Citigroup diz que se está a formar uma bolha nas acções
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Greenspan considera que a queda do dólar não tem impacto “real” na economia
Alan Greenspan, antigo presidente da Reserva Federal norte-americana, considera que a desvalorização da moeda norte-americana, face às principais divisas mundiais, não afectou a economia global e classificou a performance do dólar como um "fenómeno de mercado".
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
Alan Greenspan, antigo presidente da Reserva Federal norte-americana, considera que a desvalorização da moeda norte-americana, face às principais divisas mundiais, não afectou a economia global e classificou a performance do dólar como um "fenómeno de mercado".
"Desde que a queda do dólar não aumente a inflação, o que é uma grande preocupação em todo o globo para quem acompanha as taxas de juro, penso que é um fenómeno de mercado que não tem consequências reais na economia", afirmou Greenspan, em declarações citadas pela Bloomberg.
Os comentários do antigo presidente da Reserva Federal norte-americana acontecem numa altura em que o dólar tem fixado mínimos históricos, nomeadamente contra o euro, e em que os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) consideram a possibilidade de realizarem uma reavaliação das suas divisas face ao dólar.
Na apresentação que Alan Greenspan fez em Nova Iorque, o antigo responsável falou também sobre a economia norte-americana, afirmando que "se conseguirmos superar este problema do mercado imobiliário, penso que [a economia do país] terá uma boa performance".
A maior crise imobiliária dos últimos 16 anos está a penalizar o ritmo de crescimento da maior economia do mundo. Os economistas consultados pela Bloomberg prevêem que os EUA registem um crescimento de 1,5% no último trimestre deste ano, o que compara com os 3,9% do trimestre anterior.
Alan Greenspan, antigo presidente da Reserva Federal norte-americana, considera que a desvalorização da moeda norte-americana, face às principais divisas mundiais, não afectou a economia global e classificou a performance do dólar como um "fenómeno de mercado".
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
Alan Greenspan, antigo presidente da Reserva Federal norte-americana, considera que a desvalorização da moeda norte-americana, face às principais divisas mundiais, não afectou a economia global e classificou a performance do dólar como um "fenómeno de mercado".
"Desde que a queda do dólar não aumente a inflação, o que é uma grande preocupação em todo o globo para quem acompanha as taxas de juro, penso que é um fenómeno de mercado que não tem consequências reais na economia", afirmou Greenspan, em declarações citadas pela Bloomberg.
Os comentários do antigo presidente da Reserva Federal norte-americana acontecem numa altura em que o dólar tem fixado mínimos históricos, nomeadamente contra o euro, e em que os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) consideram a possibilidade de realizarem uma reavaliação das suas divisas face ao dólar.
Na apresentação que Alan Greenspan fez em Nova Iorque, o antigo responsável falou também sobre a economia norte-americana, afirmando que "se conseguirmos superar este problema do mercado imobiliário, penso que [a economia do país] terá uma boa performance".
A maior crise imobiliária dos últimos 16 anos está a penalizar o ritmo de crescimento da maior economia do mundo. Os economistas consultados pela Bloomberg prevêem que os EUA registem um crescimento de 1,5% no último trimestre deste ano, o que compara com os 3,9% do trimestre anterior.
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- Registado: 6/1/2007 15:05
- Localização: Quinta do Conde
... o ciclo de subida das acções avança para uma nova bolha especulativa, que rebentará dentro de 18 meses.
A primeira parte da frase é uma verdade lapaliciana, pois todos os ciclos de subida nas acções tendem para uma bolha especulativa. A segunda parte da frase é adivinhação. A bolha vai rebentar daqui a 18 meses? De certeza? Então há que aproveitar estes 18 meses que precedem o rebentamento da bolha que por regra são os mais rentáveis.
Cumprimentos,
Touro
Touro
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Mudam de opinião como quem muda de camisa... acho que este discurso é mais afectado pelos resultados deles neste trimestre do que outra coisa.
Be Galt. Wear the message!
The market does not beat them. They beat themselves, because though they have brains they cannot sit tight. - Jesse Livermore
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“Vai ser muito mais difícil fazer dinheiro nos próximos 12 meses”
"Os investidores vão ter de começar a perceber que com esta crise financeira tudo mudou. Vai ser muito mais difícil fazer dinheiro nos próximos12meses". A frase pertence a David Shairp, "global strategist" da JPMorgan Asset Management, uma das maiores gestoras de activos do mundo e a mais recente a alertar para as mudanças no panorama dos mercados accionistas para o próximo ano.
Segundo o responsável, o ano que se avizinha vai ser marcado por uma "volatilidade como já não se vê desde 2003", o que obrigará os investidores a ter de arriscar mais.
Outra notícia no mesmo sentido, e que também saiu hoje.
"Os investidores vão ter de começar a perceber que com esta crise financeira tudo mudou. Vai ser muito mais difícil fazer dinheiro nos próximos12meses". A frase pertence a David Shairp, "global strategist" da JPMorgan Asset Management, uma das maiores gestoras de activos do mundo e a mais recente a alertar para as mudanças no panorama dos mercados accionistas para o próximo ano.
Segundo o responsável, o ano que se avizinha vai ser marcado por uma "volatilidade como já não se vê desde 2003", o que obrigará os investidores a ter de arriscar mais.
Outra notícia no mesmo sentido, e que também saiu hoje.
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- Registado: 8/5/2006 11:12
Citigroup diz que se está a formar uma bolha nas acções
Matt King, o principal estratega do Citigroup para o mercado de dívida, diz que o ciclo de subida das acções avança para uma nova bolha especulativa, que rebentará dentro de 18 meses. Desta vez, serão os mercados emergentes os protagonistas.
A história repete-se. E os mercados de capitais não são excepção. O especialista avisa que estamos a atravessar um período idêntico ao que aconteceu após a crise de 1998. Depois do susto do "subprime", as empresas vão aumentar o endividamento para conseguir gerar maiores lucros. E, tal como no fim dos anos 90, esta década vai terminar com uma bolha nas acções.
O actual momento dos mercados é favorável às acções, e mau para o segmento de dívida. Mas as nuvens negras adensam-se. Para Matt King, pertencerá aos mercados emergentes o papel que as empresas de tecnologia desempenharam no final da década de 90, que culminou na bolha especulativa de 2000.
"Os mercados emergentes têm o potencial para ser o novo sector das tecnológicas. Já estão caros, mas ficarão ainda mais há medida que a bolha se forma durante os próximos 18 meses, até rebentar", diz. Ou seja, prepare-se para o pior lá para o início de 2010.
Em entrevista ao Jornal de Negócios, diz ainda que o banco americano prevê um "abrandamento significativo" da economia, mas que Portugal está mais protegido por os bancos não terem exposição relevante ao "subprime", nem um mercado imobiliário sobreaquecido.
A história repete-se. E os mercados de capitais não são excepção. O especialista avisa que estamos a atravessar um período idêntico ao que aconteceu após a crise de 1998. Depois do susto do "subprime", as empresas vão aumentar o endividamento para conseguir gerar maiores lucros. E, tal como no fim dos anos 90, esta década vai terminar com uma bolha nas acções.
O actual momento dos mercados é favorável às acções, e mau para o segmento de dívida. Mas as nuvens negras adensam-se. Para Matt King, pertencerá aos mercados emergentes o papel que as empresas de tecnologia desempenharam no final da década de 90, que culminou na bolha especulativa de 2000.
"Os mercados emergentes têm o potencial para ser o novo sector das tecnológicas. Já estão caros, mas ficarão ainda mais há medida que a bolha se forma durante os próximos 18 meses, até rebentar", diz. Ou seja, prepare-se para o pior lá para o início de 2010.
Em entrevista ao Jornal de Negócios, diz ainda que o banco americano prevê um "abrandamento significativo" da economia, mas que Portugal está mais protegido por os bancos não terem exposição relevante ao "subprime", nem um mercado imobiliário sobreaquecido.
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