nunca foi a um SAP nem nunca iria. Os médicos não gostaram. Um deles afixou na parede. A sua Directora não foi pidesca. Foi demitida. E não bastando um despacho ministerial, eis que tem de aparecer em DR um despacho de exoneração, o Despacho 13288/2007, que aqui se reproduz:
"Pelo Despacho nº. 1/2007 do Ministério da Saúde, de 5 de Janeiro, foi exonerada do cargo de directora do Centro de Saúde de Vieira do Minho a licenciada Maria Celeste Vilela Fernandes Cardoso, com efeitos à data do despacho, por não ter tomado medidas relativas à afixação, nas instalações daquele Centro de Saúde, de um cartaz que utilizava declarações do Ministro da Saúde em termos jocosos, procurando atingi-lo, manifestando a Drª. Maria Celeste Vilela Fernandes Cardoso não reunir as condições para garantir a observação das orientações superiormente fixadas para prossecução e implementação das políticas desenvolvidas pelo Ministério da Saúde."
O texto no Díário da República é um primor da democracia:
http://www.dre.pt/pdf2sdip/2007/06/122000000/1814418144.pdf
Não falta muito para que os 'boys' tenham ocupado todos os cargos da administração e empresas públicas.
Dai-lhe uma guerrita colonial e um Tarrafal e vedes um verdadeiro António d'Oliveira Sócrates!
Este tipo humano tem apoiantes, sim senhor! Mas os cabeças rapadas que por aí andam também não apoiam aquela coisa que tinha um "triângulo-rectângulo" peludo debaixo das fossas nasais?
Saia mais uma sondagenzita encomendada e paga com o dinheiro dos nossos impostos...
E convém chamar logo de seguida um comentador encomendado e pago com o nosso dinheiro para dizer que o " home " está em grande!
Grande é o seu nariz e grande é a sua falta de vergonha!
Porque é que os alunos que chumbaram a Matemática não tiveram o direito de fazer o exame em casa e o enviar por faxe?
Isto é um embuste e só pode acabar mal.
Este tipo humano tem apoiantes, sim senhor! Mas os cabeças rapadas que por aí andam também não apoiam aquela coisa que tinha um "triângulo-rectângulo" peludo debaixo das fossas nasais?
Saia mais uma sondagenzita encomendada e paga com o dinheiro dos nossos impostos...
E convém chamar logo de seguida um comentador encomendado e pago com o nosso dinheiro para dizer que o " home " está em grande!
Grande é o seu nariz e grande é a sua falta de vergonha!
Porque é que os alunos que chumbaram a Matemática não tiveram o direito de fazer o exame em casa e o enviar por faxe?
Isto é um embuste e só pode acabar mal.
parábula dos talentos.
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- Localização: portimão
Queres ver o vilão? Mete-lhe o pau na mão
Há um ditado português que diz "Queres ver o vilão? Mete-lhe o pau na mão."
Os campeões da democracia, da liberdade e dos direitos fundamentais na oposição, tornam-se os campeões da prepotência, do autoritarismo e da intimidação quando viram governo.
Muitos cedem a estas pressões e por isso quase tudo o que é incómodo é calado. O Contra-Informação, outrora fonte de informação priviligeada calou-se. Os Gatos Fedorentos também. A comunicação social está toda na mão. Subsidios, encomenda de pareceres e, promessas de favorecimentos económicos pagam tudo. Agora é preciso calar também os blogs. Os incómodos, claro.
Os campeões da democracia, da liberdade e dos direitos fundamentais na oposição, tornam-se os campeões da prepotência, do autoritarismo e da intimidação quando viram governo.
Muitos cedem a estas pressões e por isso quase tudo o que é incómodo é calado. O Contra-Informação, outrora fonte de informação priviligeada calou-se. Os Gatos Fedorentos também. A comunicação social está toda na mão. Subsidios, encomenda de pareceres e, promessas de favorecimentos económicos pagam tudo. Agora é preciso calar também os blogs. Os incómodos, claro.
não percebo, o sócrates n conseguiu refutar os factos apresentados no site a agora apresenta queixa???
enfim, é mesmo para amedrontar os opositores...
enfim, é mesmo para amedrontar os opositores...
Free Minds and Free Markets
... forecasting exchange rates has a success rate no better than that of forecasting the outcome of a coin toss - Alan Greenspan (2004)
já agora...
é que por acaso a mim aconteceu-me o mesmo:quero dizer,um criminoso assaltou as minhas instalações e destruiu uma máquina expedidora automática(para roubar o dinheiro que lá se encontrava),deixando um grande prejuizo de cerca de 7500€:e não é que eu tb fui aconselhado a desistir?
parece que o rapaz só aparecia quando queria(normalmente no fim do mês para receber o rendimento minimo)o que provavelmente não era coincidente com as datas do julgamento(pelo menos na 1ªvez não foi),e daria muito trabalho mantê-lo detido até à realização da audiência(apesar de ter sido apanhado em flagrante delito).
afinal o que é que o estado ganha com o meu prejuizo de 7500€?nada,eu que fique com ele!
e já agora o melhor é eu guardar algum para as multas,que,essas sim dão lucro ao estado...
parece que o rapaz só aparecia quando queria(normalmente no fim do mês para receber o rendimento minimo)o que provavelmente não era coincidente com as datas do julgamento(pelo menos na 1ªvez não foi),e daria muito trabalho mantê-lo detido até à realização da audiência(apesar de ter sido apanhado em flagrante delito).
afinal o que é que o estado ganha com o meu prejuizo de 7500€?nada,eu que fique com ele!
e já agora o melhor é eu guardar algum para as multas,que,essas sim dão lucro ao estado...
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Quarta-feira, 20 de Junho de 2007
Desta vez
Desta vez, tive sorte. Telefonaram apenas (com faxes autênticos depois a confirmar).
Desta vez, ao contrário de 24 de Outubro de 2004 (veja-se também este link), não bateram à porta da minha velha casa, em Alcobaça, pelas 7:00, ainda o sol não tinha nascido, dois inspectores da Polícia Judiciária e um procurador-adjunto por causa da suspeita do gravíssimo crime de... desobediência simples (do qual fui absolvido depois em tribunal, veredicto confirmado pela Relação de Coimbra) - não fui acusado de qualquer violação de segredo de justiça. Não pensei que fosse o padeiro - aliás, se à hora do lobo oiço vozes no patim e o batente soa, nunca mais penso que seja o padeiro... Eu não abri a porta estremunhado, um olho aberto, outro fechado, nem divisei três vultos. Não responderam que eram da Polícia Judiciária. Não começaram por entrar - e só se percebe, acreditem, o que é alguém entrar em vossa casa sem pedir licença a primeira vez que se sofre essa humilhação sem poder reagir - e me mostraram o mandado da juíza (que, todavia, não os autorizava a apreender-me correspondência...).
Desta vez, não recebi o destaque invulgar de vir um procurador-adjunto a minha casa chefiar ele próprio essa busca crítica, por causa da suspeita de uma "bagatela penal", como disse um amigo meu - e mesmo dessa fui ilibado. Contudo, não era suspeito de violar crianças, de matar alguém, de roubar, de traficar droga: era suspeito de ter desobedecido a um despacho judicial de proibição de divulgação do processo de pedofilia da Casa Pia (alegadamente por causa da protecção das vítimas, cujos nomes aliás sempre omiti), cujo julgamento já tinha sido marcado, um despacho que não me havia sido comunicado - mesmo depois do inquérito pedi para ver o tal despacho e foi-me negado porque o próprio despacho... estava em segredo de justiça - e só vi no dia da sentença que me absolveu. Todavia, se o propósito da busca era determinar que era mesmo eu quem escrevia e editava o blogue, era fácil de reparar que sempre assinei, desde o início em Agosto de 2003, todos os posts como "António Balbino Caldeira" e publiquei sempre o meu próprio e-mail.
Desta vez, não lhes pedi para vestir umas calças, já que não os queria atender em pijama. Não me perguntaram, em tom solene, quantas pessoas estavam em minha casa. Não os avisei que minha mulher ainda descansava no quarto, como quem lhes fazia notar que tivessem a decência de a respeitar.
Desta vez, não os levei ao escritório exíguo onde escrevo. Não lhes abri o computador, com a intenção de lhes mostrar a pasta onde guardo os meus escritos, para mo desligaram imediatamente, que "podia ter uma instrução automática para formatar o disco..." Não lhes indiquei as pastas de arquivo com etiqueta "Política" (de 1 a 7), folhas bem arquivadas pois era por causa de política que vinham buscar a casa onde vivo e que foi de meus avós. Não lhes mostrei os papéis, não me questionaram sobre a sua origem, não me confiscaram os apontamentos manuscritos que tinham contactos de jornalistas nem ignoraram ostensivamente uma folha com o contacto de um assessor de tribunal (a quem tinha pedido legitimamente o link de uma página da internet de uma dado acórdão já público).
Desta vez, os meus dois filhos não apareceram assustados na sala da minha pobre casa, sem que eu lhes pudesse explicar quem eram aquelas pessoas. Só consegui fazê-lo passados dois dias - perante o eco duro da pergunta consecutiva do mais novo, que repetia a cada explicação minha: "mas... pai: tu fizeste algum crime?..." Não é fácil sossegar os olhos francos de uma criança que vê nos polícias - as crianças não sabem o que são procuradores - os homens que prendem os "maus", que o pai não fez crime algum e que a família tinha sido atingida devido a motivos justos e ao serviço cívico da comunidade, com a preocupação fundamental de defesa das crianças da Casa Pia vítimas comprovadas de abusos sexuais. Se a polícia te buscou, algum defeito te achou... As crianças não conhecem o que é a violência e a desvergonha do sistema. Não obstante, devem ter sentido que sofreram alguma violência na sua intimidade porque a minha filha sentiu-se mal na escola no dia seguinte e telefonaram imediatamente a minha mulher para a levar para casa.
Desta vez, não lhes pedi para me ir arranjar que daqui a pouco tinha aulas em Santarém, obtendo a resposta, esclarecedora para a desnecessidade de terem acordado a minha família pelas 7:00 quando o alvo (eu) só saía de casa às 9:00: "o sôtor entra às 10 horas, não é?..." - entrava... Um polícia não surgiu com o meu telemóvel na mão que, depois, não confiscaram - perguntei se era escutado, riram-se...
Desta vez, a minha mulher não surgiu na sala, onde, mesmo assim, apresentou um "bom dia" seco, enquanto se dirigia às crianças para que se arranjassem para a escola. Eu não soube depois que lhe tinham revistado o carro dela sem mandado, já com os filhos lá dentro, quando ela se aprestava para seguir para o trabalho.
Desta vez, na minha curta sala, onde o retrato sóbrio dos meus avós reclamava outro respeito - em vez da boca de um agente para outro "em princípio, aqui não chove..." - entretanto mais apinhada com mais dois inspectores que se tinham reunido aos outros e ao procurador, ninguém me ajudou a redigir o requerimento a pedir cópia dos ficheiros académicos que dois dias depois... indeferiu - só me entregaram a tese de doutoramento (de que lhes expliquei não ter outra cópia) em CD sete meses mais tarde. Não me levaram o computador para só mo devolverem largos meses depois - o programa de tradução Babylon é que nunca mais funcionou. Eu não fui comprar um computador nesse dia - por imprudência, ainda nem sequer encomendei o próximo... Não tive de dar entrevistas para tornar mais complicado abaterem-me sem consequência.
Desta vez, não soube que tinham ido outros dois inspectores à mesma hora (7 horas em ponto, ainda de noite, nesse 27 de Outubro de 2004) a casa de minha mãe, a dois quilómetros do sítio onde eu, casado e com dois filhos, vivo - aliás já não vivia em casa de minha mãe desde que me casei em 1993. Que tocaram à campainha de uma mulher, de 78 anos e paciente cardíaca, mas "recta como o sol" - como dela dizia o meu avô Balbino -, e de uma prima ainda mais idosa, para lhe buscar a casa, com mandado autorizado por uma juíza de instrução - a quem, além de outro, prometo escrever, se cá estiver, no dia em que minha mãe nos deixar - por causa do gravíssimo crime de desobediência simples do filho... A minha mãe não perguntou aos agentes o motivo da busca, tendo acrescentado que, porém, não deveria ser por causa de corrupção ou droga, tendo os polícias, envergonhados, explicado que era "por causa de umas coisas que o seu filho escreveu"... Depois de uma busca pela casa, telefonaram para alguém - provavelmente o procurador que estava em minha casa e dirigia a busca - e levaram um computador velho de 11 anos, um IBM 433 DX, que ela tinha comprado para os filhos antes de eu me casar e que mantinha lá com o fito que os netos nele se entretivessem, o que faziam muito raramente. A minha mãe que no tempo da ditadura teve, porém, gentileza menor: a polícia agora, em 2004, tinha ido pessoalmente revistar-lhe a casa "por causa de umas coisas que o seu filho escreveu" em vez da maçada da notificação, em 1973, para comparecer na GNR junto ao Governo Civil de Leiria devido a ter ousado pôr um ministro em tribunal por este ter sancionado um concurso em que havia sido preterida, se julgava com direito e veio a vencer após recurso.
Desta vez, não me comovi com o texto que minha irmã, melhor do que eu, gritou em 16 de Novembro de 2004 sobre a violência que foi provocada à nossa mãe "por causa de umas coisas que o seu filho escreveu". Um homem não chora.
Desta vez, não consta que tenha sido instaurado o inquérito para demonstrar neutralidade processual e equidistância face ao Horror, para compensar a sistémica vozearia orquestrada queixosa de alegado desfavor.
Desta vez, minha mãe não apareceu em casa a chorar por causa de um interrogatório manhoso - já não bastava a busca!! - relacionado com a apreensão que lhe fizeram tal computador, por funcionário judicial indigitado para o trabalho - "minha-senhora-o-seu-filho-disse-nos-que-o-computador-era-dele..." - "se-o-meu-filho-disse..." - "assine-aqui-por-favor..." Pensava eu que ela tinha ido ao tribunal por causa de uma tentativa de roubo que lhe foi feita por uma mulher, toxicodependente, com uma faca, em que sugeriram que desistisse (minha mãe queria até perdoar à mulher...) e, afinal, era para se livrarem da embrulhada da apreensão do computador de que é proprietária que lhe devolveram nessa altura - o que é, no fim de contas, uma simples tentativa de roubo com faca a uma senhora com 78 anos se comparada com a gravidade de uma desobediência simples do filho?...
Desta vez, não fui procurar alguém, com um carregador Nokia no bolso, à cautela por causa de alguma eventualidade - e só depois me advertiram que aí não deixam usar telemóvel -, com o propósito de obter uma explicação e a esperança de não o encontrar.
Desta vez, não abriram o meu computador sem a minha presença ou do meu advogado, aliás nem reparei em qualquer selo quando por lá o encontrei depois. Um computador com a minha conta bancária e de minha mulher, cartões de crédito, declarações fiscais, passwords, registo de tráfego - além de artigos, trabalhos, lições, exames e notas meus, fotografias da família, escritos de minha mulher, desenhos e jogos das crianças, etc.. Nem vi escarrapachados nos apensos detalhados do processo em cinco volumes grossos, impressos os meus mails, os tais que não estavam autorizados a apreender, e os meus recados do Outlook do tipo da gravidade de mensagens criptológicas como "comprar pneus para o carro".
Desta vez, não fui, ainda, a julgamento - mas irei, que não me perdoam a verdade (factos, factos, factos)... - e, portanto, não senti em quem julgava a cólera devida ao grande criminoso que eu era, nem me mandaram calar por ter arriscado a citação do subversivo Padre António Vieira ("se servistes a Pátria..."), nem impedem o meu combativo advogado, Dr. José Maria Martins, de me questionar directamente nem de me fazer certas perguntas inconvenientes, embora no interrogatório me possam exigir que descruze as pernas onde tenha assente algum bloco para escrever. Respeitinho!
Há outro caso, porém, só falarei dele só falarei mais tarde.
O sistema persegue politicamente os seus opositores por estes pretenderem exercer os seus direitos de cidadania. Mas só sobrevive com a complacência dos órgãos do Estado formalmente encarregues da vigilância dos abusos e a resignação popular.
Quatro anos de blogue, quatro processos - deixo um possível, por enquanto, de fora. Tentam tranquilizar-me com o argumento de que o sistema funciona. E eu acredito: o sistema funciona.
Garantia dos direitos do cidadão em Portugal? Esta:
"É que, como é bom de ver, o interesse prevalecente da investigação e eventual punição, por parte do Estado, é manifestamente superior ao dos potenciais ofendidos com a compressão de alguns dos seus direitos, ainda que com expressa garantia constitucional, designadamente os atinentes à vida privada, como o são seguramente os constantes de documentos seus (originariamente pessoais ou não)". [realce meu]
Extracto do despacho de arquivamento, datado de 13-6-2005, do procurador do Tribunal da Relação de Coimbra do processo de abuso de poder que intentei contra o Estado por causa do tratamento sofrido
Publicado por António Balbino Caldeira em 6/20/2007 10:23:00 AM
http://doportugalprofundo.blogspot.com/
UnI: José Sócrates apresentou queixa-crime contra bloguer
O primeiro-ministro, José Sócrates, apresentou uma queixa-crime contra o blogger António Balbino Caldeira, professor em Alcobaça, devido ao conjunto de textos que escreveu sobre a sua licenciatura em Engenharia Civil na Universidade Independente (UnI), noticiou hoje o Expresso na edição on-line, citando fonte próxima do processo.
O autor do blogue «doportugalprofundo.blogspot.com» vai ser ouvido no mesmo dia no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) de manhã como arguido e à tarde como testemunha.
Esta dupla condição resulta do facto de o DCIAP estar a conduzir dois processos sobre a licenciatura do primeiro-ministro na UnI: um que teve origem numa participação feita pelo advogado José Maria Martins, que levantou suspeitas sobre a passagem de Sócrates pela UnI, e no qual o bloguer será ouvido como testemunha, e um segundo que foi aberto após a queixa-crime do primeiro-ministro contra António Balbino Caldeira. Ambos os inquéritos estão a correr paralelamente, adianta o jornal.
Contactado pelo Expresso, António Balbino Caldeira não quis prestar qualquer declaração.
O gabinete do primeiro-ministro não confirmou a apresentação de uma queixa-crime. No último post colocado no blogue sobre a sua condição de arguido, António Balbino Caldeira escreve: «O sistema persegue politicamente os seus opositores por estes pretenderem exercer os seus direitos de cidadania. Mas só sobrevive com a complacência dos órgãos do Estado e a resignação popular».
In DIARIO DIGITAL 20-06-2007 14:37:38
O primeiro-ministro, José Sócrates, apresentou uma queixa-crime contra o blogger António Balbino Caldeira, professor em Alcobaça, devido ao conjunto de textos que escreveu sobre a sua licenciatura em Engenharia Civil na Universidade Independente (UnI), noticiou hoje o Expresso na edição on-line, citando fonte próxima do processo.
O autor do blogue «doportugalprofundo.blogspot.com» vai ser ouvido no mesmo dia no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) de manhã como arguido e à tarde como testemunha.
Esta dupla condição resulta do facto de o DCIAP estar a conduzir dois processos sobre a licenciatura do primeiro-ministro na UnI: um que teve origem numa participação feita pelo advogado José Maria Martins, que levantou suspeitas sobre a passagem de Sócrates pela UnI, e no qual o bloguer será ouvido como testemunha, e um segundo que foi aberto após a queixa-crime do primeiro-ministro contra António Balbino Caldeira. Ambos os inquéritos estão a correr paralelamente, adianta o jornal.
Contactado pelo Expresso, António Balbino Caldeira não quis prestar qualquer declaração.
O gabinete do primeiro-ministro não confirmou a apresentação de uma queixa-crime. No último post colocado no blogue sobre a sua condição de arguido, António Balbino Caldeira escreve: «O sistema persegue politicamente os seus opositores por estes pretenderem exercer os seus direitos de cidadania. Mas só sobrevive com a complacência dos órgãos do Estado e a resignação popular».
In DIARIO DIGITAL 20-06-2007 14:37:38
"Não há ventos favoráveis para o barco que não conhece o rumo" Séneca
Eu até compreendo que quando não é a verdade que chega à opinião pública ela terá que ser investigada.
Este processo da licenciatura do Sócrates, tem feito correr muita tinta, para mim é-me indiferente se o tem ou não, se publicamente me questionassem sobre a minha licenciatura, não precisava de 37 min para o provar, seria mais rápido, mas compreendo que publicamente, às vezes os jranalistas também não ajudam, apesar de trabalharem para o estado (RTP1) (não confundir com o governo).
Agora acho irrelevante se ele é licenciado ou não, mas o que acho, é que como politico, acabou por ser mais um mentiroso, gostei da forma como ganhou a legislativas, depois , bem depois foi para mim a grande desilusão, não tenho, como se costuma dizer partido, não sou por natureza um filiado, nem tão pouco um simpatizante, sou um daqueles indecisos, que à última hora pode decidir, mas que nas últimas eleições fui bem enganado, lá isso fui. Não estou em condições de avaliar se o trabalho que está a ser desenvolvido é o melhor ou não, sei que faço grandes sacrificios, neste momento como grande parte dos Portugueses, a questão que levanto, e que me perturba, é se valerá ou não a pena, e aí a minha preocupação aumenta exponencialmente, porque tenho a sensação, espero errada, que mais uma vez poderei aestar a ser engando, custa-me a crer, que a direita nos seus 30% de governação, em democracia, tenha estragado para depois o PS em 70% recompor, tenho muitas dúvidas, mas as certezas que tenho, é que somos muito vaidosos, bem os governantes são, tem-se gasto fortunas, com expos, euros(futebol), agora TGVs e Europortos, queremos ser os maiores, termos cá do melhor, quando é para decidir não se olha a custos, faz-se, depois logo se vê como se paga, e quem contribui, sente que cada vez paga mais, toda a familia sufoca, e continua-se em guerra de "interesses" para se discutir a posiçao de um aeroporto, para mim é-me indiferente, mas perece-me por muito que li aqui, que a OTA poderá se tornar um desastre nacional.
Pronto, acabei por me desviar, bastante do tema deste tópico, acho que agora o prof. António Balbino Caldeira terá a grande opurtunidade de defender a sua teoria da não licenciatura do Sócrates, é bom que tal aconteça, se é licenciado, tudo bem, se não é, por mim até pode acabar o curso, já não deve de ser na UI, mas pronto há por aí muitas Universidades que gostriam de ter lá a estudar o aluno José Sócrates. E porquê acabar, porque à uns tempos para cá, sempre que este assunto entra no esquecimento, há sempre alguém no próprio PS que parece gostar de relembrar à opinião pública as dúvidas da licenciatura do PM, foi o Mário Lino, foi a Margarida Moreira, quem será o próximo ?
Este processo da licenciatura do Sócrates, tem feito correr muita tinta, para mim é-me indiferente se o tem ou não, se publicamente me questionassem sobre a minha licenciatura, não precisava de 37 min para o provar, seria mais rápido, mas compreendo que publicamente, às vezes os jranalistas também não ajudam, apesar de trabalharem para o estado (RTP1) (não confundir com o governo).
Agora acho irrelevante se ele é licenciado ou não, mas o que acho, é que como politico, acabou por ser mais um mentiroso, gostei da forma como ganhou a legislativas, depois , bem depois foi para mim a grande desilusão, não tenho, como se costuma dizer partido, não sou por natureza um filiado, nem tão pouco um simpatizante, sou um daqueles indecisos, que à última hora pode decidir, mas que nas últimas eleições fui bem enganado, lá isso fui. Não estou em condições de avaliar se o trabalho que está a ser desenvolvido é o melhor ou não, sei que faço grandes sacrificios, neste momento como grande parte dos Portugueses, a questão que levanto, e que me perturba, é se valerá ou não a pena, e aí a minha preocupação aumenta exponencialmente, porque tenho a sensação, espero errada, que mais uma vez poderei aestar a ser engando, custa-me a crer, que a direita nos seus 30% de governação, em democracia, tenha estragado para depois o PS em 70% recompor, tenho muitas dúvidas, mas as certezas que tenho, é que somos muito vaidosos, bem os governantes são, tem-se gasto fortunas, com expos, euros(futebol), agora TGVs e Europortos, queremos ser os maiores, termos cá do melhor, quando é para decidir não se olha a custos, faz-se, depois logo se vê como se paga, e quem contribui, sente que cada vez paga mais, toda a familia sufoca, e continua-se em guerra de "interesses" para se discutir a posiçao de um aeroporto, para mim é-me indiferente, mas perece-me por muito que li aqui, que a OTA poderá se tornar um desastre nacional.
Pronto, acabei por me desviar, bastante do tema deste tópico, acho que agora o prof. António Balbino Caldeira terá a grande opurtunidade de defender a sua teoria da não licenciatura do Sócrates, é bom que tal aconteça, se é licenciado, tudo bem, se não é, por mim até pode acabar o curso, já não deve de ser na UI, mas pronto há por aí muitas Universidades que gostriam de ter lá a estudar o aluno José Sócrates. E porquê acabar, porque à uns tempos para cá, sempre que este assunto entra no esquecimento, há sempre alguém no próprio PS que parece gostar de relembrar à opinião pública as dúvidas da licenciatura do PM, foi o Mário Lino, foi a Margarida Moreira, quem será o próximo ?
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- Registado: 4/11/2002 22:29
vitor79 Escreveu:É por coisas como estas é que eu digo que não vivo em democracia.
Não vivemos não. Imaginem um restaurante cheio, de repente entra por lá a ASAE com um monte de GNR's, mandam desligar a música, luzes no máximo, começam a vasculhar tudo dentro do restaurante e a pedir identificação de todos os clientes, perguntar o que estão a fazer em Portugal, porquê, etc, etc... Acham isto normal? O que é que estes turistas imaginarão da situação? Que o dono do restaurante é traficante, talvez, e que eles também poderão ser implicados de qualquer coisa, já que lhes estão a pedir identificação a todos. Para além de que se acabou a sua refeição já que todo o funcionar do restaurante é bloqueado e sem música e luzes no máximo lá se foi o ambiente. Será que não há alturas próprias para se fazerem estas coisas sem prejudicar quem até estava a cumprir a lei???
Passou-se em Albufeira na semana passada...
E o caso da senhora que foi comprar fiambre pra casa mas que teve o azar de levar a carrinha da firma, foi mandada parar e não tinha factura do fiambre... mas problemas!
E o caso da carne que foi testada para verificar se estava boa, jogaram-lhe lixívia para cima!!! Se não estivesse em condições mudava de côr, como estava boa não mudou. Mas com este teste é claro que ficou estragada... e quem paga isto? Ninguém porque o estado é rei e senhor, pode fazer o que lhe apetece.
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Mas em que país os destintos colegas vivem, para afirmar "quem não deve, não teme", não se estão a referir a Portugal? Caros amigos não é necessário ter nenhum olho aberto basta ter bom ouvido.
Não se esqueçam que para muita boa gente, ao nível das instituições, Portugal é uma república das bananas. Só para refrescar a memória recente, sabem quantos empresários financiaram o estudo para uma nova localização do aeroporto? Sabem quantos deram a cara? Sabem porquê? Essses senhores sabem e eu penso que também sei, mas não é pela razão de "quem não deve, não teme".
Não se esqueçam que para muita boa gente, ao nível das instituições, Portugal é uma república das bananas. Só para refrescar a memória recente, sabem quantos empresários financiaram o estudo para uma nova localização do aeroporto? Sabem quantos deram a cara? Sabem porquê? Essses senhores sabem e eu penso que também sei, mas não é pela razão de "quem não deve, não teme".
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e
as chatices quem as paga?
e segundo um básico principio de justiço,os primeiros a serem acusados deviam ser os primeiros autores(sobre cujos actos ou afirmações se fizeram os disclaimers)e nunca ao contrário,pois só estes podem elucidar sobre a veracidade ou não dos factos:tal é impossivel ao simples retransmitente
e segundo um básico principio de justiço,os primeiros a serem acusados deviam ser os primeiros autores(sobre cujos actos ou afirmações se fizeram os disclaimers)e nunca ao contrário,pois só estes podem elucidar sobre a veracidade ou não dos factos:tal é impossivel ao simples retransmitente
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