Caldeirão da Bolsa

off Menezes partido vai votar contra OE

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por mcarvalho » 19/10/2007 8:19

os mortos não acordam

abraço RDO
mcarvalho
 
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Fiscalidade...

por O Rei das Ondas » 19/10/2007 8:10

..."não somos por esta loucura da carga fiscal".
Pois, perante a "impossibilidade" da reforma do lado da despesa, só lhes resta a contraparte - a receita. Um verdadeiro engano, o espelho da não gestão. Então, só lhes resta a simulação.
E nós, mais uma vez não acordamos. Virá a tempo?
RDO
...
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e,Eurico Nogueira - arcebispo emérito de Braga.

por mcarvalho » 18/10/2007 22:34

"O país vai ter uma faixa de 30 km de costa e o resto fica para as montadas ao javali"
- Eurico Nogueira - arcebispo emérito de Braga.
 
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off Menezes partido vai votar contra OE

por mcarvalho » 18/10/2007 22:30

PSD: Luís Filipe Menezes revela que partido vai votar contra o OE para 2008
18 de Outubro de 2007, 22:17

Lisboa, 18 Out (Lusa) - O líder do PSD, Luís Filipe Menezes, revelou hoje que o partido irá votar contra o Orçamento de Estado (OE) para 2008, reiterando a intenção de apresentar propostas alternativas à discussão do documento no Parlamento.

Questionado hoje durante o programa Grande Entrevista da RTP 1, conduzido pela jornalista Judite de Sousa, se o PSD irá votar contra o OE para 2008, Luís Filipe Menezes respondeu de forma taxativa: "Evidentemente".

Apesar do voto contra, acrescentou o novo líder do PSD, eleito nas directas de 28 de Setembro, os sociais-democratas irão apresentar propostas alternativas, nomeadamente projectos que apontam para "o relançamento da economia mas também para a redução drástica da despesa pública".

Ainda acerca do OE para 2008, Luís Filipe Menezes insistiu na necessidade de se "definir as fronteiras" das funções do Estado e, depois disso, "partir para o pacote dos recursos humanos", que deverá abranger as hipóteses de reformas antecipadas e requalificação dos funcionários públicos, assim como apostar no relançamento do investimento público.

"Existe uma panóplia de soluções", salientou o líder social-democrata.

Durante a discussão do OE para 2008, continuou, o PSD irá também aproveitar para "perguntar ao PS quais são os seus critérios para baixar os impostos".

"Não somos por esta loucura de carga fiscal", sublinhou Luís Filipe Menezes, admitindo, contudo, que o PSD não pode neste momento defender a redução da carga fiscal "por culpa do PS", pois isso iria conduzir a "um défice brutal no próximo ano".

Questionado sobre a relação com o Presidente da República e se, da sua parte, existem "ressentimentos políticos" para com Cavaco Silva, Luís Filipe Menezes não respondeu directamente mas recordou que, durante a campanha para as presidenciais, o antigo líder social-democrata só esteve com dois presidentes de Câmara, ou seja, consigo e com o autarca de Sintra.

Luís Filipe Menezes sublinhou ainda "o consolado excepcional" que Cavaco Silva está a conduzir, considerando que não é um Presidente da República "que fragiliza" mas "alguém com uma linha de rumo" que, "pontualmente, chama a atenção para questões importantes".

Contudo, acrescentou, Cavaco Silva "tem o seu caminho", assim como o PSD.

"Cada um tem o seu caminho", insistiu.

Em relação à posição que o PSD irá assumir acerca da regionalização, Luís Filipe Menezes defendeu que o partido tem de debater o tema "sem preconceitos" e formar a sua opinião.

"Comigo não há tabus", garantiu.

Porém, essa posição não significa que os sociais-democratas irão tomar alguma iniciativa legislativa, referiu ainda Luís Filipe Menezes.

Acerca do Tratado da União Europeia, o líder do PSD reiterou que "o Parlamento tem toda a legitimidade" para ratificar o documento mas adiantou que irá levar este assunto ao Conselho Nacional social-democrata, órgão máximo do partido entre congressos.

VAM.

Lusa/fim
 
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